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domingo, 24 de março de 2013

Carta de pai que ouviu filho se assumir gay em telefonema comove na internet


Carta de pai sobre a sexualidade do filho comove a web

Um bilhete se tornou viral na Internet nos últimos dias, pela postura sensível de um homem à revelação de que seu filho é homossexual. O pai de Nate, um estudante de Michigan, nos Estados Unidos, teria escrito a mensagem após ouvir uma conversa telefônica entre o jovem e um outro rapaz, onde ele disse estar planejando revelar aos pais sobre sua homossexualidade.

Carta do pai de Nate, revelando que ele sabia que o filho é gay (Foto: Reprodução/Facebook)

A mensagem do pai de Nate é curta, mas comoveu por sua sensibilidade. No bilhete, ele diz que já sabia a opção do sexual do filho há anos, mesmo sem o rapaz ter lhe contado. “Nate, eu ouvi a conversa por telefone que você teve com Mike na última noite, sobre seus planos de vir conversar comigo. A única coisa que preciso de você é que traga suco de laranja e pães para casa depois das aulas. Nós saímos, como você agora. Eu sei que você é gay desde quando tinha seis anos, e eu te amo desde quando você nasceu – Papai. PS: Sua mãe e eu achamos que você e Mike formam um casal fofo”.

A imagem apareceu pela primeira vez no site FCKH8.com, uma organização anti-homofobia, na última quinta-feira (14/03). Dois dias depois, a página foi curtida 70 mil vezes e compartilhada pelo menos 42 mil vezes.  Atualmente, os likes subiram para mais de 87 mil vezes, enquanto a mensagem foi compartilhada por 51 mil vezes.

Pedro Zambarda
Para o TechTudo
Via MailOnline

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Homem que doou esperma a casal de lésbicas agora enfrenta cobrança judicial do estado do Kansas


Estado do Kansas pede que doador de sêmen pague pensão a casal de lésbicas

QUANDO William Marotta doou esperma ao casal Lésbicas
Angela Bauer e Jennifer Schreiner (foto Acima), FOI
 o Seu Entendimento de Que elementos estava Livre
da Responsabilidade. (2009 foto de ARQUIVO)
KANSAS CITY, Estados Unidos, 3 Jan (Reuters) - Um homem do Kansas, que doou esperma para um casal de lésbicas para que elas pudessem ter um filho, disse na quarta-feira estar chocado, pois o Estado agora está tentando fazê-lo pagar pensão alimentícia para a criança.

William Marotta, de 46 anos, doou esperma para Jennifer Schreiner e Angela Bauer sob um acordo escrito de que ele não seria considerado o pai da criança, nem responsável por pagar pensão alimentícia. Jennifer deu à luz uma menina, hoje com 3 anos.

Em outubro, porém, o Estado do Kansas entrou com uma ação pedindo para que Marotta fosse declarado o pai da criança e financeiramente responsável por ela, depois de o casal passar por dificuldades financeiras.

Marotta vai pedir ao tribunal durante a audiência, marcada para 8 de janeiro, para desconsiderar o pedido, que se baseia em uma lei estadual na qual consta que o esperma deve ser doado por meio de um médico licenciado para que o pai seja livre de quaisquer obrigações financeiras posteriormente.

O doador deu um recipiente de sêmen para o casal, que o encontrou no site de anúncios Craigslist, em vez de doar por meio de um médico ou clínica.

O caso é visto com potencial de repercussões para outros doadores de esperma. Os bancos de sêmen normalmente fornecem o material para as pessoas que querem ter um filho sob entendimento de que os doadores não são responsáveis ​​pelas crianças.
William Marotta (foto à esquerda), e o casal Angela Bauer e a parceira Jennifer Schreiner 

O Kansas está buscando o pagamento de pensão de Marotta, incluindo cerca de 6.000 dólares em despesas médicas relacionadas com o nascimento da criança, de acordo com a petição apresentada.

"Isso foi totalmente inesperado", disse Marotta em uma entrevista por telefone. "A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que nenhuma boa ação fica impune."
O caso atraiu a atenção nacional. A diretora jurídica do Centro Nacional de Direitos Lésbicos, Shannon Minter disse quarta-feira que "é lamentável e injusto" que o Kansas esteja buscando dinheiro de um doador de esperma.

