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sábado, 20 de abril de 2013

Mulher dança sozinha na rua e vira 'hit' do You Tube. Veja o vídeo

Sucesso na internet: mulher dança sozinha na rua e vira 'hit' do You Tube
Várias montagens já foram feitas, sincronizadas com os passinhos da dançarina solitária

Mais uma cena inusitada do dia-a-dia vira sucesso na internet. Ellie Coles está sendo chamada de 'Dancing Queen'. Ela foi flagrada dançando sozinha em um ponto de ônibus na Inglaterra. Várias montagens já foram feitas com músicas diferentes, sincronizando com os passinhos da dançarina solitária. Assista à perfomance de Ellie com 'Dancing Queen', do Abba:

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mulher gigante morre na China. Veja


Morre na China a mulher mais alta do mundo
Morte de Yao Defen ocorreu em novembro, mas foi anunciada nesta quarta.
Ela tinha 2,33 metros de altura quando foi registrada pelo Guinness.

A mulher mais alta do mundo, uma chinesa que media 2,33 metros quando foi registrada pelo "Guinness World Records", em 2010, morreu aos 40 anos.

"Yao Defen morreu em meados de novembro", afirmou um porta-voz de Sucha, na província oriental de Anhui, onde vivia a mulher mais alta do mundo, nesta quarta-feira (5).
A causa da morte não foi revelada.

O gigantismo de Yao Defen era provocado por um tumor que afetava sua glândula pituitária e gerava um excesso de hormônios do crescimento.

Ela pesava cerca de 200 quilos e calçava 55, sofria hipertensão, várias doenças do coração, desnutrição e osteoporose devido ao gigantismo.

No momento da morte, em 13 de novembro, Yao Defen media 2,36 metros, segundo um jornal de Anhui. Aos 15 anos, ela já tinha mais de dois metros.

Mais velha
Também nesta semana morreu a americana Besse Cooper, considerada a pessoa mais velha do mundo pelo "Guinness World Records". Ela vivia em Monroe, estado da Geórgia, nos Estados Unidos, aos 116 anos de idade, informou a rede de TV "CNN".

Nascida em 26 de agosto de 1896, Besse ganhou a chancela de pessoa mais idosa do mundo em janeiro de 2011.

G1

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Resposta do diretor da JP Morgan Investimentos para uma garota bonita procurando marido rico

A resposta do diretor da JP Morgan Investimentos para uma garota bonita procurando marido rico

Ela postou a seguinte mensagem em um fórum popular direcionada a ele:

O que devo fazer para casar com um cara rico? E prosseguiu:
...
“Eu fiz 25 anos neste ano. Sou muito bonita, tenho estilo e bom gosto. Quero casar com um cara com salário anual igual ou superior a 500 mil dólares.

Você poderia dizer que eu sou gananciosa, mas um salário anual de U$ 1 milhão é considerado apenas como classe média em Nova York.

Creio que minha exigência não é alta. O que devo fazer para me casar com pessoas ricas como você?

Entre aqueles que eu já namorei, os mais ricos tinham U$ 250 mil dólares de renda anual e parece que este foi o meu limite.

Eu estou aqui humildemente para fazer algumas perguntas:

1) Onde solteiros mais ricos saem? (Por favor, liste os nomes e endereços de bares, restaurante, academias)
2) Qual faixa etária devo segmentar?
3) Por que a maioria das esposas são apenas de aparência mediana? Eu conheci algumas garotas que não têm aparência e não são interessantes, mas elas conseguiram se casar com homens ricos.
4) Como você decide quem pode ser sua esposa e quem só pode ser a sua namorada? (Minha meta agora é casar)

Ms. Linda Pretty,

A resposta filosófica do CEO do Morgan J.P:

Prezada Sra. Pretty,

Eu li o seu post com grande interesse. Acho que há muitas garotas por aí que têm perguntas semelhantes a sua. Por favor, me permita analisar sua situação como um investidor profissional, minha profissão, em que acumulo décadas de experiência.

Minha renda anual é superior a U$ 500 mil, atendendo às suas necessidades, por isso espero que todo mundo acredite que eu não estou perdendo tempo aqui.

Do ponto de vista de uma pessoa de negócios, é uma má, ou melhor, péssima decisão casar com você. A resposta é muito simples, então, deixe-me explicar.

Coloque todos os detalhes de lado, basicamente, o que você está tentando fazer é uma troca de "beleza" por "dinheiro": a pessoa A proporciona beleza e a pessoa B paga por isso, justo e acordado, mesmo que subjetivamente.

No entanto, há um problema mortal aqui: sua beleza vai desaparecer, mas meu dinheiro não terá partido sem nenhuma boa razão. O fato é que minha renda poderia aumentar de ano para ano, mas você não pode ser mais bonita ano após ano. A não ser artificialmente, o que, de modo geral, é bem menos interessante.

Assim, do ponto de vista da economia, eu sou um ativo de apreciação, e você é um ativo de depreciação. Não é apenas uma depreciação normal, mas a depreciação exponencial. Se for esse o seu único trunfo, o seu valor será muito pior, 10 anos depois.


Pelos termos que usamos em Wall Street, cada fator comercial tem uma posição, namorar com você também seria uma "posição de negociação".

Se o valor comercial caiu, vamos vendê-lo e não é uma boa idéia mantê-lo por longo prazo – o mesmo se passa com o casamento que você queria. Pode ser cruel dizer isto, mas para tomar uma sábia decisão, todos os ativos com grande valor de depreciação terão de ser vendidos ou "locados".

