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sexta-feira, 14 de março de 2014

Sono: 8 fatos que talvez você não saiba

Oito fatos que você provavelmente não sabe sobre o sono
63% dos brasileiros sofrem algum problema relacionado ao sono; veja dicas para melhorar


É pessoal
Oito horas que nada. O sono tem cinco fases e ocorre em ciclos de 90 minutos. A ideia de dividir o dia em três e ter oito horas de sono é cria da Revolução Industrial e não funciona para todo mundo. Alguns organismos podem precisar de seis horas de sono, outros nove.


Recuperação do sono, uma ilusão
Não adianta. Dormir mais aos finais de semana não é suficiente para reparar todos os danos causados à saúde pelas poucas horas de sono durante o restante da semana. O hábito pode até diminuir a sensação de sonolência e o stress, mas não é capaz de evitar problemas causados pela privação do sono, como dificuldade de concentração.

Sério, desliga esse celular
Ficar no Whatsapp e Facebook antes de dormir é cilada. Uma pesquisa recente indicou que trocar muitas mensagens pelo celular durante a noite são mais propensas a ter insônia, dormir poucas horas ou sentir mais cansaço ao longo do dia seguinte.

Aparência
Não dormir direito te deixa feio. A falta de sono reduz a liberação de hormônio de crescimento que, nos adultos, reduz os processos de regeneração celular. Isso resulta em flacidez, envelhecimento precoce, cabelo debilitado e um sistema imunológico enfraquecido. Além, é claro, de olheiras.

Perigo à saúde
Você pode até morrer. Sim, estudos conduzidos com ratos comprovam que se você não dormir de jeito nenhum dentro de alguns dias a morte é uma certeza. Além disso, um estudo publicado no periódico "Sleep" indica que dormir menos do que seis horas aumenta em 12% o risco de morte prematura. Para mais de nove horas, o risco era de 30%.


Perigo à saúde
Você pode até morrer. Sim, estudos conduzidos com ratos comprovam que se você não dormir de jeito nenhum dentro de alguns dias a morte é uma certeza. Além disso, um estudo publicado no periódico "Sleep" indica que dormir menos do que seis horas aumenta em 12% o risco de morte prematura. Para mais de nove horas, o risco era de 30%.

Faz mal ao cérebro
Dormir mal também pode causar danos cerebrais. Uma pesquisa divulgada no periódico Sleep indicou que uma noite de sono mal dormida pode aumentar em cerca de 20% de duas moléculas presentes no cérebro, a enolase neurônio-específica e a proteína S-100B. O número dessas moléculas aumentam no sangue sempre que ocorrem lesões cerebrais.

Alivia a dor
Sonho conta como terapia. A fase do sono onde acontecem os sonhos, conhecida como REM (movimento rápido dos olhos, sigla em inglês), é importante para que o cérebro consiga controlar as memórias dolorosas. É “nos sonhos” que o cérebro ameniza nossa sensação em relação às memórias dolorosas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Privação de sono está ligada à obesidade, diz estudo

Segundo estudo, hábitos do sono podem influenciar ganho de peso


Sono no Trabalho pode influenciar no ganho ou perda de peso. A informação vem de um estudo publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, que se baseia na revisão de estudos anteriores, feitos num período de até 15 anos.

Conduzido pelo Departamento de Ciências Nutricionais da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o levantamento aponta que 35% dos americanos são obesos e que 28% dormem menos do que seis horas por noite.

Enquanto mudanças no estilo de vida e na dieta, além da prática de exercícios devem ser aplicados para ajudar na perda de peso, alterações nos hábitos de sono também podem ter influência.

"Vários estudos apontam para mudanças no peso corporal como efeito da privação parcial de sono. A relação entre a falta de sono e o excesso de adiposidade é ponto de interesse no controle do peso, principalmente para a perda de quilos", disse a professora Sharon M. Nickols-Richardson.

Para o estudo, foram analisadas pesquisas realizadas entre 1996 e 2011 e dados de pacientes que apontavam o consumo de energia, o gasto energético durante o dia, as quantidades de hormônios, como insulina, glicose, cortisona, entre outros.

Foi identificado um padrão nos pacientes que dormiam poucas horas por noite: a maioria apresentava redução da sensibilidade à insulina, menores índices de leptina e aumento de grelina, conhecido como hormônio da fome. As duas últimas substâncias influenciam o consumo de energia entre os perfis estudados. "Essas alterações promovem maior sensação de fome", disse a especialista. [Autor: Fonte: Terra]


Perder duas horas de sono pode prejudicar a memória, diz estudo
Segundo pesquisadores, o cérebro consolida as lembranças do dia enquanto dorme

Já sentiu que uma noite mal dormida te deixou perdida no dia seguinte? Se sim, seu problema não é pura preguiça como você pode pensar. Na verdade, segundo uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia divulgada no site "Daily Mail", perder duas horas de sono pode apagar algumas memórias para sempre.

