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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Economize até R$ 980 por ano no celular


Novo serviço compara preços das operadoras
Portal mostra a melhor oferta: economia chega a R$ 980 anuais

A pesquisa é uma arma para o consumidor que deseja economizar nos gastos com a telefonia móvel. E para não perder tempo procurando cada uma das operadoras, o usuário do celular agora conta com um site que compara os planos e serviços de todas as empresas. A economia pode chegar a R$ 980  por ano.

O portal da Pricez, desenvolvido em parceria com a Teleco, faz simulações de planos e mostra a melhor oferta. No caso do telefone pré-pago, por exemplo, uma das operadora que oferecem  pacotes mais vantajosos é a Oi.

Com crédito de R$ 35, o consumidor pode ganhar mais de 10 mil minutos para falar com outros telefones da mesma empresa. A operadora que dá o segundo maior volume de bônus é a Claro, com 900 minutos. A Vivo fica em terceiro, com 872 minutos. A Tim tem o pior desempenho, segundo o site, presenteando o cliente com apenas 288 minutos.

Em quase todas as pesquisas feitas pelo site, a Oi é a que apresenta condições mais vantajosas, tanto no modelo pré-pago, quanto no pós-pago.

Para chegar a esse resultado, as instituições levaram em conta ofertas e promoções existentes no país de telefonia celular utilizando um conceito de busca pelo menor preço por meio de uma plataforma on-line. As informações serão revisadas a cada quatro meses.

“Existem mais de 40 mil combinações de planos e promoções por DDD. Fica inviável para o cliente mapear a melhor oferta. Assim, buscamos facilitar essa tarefa”, afirma Diego Oliveira, presidente da Pricez.
foto: Arte A Gazeta

Segundo diretores do site, 87% dos clientes de telefonia não têm o melhor tipo de plano, que permite, por exemplo, ganhar bônus para falar ilimitado, navegar na internet e ainda enviar mensagens de texto sem se preocupar com o valor da conta no final do mês.

O site mostra ainda que, para os usuários do pré-pago que não navegam na web, pouco utilizam SMS e realizam ligações com duração de dois minutos para celulares da mesma operadora, ainda vale a pena adotar um plano pré-pago. Para esse perfil de consumidor, o melhor é o Fala + Brasil com Bônus, da Claro, que conta com a melhor tarifa de ligação para números da mesma operadora.

Para clientes do pós-pago, a pesquisa identificou ainda que para usuários que têm um perfil de consumo médio, em que 30% das chamadas efetuadas são de longa distância, o consumo local é alto e a utilização da web é de cerca de 150 MB, o Oi à Vontade 110 é a melhor escolha.

Nesse caso, a Oi chega a ser 50% mais barata do que a Vivo, por exemplo, que aplica um preço de
R$ 200, em média, por mês, mostra o site.

Empresas apontam limitações do serviço
Apesar de acharem a ferramenta importante, as operadoras criticam a forma que ela foi construída.

A Tim não concorda com os pontos apresentados e reitera que disponibiliza planos do mercado melhores do que foram apontados. Em nota, a empresa disse que é a única que oferece plano pós-pago verdadeiramente ilimitado – o Liberty – com chamadas locais e DDD ilimitadas para qualquer número TIM do Brasil. Ainda oferece internet ilimitada no celular por R$ 29,90.

A Vivo afirma que considera positiva a iniciativa de criação da ferramenta, mas ressalva que ela precisa evoluir. Por isso, a empresa recomenda que o cliente entre em contato com a operadora para conhecer as melhores opções para seu perfil de uso. No caso do pós-pago, por exemplo, há opções como o Vivo Você Ilimitado, com planos a partir de R$ 59,00, com ligações ilimitadas para Vivo Local e 60 minutos para outros tipos de chamada. As outras empresas não enviaram respostas.

A Gazeta

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pessoas mentem mais ao enviar mensagens de texto


Pessoas mentem mais ao enviar mensagens de texto
Motivo maior para mentirem por torpedo é porque essa opção esconde sinais sutis

Pelo celular, as emoções e os sinais
sutis da mentira não podem ser vistos
Mensagens de texto levam as pessoas a serem mais mentirosas quando comparadas com outros meios de comunicação, segundo pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, nos EUA.

