Mostrando postagens com marcador casal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador casal. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de julho de 2013

A incrível história de amor de um casal de jovens transgênero. Veja

Um casal de adolescentes de Oklahoma possa parecer o seu jovem casal típico, mas a sua história de amor é diferente de muitos outros. O casal transgênero realmente fizeram uma transição juntos.

Apenas há dois anos atrás, Arin Andrews e Katie Hill não tinham transitado ainda. Os dois haviam lutado por suas identidades durante a infância; Colina tinha lutado contra o bullying. Então, um dia eles se conheceram em um grupo de apoio trans, eles se apaixonaram . Hoje, Andrews, 17 anos, e Hill, 19, estão contentes.

"Eu odiava os meus seios, eu sempre senti que eles não me pertencem. Agora eu finalmente me sinto confortável em meu próprio corpo", Andrews explicou ao tablóide britânico The Sun sobre como removeu cirurgicamente seus seios no mês passado." Agora, quando estou em uma piscina pública ou levanto pesos, ninguém levanta uma sobrancelha. Eles só pensam que eu sou um cara .... eu posso usar um top, que eu não podia antes, e eu posso nadar sem camisa. posso ser apenas um cara normal. E eu tenho tanta sorte de ter minha família e Katie para confiar. "

"Ser transexual mim, eu entendo Arin melhor do que ninguém - o quão bom ele se sente e como ele se sente completo ", acrescentou Hill, para o "The Sun".
A morena adolescente de Bixby nem sempre se sintiu tão completa. Em um segmento de "Inside Edition" no ano passado, ela disse que, como uma criança que estava " abusado, ridicularizada, envergonhado e constrangido. "

Ela esteve deprimida por vários anos antes de perceber que era transexual , Tulsa Mundo relatado anteriormente. Em torno dela aniversário de 15 anos disse à mãe e pediu ajuda a tornar-se Katie.

"Saber o que Katie passou para oito anos ou mais - não há nada pior do que ver seu filho sofrer", a mãe de Hill, Jazzlyn, disse Tulsa Mundial. "Ele ainda é meu bebê - do sexo masculino ou feminino, ela ainda é meu filho e eu não tenho a ajoelhar-se em seu túmulo.".

Mãe Andrews 'sente o mesmo.

"Vendo Katie passar por sua cirurgia foi útil para Arin ", disse ela, de acordo com o tablóide britânico The Mirror. "Ele estava sendo em torno dela e vê-la se transformar. E sendo um casal na época era eu acho que só a cereja no topo do bolo. Cada pessoa transexual adoraria ter a transformação física, pois apenas os completa como pessoa."

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Homem que doou esperma a casal de lésbicas agora enfrenta cobrança judicial do estado do Kansas


Estado do Kansas pede que doador de sêmen pague pensão a casal de lésbicas

QUANDO William Marotta doou esperma ao casal Lésbicas
Angela Bauer e Jennifer Schreiner (foto Acima), FOI
 o Seu Entendimento de Que elementos estava Livre
da Responsabilidade. (2009 foto de ARQUIVO)
KANSAS CITY, Estados Unidos, 3 Jan (Reuters) - Um homem do Kansas, que doou esperma para um casal de lésbicas para que elas pudessem ter um filho, disse na quarta-feira estar chocado, pois o Estado agora está tentando fazê-lo pagar pensão alimentícia para a criança.

William Marotta, de 46 anos, doou esperma para Jennifer Schreiner e Angela Bauer sob um acordo escrito de que ele não seria considerado o pai da criança, nem responsável por pagar pensão alimentícia. Jennifer deu à luz uma menina, hoje com 3 anos.

Em outubro, porém, o Estado do Kansas entrou com uma ação pedindo para que Marotta fosse declarado o pai da criança e financeiramente responsável por ela, depois de o casal passar por dificuldades financeiras.

Marotta vai pedir ao tribunal durante a audiência, marcada para 8 de janeiro, para desconsiderar o pedido, que se baseia em uma lei estadual na qual consta que o esperma deve ser doado por meio de um médico licenciado para que o pai seja livre de quaisquer obrigações financeiras posteriormente.