Durante a conferência anual da Sociedade de Neurociência norte-americana, o pesquisador Ted Abel explicou que, ao analisar como ratos privados de dormir reagiam, percebeu-se que eles perdiam a capacidade de armazenar a memória. “Um curto espaço de tempo sem descansar poderia bloquear a consolidação da memória. Foram apenas três horas, o que para os ratos equivale a 20% do seu sono total. No caso dos humanos, seria como diminuir uma noite de oito horas para uma de seis, que é algo que fazemos normalmente”, diz Abel.

O estudo também mostrou que existe um período crítico depois de aprender algo em que as memórias são consolidadas, o que significa que perder o sono em certos pontos críticos pode ser mais danoso do que em outros. Abel destacou que qualquer informação perdida devido à essa privação está esquecida para sempre, ou seja, não adianta tentar recuperar o tempo perdido na noite seguinte.

Expert em sono, o médico inglês Neil Stanley conta que é importante dormir bem, pois nessa hora o cérebro pode fazer aquilo que estava ocupado demais para fazer durante o dia, “dormir é a hora calma e quieta que nos dá a oportunidade de preencher espaços”. Então, antes de brigar com alguém que esqueceu de atender um pedido seu, pergunte se essa pessoa tem dormido bem.

Marina Finco

terça-feira, 10 de abril de 2012

Dormir pouco agrava doenças do coração


Dormir pouco agrava doenças do coração
Menos horas de sono também podem provocar falhas de memória, maior risco de acidentes e menor produtividade

O diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), Geraldo Lorenzi Filho, destacou que é cada vez mais frequente as pessoas dormirem menos por estarem envolvidas em outras atividades. “A gente vai dormir cada vez mais tarde, vendo televisão, fica na internet e no dia seguinte tem que acordar cedo”, exemplificou.

“Isso, em médio e longo prazo, pode acarretar problemas. Desde os mais óbvios, você estar cansado no dia seguinte, com menos memória, maior risco de acidentes, menor produtividade, até problemas cardíacos”, alertou Lorenzi.


O médico destacou ainda o problema da apneia obstrutiva do sono, quando o paciente tem dificuldades para respirar durante a noite. “As manifestações clínicas são o ronco alto, que incomoda os outros. A pessoa acorda muitas vezes durante a noite, tem cansaço e sonolência durante o dia”, destacou Lorenzi. Segundo ele, a doença afeta 33% dos paulistanos.

Em longo prazo, a apneia pode comprometer a saúde coronária. “Na hora que você vai dormir, que seria um momento de descanso, essas pessoas ficam como se estivesse mergulhando o tempo todo, se sufocando”, explicou o médico. Ele recomenda que as pessoas com esses sintomas façam o exame de polissonografia, que avalia o comportamento do paciente durante o sono. (Agência Brasil)

domingo, 18 de março de 2012

Sono é a segunda maior causa de acidentes no trânsito


Sono é a segunda maior causa de acidentes no trânsito
Segundo Associação Brasileira de Sono, cansaço já responde por 30% das mortes


A sonolência ao volante já é a segunda maior causa de acidentes nas rodovias brasileiras, uma combinação que pode ser tão perigosa quanto beber e dirigir. Dados da Associação Brasileira do Sono (ABS) apontam que ele é o responsável por 30% das mortes e 20% dos acidentes em todo o país.

Números da Polícia Rodoviária Federal também mostram que 28% deles são causados por desatenção ao volante, uma das consequências geradas pelo fato de dormir mal.

A especialista em medicina do sono e representante da ABS no Estado, Simone Prezotti, afirma que o sono provoca redução na capacidade de concentração e de reflexos, além da sensação de fadiga. "Tanto que é comum as pessoas dizerem que estão bêbadas de sono", diz.

Ela disse que o tempo ideal do sono varia para cada pessoa, mas a média é de 7 a 8 horas por dia. "O ideal é que a pessoa se sinta descansada. Quem dorme cinco horas ou menos tem 50% mais chances de provocar acidentes".

A médica reforça que só deve assumir o volante quem estiver plenamente disposto. "Um café pode ajudar a despertar, mas o ideal é parar e dormir quando o sono vier", frisa. Ela também recomenda evitar dirigir entre meia noite e 8 horas da manhã e logo depois do almoço. "Nesses horários normalmente sentimos mais sonolência, e a temperatura do corpo cai", frisou.

Preocupação

O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego no Espírito Santo (Abramet), Sandro Rotunno, afirmou que os distúrbios do sono também são preocupação na contratação de motoristas. "As grandes empresas exigem testes de sono para contratar", diz.

Segundo ele, quem dirige com sono tende a cometer erros como sair de sua faixa. "Muitas vezes a pessoa cochila e não percebe as decisões que tomou ao volante. É comum estranhar o caminho ou se dar conta de que não notou uma certa placa", aponta.
Trânsito

20% dos acidentes são causados por motoristas sonolentos ao volante, segundo dados da Associação Brasileira do Sono.