"Isso pode certamente ter um efeito negativo sobre a disposição de outros homens em ajudar casais que precisam de um doador, o que seria prejudicial para todos", disse Shannon.

"Eu também acho que prejudica o respeito de todos pela lei, quando você a vê funcionar tão arbitrariamente."

Autoridades do Estado devem, segundo a lei, determinar quem é o pai da criança quando alguém busca benefícios do governo, disse a porta-voz do Departamento para Crianças e Famílias, Angela de Rocha. O casal foi obrigado a fornecer a informação, que levou a uma investigação sobre a doação do sêmen.

Yahoo! Notícias

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

‘Ele é satânico’. Mulher afirma que filho queima objetos e até desaparece


Mulher afirma que filho queima objetos e até desaparece
Uma colombiana de 28 anos afirma que seu bebê de dois meses é filho do satanás. Ana Feria Santos disse que teve certeza após o bebê queimar um colchão e roupas desapareceram de seu berço.

Segundo o jornal britânico 'The Sun', a mulher contou que o menino é capaz de produzir chamas para queimar roupas e móveis e que ele pode se transformar em um menino mais velho e assustador com "olhos de intimidação". Ana disse ainda que ouve ele cacarejar só para que ela pare perto dele, quando se aproxima.

A mãe tem medo de viver na pequena comunidade de Nueva Estrella onde acreditam em feitiçaria. Com cinco filhos, Ana continua cuidando do bebê, que chama apenas de 'el niño' ("o menino"). "Ele é satânico. Eu nunca vi isso na minha vida", relata.

Ana disse que o filho sempre desaparece do barraco de madeira e reaparece em lugares estranhos, incluindo uma tigela, a geladeira, a máquina de lavar e até mesmo uma bolsa pendurada na parede.

"A bolsa se rompeu, e ele caiu no chão junto a 20 bananas. Depois, ele ficou me intimidando com os olhos", afirmou.

Os moradores já jogaram pedras na casa de Ana e até mesmo exigiram que seja feito um exorcismo. Mas outros afirmam que ela inventou o conto bizarro.

Fonte: Meia Hora

domingo, 28 de outubro de 2012

Homossexualidade. A “saída de armário” do seu filho não precisa ser traumática



A “saída de armário” do seu filho não precisa ser traumática


A sociedade tenta abrir mais sua mente e os debates avançam, mas ainda é complicado tratar de homossexualidade em casa, tanto para pais e mães quanto para filhos.

Pesquisas já afirmaram que os primeiros “sinais” de sexualidade despontam em futuros jovens gays logo aos três anos de idade. Mesmo que esse número seja exagerado, há um ponto na adolescência em que a propensão parece difícil de esconder, mas nem todas as famílias jogam abertamente as cartas na mesa. O que fazer?

Revelar a homossexualidade de maneira abrupta pode ser perigoso: uma pesquisa conduzida por uma instituição de direitos humanos da Califórnia (EUA) aponta que adolescentes gays têm maiores taxas de depressão, alcoolismo e até suicídio em comparação com os heterossexuais da mesma faixa etária.

A raiz destes problemas parece ser o estresse que ele ou ela vive antes de se revelar, assolado pelo dilema entre manter segredo ou não. Depois da revelação, muitas vezes o medo do adolescente se confirma: ele de fato acaba hostilizado pelos colegas, muito mais do que quando não assumia abertamente.

Mesmo assim, a pesquisa concluiu que os piores problemas psicológicos estão mesmo naqueles jovens que prendem a certeza de que são gays dentro de si mesmos. O indicado, portanto, é assumir. A questão é como fazer isso de maneira saudável.

Preparando o terreno
Não é de hoje que orientadoras familiares do mundo inteiro recomendam esse elemento essencial: é preciso haver diálogo entre pais e filhos. Se a família não conversa sobre o assunto, o adolescente nunca vai ter ideia de qual seria a reação dos pais na clássica conversa do “tenho que contar uma coisa para vocês”.

O pai e a mãe precisam entender que não adianta fechar os olhos para sinais que às vezes se manifestam desde antes dos dez anos. Diante dessa constatação, o recomendado é que os pais mostrem, por exemplos e palavras, que não têm problemas com homossexualismo na família. Isso ao longo de meses, talvez anos, sempre de forma indireta.