O doador deu um recipiente de sêmen para o casal, que o encontrou no site de anúncios Craigslist, em vez de doar por meio de um médico ou clínica.

O caso é visto com potencial de repercussões para outros doadores de esperma. Os bancos de sêmen normalmente fornecem o material para as pessoas que querem ter um filho sob entendimento de que os doadores não são responsáveis ​​pelas crianças.
William Marotta (foto à esquerda), e o casal Angela Bauer e a parceira Jennifer Schreiner 

O Kansas está buscando o pagamento de pensão de Marotta, incluindo cerca de 6.000 dólares em despesas médicas relacionadas com o nascimento da criança, de acordo com a petição apresentada.

"Isso foi totalmente inesperado", disse Marotta em uma entrevista por telefone. "A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que nenhuma boa ação fica impune."
O caso atraiu a atenção nacional. A diretora jurídica do Centro Nacional de Direitos Lésbicos, Shannon Minter disse quarta-feira que "é lamentável e injusto" que o Kansas esteja buscando dinheiro de um doador de esperma.

"Isso pode certamente ter um efeito negativo sobre a disposição de outros homens em ajudar casais que precisam de um doador, o que seria prejudicial para todos", disse Shannon.

"Eu também acho que prejudica o respeito de todos pela lei, quando você a vê funcionar tão arbitrariamente."

Autoridades do Estado devem, segundo a lei, determinar quem é o pai da criança quando alguém busca benefícios do governo, disse a porta-voz do Departamento para Crianças e Famílias, Angela de Rocha. O casal foi obrigado a fornecer a informação, que levou a uma investigação sobre a doação do sêmen.

Yahoo! Notícias

terça-feira, 8 de maio de 2012

Companheiro de padre durante 28 anos consegue pensão de viúvo, na Colômbia

Foi amor às escondidas. Por quase 30 anos o relacionamento foi mantido em segredo. Mas após a morte de um, o outro decidiu ir contar tudo e reivindicar seus direitos. O casal gay chamado um padre do Estado colombiano a pagar-lhe uma pensão. O Tribunal Constitucional do país decidiu a seu favor.
O homem, cuja identidade permanece em segredo por ordem da Justiça, foi parceiro do sacerdote há 28 anos. Em 2009, o padre morreu e "Peter", como chamavam os meios de comunicação colombianos, tomou medidas para obter a sua pensão como qualquer viúvo. Mas o Instituto da Seguridade Social se recusou a pagar alegando que o religioso não poderia ter um parceiro, porque eu tinha que manter o voto de castidade. No entanto, o Tribunal rejeitou esse argumento e ordenou o pagamento da pensão.

"Aqui, a justiça está ensinando os casais da Igreja Cristã Católica do Vaticano também têm direitos e que o pedido porque estamos em um país onde a democracia é importante e a questão religiosa é separada, não importa, porque
Colômbia é um país secular ", disse o advogado Germain Corner, defensor da família do padre.

"O fato de que existe uma relação entre um padre e um civil não significa que você tem direitos", disse Rincon.

"Este conceito amplo de família deve ser coerente com a proibição constitucional de discriminação em razão da orientação sexual ou preferência", disse o advogado.

Para o tribunal superior, não é possível, numa democrática, relegar os homossexuais ao nível de cidadãos de segunda classe.

Embora desde 2007, a Justiça colombiana reconheça os benefícios dos direitos de saúde e pensão para casais do mesmo sexo, independentemente do status social, ou religioso, é a primeira vez que a concessão de uma pensão de um casal gay constituído por um padre. (Fonte: clarin.com)

sexta-feira, 2 de março de 2012

Casal gay de Pernambuco tem 1º bebê in vitro

Pernambuco registra primeiro bebê in vitro filho de casal gay
Maria Tereza já completou um mês e tem o nome dos dois pais na certidão.
Mailton e Wilson Albuquerque mantêm um relacionamento há 15 anos.