7 horas é o tempo mínimo que um motorista deve dormir por dia antes de pegar a estrada.

foto: Carlos Alberto Silva

Izael Mazoli, 51, tem de dirigir à noite, por ter de trabalhar fora do Estado

Mecânico diz já ter sofrido três acidentes por causa de cansaço 

O mecânico náutico Izael Mazoli, de 51 anos conta que convive com o sono ao volante sempre que tem de pegar a estrada para viajar. Por causa disso, ele já sofreu três acidentes. "Viajo para o Rio de Janeiro todo mês e tenho que dirigir à noite, mesmo quando o cansaço bate", confessa.

Ele afirma que quando o sono começa a incomodar procura um lugar para descansar antes de seguir viagem. "Durmo por algum tempo para acalmar o sono. Depois levanto, lavo o rosto e até tomo um banho para dirigir mais disposto", diz. Outro aliado é o café, consumido sempre que há uma lanchonete por perto.

Já o advogado Felipe Nogueira, diz que só pega o volante se estiver se sentindo bem. "Se estiver com sono, eu prefiro atrasar a viagem. Só dirijo no horário comercial porque é mais seguro", relata.

Nos EUA, dirigir com sono é crime 

Em Nova Jersey, nos Estados Unidos, assumir o volante estando com sono é considerado crime desde 2003. Segundo o médico Sandro Rotunno, uma pesquisa realizada na região constatou que 88% dos policiais admitiram ter abordado motoristas com sintomas de embriaguez que não foi comprovada por testes. Na verdade, eles estavam com sono.

Fuja dos riscos



Descanso
O ideal é dormir de sete a oito horas por dia, mas esse tempo varia de pessoa para pessoa. O importante é que a pessoa se sinta descansada e disposta antes de assumir o volante

Alimentação
Uma alimentação saudável ajuda a dormir e acordar bem. A cafeína pode ajudar a despertar, mas não deve ser ingerida depois das 16 horas para não prejudicar o sono

Mexa-se
Atividades físicas como uma caminhada ajudam a deixar o corpo mais disposto antes de assumir o volante

Horários
Evite dirigir de madrugada, entre 0h e 8h da manhã e logo depois do almoço. Nesses horários, o corpo tende a, naturalmente, sentir mais sonolência

Rotina
Mantenha horários fixos para dormir e acordar

Tratamento
Ao sinal de distúrbios do sono, o ideal é procurar um especialista


A Gazeta (Elton Lyrio)

domingo, 15 de maio de 2011

Risco de morte é duas vezes maior em pessoas que dormem menos de 7 horas por noite

Uma pesquisa publicada no ano passado por médicos da Universidade de Nagoya, Japão, mostra que dormir, está longe de ser um desperdício de tempo e prolonga o tempo de vida.

Durante 12 anos, os hábitos de sono de 5 mil  habitantes da cidade de Gifu foram analisados. Foi observado que o risco de morte é quase duas vezes maior em pessoas que dormem menos de 7 horas por noite, se comparados a pessoas que dormem de sete a dez horas.

Para a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde, o sono não é apenas uma necessidade de descanso, é essencial para a saúde e bem-estar. É neste período que o organismo realiza a consolidação da memória e a regeneração celular, tão importante para o rejuvenescimento. “Passar noites sem dormir é uma das principais causas do envelhecimento” explica.

Uma noite mal dormida acarreta stress, queda de atenção e produtividade e dificuldade para manter o peso. "Quando dormimos mal produzimos muito cortisol, um hormônio relacionado ao stress. O excesso de cortisol pode aumentar a vontade de comer principalmente pães, doces e massas, o que acaba com qualquer dieta", explica Thais

Entre os distúrbios do sono mais freqüentes podemos destacar a insônia, o ronco e a apnéia do sono.

A Insônia é a percepção ou queixa de sono inadequado ou de baixa qualidade. Normalmente os indivíduos relatam: dificuldade em “pegar” no sono, levantar freqüentemente durante a noite com dificuldade de voltar a dormir, acordar muito cedo e sono não restaurador. Os indivíduos geralmente variam em suas necessidades de sono. A insônia pode causar problemas durante o dia como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e irritabilidade.

O ronco é uma respiração barulhenta durante o sono, causado pela vibração do ar na garganta. O ronco pode resultar de vários distúrbios, incluindo obesidade, aumento das amídalas e desvio de septo. Fumar, consumir bebidas alcoólicas em excesso e dormir de barriga para cima também podem facilitar a ocorrência de roncos. Mesmo que o sono seja de leve à  moderado, o barulho emitido pode chegar a 50 decibéis. Em alguns casos, um ronco alto pode atingir 80 decibéis.

Já a apnéia do sono é uma desordem caracterizada pela suspensão da respiração durante o sono. Estes episódios de apneia podem durar alguns segundos, por tempo suficiente para que uma ou mais respirações sejam perdidas, após os quais é retomada a respiração normal, e ocorrem repetidamente durante o sono. A pessoa acorda diversas vezes, tentando respirar e não tem um sono reparador.

Para a especialista, os alimentos são muito importantes na contribuição para uma boa noite de sono. É importante consumir alimentos fonte de triptofano, aminoácido precurssor de serotonina, um neurotransmissor relacionado a sensação de bem-estar. Cereais integrais, tâmaras, banana, semente de linhaça e iogurte são alguns desses alimentos.