O estudo mediu a frequência com que as pessoas mentiam usando diferentes mídias: a partir de mensagens de texto a contatos pessoais. "As pessoas estão usando um número cada vez maior de veículos para se comunicar", diz o professor e co-autor da pesquisa, Ronald Cenfetelli.

O motivo para as pessoas mentirem mais por meio do texto é porque essa opção esconde os sinais sutis que os mentirosos costumam mandar através do olhar e do movimentos das mãos.


A pesquisa envolveu 170 estudantes agrupados em pares realizando conversas por meio de quatro formas: áudio, vídeo, texto e pessoalmente.

Pesquisa
Durante o diálogo, um dos estudantes fingia trabalhar na bolsa de valores e tentava vender ações para o outro. No entanto, o estudante no papel de vendedor sabia que as ações perderiam 50% do valor em uma semana.

Para aumentar o envolvimento dos participantes, os pesquisadores prometeram recompensas em dinheiro para quem vendesse o máximo de ações problemáticas para os compradores.

A conclusão: os acionistas mentiam com mais frequência quando vendiam ações por meio de mensagem de texto se comparado a outras formas de comunicação.

Segundo o estudo, os compradores que recebem informações via mensagem de texto têm 95% mais chances de serem enganados do que os que interagem através de vídeo, 31% dos que conversam pessoalmente e 18% dos que negociam por meio de áudio.(MSN)



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Internet. A geração 4G já chegou para turbinar a sua conexão


A geração 4G já chegou

Operadoras preparam estrutura para turbinar conexões


Em breve, o consumidor deixará de navegar por "águas misteriosas" ao usar a internet pelo celular. O serviço terá mais qualidade e ficará mais rápido e seguro com a tecnologia de quarta geração (4G) que está por vir.

As operadoras de telefonia já iniciam a preparação do terreno para oferecer esse novo serviço ao mercado. Investimentos em infraestrutura para implantação do 3G serão aproveitados para testes de conexão de 4G.

Com a nova tecnologia, será possível ter uma capacidade de acesso de até 300 megabites, enquanto que a terceira geração tem velocidade máxima de 8 megabites.

A Vivo vai iniciar o estudo no próximo mês. Já a Claro, até o final do ano, pretende implantar um projeto piloto. A operadora começou os preparativos para a operação da nova tecnologia até no Espírito Santo.

Segundo a diretora regional da Claro, Gabriela Derenne, a empresa tem investido numa rede capaz de suportar navegação em alta velocidade.

"Mais de 70% da nossa rede já suporta o 4G e até o final do ano será 100% em todo o país", afirma.

A diferença do 3G para o 4G é gritante. As novas conexões móveis serão potentes ao ponto de ultrapassar em qualidade a internet banda largo fixa.

Hoje, o consumidor consegue um acesso de, em média, 21 megas por segundo. Já no 4G, será de 1giga por segundo.

Diferente do 3G, a internet de quarta geração, por ter uma cobertura ampla, tem estrutura para receber um maior número de acessos.
A perfomance é superior e permite ao usuário ter acesso a conteúdos mais pesados, como vídeos.

A Vivo, que pretende até o final do ano ter 3G em todos os municípios do Espírito Santo, afirma que já fez testes em laboratório da tecnologia 4G.

O diretor de planejamento e tecnologia da Vivo, Átila Branco, explica que toda a rede da operadora também está preparada para o novo sistema.

"Agora é preciso aguardar as licitações das novas frequências para que as empresas iniciem as operações".

O prazo para que o 4G seja efetivamente implantado é até 2013. A  Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou no ano passado o cronograma que prevê as mudanças na destinação da faixa de 2,5 GHz em benefício das operadoras de celular.



Facilidade no acesso a vídeos e rede social

Antes, o consumidor tinha um celular analógico. Usava apenas para fazer ligações. Depois, passou a adotar o envio de mensagens como ferramenta de comunicação. Agora, muitos aparelhos estão conectados à rede, permitindo a pessoa a conversar no MSN, postar vídeos no YouTube e compartilhar informações no Twitter e no Facebook.

Com o 4G, ter esse tipo de experiência em navegação será mais fácil. No entanto, para usufruir da alta velocidade, o consumidor precisará amargar um gasto nada atraente.