O objetivo é deixar o jovem pouco a pouco mais seguro, até que resolva abrir o jogo por si mesmo. Altamente desaconselhável é perder a paciência e um belo dia chegar com uma abordagem de choque do tipo “afinal, você vai sair do armário ou não”? Em suma, é preciso criar um ambiente confortável para a revelação do filho.

A pesquisa californiana constatou que a idade em que os jovens assumem abertamente o homossexualismo está caindo. Há pouco mais de uma década, a idade média para a revelação era por volta de vinte anos. Agora, esta linha está pouco acima dos quinze.

Já as complicadas consequências pós-revelação ainda são um desafio social a ser combatido por todos.

 [The New York Times/Psicologia.org/]

domingo, 22 de janeiro de 2012

Com esclerose, ex-paquita luta com ex por filho

Sem fundos para continuar processo, ex-paquita segue longe do filho 
Diagnosticada com esclerose múltipla, Louise Wischermann cria blog e programa de TV para encarar a doença.

Louise Wischermann e o filho, Oliver (Foto: Arquivo Pessoal)

O drama da ex-paquita Louise Wischermann, que luta para ter a guarda do filho, Oliver, de cinco anos, ainda está longe de chegar ao fim. Sem recursos, ela precisou suspender o processo, que corre na Justiça canadense. “Gastei todos os meus fundos com o processo e advogados, tanto no Canadá como no Brasil. Mas em junho pretendo retomá-lo”, conta Louise, conhecida em seus tempos de paquita como Pituxa.
Louise e Oliver
Tudo começou quando Louise, que morou fora por 18 anos após trabalhos como atriz na Europa, Japão e Canadá, precisou voltar para o Brasil no final de 2010, para se tratar da esclerose múltipla, doença degenerativa que afeta a coordenação motora. Mas Oliver, fruto do casamento desfeito com um canadense, não veio com ela, já que, segundo a Convenção de Haia, uma criança não pode sair do país onde vive sem autorização dos dois pais. Desde então, Louise vem tentando obter a guarda da criança.
“Estou sempre indo para o Canadá. O Oliver vem passar férias aqui no Brasil. Nos vemos a cada seis semanas”, diz a loira, com uma ponta de tristeza na voz. Mas Louise logo se anima quando lembra as peripécias do filho em sua última vinda ao Rio, no fim de 2011. “Ele passeou e brincou muito com os primos. Fizemos vários passeios, fomos à praia. Ele praticou até stand up paddle, (esporte onde a pessoa se equilibra na prancha usando um remo), uma gracinha”.
Menino é fã de Michel Teló
Oliver faz stand up paddle, com Louise ao fundo
Oliver, que nasceu no Brasil sem apoio algum do ex-marido, ainda não fala fluentemente português, mas já entende tudo da língua materna. Louise conta que este ano, ele terá aulas de português uma vez por semana no Canadá. Segundo a atriz, o menino é apaixonado pelo Brasil.
“Foi tão bonitinho, outro dia o Oliver me ligou e pediu: ‘Mamãe, me manda a música ‘Ai, se eu te pego’?”, conta ela, imitando o sotaque estrangeiro do filho. “Depois, ele apareceu na internet tomando banho de banheira, com o cabelo igual ao do Neymar e cantando a música do Michel Teló”, diverte-se.
Apesar de não ver o filho sempre que pode, Louise está esperançosa de que o drama vai chegar ao fim. “O relacionamento com meu ex-marido está começando a melhorar”, conta ela, que atualmente namora o fotógrafo Felipe Monsanto.
Blog e programa de TV para enfrentar a doença
Louise na série canadense 'Lexx'
Outra luta enfrentada pela ex-paquita é a esclerose múltipla, descoberta em 2005. O começo, segundo ela, foi difícil. “Chorei muito. Não achava respostas para as minhas dúvidas”. Uma das formas encontradas por Louise para encarar o problema foi a criação do blog “Por que não eu?”. “As pessoas sempre se perguntam: ‘por que logo eu?’ quando algo ruim acontece com elas. Mas ninguém é melhor ou pior do que ninguém que não possa ter problemas”.
Hoje, prestes a completar 38 anos, Louise foca seu tratamento na alimentação, optando por uma dieta mais natural. “Faço uma dieta ayurvédica, sem glúten, com muitas frutas, legumes, verduras. Tudo acompanhado por médicos”, conta ela, que faz massagens terapêuticas regularmente e usa óculos de prisma que, segundo Louise, ajudam a manter o equilíbrio motor.
Outro projeto de Louise, este ainda em fase de implementação, é um programa de TV sobre pessoas que sofrem de alguma limitação, física ou mental. “Quero ser uma porta-voz dessas pessoas, quero mostrar que descobrir uma limitação pode ser um recomeço, e não um fim. A vida não acabou”, diz a atriz.