Segundo Thais não só o triptofano é necessário para a produção de serotonina, outros nutrientes também estão envolvidos. “Assim como o triptofano os alimentos fontes de magnésio e vitaminas do complexo B devem aparecer no cardápio para uma boa noite de sono” explica a nutricionista.

Boas fontes de magnésio são as folhas verdes escuras como a couve, as oleaginosas (castanha de caju, castanha do Brasil, amêndoas, avelã, amendoim, pistache e nozes) e os cereais integrais. As vitaminas do complexo B além de serem encontradas no cereais integrais estão no levedo de cerveja, nos feijões e no shitake, brócolis, tomate, espinafre, rúcula, couve, acelga e almeirão. “Deve-se evitar consumir refrigerantes, chocolates, café e chá mate, pois são fontes de cafeína que pode afetar o sono” afirma Thais.

De acordo com a nutricionista, uma outra boa dica para ter uma boa noite de sono é desfrutar de um banho quente à noite, porque ajudará a relaxar e consumir um chá de ação calmante como camomila, capim limão, jasmim, melissa e maracujá.

O que ajuda na hora do sono?
Travesseiro aromático – Camomila - Os travesseiros recheados com fibra anti-alérgica e anti-mofo, além de ervas confeccionadas. São 100% naturais. Com o aroma de camomila, tem propriedades calmantes, sedativas, combate a irritabilidade excessiva, dores de cabeça e tensões.

Chá de Camomila, maça, maracujá - São alimentos que tem ação calmante, que relaxa naturalmente. Prepare a infusão e tome antes de dormir.Banana passa orgânicaBanana passa orgânica é cultivada sem a adição de agrotóxicos e aditivos químicos. Produto 100% natural, alto teor de fibras, sem adição de açúcar e conservantes. Não contém glúten. A banana passa é uma excelente fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor relacionado a sensação de bem-estar.

RECEITAS
Painço com abacaxi, coco e linhaça
Ingredientes: 6 xícaras de chá de água
¼ de colher de chá de sal marinho
1 xícara de chá de painço cozido
½ xícara de chá de bebida de soja
½ xícara de chá de abacaxi fresco, picado
¼ xícara de coco ralado, sem adição de açúcar
4 colheres de sopa de semente de linhaça
¼ xícara de xarope de agave
Modo de preparo:
Ferver a água e o sal marinho e bater com o painço. Levar novamente ao fogo e deixar cozinhar em fogo baixo por cerca de 30 minutos. Deixar descansar por 5 minutos. Soltar com um garfo e cobrir com a bebida de soja, o abacaxi, o coco, a linhaça e o xarope de agave. 
Rendimento: 4 porções, aproximadamente 160,0 Kcal por porção.
Saborosa receita, sem glúten, lactose e açúcar.
O painço é fonte de triptofano e magnésio, nutrientes que estimulam a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar.
A linhaça, além de ser fonte de triptofano, é rica em fibras que melhoram o funcionamento intestinal e ômega 3, ácido graxo indispensável para a memória e concentração.
Dica: prefira, sempre que possível, ingredientes orgânicos, que são isentos de contaminação química e possuem maior valor nutricional, aroma e sabor.

Fonte: Bruna Murta – nutricionista da rede Mundo Verde.

Mingau de painço com banana e nozes

Ingredientes: 5 xícaras de água
1 pitada de sal
1 xícara de painço
1 xícara de bebida vegetal de arroz
2 bananas cortadas em rodelas
1/4 de xícara de nozes picadas
1/4 de xícara de mel

Modo de preparo:
Em uma panela grande levar a água ao fogo até levantar fervura, adicionar a pitada de sal e o painço. Mexer e abaixar o fogo, deixar cozinhar por 20 minutos mexendo de vez em quando. Depois de cozido colocar em tigelas. Por cima colocar um pouco da bebida de arroz, rodelas de banana, nozes e mel.

Rendimento: 4 porções de aproximadamente 180kcal cada

Diversas pesquisas mostram os benefícios de uma dieta baseada em cereais integrais na proteção para doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e morte prematura. O painço é mais que uma alternativa interessante aos outros cereais integrais.

Ele se destaca por ser considerado boa fonte de importantes nutrientes, entre eles manganês, magnésio, fósforo e de triptofano. O Painço tem quase tanta proteína quanto o trigo, mas não contém glúten, e por isso é uma ótima alternativa para os que são sensíveis a essa proteína. Por seu baixo teor de gordura tem poucas calorias e fácil digestão.

Fonte: Flavia Morais – nutricionista da rede Mundo Verde.


Sono a fonte da juventude

Uma das melhores coisas que você pode fazer pela sua saúde é dormir bem. O sono evita doenças e é fundamental para que você tenha uma vida mais longa

por Rodrigo Vergara
Você é daqueles que acha a vida curta demais para desperdiçar um terço dela na cama, dormindo? Pois esse raciocínio é tão sensato quanto o de um marinheiro que, ao detectar um furo no casco do barco, faz outro buraco para a água escoar para fora. Ou seja, só agrava o problema. Pesquisas recentes mostram que dormir, longe de ser um desperdício de tempo, prolonga o tempo de vida. Ou seja: quem dorme menos do que precisa vive menos.