Qualquer pessoa com mais de U$ 500 mil dólares de renda anual não é um tolo, nós queremos namorar você, mas não vamos casar com você. Eu aconselharia que você esquecesse, sua busca/peregrinação olhando apenas para todos os indícios/locais de como/porque se casar com um cara rico. E pelo jeito, você poderia fazer a si mesma uma pessoa rica, independentemente dos U$ 500 mil anuais. Creio que suas chances seriam melhores do que encontrar um marido rico, porém, insensato.



Casamento é fonte de riqueza para 25% de milionárias, diz estudo

Um estudo do instituto britânico de pesquisas Economist Intelligence Unit contesta o estereótipo de que mulheres geralmente enriquecem graças a heranças, casamentos por interesse e lucrativos divórcios.
Depois de entrevistar 600 pessoas ricas e influentes em várias partes do mundo, os estudiosos concluíram que a grande maioria das mulheres ouvidas, 83,9%, acumulou sua fortuna através de trabalho, negócios e investimentos.

Um quarto das mulheres (25,3%) citou o casamento como fonte de riqueza e 22,5% falaram de heranças. Outra surpresa foi que apenas 2,2% das milionárias entrevistadas identificaram o divórcio como um fator importante na obtenção de seus bens.

O relatório sugere que o crescimento do setor de serviços em todo o mundo - em que as mulheres tiverem papel fundamental - está por trás do número crescente de milionárias.

O Centre for Economics and Business Research já prevê, por exemplo, que até 2020 53% dos milionários na Grã-Bretanha serão mulheres.

Educação e independência

Além das entrevistas com milionários, os pesquisadores também conversaram com especialistas em riqueza e gênero e estudaram casos de empresárias e investidoras de sucesso para tentar traçar uma comparação entre os hábitos e o perfil das mulheres e dos homens bem-sucedidos.

Milionários de ambos os sexos citaram a educação universitária, a determinação e o fato de terem tido independência desde jovens como fatores importantes que teriam influenciado sua riqueza.

Os dois grupos também acreditam que o dinheiro vem do trabalho e não de algum talento nato.

As mulheres, no entanto, citaram "uma família estruturada" como algo que teve um papel importante em seu sucesso.

Os pesquisadores também verificaram que as mulheres se preocupam em ensinar as filhas como lidar com dinheiro.

"Apesar de sabermos que estamos lidando com um mundo paternalista e masculino em relação aos investimentos financeiros, notamos uma tendência entre pais na América Latina e no Oriente Médio, por exemplo, de fazer com que suas filhas aprendam sobre gerenciamento financeiro", diz Gerard Aquilina, diretor do setor de investimentos internacionais privados do Barclays.

Viagens, roupas e vinhos

Na hora de gastar o dinheiro que acumularam, homens e mulheres têm hábitos bem parecidos.

Viajar é a forma de lazer mais importante para ambos os sexos, seguida de perto por jantares em restaurantes e eventos culturais, como shows, teatro e galerias de arte.

As diferenças são previsíveis. Enquanto 31% dos homens ricos gostam de participar de esportes, as mulheres deixam as atividades físicas de lado para ir às compras. 37% delas usam as lojas como uma forma de terapia, contra 12% dos homens.

As mulheres são mais cautelosas e pensam mais na segurança financeira para o futuro na hora de investir o dinheiro. Já os homens preferem arriscar, tanto com os próprios investimentos, quanto no mundo dos negócios.

Para Rebecca Harding, da London Business School, as mulheres têm expectativas mais baixas em relação ao crescimento de seus negócios.

"As mulheres são muito mais preocupadas com o risco, têm medo de que as coisas dêem errado, temem voar perto demais do sol", diz a acadêmica.

De acordo com os números do relatório, a prudência tem dado bons resultados para as mulheres.

BBC Brasil

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher 2012: Vamos fazer um compromisso com a educação

Dia Internacional da Mulher 2012: Vamos fazer um compromisso com a educação


Às mulheres ainda são negados os direitos humanos, elas ainda estão sujeitas à violência e à opressão, e representam menos de um em cada cinco dos parlamentares do mundo. A educação pode mudar tudo isso
Dia Internacional da Mulher oferece uma chance de fazer um compromisso de educar as meninas como estas em uma escola em Cabul. Foto: Natacha Pisarenko / AP

Os direitos das mulheres têm percorrido um longo caminho desde o primeiro Dia Internacional da Mulher em 1900. Os primeiros defensores ficariam orgulhosos do papel transformador que desempenharam na obtenção do direito de votos para as mulheres, abrindo o acesso antes exclusivo aos homens, às profissões, e da criminalização da violência doméstica e estupro em várias partes do planeta. O mundo é, sem dúvida, melhor para muitas mulheres do que era há 100 anos, graças em grande parte, aos pioneiros.

Mas não podemos ser complacentes. Há ainda um longo caminho a percorrer. Ainda não existe o reconhecimento mundial que os direitos das mulheres são direitos humanos . Este ano nós testemunhamos mais uma vez como as mulheres são submetidas à violência e opressão, e negado o mais básico dos direitos em todo o mundo.

Os terríveis acontecimentos que se desdobram na Síria nos faz lembrar que devemos nos solidarizar com as mulheres apanhados no horror do conflito. Não são apenas mulheres corajosas como Marie Colvin perdendo sua vida para acender uma luz sobre a escuridão do conflito que se desenrola, mas as mulheres sírias estão na linha de frente de um conflito que está rasgando o país.

E fora das manchetes, estupros e violência sexual às mulheres continuam a abrir uma vergonhosa ferida na República Democrática do Congo - uma em cada 10 foram estupradas mais que uma vez. Em todo o mundo, as mulheres estão pagando o preço da guerra, elas trabalham incansavelmente para a paz, mas muitas vezes não são convidados para a mesa de negociação durante o processo de paz.