http://ego.globo.com

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Suposta mãe de filho de Justin Bieber diz que ele não quis usar camisinha porque "queria sentir tudo."

Eu pedi para ele usar camisinha, mas ele disse que não queria porque era sua primeira vez e ele queria sentir tudo.
Capa da 'Star'.


Baby, baby, oh. Mariah Yeater, um fã de 20 anos, está processando a estrela por paternidade. Representantes do Ídolo dizem que a alegação é "maliciosa"

A estrela musical do momento se encontra em uma nova disputa. Mariah Yeater, uma menina de 20 anos, diz que seu bebê de 3 meses é filho de Justin Bieber, por isso entrou com um processo de reconhecimento de paternidade contra o artista teen. Ele teria que fazer um teste de DNA.

De acordo com a menina, que é fã do artista, ela o conheceu depois de uma apresentação do cantor de "Baby" e teve sexo com o artista, e que "não durou mais de 30 segundos", disse à revista "Star".

Segundo Yeater, que iniciou o processo legal em 31 de outubro, tudo aconteceu durante um concerto que contou com o ícone pop, em 25 de outubro do ano passado em Los Angeles. Um segurança se aproximou dela e perguntou se ela queria conhecer Bieber. Depois de vê-lo em pessoa, este teria sugerido ir a um "local privado" e disse-lhe que seria sua primeira vez.

Segundo Yeater, Selena Gomez à data, que é provavelmente já estava namorando com Justin e que ele se recusou a usar preservativo porque, como ele disse, como era sua primeira vez "queria sentir tudo."

Ela disse que depois de saber que seria mãe que contatou representantes do artista, mas estes não retornam a chamada. A mulher, que indica que a reivindicação é "fornecer ao seu bebê o apoio adequado" e que pediu para passar por um teste de paternidade. À época do relacionamento dos dois ela já era maior de idade, e ele tinha apenas 16, isso pode colocá-la apuros.

Representantes do artista dizem que as alegações são falsas. "É triste que alguém possa inventar uma história tão maliciosa, difamatória e falsa", disse o agente de Bieber ao site de notícias TMZ.

Nos papéis do processo, assinados por Mariah, ela alega que fez sexo com o cantor nos bastidores de um show dele na arena Staples Center, em Los Angeles, no dia 25 de outubro de 2010. "Ele me disse que era sua primeira vez", declarou no processo.

No processo, Mariah narra com detalhes como se deu o encontro: "Um segurança me chamou e perguntou se eu queria conhecer o Justin Bieber. Depois de esperar um pouco com outras meninas, ele apareceu e começou a conversar comigo. Era óbvio que estávamos atraídos um pelo outro e começamos a nos beijar. Ele sugeriu que fôssemos a um lugar com mais privacidade. Eu concordei. Ele me disse que queria fazer amor comigo e que esta seria sua primeira vez".
Ela também contou que os dois fizeram sexo em um banheiro e que a personalidade do cantor mudou: "Ele começou a me agarrar e disse que queria fazer sexo comigo. Eu pedi para ele usar camisinha, mas ele disse que não queria porque era sua primeira vez e ele queria sentir tudo. Foi tudo muito rápido e a relação mesmo durou cerca de 30 segundos".

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Aplicativo promete ajudar pais a descobrir se o filho é gay

Aplicativo promete ajudar pais a descobrir se o filho é gay

Um polêmico aplicativo para aparelhos com Android promete ajudar pais a descobrirem se seus filhos são gays.