Em primeiro lugar, é bom esclarecer que essa fórmula da juventude não tem nada a ver com a ladainha da sua avó, que obrigava você a dormir oito horas por dia. Esse tabu caiu faz tempo. O consenso médico atual diz que cada um sabe quanto sono precisa. Basta que o descanso seja de boa qualidade e suficiente. A medida é não haver sonolência no dia seguinte. Parece simples, certo? Afinal, dormir é grátis e não requer aprendizado.

Mas não é o que acontece. A falta de sono afeta tanta gente que já vem sendo chamada de epidemia. Só nos Estados Unidos, a privação de descanso afeta o trabalho de 160 milhões de pessoas, vítimas da pressão cultural pela redução do tempo que passam na cama. Nos últimos 100 anos, o homem moderno perdeu, em média, 90 minutos de sono por noite, roubados pela difusão da luz elétrica, pela industrialização, pelas longas jornadas de trabalho. Em 1910, dormia-se nove horas em média. Hoje, são 7,5 horas. Pode-se argumentar que, de lá para cá, a expectativa de vida dobrou. No Brasil, de 33,7 anos, em 1900, para 68 anos, em 1999. A verdade é que a evolução daexpectativa de vida envolve outras variáveis, como a cura de doenças e a melhoria das condições sanitárias.

Isolado, porém, o sono é determinante para a longevidade, como comprova uma pesquisa publicada no ano passado por médicos da Universidade de Nagoya, Japão. Eles estudaram por 12 anos um grupo de 5 000 habitantes da cidade de Gifu. A pesquisa analisou apenas os hábitos de sono do grupo e revelou que o risco de morte para quem dorme menos de sete horas diárias é quase duas vezes maior que o das pessoas cujo descanso varia entre sete e dez horas.

“O sono é o mais importante indicador de quanto tempo uma pessoa viverá. Mais importante até que seus hábitos de risco, como tabagismo e sedentarismo, ou alguns níveis metabólicos vitais como pressão arterial e nível de colesterol no sangue”, diz William Dement, fundador do primeiro centro de estudos do sono, na Universidade de Stanford, Estados Unidos.

“O sono desempenha uma função fundamental para o funcionamento do corpo”, afirma o neurologista Rubens Reimão, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Só que ninguém sabe que função é essa.” Uma das hipóteses mais aceitas é que a razão de dormirmos é que poupamos energia durante o sono. Para vários cientistas, no entanto, dormir serve para o organismo refazer os estoques de proteínas e enzimas gastos durante o dia. Há ainda quem sustente que o corpo metaboliza alguma substância – que ainda não se sabe qual é – acumulada no período de vigília. Ou, simplesmente, que o sentido do sono é meramente ficar quieto para evitar chamar a atenção dos predadores. Ou seja, dormir seria apenas uma estratégia do tipo “fingir-se de morto”.

O mecanismo que leva uma pessoa a dormir também permanece um mistério. O que faz com que você perca a consciência em um certo momento e mergulhe de cabeça no mundo de Morfeu? Uma enzima? Uma pane elétrica no cérebro? Ninguém sabe. Aliás, o tema é tão pouco conhecido que substâncias importantes envolvidas no ato de dormir foram descobertas há apenas três anos.O que se sabe é que o sono está relacionado a relógios biológicos com ciclos de 24 horas. Um desses gatilhos envolve a melatonina, hormônio indutor do sono produzido no cérebro principalmente à noite. Para alguns cientistas, é a melatonina que “diz” ao corpo quando é hora de dormir, o que dispara uma mudança no organismo. A temperatura corporal cai 1°C ou 2°C, o fluxo sangüíneo cerebral diminui e o metabolismo desacelera seu ritmo em cerca de 10%. Os músculos perdem aos poucos a tonicidade até ficarem flácidos. E o cérebro, longe de ficar “desligado”, funciona a pleno vapor, mas de forma diferente, com ondas elétricas mais lentas.

“Mas o que torna o sono imprescindível é que alguns processos vitais, como a produção de determinados hormônios essenciais, só ocorrem quando estamos adormecidos”, diz o biólogo Mário Pedrazzoli, pesquisador de Genética Molecular do Sono no Instituto do Sono, em São Paulo, e que trabalhou por dois anos no laboratório de Genética do Sono da Universidade de Stanford. Reduzir o tempo dedicado a esses processos é como não carregar direito a bateria do celular. O tempo de uso do aparelho – no caso, seu corpo – diminui.

“Um dos efeitos da redução do tempo de sono é o envelhecimento precoce”, diz a biomédica Deborah Suchecki, também do Instituto do Sono, um dos maiores centros de estudos do tema no mundo, pertencente à Universidade Federal de São Paulo. O sono, por exemplo, facilita o metabolismo dos radicais livres – moléculas de oxigênio super-reativas resultantes da produção de energia nas células. Circulando pelo corpo, tais moléculas provocam desdeenvelhecimento celular até câncer. Pois bem. Privadas de sono, cobaias tiveram uma redução na concentração de glutationa, enzima que regula o metabolismo dos radicais livres. Menos enzima significa mais radicais livres e, portanto, envelhecimento e morte antecipados.