No Oriente Médio os direitos das mulheres ainda são negligenciados, apesar das mudanças importantes que ocorreram durante a primavera árabe. Não devemos esquecer que as mulheres da Arábia Saudita não têm permissão para dirigir, e se não são casadas devem permanecer sob a tutela masculina, efetivamente reduzindo o seu status para o de uma criança. Mesmo na pós-revolução no Egito há apenas nove deputadas, - menos de 1%, ante 12% no governo do presidente Mubarak.

De fato, menos de 20% de parlamentares do mundo são mulheres. Menos de 10% dos países têm uma cabeça feminina chefiando o Estado, e menos de 3% dos signatários dos acordos de paz são mulheres. A cada minuto uma mulher morre na gravidez ou no parto e outras 20-30 mulheres sofrem lesões graves ou deficiência. As mulheres enfrentam uma avalanche de dificuldades, só por causa de seu sexo.

A educação pode desempenhar um papel fundamental na capacitação das mulheres para lutar contra essa injustiça gritante. Estudo após estudo tem mostrado que educar meninas é uma das formas mais eficazes de combate à pobreza e do preconceito social. No entanto, educação das meninas ainda não está avaliado tão bem quanto a dos meninos, apesar da evidência dos enormes benefícios que ela traz aos indivíduos e às comunidades.

Na verdade, a educação das mulheres tem o que o chefe do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas chama de "efeito multiplicador". Educar as mulheres melhora os seus direitos em todas as áreas, incluindo a propriedade e o trabalho. A independência financeira, nascida de uma melhor educação, traz prosperidade para as comunidades locais. Educação melhora a saúde - meninas com educação pós-primária têm cinco vezes mais chances de ter conhecimento sobre HIV e Aids. Números mostram consistentemente que as mães que foram educadas são mais propensas a dar à luz em centros de saúde.

A educação é um direito humano básico, e negá-la para as mulheres e meninas é inaceitável. O empoderamento das mulheres e a realização da igualdade de gênero é um processo difícil e lento, que envolve atitudes de constante enfrentamento a tradições e práticas arcaicas e desumanas. Devemos comprometer-nos a um plano de longo prazo.

Os primeiros 100 anos do Dia Internacional da Mulher nos trouxe tantas coisas, mas como o impacto de governos  que cortam os gastos de forma tão negativa em políticas para as mulheres, sabemos o quanto ainda temos a percorrer.

(postado por Joel)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulher corta o bilau do marido e desabafa: 'o safado mereceu'‎

Mulher corta o pênis do marido e desabafa: 'o safado mereceu'

Malvada amarrou o cara e esperou o coitado acordar para decepar o bilau, que ainda foi jogado no triturador. Ui!

Presa em julho, nos Estados Unidos, após cortar o pênis do marido com uma faca de cozinha e colocá-lo no triturador de lixo, Catherine Kieu Becker, 48 anos, alegou inocência durante seu julgamento, na última sexta-feira, na Califórnia. A juíza que ouviu o depoimento da agressora estipulou fiança de US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,9 milhão) para que Catherine seja libertada. Ela é acusada de tortura e de causar graves ferimentos no marido, podendo ser condenada à prisão perpétua.

De acordo com a polícia, quando questionada sobre o porquê do ato, ela alegou apenas que ‘ele mereceu'. Após 16 anos de união, o casal estava em processo de divórcio - pedido pelo marido - e discutia constantemente. No dia do crime, os dois haviam brigado novamente, pois Catherine não concordava com o fato de que o marido tivesse convidado um amigo para visitar sua casa.

Reimplante não foi feito

Após mutilar o marido, Catherine telefonou para a polícia e informou o que havia feito, ressaltando que o homem havia feito por ‘merecer' o castigo. O marido da criminosa, de 60 anos, cujo nome não foi divulgado, foi levado para o hospital, em estado grave, após ter o membro decepado. Os policiais ainda conseguiram recuperar partes do pênis da vítima dentro do triturador de lixo, mas o órgão não pôde ser reimplantado.

one.meiahora.com

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Rafinha Bastos pode ser investigado por piada sobre estupro

O Ministério Público de São Paulo pediu abertura de inquérito policial contra o humorista Rafinha Bastos, do programa "CQC", da TV Bandeirantes, para apurar suposta incitação e apologia ao crime por conta de uma piada sobre estupro.


Carlos Cecconello/Folhapress
O humorista e apresentador Rafinha Bastos,que
deve ser investigado por declarações sobre estupro
As declarações foram feitas por Bastos em seu show de comédia stand-up e reproduzidas na revista "Rolling Stone". Na ocasião, o humorista disse que toda mulher que reclama que foi estuprada é feia, e que o homem que cometeu o ato merecia um abraço, e não cadeia.

O pedido de inquérito é da promotora de Justiça Valéria Diez Scarance Fernandes, coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar.

No ofício, a promotora diz que o humorista compara publicamente o estupro a "uma oportunidade" para determinadas mulheres e o estuprador a um benfeitor, digno de "um abraço". "O estupro é um crime. O estuprador é um criminoso que deve ser punido e não publicamente incentivado", diz Fernandes.

A requisição de instauração de inquérito é resultado de representação feita à Promotoria pela coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Thais Helena Costa Nader.

Contatada, a assessoria de imprensa de Rafinha Bastos disse que o humorista não tem nada a declarar sobre o assunto.

REPÚDIO

A piada de Bastos foi criticada pelo Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo, órgão institucional formado por representantes da sociedade e do poder público, que divulgou nota de repúdio contra o humorista.