Desenvolvido pela Emmene-moi, o programa Mon Fils Est-Il Gay? (meu filho é gay?) é vendido por € 1,99 no Android Market, loja oficial de aplicativos para a plataforma do Google.

"Você tem dúvidas?", diz a descrição do app, que apresenta 20 questões para saber se está "tudo em ordem com o seu filho".

Divulgação
Telas do aplicativo Mon Fils Est-Il Gay? (meu filho é gay?), para aparelhos com Android

Algumas das perguntas que o aplicativo faz, diz o Huffington Post, são: "Ele gosta de se vestir bem?", "Ele gosta de futebol?", "Ele gosta de cantoras divas?", "Ele passa tempo se preparando antes de ser visto em público?" e "Ele já o apresentou a alguma namorada?".

Segundo o Huffington Post, a pessoa que solicitou a criação do aplicativo à Emmene-moi disse que o programa foi concebido com uma proposta brincalhona, divertida, com o objetivo de "ajudar mães a aceitar a homossexualidade de seus filhos" por meio do humor.


Folha

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Guy, conheça o filho de Danielle Winits e Jonatas Faro


Para matar a saudade do filho Guy, de 2 meses, Jonatas Faro recorre ao celular (foto acima) entre uma gravação e outra de “Insensato coração”. No aparelho do papai de primeira viagem, já tem mais de 260 fotos. “Já tenho um álbum dele!”, conta o ator à “Contigo”.
EXTRA

terça-feira, 28 de junho de 2011

Família enterra pessoa errada e descobre que filho está vivo

Família de Cambé enterra pessoa errada e descobre que filho está vivo Uma família foi surpreendida neste domingo (26) quando viu o filho que achavam ter sepultado no sábado (25), entrando vivo pela porta de casa, em Cambé (16 km de Londrina). A confusão começou na quinta-feira (23), quando um corpo foi encontrado em uma vala da favela da Bratac, na zona oeste de Londrina.




Corpo de homem é encontrado na Favela Bratac, em Londrina

O pai viu a reportagem do achado de cadáver na televisão e achou que poderia ser seu filho, que estava desaparecido. Segundo o delegado de Homicídios da Polícia Civil, Paulo Costa, ele foi ao Instituto Médico-Legal de Londrina, acompanhado de um tio e um sobrinho e todos reconheceram o corpo como se fosse do jovem desaparecido.

No sábado (25), a família gastou cerca de R$ 4 mil para pagar o velório e sepultamento da pessoa errada. No domingo (26), o desaparecido voltou para casa, sem saber o que tinha acontecido, dando um susto em seus parentes.

Na segunda-feira (26), pai e filho foram à Polícia Civil e comunicaram o erro. O Instituto Médico-Legal de Londrina terá que pedir uma ordem judicial para exumar o corpo e resolver a confusão.

londrina.odiario.com

domingo, 22 de maio de 2011

Pai mata o filho de nove anos no Riacho Fundo II, em Brasília

Pai mata o filho de nove anos no Riacho Fundo II, em Brasília
Menino teria pedido para o pai não agredir mãe durante briga.
Pai foi preso em flagrante e pode pegar até 30 anos de prisão.

O comerciante Edilson Francisco Dourado, de 51 anos, matou o próprio filho na madrugada deste domingo (22) no núcleo rural Caub II, no Riacho Fundo II. Dourado atirou no abdômen do filho, de nove anos, durante uma discussão com a companheira. A criança teria pedido para o pai não machucar a mãe.

O garoto chegou a ser levado para o Hospital Regional do Gama, mas não resistiu. Dourado foi preso em flagrante e levado para a 29ª Delegacia de Polícia, no Riacho Fundo. Ele vai responder por homicídio qualificado por motivo fútil. A pena pode chegar até 30 anos de prisão.

Do G1 DF

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mutação genética faz bebê loiro nascer em família negra

Um casal de negros contou ao jornal Daily Mail o quão surpreso ficou com o nascimento de Daniel, um menino branco e loiro. O pai, Francis Tsibangu, admitiu: “meu primeiro pensamento foi: será que ele é mesmo meu?”. Ele e Arlette já eram pais de Seth, 2 anos, um garoto que, assim como eles, reflete as características da ascendência africana.

