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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Polêmica do BBB12. "Achei que eles estavam juntos", diz agente de Daniel

Procurado pela reportagem, Sérgio Mattos, o agente do modelo Daniel, que foi expulso do BBB 12 após supostamente ter estuprado a colega de confinamento Monique, afirmou que viu as cenas protagonizadas pelos dois através de vídeos postados no Twitter. "Achei que eles estavam juntos, os dois se beijando e amassando", disse.

O agente de Daniel, Sérgio Mattos, disse que
 Daniel sempre foi um ótimo profissional
Foto: TV Globo/Divulgação
Sérgio também comentou que foi "atacado" pelas pessoas quando começou a defender Daniel através de seu perfil na rede de microblogs. "Ficou estranha essa situação. Ele era um ótimo profissional e sempre trabalhou bem com a gente, inclusive com clientes internacionais".

"O público tem que esperar o Daniel falar antes de apontar o dedo e julgar. A polícia já está envolvida neste caso e cuidará de ouvir todas as partes", finalizou.

Entenda o caso
A polêmica envolvendo Daniel e Monique começou na madrugada do domingo (15) após a primeira festa da casa do BBB. No quarto, os dois protagonizaram cenas quentes embaixo do edredom, na mesma cama em que estava Rafa. Após alguns minutos Fael entrou no quarto para se deitar em outra cama, e os dois param de se beijar. Em seguida, uma cena rápida mostra Daniel se mexendo embaixo do edredom e Monique aparentemente dormindo. Em seguida a cena é cortada.

A sequência desencadeou um grande alvoroço na opinião pública, que comentou o caso e protestou nas redes sociais. Algumas das acusações populares contra o modelo sugeriam um caso de abuso sexual e estupro. Já os defensores do brother diziam que a acusação era racista por Daniel ser negro.

No domingo, Monique foi chamada ao confessionário para prestar esclarecimentos. Na ocasião a gaúcha afirmou que ela e Daniel haviam se beijado e trocado carícias, mas disse que não fez sexo. Em conversa com Daniel, os dois foram categóricos ao dizer que não fizeram sexo na casa. Em outras conversas ao longo do dia, tanto Monique quanto Daniel demonstraram arrependimento.


O programa da noite de domingo, que formou o primeiro paredão da casa entre Jakeline e Analice, ainda exibiu cenas da festa e a troca de carícias entre Daniel e Monique. Entretanto, a edição não exibiu o trecho mais polêmico quando Daniel se mexe com Monique aparentemente dormindo. O apresentador Pedro Bial ainda brincou com os dois sobre as cenas mas o programa não citou a polêmica.

Na segunda-feira (16), a polêmica voltou e uma diligência policial foi ao Projac, onde está situada a casa do BBB. No local, de acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Rio, o delegado titular da 32ª DP, situada em Taquara, zona oeste da cidade, Antonio Ricardo, abriu um registro de ocorrência para ouvir os envolvidos.

Monique foi chamada novamente ao confessionário sob o pretexto de um consulta com um dentista. O áudio da modelo gaúcha chegou a vazar em seu depoimento Monique voltou a negar que tenha feito sexo conscientemente com Daniel. "Só se ele fez comigo enquanto eu dormia. Mas aí ele seria muito mau caráter", chegou a afirmar a modelo.

Após 3 horas de conversa entre Monique e a Polícia, Daniel foi expulso do programa no início da noite de segunda-feira. Horas depois, a TV Globo oficializou a saída do modelo afirmando que ele adotou um "grave comportamento inadequado". No programa, Bial foi sucinto ao explicar ao público a saída de Daniel, repetiu o comunicado, mas não mencionou o motivo, justificando apenas que a decisão foi tomada de forma cuidadosa após criteriosa análise da direção do programa.


Terra

Desabafo da mãe de Daniel do BBB12, acusado de estupro: "A Globo me deve uma satisfação"

"A Globo me deve uma satisfação", desabafa mãe de Daniel, eliminado do "BBB12"
Daniel e Monique conversam animados no
começo da festa Fusion (14/1/12)

Aparecida Echaniz, mãe do BBB Daniel, que foi afastado nesta terça (16) à noite do “BBB12” após a polêmica em que se envolveu ao ser acusado de ter abusado sexualmente da sister Monique na madrugada do último domingo (15), contou que seu filho está em um hotel na zona oeste do Rio, sem contato com a família.

 “A menina [Monique] vai depor hoje de manhã. O que todo mundo me passou é que iriam sair [do reality] os dois. Estou muito revoltada, indignada. Conheço meu filho e ele jamais faria isso. E pelo que li a respeito, essa senhorita é chave de cadeia. Tenho certeza que a Globo me deve uma satisfação. Porque o público está bem dividido. Não é todo mundo que acha o Daniel um estuprador”, disse Aparecida.