"A liberdade de expressão, direito previsto constitucionalmente, encontra limite quando em choque com outro direito, que é o da dignidade da pessoa humana, que está acima de qualquer outro", diz a nota. O conselho viu na piada de Bastos conteúdo machista e preconceituoso, "encorajando homens, bem como fazendo parecer que o crime de estupro, hediondo por sua natureza, não seja punível".

O humorista também foi alvo da Marcha das Vadias. Em São Paulo, as manifestantes fizeram protesto em frente ao Comedians, clube de comédia de Rafinha Bastos e Danilo Gentili. No Rio, o humorista foi vaiado por conta das declarações.

Mulher capota carro, bate em poste e é arremessada do veículo em MS

Mulher capota carro, bate em poste e é arremessada do veículo em MS
Condutora perdeu controle ao atingir lateral de outro veículo.
Pista ficou interditada ao ser bloqueada pelo poste e pelo carro.


Vítima foi socorrida consciente pelo Samu e foi levada à Santa Casa da capital. (Foto: Aliny Mary/G1 MS)

Uma mulher de 27 anos foi arremessada para fora do veículo ao capotar e bater em um poste de luz durante a tarde desta quinta-feira (7) na avenida Ernesto Geisel, na região sul de Campo Grande. Segundo informações da Polícia Militar, testemunhas disseram que o acidente aconteceu quando a condutora perdeu o controle ao atingir a lateral de outro carro.
A vítima foi socorrida consciente por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a Santa Casa da capital. Não há informações sobre a gravidade dos ferimentos que a motorista teve.

Com o impacto, o poste caiu e ficou atravessado na pista, impedindo o tráfego no sentido centro-bairro. A queda danificou a rede de iluminação pública e vários postes pararam de funcionar.

Após o acidente, o motorista do outro veículo envolvido no acidente teve uma elevação repentina na pressão e também precisou ser encaminhado ao hospital.

Do G1 MS

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mulher que come mais fibras pode ovular menos vezes, revela pesquisa

Pesquisa mostra que alta concentração de fibra interfere
na produção de estrogênio e outros hormônios ligados à reprodução

Consumir fibras é uma das recomendações médicas para ter uma boa saúde. Mas uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition mostra que elas podem não ser tão boas assim. Ingerir grandes quantidades de fibra pode interferir na ovulação feminina.

De acordo com o estudo, realizado com 250 mulheres entre 18 e 44 anos, aquelas que consumiam a quantidade de fibras recomendada pelos órgãos internacionais de saúde apresentaram índices mais baixos de estrogênio e outros hormônios ligados à reprodução, como a progesterona, e ovularam menos do que as que comiam pouca fibra.

A ingestão de altos índices de fibras, principalmente aquelas encontradas nas frutas, também estava ligada aos ciclos menstruais anovulatórios, ou seja, aqueles em que a mulher pode até menstruar, mas sem que os ovários liberem o óvulo.

Todas as mulheres estudadas tinham boa saúde e menstruação regular. Mas aquelas que afirmaram consumir 22 gramas por dia ou mais de fibra se mostraram mais suscetíveis a ter no mínimo um ciclo sem ovulação em dois meses.

Depois de medir os níveis de hormônios reprodutivos nessas mulheres, os pesquisadores do National Institute of Child Health and Human Development in Rockville, em Maryland, concluíram que 22 % das delas não ovularam.

O estudo indica que outros fatores também podem contribuir para a falta de ovulação, como excesso e exercício físico, disfunção da tireóide e síndrome do ovário policístico, mas que a interferência das fibras é totalmente possível. Os pesquisadores explicam que dietas com altas doses de fibras diminuem a atividade de certas enzimas do intestino, levando a uma menor absorção de estrogênio. O estudo pode ajudar mulheres que tentam engravidar a consumir menos fibra.


Do R7

terça-feira, 19 de abril de 2011

ESTADOS UNIDOS. 'Supercola' salva mulher com tumor raro

'Supercola' salva norte-americana com raro tumor no coração
Cardiologista Christopher Cave usou substância para brecar o câncer.
Segundo o médico, Jamie Alliss foi a 1ª pessoa a ser salva da doença.



Supercola é vista em preto, após ser injetada com
catéter no coração de Jamie Alliss. (Foto: Worldwide
Features / Barcroft Media / Getty Images)
Uma enfermeira norte-americana foi a primeira paciente a receber uma supercola médica para deter o avanço de um câncer no coração, localizado no ventrículo esquerdo.
A substância foi injetada dentro do tumor - que tinha o tamanho de uma bola de golfe - para conter o crescimento e salvar a vida de Jamie Arliss - mãe de uma garota de 15 anos chamada Leighton e casada com Scott.
A técnica foi uma ideia do cardiologista Christopher Cove, que resolveu apostar na medida quando a moradora da cidade de Wayne County já havia sido avisada sobre as chances remotas de sobrevivência. O diagnóstico de câncer foi revelado em março de 2009.
O médico optou pela supercola após ter estudado o uso da substância para reparar vasos sanguíneos no cérebro. Antes da intervenção de Cove, outras equipes médicas já haviam tentado remover o tumor. Para colocar a supercola dentro do corpo de Jamie, Christopher usou um catéter.
Segundo o médico, não havia tempo hábil para um transplante de coração e não existem registros de pessoas que tenham sobrevivido ao tipo de câncer que afetou o organismo de Jamie.