Francis Arlette com Seth e Daniel, seus dois filhos
 | Foto: Reprodução Internet
Uma possível mutação genética fez com que o filho de um casal negro nascesse com a pele branca e cabelos loiros no Reino Unido. De acordo com os médicos do hospital Leicester Royal Infirmary, o bebê não é albino, talvez tenha ocorrido apenas uma ligeira mutação. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

Em entrevista ao jornal, Francis Tsibangu relatou que no momento que viu seu filho, o primeiro pensamento foi, 'Uau, é realmente meu?". Até os médicos do hospital ficaram chocados com a criança loira, filha de dois negros.

Segundo Francis, que é do Congo, as dúvidas acabaram quando ele olhou para sua esposa e ao abaixar para beijar o bebê pôde ver que ele tem os lábios de sua mulher e o nariz igual ao dele. "Pude ver que ele se parecia comigo e Arlette", relatou Francis.

Arlette confessou que no momento que Daniel nasceu a reação na sala de operações foi chocante, todos ficaram em silêncio. "Os olhares nos rostos dos médicos e das enfermeiras diziam tudo. Todo mundo estava se perguntando porque eu tinha um bebê branco", contou.

Francis conluiu relatando que nunca houve problemas de infidelidade entre dois e que sobre as suspeitas que irão acontecer, ele não se importa. “Eu sei que vai existir quem diga que minha mulher teve um caso, mas eu confio nela completamente e sei que isso não aconteceu. Mesmo se ela tivesse se envolvido com um homem branco, o bebê nasceria mestiço, com os cabelos pretos, por exemplo, e não lisos e loiros como os de Daniel", frisou.

O casal já tem um menino de dois anos, Seth, cujas características refletem a ascendência Africana. Nenhum teste foi feito em Daniel para comprovar que ele seja realmente filho de Francis.

Apesar de toda a especulação, o casal afirma que a cor da pele do menino não é o mais importante. “O que vale é que temos um filho saudável e que é muito amado”, acrescentou Francis.


G1/Crescer/O Dia

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Confusão a parte, filho de Cristina Mortágua e Edmundo posa para revista ‘Junior’

Alexandre Mortágua falou ainda sobre o lançamento seu blog e a vontade de fazer algo ligado à moda na revista ‘Junior’ de março.

Depois da tempestade, vem a entrevista. A alteração do dito popular funcionou para Alexandre Mortágua, filho da ex-modelo Cristina Mortágua, e do ex-jogador de futebol Edmundo, que denunciou a mãe por agressão. Alexandre posou para a revista gay “Junior”, de março, e falou sobre o lançamento de seu blog de moda, o "Lady In Furs", sobre a vontade de seguir carreira na área de moda e de como está a vida ao lado a avó, com quem está morando desde a confusão com a mãe.

"Vamos falar de atitude, tendências e moda. De um protesto pela diminuição do bilhete de ônibus em São Paulo, passando por um ensaio conceitual inspirado em alguma banda. Tudo vai estar no 'Lady in Furs'", contou sobre o futuro blog.

fonte: EGO

sábado, 18 de setembro de 2010

Mulher descobre, com DNA, que filho não é seu 24 anos depois

Revolta, angústia, desamparo, sensações que se misturam e tiram o sono de uma mulher de 50 anos, moradora de Vitória, diante de uma revelação dolorosa: o filho que ela cria há 24 anos não é seu. Teria sido trocado numa maternidade da cidade. O Ministério Público Estadual investiga essa possível troca. Enquanto isso, a mulher se pergunta: onde está o seu menino?

X. (inicial fictícia), que trabalha num bar na periferia da Capital, até a noite de ontem não havia revelado o fato ao seu filho não-biológico. A mulher espera, neste final de semana, poder dizer a ele que um exame de DNA, feito por meio do Ministério Público, comprovou que nem ela e nem o homem que durante anos ela supôs ser pai do menino nascido em julho de 1986, na Santa Casa de Misericórdia de Vitória, têm laços sanguíneos com ele.

Revelações

A história de X. começou em 2000, quando ela buscou a Justiça para obter uma pensão para o filho, não reconhecido pelo pai, um policial capixaba. O casal namorou, morando em casas separadas, durante três anos, mas poucos meses após a criança ter nascido, ela diz que o relacionamento acabou.