A mãe do modelo, de 31 anos, contou que a Globo ofereceu um advogado para Daniel. “Dizem que a Globo ofereceu advogado para ele. Mas se ofereceu não fez favor nenhum. Porque meu filho não é um pedaço de lixo, que pode ser jogado fora assim”, afirmou ela, acrescentando que Daniel foi vítima de racismo. “Em outros BBBs houve edredom e nunca ninguém foi para a rua. O próprio Boninho achou racismo, mas pressionado pelo público deu um basta”, argumentou Aparecida, que não quis dar mais informações sobre o filho “para não atrapalhar a averiguação”.

Fonte: UOL

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Rafinha Bastos pode ser investigado por piada sobre estupro

O Ministério Público de São Paulo pediu abertura de inquérito policial contra o humorista Rafinha Bastos, do programa "CQC", da TV Bandeirantes, para apurar suposta incitação e apologia ao crime por conta de uma piada sobre estupro.


Carlos Cecconello/Folhapress
O humorista e apresentador Rafinha Bastos,que
deve ser investigado por declarações sobre estupro
As declarações foram feitas por Bastos em seu show de comédia stand-up e reproduzidas na revista "Rolling Stone". Na ocasião, o humorista disse que toda mulher que reclama que foi estuprada é feia, e que o homem que cometeu o ato merecia um abraço, e não cadeia.

O pedido de inquérito é da promotora de Justiça Valéria Diez Scarance Fernandes, coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar.

No ofício, a promotora diz que o humorista compara publicamente o estupro a "uma oportunidade" para determinadas mulheres e o estuprador a um benfeitor, digno de "um abraço". "O estupro é um crime. O estuprador é um criminoso que deve ser punido e não publicamente incentivado", diz Fernandes.

A requisição de instauração de inquérito é resultado de representação feita à Promotoria pela coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Thais Helena Costa Nader.

Contatada, a assessoria de imprensa de Rafinha Bastos disse que o humorista não tem nada a declarar sobre o assunto.

REPÚDIO

A piada de Bastos foi criticada pelo Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo, órgão institucional formado por representantes da sociedade e do poder público, que divulgou nota de repúdio contra o humorista.

"A liberdade de expressão, direito previsto constitucionalmente, encontra limite quando em choque com outro direito, que é o da dignidade da pessoa humana, que está acima de qualquer outro", diz a nota. O conselho viu na piada de Bastos conteúdo machista e preconceituoso, "encorajando homens, bem como fazendo parecer que o crime de estupro, hediondo por sua natureza, não seja punível".

O humorista também foi alvo da Marcha das Vadias. Em São Paulo, as manifestantes fizeram protesto em frente ao Comedians, clube de comédia de Rafinha Bastos e Danilo Gentili. No Rio, o humorista foi vaiado por conta das declarações.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Professora é estuprada, engravida e pede ajuda em Vitória

Uma professora de educação física está grávida de oito meses após sofrer violência sexual de assaltantes dentro da própria casa no bairro Goiabeiras. Após o estupro, ela chegou a ficar 20 dias internada e precisou passar por uma cirurgia. No hospital a vítima tomou vários remédios e achou que havia ingerido a pílula do dia seguinte, por isso soube que estava grávida apenas depois de três meses de gestação. Mesmo amparada pela lei que autoriza o aborto em casos de estupro, a professora preferiu seguir com a gravidez.

Foto: Reprodução TV Vitória
"Estou com um bebê na barriga prestes a nascer e a única certeza que tenho é que não abro mão do meu filho", afirma. Antes de sofrer a violência, a jovem levava uma vida tranquila E conseguia ajudar a mãe que mora em Rondônia. "Eu trabalhava, tinha as ambições de uma pessoa de 32 anos e tinha uma vida normal. Sempre fui muito sossegada. Depois disso tudo o que eu construí sozinha foi jogado fora. Eu não imaginava que a coisa ficaria tão séria", diz a professora.

Grávida, ela não consegue trabalhar e passa por dificuldades. A professora conta ainda que as roupas do bebê foram dadas de presente e para se alimentar ela conta com a solidariedade de vizinhos. "Não tenho como trabalhar e não tenho renda nenhuma. Hoje eu vivo recebendo ajuda de uma vizinha que é um anjo da guarda. Ela me dá o que comer. Só tenho uma forma de gelo e a garrafa de água. Sinto fome e vou dormir cedo. Chupo gelo para enganar a fome", relata. A vítima de violência sexual mora em um cômodo, mas terá de deixar o imóvel porque não tem condições de pagar o aluguel.

"Eu preciso sair de onde estou porque não tenho mais condições de pagar. Não tenho para onde ir. Preciso deixar a casa e a água já está cortada", lamenta a jovem. A professora afirma que procurou a Prefeitura, mas não conseguiu ajuda.

"Está sendo difícil. Hoje eu não tenho ajuda de ninguém. Todos os órgãos públicos que procurei alegaram que não têm verba e não têm como ajudar. Eles dizem que o governo não libera verba. Tudo o que ouvi de todos os órgãos públicos em que eu fui é 'não podemos fazer nada'. Não tenho muita coisa para o bebê. Ganhei um pacote de fraldas. Não sei a quem recorrer". Para ajudar a professora entre em contato com a produção do Balanço Geral: 3222-5151.