A enfermeira Jamie Alliss (à direita), com a filha Leighton e o marido Scott. A família mora na cidade de Wayne County, nos Estados Unidos. (Foto: Worldwide Features / Barcroft Media / Getty Images)


Do G1, em São Paulo*
* Com informações da agência Barcroft Media e do jornal Daily Mail






sábado, 9 de abril de 2011

10 mulheres mais bonitas nascidos no mês de abril

Algumas belas que nasceram em Abril. Existem muitas gatinhas nascidas neste mês, mas vamos elencar apenas 10 beldades internacionais. Selecionamos as gatinhas mais bonitas e famosas. Vamos ver as 10 mulheres mais quentes que nasceram em abril.

Hilary Rhoda - 06 de abril

Leighton Meester - 09 de abril



Mandy Moore - 10 de abril

Alessandra Ambrosio - 11 de abril

Rebecca DiPietro - 14 de abril

Victoria Beckham - 17 de abril

Jennifer Garner - 17 de abril

Kate Hudson - 19 de abril


Carmen Electra - 20 de abril

Jessica Alba - 28 de abril



Fonte: tiptoptens.com

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Homem é preso por morder perna de manicure em Vila Velha

Dois crimes de violência contra mulheres foram registrados pela polícia na madrugada desta quinta-feira (23), em Vila Velha. Nas duas ocorrências, as vítimas aceitaram representar criminalmente contra seus agressores, que ficaram presos por não terem recolhido os R$ 300,00 de fiança arbitrada, para cada um, pelo delegado.

O primeiro caso aconteceu em Argolas. Um pintor de 41 anos prendeu a ex-mulher de 38 anos em casa por volta da meia noite de quinta-feira. O acusado colocou dois cadeados nas portas e, pelo lado de fora, fazia ameaças contra a ex. Em depoimento prestado à polícia no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha, a vítima contou que conviveu com o acusado por dois anos, e que há dois anos está separada do mesmo.

Uma medida protetiva foi expedida pela Justiça para que o agressor mantivesse distância da vítima, ordem não cumprida por ele. A mulher contou, também, que há oito dias ela foi à Delegacia de Proteção à Mulher de Vila Velha e registrou uma ocorrência contra o ex-companheiro, que insistia em ameaçá-la, fato que resultou na medida protetiva.

Na madrugada desta quinta, ao perceber que não poderia sair, e que o ex-marido estava pendurado nas grades da casa a ameaçando, ela chamou a Polícia Militar.

Outro crime

Na Ponta da Fruta, uma manicure de 37 anos levou uma mordida no tornozelo do companheiro após ele chegar em casa embriagado, às quatro da madrugada.

O acusado, um pedreiro de 35, nega a versão apresentada pela companheira, alegando que ela o arranhou no pescoço e, para se defender, ele a segurou pelo dedo e a mordeu.

A vítima detalhou à polícia que convive com o agressor há oito anos, com quem tem dois filhos. Ela disse, também, que aquela não foi a primeira vez que o marido a agrediu, mas foi a primeira denúncia que a manicure fez à polícia.

No DPJ de Vila Velha o pedreiro disse que tinha na carteira R$ 212,00, mas não utilizaria o dinheiro reservado para pagar o aluguel para custear a liberdade dele. O pedreiro foi autuado pelo artigo 147, crime de dano.

A Gazeta

sábado, 18 de setembro de 2010

Mulher descobre, com DNA, que filho não é seu 24 anos depois

Revolta, angústia, desamparo, sensações que se misturam e tiram o sono de uma mulher de 50 anos, moradora de Vitória, diante de uma revelação dolorosa: o filho que ela cria há 24 anos não é seu. Teria sido trocado numa maternidade da cidade. O Ministério Público Estadual investiga essa possível troca. Enquanto isso, a mulher se pergunta: onde está o seu menino?

X. (inicial fictícia), que trabalha num bar na periferia da Capital, até a noite de ontem não havia revelado o fato ao seu filho não-biológico. A mulher espera, neste final de semana, poder dizer a ele que um exame de DNA, feito por meio do Ministério Público, comprovou que nem ela e nem o homem que durante anos ela supôs ser pai do menino nascido em julho de 1986, na Santa Casa de Misericórdia de Vitória, têm laços sanguíneos com ele.

Revelações

A história de X. começou em 2000, quando ela buscou a Justiça para obter uma pensão para o filho, não reconhecido pelo pai, um policial capixaba. O casal namorou, morando em casas separadas, durante três anos, mas poucos meses após a criança ter nascido, ela diz que o relacionamento acabou.

"Eu gostava dele, mas ele bebia muito, ficava agressivo", conta a mulher. Durante anos, X. disse ao filho que seu pai havia morrido, na tentativa de evitar que o menino sofresse em decorrência da rejeição paterna.

Só cinco anos após ter requerido a pensão alimentícia, ela diz que foi feito um primeiro exame de DNA, que revelou que o menino não era filho do casal.

Preocupada, mas desconfiando da veracidade de tal revelação, X. diz que procurou a polícia - teria registrado o fato na Delegacia do Centro - e a Defensoria Pública. "Ninguém me deu ouvidos. Diziam que era preciso uma contraprova do exame, mas ficou tudo por isso mesmo", afirma.

No ano passado, chamada para ser ouvida num inquérito que tramitava há anos sobre o assassinato de um outro filho dela, X. disse ter comentado sobre o caso, de novo, na polícia, que a teria encaminhado a um outro exame de DNA na própria instituição.

Esse exame também atestou: o hoje rapaz de 24 anos não era filho de X. e do homem de quem ela garante ter engravidado.

Orientada por A GAZETA, a quem procurou, X. e o filho submeteram-se a novo teste de DNA, requerido pela promotoria, cujo resultado foi revelado à mulher há poucos dias.

"Antes achava que haviam manipulado o resultado. É que o pai é policial... Agora não tenho dúvida. Mas sei que tive um bebê, e sei também que amo o filho que eu crio. Quero saber agora onde está o outro", diz ela.