Em humanos, a privação de sono em jovens é o suficiente para fazê-los parecer velhinhos. É o que diz um estudo divulgado no ano passado por Eve van Cauter, médica da Universidade de Chicago. Onze rapazes saudáveis, com idades de 18 a 27 anos, foram proibidos de dormir mais de quatro horas por noite durante seis dias. Ao final do teste, seus metabolismos eram comparáveis aos de pessoas com mais de 60 anos. O nível de insulina no sangue caiu para níveis de portadores de diabetes e a concentração de cortisol, hormônio secretado em situações de estresse, manteve-se em níveis elevados, como acontece em idosos. Os pesquisadores vêem no resultado um caráter socioeconômico. “Pessoas de menor poder aquisitivo não têm oportunidade de dormir o suficiente”, diz o estudo. “Dormir é um privilégio que se conquista com muito esforço. Quando jovem, eu trabalhava 14 horas por dia e dormia pouco. Hoje, durmo quanto quero”, diz o empresário Olacyr de Moraes, que perdeu boa parte de seu império, mas, como se vê, manteve o privilégio de dormir bem.

Seguir acordado noite adentro também favorece o surgimento de infecções. Em laboratório, cientistas privaram ratos de sono por tempo indeterminado. Resultado: morte por infecção generalizada, sugerindo que a falta de sono debilita o sistema imunológico. Tal hipótese é reforçada por outros estudos sobre o sono e as defesas do corpo, como a ação das interleucinas, substâncias fundamentais na resposta imunológica. Em altas concentrações, as interleucinas induzem o sono, o que explica por que doentes dormem mais. O sono, portanto, não só previne doenças como também auxilia a cura.

Outro ponto interessante é que, durante o sono, cai a produção de noradrenalina, um neurotransmissor acionado em situações de estresse. Na etapa do sono chamada REM (Rapid Eyes Movement, em inglês movimento rápido dos olhos), na qual ocorrem os sonhos , a produção da noradrenalina é cortada. Com menos horas de sono, o tempo de REM diminui e o corpo passa mais tempo sob efeito do neurotransmissor do estresse.

Por fim, há o risco de acidentes. Uma noite em claro causa uma embriaguez leve, algo como beber uma cerveja. Mas não é preciso virar a noite para comprometer a atenção: apenas 90 minutos a menos de cama reduzem 32% a vigilância, diz estudo realizado na Universidade Estadual Wright, em Ohio, Estados Unidos. Ficar sem dormir atrapalha a conexão entre neurônios, lembra a pesquisa. No Reino Unido, mais de 20% dos acidentes de trânsito são causados por motoristas que dormem ao volante. Por tudo, o sono é uma daquelas poucas coisas da vida que têm tudo o que todo mundo procura: é gostoso, faz bem e é barato. Então, vá dormir!

Sono, Estudo Abrangente, de Rubens Reimão, Editora Atheneu, São Paulo, 1996

The Promise of Sleep, De William C. Dement, Editora Delacorte, Estados Unidos, 1999

Na Internet:
Centro de Estudos do Sono da Universidade de Stanford:
www.med.stanford.edu/school/psychiatry/coe/main.html

Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos:
www.ncbi.nlm.nih.gov

rodrigo.vergara@abril.com.br

Hora da sesta

Proteína recém-descoberta pode ser a explicação para a vontade de dormir que sentimos depois do almoço
Uma proteína desconhecida até três anos atrás pode ajudar a desvendar um dos maiores empecilhos à produtividade do ser humano: aquele sono irresistível depois do almoço.
De tão nova, a substância, produzida no hipotálamo, não tem nome definitivo: alguns cientistas chamam-na de hipocretina. Outros, de orexina. Agora está se pensando em batizá-la de agripinina.
Nomes à parte, o que importa é a ação da agripinina como neurotransmissor, responsável pela comunicação entre neurônios. Seu papel é estimular uma região do cérebro responsável por nos manter despertos. O elo desse processo com a alimentação é a leptina, uma enzima produzida pelo organismo quando comemos. A presença da leptina inibe a produção da agripinina, ou seja, quanto mais leptina no cérebro, menos agripinina, e maior o sono.
A proteína também está ajudando a ciência a elucidar um grave distúrbio do sono, a narcolepsia, que atinge uma em cada 2 000 pessoas e tem sintomas extravagantes: é a única que causa cataplexia, um sono repentino que acomete o doente em situações emotivas. Há casos de pessoas que caem no sono ao rir de uma piada ou durante uma discussão no trânsito. Detalhe: a pessoa não consegue se mexer, mas se mantém consciente.
“Quem não conhece meu problema acha que estou dormindo, mas em segundos eu desperto e acompanho a conversa normalmente, porque estava ouvindo tudo”, diz o advogado João José Pedro Frageti, que, antes de ser diagnosticado, procurou ajuda em centros espíritas. Em média, os portadores de narcolepsia levam 14 anos para descobrir o mal que os aflige. Os narcolépticos também sofrem de um tipo de paralisia durante o sono. A pessoa acorda, mas não consegue se mexer, porque a resposta muscular está cortada. Pesquisas recentes realizadas pelas universidades de Stanford e Chicago descobriram que 90% dos pacientes têm um defeito genético. “O desafio agora é sintetizar uma substância que imite seu efeito”, afirma o biólogo Mário Pedrazzoli, um dos autores do estudo da Universidade de Stanford.