Quando Maria Tereza veio ao mundo, no último dia 29 de janeiro, assim como quase todos os recém-nascidos, chorava muito, descontroladamente. As lágrimas da mais nova pernambucana só pararam de descer quando ela chegou aos braços de seus dois pais, Mailton Alves Albuquerque, de 35 anos, e Wilson Alves Albuquerque, de 40. Fruto de uma relação de 15 anos, a pequena foi o primeiro bebê brasileiro registrado pela Justiça filho de um casal homoafetivo masculino e concebido através de fertilização in vitro.
Pernambucanos Mailton e Wilson registraram bebê gerado in vitro

A decisão de Mailton e Wilson de terem um herdeiro aconteceu há dez anos, quando estabeleceram uma união estável. Na época, uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que estava em vigor desde 1992, decidia que os usuários da técnica de fertilização deveriam ser mulheres em união estável ou casadas. Em 2010, Mailton fez um intercâmbio no Canadá, onde conheceu outro casal gay que já tinha três filhos, concebidos através da técnica. Bastante interessado pela ideia, em janeiro de 2011 ele teve a notícia que esperava há muito tempo: o CFM mudara a resolução, decidindo que todas as pessoas capazes poderiam utilizar a técnica.


Segundo o juiz Clicério Bezerra, que possibilitou que a certidão de Maria Tereza tivesse o nome dos dois pais, esse caso é inédito e abre as portas para outros casais. “Eu tenho conhecimento, pela internet, que houve um caso de duas mulheres, fruto de um processo judicial. Nesse caso, é inédito porque são dois homens e foi feito administrativamente, diretamente no cartório, não necessitou de um processo judicial”, contou Bezerra.

Para Mailton, a decisão não aconteceu de uma hora para a outra. “Não foi algo de momento. Isso é fruto de uma relação que vem amadurecendo há 15 anos, com muito companheirismo. A gente está mostrando que a família pode ser muito mais do que um casal hetero. Que pode haver pai e pai e mãe e mãe também. Conquistamos o respeito através de tudo que construímos juntos”, falou.

No mesmo mês em que a resolução permitiu a fertilização, os dois procuraram uma clínica no Recife e começaram a fazer os exames. Todas as mulheres da família, entre irmãs e primas de Mailton e Wilson, se prontificaram a ajudá-los. Depois dos testes, ficou decidido que uma prima de Mailton iria emprestar o útero para gerar a filha do casal. A família aprovou a iniciativa. “Hoje, Maria Tereza tem avó, avô, tias tios, todo mundo babando por ela. Nunca passamos por preconceito dentro de casa”, contou Mailton.

Os dois doaram espermatozóides para serem utilizados em óvulos de um banco de doadoras. Dessa primeira vez, foi utilizado um óvulo fecundado por Mailton. Os dois já pretendem, em breve, providenciar o segundo filho. “Próximo ano, nós já vamos ter um garotinho, que vai ser o irmãozinho dela”, falou Wilson, que, desta vez, deve doar o material genético. Juntos, querem repetir a emoção do nascimento de Maria Tereza mais uma vez, descrita pelo pai emocionado: “Foi indescritível, não tem como explicar. Quando ela parou de chorar foi como se dissesse: ‘papais, agora estou segura’”, falou Mailton.


A fecundação e introdução no útero ocorreu em uma clínica de reprodução humana do Recife. O vínculo da criança com a prima que emprestou o útero terminou já na maternidade, quando os pais saíram da unidade de saúde com Maria Tereza nos braços. A mulher, que pediu para não ter o nome divulgado, tomou medicamentos para evitar a produção de leite materno.

Hoje, a pequena Maria Tereza – o nome é uma homenagem às mães de Wilson e Mailton – tem um quarto só para ela, com direito a nome na porta, e atenção completa dos dois pais. Para Wilson, a felicidade de ser pai é “inexplicável”. “A felicidade é tremenda. Nunca pensei que fosse sentir um amor tão grande. Ter uma família completa é lindo”, desabafou.