Smartphones vendidos no mercado não conseguirão absorver toda a capacidade da quarta geração.

Especialistas explicam que a conexão para esses aparelhos vão melhorar. No entanto, para chegar até a excelência de navegação, o consumidor terá de comprar um aparelho 4G.

Fabricantes de celular já começam a fabricar produtos com esse potencial de acesso. E nos próximos anos, como ocorre hoje, com o 3G, os notebooks já serão vendidos no mercado com modem 4G embutido.

domingo, 5 de junho de 2011

Pesquisador esclarece que estudo da OMS não afirmou que celular causa câncer

O que aconteceu é que a radiação dos celulares foi classificada em nível 2B em uma escala de risco que vai de 1 a 4. Além das radiações dos celulares, o cafezinho também está nessa categoria.
Pela primeira vez, cientistas dizem que celulares podem aumentar risco do aparecimento de alguns tipos de câncer para quem usa o telefone durante mais de meia hora por dia ao longo de pelo menos 10 anos.

Esta semana, a Organização Mundial da Saúde, a OMS, soltou um alerta que deixou muita gente preocupada. Haveria uma possível ligação entre o uso do celular e o surgimento de tumores no cérebro. O Fantástico ouviu os maiores especialistas do mundo para você entender o que a ciência tem a dizer sobre esse alerta e ainda preparamos um serviço completo para você usar seu telefone celular sem medo.

Estamos cercados de radiação e não podemos fugir dela. A maior fonte é o sol. Antenas de rádio, como o nome diz, emitem radiação. Assim como as de TV e de celulares. Redes de transmissão sem fio, telefones sem fio - a maioria dos aparelhos do nosso dia a dia emite algum tipo de radiação.

Esta semana, um grupo de especialistas ligados à Organização Mundial da Saúde decidiu analisar todos os estudos já feitos até agora sobre a radiação emitida pelo celular. Pela primeira vez, os cientistas dizem os celulares possam aumentar o risco do aparecimento de alguns tipos de câncer para quem usa o telefone durante mais de meia hora por dia ao longo de pelo menos 10 anos.

Um deles é o glioma, um tumor maligno no cérebro, outro é o meningioma, o câncer na membrana que envolve o cérebro e o neuroma acústico, que se forma perto do ouvido, não é maligno, mas pode causar surdez.

Há um tipo de radioatividade a ciência conhece bem: é a que vem da tecnologia nuclear. Essa radiação pode matar e certamente provoca câncer. Mas também pode ser usada para tratar câncer, a radioterapia ou para fazer exames médicos. E não é a mesma radiação dos celulares, que vem de ondas eletromagnéticas. Tomógrafos e a radioterapia usam radiação ionizante. Celulares, não-ionizante.

Entenda a diferença: a ionizante tem ondas de alta frequência que chegam até o átomo, a menor partícula na formação de todos os tecidos, e mexe na estrutura dele, provocando a formação do câncer. Já a não-ionizante é de baixa freqüência, agita os átomos, produz calor, mas não altera a matéria.

A Organização Mundial da Saúde agora quer mais estudos para compreender melhor os efeitos desses raios no corpo humano. Em Chicago, nos Estados Unidos, o repórter Flávio Fachel repercutiu o assunto com alguns dos maiores especialistas em câncer do planeta.

Para entender o significado desse estudo divulgado pela Organização Mundial de Saúde que faz alertas sobre o uso do celular, Flávio Fachel foi até Chicago, onde está acontecendo um dos congressos mais importantes do mundo que trata sobre o estudo do câncer. Trinta mil médicos e pesquisadores de vários países discutem todos os tipos de câncer que existem e suas causas. No local,ninguém deixou de usar o aparelho, como sempre, só por causa dos alertas dados pela Organização Mundial de Saúde.

Fantástico: Se alguém chegar ao consultório e perguntar: ‘Doutor, posso usar o celular?’ Qual é a resposta?
Gilberto Amorim, oncologista clínico: Pode e não vai deixar de utilizar por causa disso. A gente esse é apenas um sinal para os cientistas, mas, em termos populacionais, isso não vai mudar. A gente vai continuar utilizando os telefones, eu, os pacientes, e essa pergunta já chegou ao consultório.

