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terça-feira, 10 de abril de 2012

Dormir pouco agrava doenças do coração


Dormir pouco agrava doenças do coração
Menos horas de sono também podem provocar falhas de memória, maior risco de acidentes e menor produtividade

O diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), Geraldo Lorenzi Filho, destacou que é cada vez mais frequente as pessoas dormirem menos por estarem envolvidas em outras atividades. “A gente vai dormir cada vez mais tarde, vendo televisão, fica na internet e no dia seguinte tem que acordar cedo”, exemplificou.

“Isso, em médio e longo prazo, pode acarretar problemas. Desde os mais óbvios, você estar cansado no dia seguinte, com menos memória, maior risco de acidentes, menor produtividade, até problemas cardíacos”, alertou Lorenzi.


O médico destacou ainda o problema da apneia obstrutiva do sono, quando o paciente tem dificuldades para respirar durante a noite. “As manifestações clínicas são o ronco alto, que incomoda os outros. A pessoa acorda muitas vezes durante a noite, tem cansaço e sonolência durante o dia”, destacou Lorenzi. Segundo ele, a doença afeta 33% dos paulistanos.

Em longo prazo, a apneia pode comprometer a saúde coronária. “Na hora que você vai dormir, que seria um momento de descanso, essas pessoas ficam como se estivesse mergulhando o tempo todo, se sufocando”, explicou o médico. Ele recomenda que as pessoas com esses sintomas façam o exame de polissonografia, que avalia o comportamento do paciente durante o sono. (Agência Brasil)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Morre menino que fez transplante de coração no RJ

Patrick Alves estava em estado crítico e necessitava de suporte respiratório.
Ele foi submetido à cirurgia em 15 de abril, no Instituto Nacional de Cardiologia.


Menino Patrick morreu quase um mês após cirurgia
de coração (Foto: Reprodução / TV Globo)
Quase um mês após um transplante de coração, o menino Patrick Hora Alves, de 10 anos, morreu na noite desta terça-feira (10). As informações foram confirmadas pela assessoria do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

O pai do menino, Luis Claudio Alves, informou que entre as causas da morte estão choque cardíaco e insuficiência renal. Ele faleceu por volta de 19h40. O corpo do menino será cremado na sexta-feira (13) no Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Portuária do Rio.

Em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) informou que Patrick morreu de falência múltipla de órgãos, decorrente de uma infecção provocada por uma pneumonia.

Menino não respondia bem ao tratamento
Mais cedo, o hospital divulgou um boletim médico que dizia que o paciente não respondia bem ao tratamento. Patrick foi submetido à cirurgia em 15 de abril, no Instituto Nacional de Cardiologia (INC), em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

Os médicos explicaram, nesta terça-feira, que Patrick estava em estado crítico e necessitava de suporte respiratório e renal. O menino piorou no último fim de semana.
Em 29 de abril, os médicos chegaram a avaliar a possibilidade de reduzir a sedação no paciente, o que não aconteceu.

Patrick foi a primeira criança do Brasil a conviver com um coração artificial por cerca de 30 dias. O diretor do INC, Marco Antonio Mattos, explica que Patrick sofria de uma doença genética chamada miocardiopatia restritiva. Desde então, ele teve dois coágulos no coração e o órgão acabou se deteriorando, após uma das cirurgias para a retirada do coágulo. O coração artificial poderia ficar no corpo da criança por até três meses.


Do G1 RJ

terça-feira, 19 de abril de 2011

ESTADOS UNIDOS. 'Supercola' salva mulher com tumor raro

'Supercola' salva norte-americana com raro tumor no coração
Cardiologista Christopher Cave usou substância para brecar o câncer.
Segundo o médico, Jamie Alliss foi a 1ª pessoa a ser salva da doença.



Supercola é vista em preto, após ser injetada com
catéter no coração de Jamie Alliss. (Foto: Worldwide
Features / Barcroft Media / Getty Images)
Uma enfermeira norte-americana foi a primeira paciente a receber uma supercola médica para deter o avanço de um câncer no coração, localizado no ventrículo esquerdo.
A substância foi injetada dentro do tumor - que tinha o tamanho de uma bola de golfe - para conter o crescimento e salvar a vida de Jamie Arliss - mãe de uma garota de 15 anos chamada Leighton e casada com Scott.
A técnica foi uma ideia do cardiologista Christopher Cove, que resolveu apostar na medida quando a moradora da cidade de Wayne County já havia sido avisada sobre as chances remotas de sobrevivência. O diagnóstico de câncer foi revelado em março de 2009.
O médico optou pela supercola após ter estudado o uso da substância para reparar vasos sanguíneos no cérebro. Antes da intervenção de Cove, outras equipes médicas já haviam tentado remover o tumor. Para colocar a supercola dentro do corpo de Jamie, Christopher usou um catéter.
Segundo o médico, não havia tempo hábil para um transplante de coração e não existem registros de pessoas que tenham sobrevivido ao tipo de câncer que afetou o organismo de Jamie.

A enfermeira Jamie Alliss (à direita), com a filha Leighton e o marido Scott. A família mora na cidade de Wayne County, nos Estados Unidos. (Foto: Worldwide Features / Barcroft Media / Getty Images)


Do G1, em São Paulo*
* Com informações da agência Barcroft Media e do jornal Daily Mail






domingo, 30 de janeiro de 2011

Amêndoas freiam diabetes e doenças do coração

Um novo estudo - realizado na Universidade de Medicina e Odontologia de New Jersey - sugeriu que comer amêndoas pode ajudar a prevenir diabetes e doenças cardíacas.

Os cientistas descobriram que, incluindo as amêndoas em nossas dietas podem ajudar a tratar a diabetes tipo 2. Bem como combater a doença, associada à obesidade e a inatividade física, e também pode combater as doenças cardiovasculares, segundo eles.

Diabéticos têm uma falta de insulina ou uma diminuição da capacidade de usar o hormônio que permite que a glicose entre nas células e seja convertida em energia.

Quando o diabetes não é controlado, a glicose e as gorduras permanecem no sangue e ao longo do tempo, causando danos aos órgãos vitais.

O estudo mais recente mostrou que uma dieta rica em amêndoas pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina e diminuir os níveis de LDL-colesterol em pacientes com pré-diabetes, condição em que as pessoas têm níveis de glicose no sangue superiores ao normal, mas não alto o suficiente para ser classificado como diabetes.

O estudo analisou os efeitos de consumir uma dieta enriquecida com amêndoa em 65 adultos com pré-diabetes.

O grupo da dieta enriquecida com amêndoa mostrou grandes melhorias na sensibilidade à insulina e reduções significativas nos níveis de LDL-colesterol em comparação com o grupo que não aderiu á dieta enriquecida com amendoas.


"É promissor para aqueles com fatores de risco para doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doença cardiovasculares que mudanças na dieta podem ajudar a melhorar os fatores que desempenham um papel potencial no desenvolvimento da doença", disse ao Daily Mail o pesquisador Dr. Michelle Wien.

O relatório foi publicado no Journal of American College of Nutrition.

Fonte: Almonds curb diabetes, heart disease - The Times of India