"Eu gostava dele, mas ele bebia muito, ficava agressivo", conta a mulher. Durante anos, X. disse ao filho que seu pai havia morrido, na tentativa de evitar que o menino sofresse em decorrência da rejeição paterna.

Só cinco anos após ter requerido a pensão alimentícia, ela diz que foi feito um primeiro exame de DNA, que revelou que o menino não era filho do casal.

Preocupada, mas desconfiando da veracidade de tal revelação, X. diz que procurou a polícia - teria registrado o fato na Delegacia do Centro - e a Defensoria Pública. "Ninguém me deu ouvidos. Diziam que era preciso uma contraprova do exame, mas ficou tudo por isso mesmo", afirma.

No ano passado, chamada para ser ouvida num inquérito que tramitava há anos sobre o assassinato de um outro filho dela, X. disse ter comentado sobre o caso, de novo, na polícia, que a teria encaminhado a um outro exame de DNA na própria instituição.

Esse exame também atestou: o hoje rapaz de 24 anos não era filho de X. e do homem de quem ela garante ter engravidado.

Orientada por A GAZETA, a quem procurou, X. e o filho submeteram-se a novo teste de DNA, requerido pela promotoria, cujo resultado foi revelado à mulher há poucos dias.

"Antes achava que haviam manipulado o resultado. É que o pai é policial... Agora não tenho dúvida. Mas sei que tive um bebê, e sei também que amo o filho que eu crio. Quero saber agora onde está o outro", diz ela.

Lista de nascidos é solicitada a hospital

A promotora pública estadual Arlinda Monjardim faz questão de afirmar que não há, ainda, prova de que houve troca de bebês, mas diante do resultado do exame de DNA, encaminhou um ofício à Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Ela quer que o hospital forneça a relação de todas as crianças que nasceram na unidade no dia 3 de julho de 1986, data em que a comerciária X. afirma ter nascido seu filho.

A mulher diz que o nascimento aconteceu por volta das 20 horas, mas a promotora explica que na certidão consta 8 horas. X., segundo Arlinda Monjardim, não teria sabido informar se, na sala de parto, naquele dia, alguém teria lhe dito o sexo do bebê.

Arlinda Monjardim não nega que trata-se de um caso complexo. "Vinte e quatro anos depois do nascimento, as pessoas podem ter mudado de endereço", diz ela, numa referência às buscas para que seja investigada a possível troca de crianças na maternidade.

Uma vez identificadas, as pessoas que nasceram no mesmo dia de julho de 1986, na Santa Casa, terão que colher amostras de sangue para exames de DNA, assim como seus pais.

Caso seja constatada a troca de bebês na maternidade, a polícia será acionada para apurar se o crime foi doloso (intencional) ou culposo.

Junho de 2010.
A doméstica Claudete Neira de Castro, 27 anos, mãe de quatro filhos, descobriu, com a ajuda do Ministério Público, que o mais novo, de dois anos e dois meses, não é seu. O pai dizia que o menino não era dele, e a mulher, então, decidiu pedir a investigação da paternidade, com o exame de DNA. Com o resultado ficou provado que a criança não era filha do casal. A troca de bebês aconteceu na Pró-Matre, em Vitória. A outra criança, que nasceu com uma diferença de dois minutos do filho de Claudete, foi localizada.

2009.
No dia 17 de outubro nasceram, em Santa Teresa, Região de Montanha do Espírito Santo, Dimas José Aliprandi e Helton Plaster. Eles foram trocados no antigo Hospital Mãe do Bom Conselho, hoje Hospital Madre Regina Protmann. Exames de DNA, em 2009, confirmaram a troca. Foi o próprio Dimas quem tomou a iniciativa de fazer o primeiro, já que não se parecia com os pais e irmãos. Hoje as duas famílias moram na mesma propriedade rural de Santa Maria de Jetibá.

Março de 2008.
Dois bebês foram trocados no Hospital e Maternidade Santa Lucia, em Goiânia. Um ano e meio após o equívoco, houve a destroca. Três técnicas de Enfermagem, funcionárias da maternidade, foram responsabilizadas.

Julho de 2004.
Em Sorocaba, São Paulo, dois bebês foram trocados na Maternidade da Santa Casa de Votorantim. Os pais não quiseram desfazer a troca das crianças