Dormindo com o inimigo

Em 100 anos de estudo, os cientistas já descreveram mais de 80 distúrbios ligados ao sono. Desde insônias passageiras até doenças que culminam com a morte. Conheça os problemas mais comuns
Apnéia obstrutiva do sono – Um problema simples com conseqüências graves. Aapnéia tem como causa uma obstrução da passagem do ar durante o sono devido ao relaxamento dos tecidos da faringe ou pela língua. Sufocada, a pessoa acorda por alguns segundos, respira e volta a dormir, em um ciclo sono–despertar que se repete às vezes mais de 80 vezes por hora, causando sonolência durante o dia. A cada sufocamento, a oxigenação do sangue diminui, exigindo uma compensação do coração. Resultado: taquicardia, arritmia e pressão alta. Há outras conseqüências: ao tentar respirar, o paciente acaba por sugar o conteúdo do estômago, causando irritação no esôfago. Pode ser tratada por cirurgia, aparelhos para facilitar a respiração ou mudanças de hábitos de sono.
Insônia – É a percepção de que o sono não foi suficiente. Com essa definição abrangente, a insônia é o distúrbio mais comum: um terço da população sofre desse mal. Há várias causas, desde uma cama desconfortável até problemas psiquiátricos, passando pela mais comum delas: a ansiedade.
Jet-lag – Sonolência decorrente de mudança no fuso horário. Embora temporária, pode trazer grande prejuízo. Há casos de executivos que perderam negócios devido ao mau desempenho em reuniões. Para evitá-lo, o ideal seria começar a dormir antecipadamente no horário do local de destino. Experimentos recentes indicam que o viajante pode atenuar o problema se, alguns dias antes da viagem, passar a comer no horário das refeições de seu destino.
Sonambulismo – Está ligado a um determinado tipo de onda cerebral, as ondas delta, mais presentes no sono durante a infância, o que torna o sonambulismo um distúrbio típico entre crianças. Os cientistas aconselham a não acordar o sonâmbulo, para não deixá-lo confuso. Mas a lenda de que acordar um sonâmbulo pode matá-lo não passa disso mesmo: uma lenda.
super.abril.com.br

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sono de beleza não é mito, está "provado"

Um estudo sueco comprova que a ideia de que as pessoas precisam de um "sono de beleza" é correta. Segundo o relatório do estudo, os rostos dos voluntários quando estavam privadas de sono foram percebidos como menos saudáveis, mais cansados e menos atraentes do que nas fotos após terem dormido oito horas.

John Axelsson do Karolinska Institutet, na Suécia liderou o estudo, que analisou um total de 23 pessoas com idade entre 18 e 31.

Sessenta e cinco observadores avaliaram se as pessoas ficavam mais atrativas, após uma boa noite de sono ou quando eram privados de sono.

Para determinar as diferenças, as fotografias foram tiradas dos voluntários entre 14:00-15:00, ambos após uma boa noite de sono e um número mínimo de descanso horas.

Aos observadores foram então mostrados os resultados sem conhecer o "estado de sono" dos indivíduos.

Eles julgaram que as imagens tomadas após a privação do sono, fez as pessoas parecem ser menos saudáveis, menos atraente e mais cansados.

Às pessoas é recomendado ter entre seis e oito horas de sono a cada noite, embora a quantidade ideal vai variar dependendo do indivíduo.

"Uma noite bem dormida é não só melhorar a sua saúde fisiológica, mas também irá fazer você parecer mais saudável e atraente, que por sua vez aumenta a chance de melhores tratamentos em uma ampla gama de situações sociais."





quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Curioso. Turistas param o carro no semáforo e caem no sono, em Vitória

A cena atraiu a atenção de pessoas que passavam pelo local e viam os dois rapazes dormindo tranquilamente.


Quem passou pelo cruzamento das avenidas Leitão da Silva e César Hilal no início da manhã desta quinta-feira (11) se deparou com uma cena no mínimo inusitada. Dois homens pararam no semáforo do cruzamento e acabaram caindo no sono. A cena atraiu a atenção de pessoas que passavam pelo local e viram os dois rapazes dormindo tranquilamente, até a chegada de uma viatura da Guarda Municipal.

Segundo informações da polícia, eles são turistas e estavam voltando de uma boate quando dormiram com o veículo parado no sinal. Ainda não há informações se eles ingeriram algum tipo de bebida alcoólica.

A cena atraiu a atenção de pessoas que passavam pelo local e viram os dois rapazes dormindo tranquilamente, até a chegada da viatura da Guarda Municipal


De acordo com o titular do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória, delegado José Luiz Pazetto, os dois rapazes vão ser ouvidos na delegacia do bairro Jucutuquara, em Vitória, e devem ser liberados em seguida.