O doutor David McCormick foi um dos pesquisadores que participou do estudo. Ele esclarece: em nenhum momento a pesquisa afirmou que o uso de celular causa câncer. O que aconteceu é que a radiação dos celulares foi classificada em nível 2B em uma escala de risco que vai de 1 a 4. O 4 indica nenhum risco. No nível 2B, não há evidências de perigo, mas também não dá para descartar o risco.

Além das radiações dos celulares, o cafezinho também está nessa categoria. O nível 1, onde estão o fumo e o amianto, por exemplo, é usado para substâncias que comprovadamente causam a doença.

No caso dos celulares, o doutor McCormick explica de onde vem a preocupação da OMS. Ele mostra que, ao usar o aparelho perto do ouvido, as células dessa região da cabeça recebem um bombardeio de ondas eletromagnéticas de alta frequência muito parecidas com as emitidas pelos aparelhos domésticos de microondas.

O problema, diz o doutor, é que se essa radiação realmente provoca câncer, nós ainda não temos ideia de como isso acontece.

“Eu acho que o aviso é a necessidade de que novos estudos sejam feitos e não de que esse seja um assunto encerrado. Não é uma comprovação formal, simplesmente uma ideia de que possa haver um risco aumentado, mas isso não está comprovado ainda”, pondera o médico pesquisador do Inca Daniel Herchenhorn.

Pelo menos nos próximos dez anos, os cientistas terão muito trabalho até conseguir chegar a uma conclusão sobre as consequências do uso do celular na saúde da gente.

No Brasil, o doutor Gláucio Siqueira é especialista em as ondas eletromagnéticas, explica que a quantidade de radiação dos celulares é regulada em lei e é muito baixa para causar danos. Ele levou um sensor de radioatividade para fazermos testes com vários aparelhos.

Encostando os telefones no sensor, como no ouvido, ou afastando. “Essa é a mais sensível que você possa imaginar. Se a gente andar com o celular pelo ambiente, a gente vai ver que o nível de energia é da ordem de um milésimo, dois milésimos, três milésimos. Mas se você trouxer um dos seus aparelhos colado na antena e fizer uma atualização de dados”, explica o doutor Gláucio.

Subiu para 600, 900, 1400 está variando bastante. Afastando um pouquinho, cai para 0,2.

Com outro aparelho mais simples, mesmo perto, o aparelho marcou 1. “O aparelho mais simples, que não transmite dados, transmite menos energia”, explica o doutor.

Outro telefone, quando aproxima, marca a mesma coisa, chega até 6. Agora, quando chega longe, na distância de 40 centímetros, que é a mesma distância que botar no fone de ouvido, fica praticamente nula a radiação.

Então, atenção: a maioria dos celulares vem com fone de ouvido. Use! Um estudo americano, que influenciou a decisão do painel de cientistas, mostra que o campo eletromagnético do celular aumenta a atividade elétrica do cérebro, elevando também a temperatura local.

A pesquisadora Ubirani Otero, chefe do setor de câncer ocupacional do Inca, alerta: “A radiação esquenta o cérebro. Esses efeitos térmicos já tão bem descritos. Como alguns estudos já citam: perda da memória, dificuldade de aprendizagem”.

Crianças têm o crânio mais fino, o cérebro em formação. O calor penetra mais fundo. Daí a necessidade de ter mais cuidado com elas.

Algumas precauções que podem ser tomadas, segundo os especialistas:

- Evite o uso de celulares por crianças;
- Não deixe o celular sob o travesseiro nem use como despertador. Assim seu corpo não recebe radiação durante o sono;
- Evite carregar o telefone no bolso ou pendurado no cinto: use bolsa ou mochila;

Quando puder, mande mensagens de texto. É mais barato e você usa afastando o telefone para escrever.

Lembrando que tudo isso é precaução. Até agora, o único uso de celular que certamente faz mal para a saúde é no trânsito. Dirigir falando ou mesmo lendo e escrevendo mensagem, aumenta em quatro vezes o risco de acidente.

Site do Fantástico

quarta-feira, 1 de junho de 2011

OMS anuncia que celular pode aumentar risco de câncer

A radiação de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.

Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.

A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."

Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.

O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.

"O que a radiação do celular faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.