Lista de nascidos é solicitada a hospital

A promotora pública estadual Arlinda Monjardim faz questão de afirmar que não há, ainda, prova de que houve troca de bebês, mas diante do resultado do exame de DNA, encaminhou um ofício à Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Ela quer que o hospital forneça a relação de todas as crianças que nasceram na unidade no dia 3 de julho de 1986, data em que a comerciária X. afirma ter nascido seu filho.

A mulher diz que o nascimento aconteceu por volta das 20 horas, mas a promotora explica que na certidão consta 8 horas. X., segundo Arlinda Monjardim, não teria sabido informar se, na sala de parto, naquele dia, alguém teria lhe dito o sexo do bebê.

Arlinda Monjardim não nega que trata-se de um caso complexo. "Vinte e quatro anos depois do nascimento, as pessoas podem ter mudado de endereço", diz ela, numa referência às buscas para que seja investigada a possível troca de crianças na maternidade.

Uma vez identificadas, as pessoas que nasceram no mesmo dia de julho de 1986, na Santa Casa, terão que colher amostras de sangue para exames de DNA, assim como seus pais.

Caso seja constatada a troca de bebês na maternidade, a polícia será acionada para apurar se o crime foi doloso (intencional) ou culposo.

Junho de 2010.
A doméstica Claudete Neira de Castro, 27 anos, mãe de quatro filhos, descobriu, com a ajuda do Ministério Público, que o mais novo, de dois anos e dois meses, não é seu. O pai dizia que o menino não era dele, e a mulher, então, decidiu pedir a investigação da paternidade, com o exame de DNA. Com o resultado ficou provado que a criança não era filha do casal. A troca de bebês aconteceu na Pró-Matre, em Vitória. A outra criança, que nasceu com uma diferença de dois minutos do filho de Claudete, foi localizada.

2009.
No dia 17 de outubro nasceram, em Santa Teresa, Região de Montanha do Espírito Santo, Dimas José Aliprandi e Helton Plaster. Eles foram trocados no antigo Hospital Mãe do Bom Conselho, hoje Hospital Madre Regina Protmann. Exames de DNA, em 2009, confirmaram a troca. Foi o próprio Dimas quem tomou a iniciativa de fazer o primeiro, já que não se parecia com os pais e irmãos. Hoje as duas famílias moram na mesma propriedade rural de Santa Maria de Jetibá.

Março de 2008.
Dois bebês foram trocados no Hospital e Maternidade Santa Lucia, em Goiânia. Um ano e meio após o equívoco, houve a destroca. Três técnicas de Enfermagem, funcionárias da maternidade, foram responsabilizadas.

Julho de 2004.
Em Sorocaba, São Paulo, dois bebês foram trocados na Maternidade da Santa Casa de Votorantim. Os pais não quiseram desfazer a troca das crianças

10 mitos sobre a mulher

Uma sexóloga britânica, Petra Boynton, está em campanha contra quem sai por aí dando conselhos sobre sexo em jornais, revistas e programas de TV. Segundo ela, esses "sexperts" não têm experiência nem conhecimento sobre o assunto e se prestam a repetir clichês que quase nunca correspondem aos fatos.

Vale a pena reproduzir aqueles que, segundo Petra, são os dez mitos sobre a mulher mais freqüentes entre os comentaristas de sexo. Reconheço que cheguei a acreditar em pelo menos três desses equívocos: mulheres não se excitam visualmente como os homens (descobri que elas só se omitem de comentar); elas são sexualmente complexas, enquanto os marmanjos excitam-se num segundo (ainda acho a palavra "complexas" muito apropriada); o clitóris é uma versão diminuída do pênis (eu devia ter desconfiado que não tinha cabimento).

Os outros chavões nunca me convenceram: uma mulher sabe intuitivamente como dar prazer a outra; preliminares e penetração não se misturam; demora uns 20 minutos para que a mulher se excite; mais de 40% das mulheres têm alguma disfunção sexual; elas alcançam seu ápice sexual aos 40 anos; todas se excitam com a carícia lenta e circular do clitóris; se você quer que sua parceira faça algo gema quando ela acertar, nunca mostre ou diga.

Em matéria de sexo, todos temos nossas generalizações, que são conclusões apressadas por natureza, mas muito eficientes quando ditas com convicção. Tenho os meus mitos particulares. O principal é que mulher gosta de ser tratada com respeito até que haja intimidade e confiança suficientes para que a bandalheira se instale.

Homens muito delicados, excessivamente cuidadosos, que acariciam a namorada como se elas fossem desmanchar, podem ser caras legais, mas não são másculos. Tem que pegar com força e determinação, segurar pela cintura, puxar os cabelos, apertar o que estiver disponível. Não pode machucar, só fazer de conta. Parece fácil, mas exige treino e concentração.

O abraço, diferentemente do beijo, que permite infinitas variações, segue esses fundamentos, para mim, universais. No limite, ele é feito para imobilizar, manter os copos unidos pelo maior tempo possível. Entre amantes, anuncia o grau de posse, entrega e desejo: se não for intenso, desesperado, melhor dar um tapinha nas costas, um beijo na testa e sair de fininho. Não é um conselho. Apenas um comentário.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Menopausa e perimenopausa - . Minimizar o inevitável

Menopausa afeta toda mulher. Sintomas da menopausa prematura (ou sintomas da menopausa precoce) podem incluir períodos menstruais irregulares ou ondas de calor. Outros sinais da menopausa incluem suores noturnos, dificuldades para dormir e irritabilidade. Tratamentos da menopausa podem incluir terapia de reposição hormonal, apesar de esta não é para qualquer mulher. Os remédios ervais para a menopausa pode incluir alimentos de soja e suplementos naturais. Se você tem o sangramento após a menopausa, contacte o seu médico, pois pode indicar um problema mais sério.