"Acredito que não há crime nesse caso. Eles simplesmente pararam o carro e dormiram. Apenas atrapalharam o trânsito, só isso", afirmou o delegado.
Roberto Pratti. Turistas param no semáforo e dormem


GAZETA ONLINE

Vídeo: Motorista e carona dormem ao volante em cruzamento de Vitória

 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Saúde do coração e do cérebro precisa de sono saudável

O sono é um passatempo que ocupa um terço de nossas vidas, mas, até recentemente, poucos currículos escolares médicos deram ao tema de dormir mais do que menção passageira. O sono era considerado uma necessidade, mas apenas como uma fonte de recuperação de energia para os músculos cansados e órgãos. Agora, a comunidade médica tem despertado para a importância do sono, e ainda identificou muitos problemas cardiovasculares (coração e circulatórias) relacionados com a má respiração durante o sono, conhecidas como apnéia do sono. Esta nova consciência, fez a identificação e tratamento da apnéia do sono tão importante quanto o controle da pressão arterial, glicemia, colesterol e para eliminar um fator de risco cardiovascular.

A apnéia obstrutiva do sono (SAOS) é a forma mais comum de distúrbios respiratórios do sono. Ela envolve um colapso da faringe (garganta) por trás da boca ou do nariz devido ao excesso de tecidos, aumento tonsilar, a língua que cai para trás, ou disfunção do nervo. Os sintomas são muito abrangente, incluindo ronco, respiração ofegante ou asfixia durante a noite, por despertares freqüentes, fadiga diurna excessiva, micção noturna freqüente, disfunção erétil, sudorese noturna, falta de concentração, de difícil controle da pressão arterial, ou simples falta de energia. Às vezes, a única indicação de OSA é a observação da respiração ruim por um parceiro adormecido.

Nos últimos anos, resultado de vários estudos científicos foram publicados que demonstrem inequivocamente o quão importante é a respiração no sono.Em particular, a associação de AOS com muitas consequências negativas cardiovasculares levou os investigadores a nível mundial a examinarem as causas e identificar os benefícios do tratamento. Cardiologistas de uma universidade belga,  verificaram em pessoas estudadas que não apresentaram quaisquer sintomas de doença cardíaca, mas tinham OSA. Eles estabeleceram uma relação direta entre a apnéia e mudanças significativas na função cardíaca e na estrutura do coração. Estas mudanças incluíram espessamento das paredes do coração e diminuição da velocidade e quantidade do fluxo de sangue para fora do coração. O tratamento da OSA por seis meses inverteu a  estrutura cardíaca e mudanças do fluxo sanguíneo total. Sua pesquisa foi publicada em 2007 no Journal of American College of Cardiology. As implicações são surpreendentes: os indivíduos com apnéia do sono deve tratar o problema para evitar doenças cardíacas inevitável, alterações cardíacas estruturais e disfunção de bombeamento de sangue podem se desenvolver em pessoas sem tratamento para a apnéia, mesmo antes que haja sintomas de doença cardíaca.

Cientistas espanhóis estudaram quase 2000 homens em uma média de 10 anos. Cerca de 1500 tinham OSA, quase 500 foram sujeitados ao tratamento da apnéia ou ronco. O estudo demonstrou que pacientes com SAOS grave que não receberam o tratamento teve quatro vezes maior risco de acidentes fatais e não fatais de eventos cardiovasculares (ataques cardíacos, acidente vascular cerebral, cirurgia de marca-passo ou angioplastia) que o grupo controle pareado. O estudo mostrou dramaticamente a redução significativa do risco de um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral em pessoas que foram escolhidas para serem tratadas de apnéia do sono.

Até recentemente, não estava claro por que os sobreviventes do curso teve uma chance de aproximadamente 50% de apnéia significativa. Muitos têm questionado se a apnéia do sono é a causa de, ou o resultado, o acidente vascular cerebral. Pesquisadores em Yale Yaggi ajudaram a esclarecer a imagem em seu estudo publicado no New England Journal of Medicine em 2005. Eles mostraram uma triplicação do risco de acidente vascular cerebral ou morte em pacientes com SAOS grave não tratada, e uma duplicação do risco para os pacientes de apnéia, de qualquer gravidade.  Assim, tornou-se aparente que o tratamento da apnéia do sono é extremamente importante para ajudar a impedir o curso destas doenças. Este estudo foi um dos poucos que levou a American Heart Association para declarar que OSA é um fator de risco para acidente vascular cerebral.

Há conseqüências potencialmente significativas cardiovasculares à da saúde dos pobres em sono, particularmente da respiração durante o sono ineficaz. Muitos médicos já reconheceram a importância de questionar os seus hábitos e comportamento de sono dos pacientes. Locais de teste e tratamento para a apnéia do sono estão prontamente disponíveis nos EUA (no Brasil também).
Existem importantes implicações cardiovasculares na  respiração anormal durante a noite. Se você está incerto sobre sua saúde do sono, pergunte ao seu médico.


Fonte: optimalsleephealth.com