Menopausa e perimenopausa - Visão geral do tratamento
A menopausa é uma mudança natural que não requer tratamento. Mas os sintomas de mudança hormonal pode ser difícil. Se você tiver insônia, alterações de humor, ondas de calor, pensando muito nublado, períodos menstruais abundantes, ou outros sintomas da menopausa, o tratamento pode ajudá-lo a gerir esta transição mais confortável. Como você rever suas opções, considere o seguinte:

Hábitos de vida saudável irá ajudar a reduzir os sintomas da menopausa. Estes hábitos incluem comer uma dieta equilibrada, reduzindo o stress, ficando regular exercícioe evitando o tabagismopesado, cafeína, e uso pesado de álcool. Um estilo de vida saudável pode piorar os sintomas.

Baixas doses de terapia hormonal (TH) ou doses baixas de pílulas anticoncepcionais pode ser uma opção se você ainda estiver tendo períodos e têm sintomas graves ou múltiplas. controlo da natalidade pílulas não são utilizados após a menopausa, porque contêm níveis mais altos de hormônios do que as mulheres necessidade.
Após a menopausa, a terapia hormonal pode ser usada como um tratamento a curto prazo de sintomas graves, quando tomado em uma dose tão baixos quanto possível.

Você só pode precisar de um tratamento específico para determinados sintomas, como ondas de calor ou secura vaginal.

Respiração meditativa ou suplementos tais como o cohosh preto (cohosh preto é uma erva vendido como um suplemento dietético nos Estados Unidos) ou de soja pode ajudar a aliviar os sintomas.
A pesquisa conduziu a uma grande mudança na forma como os médicos usam a terapia hormonal após a menopausa. Por um longo tempo, estrogênio-progestina, ou terapia de reposição hormonal (TRH), foi pensado para proteger contra doenças do coração ou demência. Mas os estudos mostram agora que o uso de TRH pode causar sérios problemas de saúde em um pequeno número de mulheres. Estes problemas de saúde incluem coágulos de sangue perigosos, acidente vascular cerebral, coração doença, o câncer de mama, câncer de ovário, e demência.5, 6, 7 O risco de doença cardíaca, não parecem afetar as mulheres durante os primeiros 10 anos após a menopausa.8

Média HRT e os riscos relativos ERT são baixas entre a população geral de mulheres. Mas o seu risco pessoal de que a terapia hormonal pode estimular a mama câncer, câncer de ovário, problemas cardiovasculares, coágulos de sangue, ou alterações neurológicas podem ser maiores ou menores, dependendo de fatores de risco para os seus problemas de saúde.

As opções de tratamento para os sintomas da menopausa
Exercícios de respiração meditativos (respiração passeada) foram mostrados para reduzir flashes quentes. Medicamentos que podem melhorar as ondas de calor incluem a curto prazo, a terapia hormonal de baixa dose, os antidepressivos, a pressão arterial elevada medicamento clonidina, ea medicina anticonvulsivantes gabapentina (Neurontin).10, 11

Períodos pesados. O hormônio progesterona pode ajudar a aliviar o sangramento menstrual pesado causados por muito baixo ou muito alto de progesterona níveis (depois de fazer um exame para descartar outras causas possíveis). Outras opções incluem -inflamatórios não esteróides anti-drogas não esteróides (AINE), o levonorgestrel (LNG), DIU, ou pílulas anticoncepcionais. Para severa perda de sangue, algumas mulheres escolhem o tratamento cirúrgico permanente. Estas opções incluem a remoção do útero (histerectomia) ou utilizar a energia de calor para os danos ea cicatriz da parede do útero (ablação endometrial). Para obter mais informações, consulte o tópico Sangramento Uterino Disfuncional.


Fonte: webmd.com/

sábado, 7 de agosto de 2010

Gravidez aos 40 anos está mais comum

Mulheres têm adiado a maternidade por questões profissionais, financeiras ou até mesmo afetivas
Por Andrea Franco ( O Estado - RJ)
O adiamento da gravidez é uma opção muito comum entre as mulheres nos dias de hoje. Pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1997 a 2006, o número de bebês de mulheres com mais de 35 anos cresceu 34%. Esse número representa uma tendência atual: principalmente por causa da carreira, as mulheres estão adiando o sonho de ser mãe. A gravidez aos 40 anos inspira muitos cuidados, e os médicos advertem quanto aos riscos da gravidez tardia.

Assim como em outros países, no Brasil, a gravidez após os 35 anos, idade considerada um divisor de águas no que se refere à capacidade reprodutiva da mulher, é um fenômeno crescente. O número de grávidas ou mulheres tentando engravidar na faixa entre 30 e 40 anos aumentou nos últimos anos. Pelo menos 20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma família. São muitos os fatores que estão em jogo na decisão de adiar a maternidade: estabilidade profissional, a expectativa por uma relação estável, segurança financeira e até a incerteza sobre o desejo de ser mãe.

De acordo com a psicoterapeuta Fernanda de Alvarenga Peixoto, o desejo de ser mãe não aparece de repente, só por conta da idade cronológica. “A mulher que sente o desejo de ser mãe aos 40 anos já tinha essa vontade guardada no seu subconsciente e, com a proximidade das limitações biológicas, tem esse desejo despertado. Muitas vezes ela opta por desenvolver primeiro uma carreira profissional de sucesso, e deixa para pensar na maternidade quando a situação biológica já não pode mais ser adiada; aí a vontade aflora”, explica Fernanda.

A publicitária Antônia Papaleo, de 53 anos, descobriu aos 41 que estava grávida. Quatro anos depois, o ciclo menstrual foi novamente interrompido. Ela achou que era a menopausa, mas era a gravidez do segundo filho. “Durante os 25 anos que estive casada e sem filhos pude viajar, sair, curtir a vida. Hoje, sou mãe do João Pedro e do Lucas, e posso passar ensinamentos com mais maturidade”, diz. “Já me chamaram de avó do João Pedro. Eu disse: ‘É meu filho, com orgulho´”, completa Antônia.

A médica, Ana Cristina Duarte, faz parte de um grupo representativo de mulheres que, no auge da carreira profissional e da vida amorosa, decidiram realizar o tão desejado e adiado sonho da maternidade. Depois de terminar a faculdade de medicina, ela emendou a especialização, seguida por mestrado. Hoje, ocupa cargo de diretoria em uma empresa na área de saúde e, aos 42 anos é mãe de gêmeos de um ano e meio. “Era o meu momento certo para ser mãe”, comenta Ana, que tentou engravidar de forma natural durante dois anos. Aos 38, procurou a clínica de reprodução assistida Promulher, em São Paulo. “Só na quinta vez tive o resultado positivo”, relata.

Num estudo científico, em que são estudadas mulheres grávidas em várias faixas de idade, os resultados apontam que, quanto mais velha a mulher, maior a chance de complicações. “Se uma mulher teve uma gestação saudável aos 40 anos, não quer dizer que todas as gestações nessa idade sejam saudáveis”, explica o ginecologista José Bento de Sousa. Ainda de acordo com o médico, a gravidez depois dos 40 anos pode trazer complicações como hipertensão arterial, diabetes, placenta prévia, deslocamento prematuro de placenta e trabalho de parto prematuro.

Porém, o especialista revela que com os avanços da medicina atual, a mulher tem muito mais segurança. “Com uma boa assistência, com um bom acompanhamento pré-natal, as chances de sucesso são maiores. A medicina está bastante avançada no sentido de diagnóstico precoce, principalmente ao longo do pré-natal, para rastreamento de doenças genéticas”, afirma o Dr. José Bento.

Cuidados para uma boa gestação

A maioria das mulheres que adiam a maternidade para os 40 anos deve estar bem consciente de que é uma gravidez de risco, e precisam seguir com rigor as orientações do obstetra com relação a consultas, exames complementares e alimentação. Para a mulher que decidiu ter o seu primeiro filho nessa idade, a primeira coisa a fazer é consultar o seu ginecologista três meses antes de engravidar.

Fazer exames de sangue, urina e fezes e, encontrando alguma alteração, tratar. Começar a tomar ácido fólico para evitar má-formação do tubo neural do bebê. Encontrar o peso ideal para melhorar a qualidade da gestação. Se estiver magra demais, engordar, e se estiver gordinha, emagrecer. As consultas do pré-natal devem ser rigorosamente a cada quatro semanas, no mínimo, e deve-se fazer pelo menos três exames de ultra-som durante a gestação. “A mulher que planeja ter um bebê a esta altura da vida deve fazer um rastreamento das condições físicas e de todas as possíveis patologias antes de engravidar. Um mioma que não apresenta sintomas, por exemplo, pode atrapalhar a gestação e até provocar um aborto espontâneo”, explica o ginecologista e obstetra Luiz Paulo C. Mário.

A atividade física, se não houver nenhuma contra-indicação, deve ser realizada durante toda a gestação de forma moderada. “Para essas mulheres, recomenda-se um pré-natal minucioso e utilizar todos os recursos diagnósticos possíveis, como teste triplo, amniocentese, além de fazer um bom controle nutricional e de ganho de peso; enfim, ter o acompanhamento de uma gestação de risco, com seriedade e maturidade, pois estamos lidando com duas vidas. E o principal é a paciente estar sabendo das complicações que podem advir na gestação aos 40 anos para podermos evitá-las”, afirma a ginecologista Patrícia Magier.

A chance de uma mulher ter um filho com alguma síndrome genética (a síndrome de Down é a mais frequente) aumenta conforme sua idade. As mulheres com 40 anos têm uma chance de aproximadamente 1 em 120, e numa mulher de 20 anos é muito menor, mas isso não quer dizer que a mãe mais jovem não possa ter um filho com problemas. “Há muito mais mães jovens com filhos portadores de síndrome de Down do que mães mais velhas; isso acontece porque estas últimas ficam mais atentas ao problema e fazem vários exames que detectam as alterações”, explica o Dr. José Bento.

De acordo com os médicos Abner Lobão Neto, coordenador do Pré-natal Personalizado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Venina Viana de Barros, médica do Hospital das Clínicas de São Paulo, uma mulher na faixa dos 35 a 40 anos tem 12% de chance de engravidar. E, acima dos 40 anos, cai para 8%. Segundo os médicos, a partir dos 35 anos as mulheres começam a sofrer uma espécie de contagem regressiva. Com as alterações hormonais, aumentam as chances de ocorrer doenças como diabetes e hipertensão, caso a mulher possua predisposição genética ou histórico familiar.

O excesso de peso também favorece a manifestação de enfermidades, principalmente se associado a uma vida sem cuidados básicos com a saúde. A mulher deve fazer um check-up rigoroso, para identificar doenças, e atualizar vacinas, como contra rubéola e hepatite. A mulher que planeja uma gravidez na maturidade deve ter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente, ir a consultas médicas frequentes. Não fumar e não ingerir álcool. Se a gravidez tardia for bem monitorada e a mulher seguir as orientações, terá o mesmo sucesso de uma mulher mais nova.