A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos --ou causadores de câncer-- para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.

O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".

O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.

A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabaco, o amianto e a gasolina.

O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.

A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.

O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.

Folha

segunda-feira, 21 de março de 2011

Garçonete perde 45 kg com aplicativo de celular

Confiando no aplicativo que custou menos de R$ 5,50, inglesa consegue mudar completamente de estilo de vida em apenas dez meses

A inglesa Sheli Henderson: bem mais magra,
graças a aplicativo baixado no seu smartphone
A inglesa Sheli Henderson: bem mais magra, graças a aplicativo baixado no seu smartphone
Cansada de ser motivo de piada no emprego e de ser esnobada pelos homens, a inglesa Sheli Henderson decidiu experimentar um novo método para perder peso. Ela baixou um aplicativo em seu celular, em que tinha de colocar todos os dias as calorias consumidas. O resultado: menos de um ano depois, ela perdeu quase 45 quilos e gastou apenas R$ 5,30.

A gerente de bar disse que há anos tentava lutar contra os quilinhos a mais que a incomodavam, testando as mais variadas dietas – sempre sem sucesso. “Eu já tinha perdido a confiança e nem me olhava mais no espelho”, contou ela ao jornal britânico “Daily Mail”.

Sheli diz que um dia resolveu baixar o aplicativo que conta calorias e fazer o teste por uma semana. “Perdi um quilo logo de cara e resolvi continuar”, afirma. Ela passou a usar o aplicativo em maio do ano passado, quando estava pesando mais de 114 quilos.

Na época, a inglesa trabalhava como garçonete e tinha uma dieta pouco saudável, com muitos salgadinhos e batatas fritas. “O contador de calorias ajudou a melhorar meus hábitos alimentares. Eu simplesmente colocava tudo o que estava consumindo e ele me mostrava quantas calorias estava ingerindo. Muito fácil”, contou ao jornal. Entusiasmada com o aplicativo, Sheli decidiu se matricular em uma academia e com isso perdeu 44,5 quilos em dez meses.

A “dieta do Blackberrry” de Sheli está servindo de exemplo para algumas amigas, que decidiram copiar suas dicas. “Eu me sinto outra pessoa agora. Já reservei minhas férias no verão e comprei meu primeiro biquíni”, diz.


Por Época NEGÓCIOS Online

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nokia N8: excelente câmera e facilidade de uso, mas com um sistema operacional obsoleto

Nokia N8, ótimo aparelho smartphone com
sistema operacional a desejar
A Nokia entrou na guerra dos Smartphone tardiamente. Em julho a empresa anunciou uma queda de lucro de 40 por cento nos lucros, um resultado que pressagiava uma reorganização societária que um mês depois viu a empresa designar Stephen Elop, um executivo da Microsoft, como o primeiro CEO não finlandês na história da empresa.

Embora ela ainda possa reivindicar ser a nº1 do mundo como fabricante de telefones celulares, a coroa caiu nos últimos anos. E no segmento de smartphones mais importante, ela está se esforçando para corresponder ao apelo do iPhone da Apple e, mais recentemente, o enxame de novos telefones com Android.

É neste contexto que o smartphone mais recente e mais inteligente da Nokia, o N8, faz sua estréia. Vários meses antes, no entanto, a Nokia já havia sinalizado que este seria o último da sua emblemática telefones da série N com base em Symbian - sistema operacional que tem sido a plataforma principal da Nokia em celulares desde 2001.

E isso não surpreende. O N8 executado na versão 3 do Symbian, que é uma versão atualizada do sistema operacional Symbian, usado no N97.

Em ambos os casos, embora eu tenha constatado ser hardware de primeira classe, o sistema operacional continua sendo de segunda. Symbian é bem além do seu jogo principal e não para os sistemas operacionais modernos como o IOS e Android. Ela permanece um artefato de uma era pré-iPhone e não tem lugar em um smartphone moderno.

Sem dúvida, haverá ainda uns poucos devotos, mas eu não posso conceber que alguém voluntariamente passe de uma das plataformas de Fancy Pants para Symbian 3.

A Nokia tem feito a coisa certa e será no futuro a sua principal base de smartphones no topo da Meego baseado em Linux OS. O que leva as perguntas: por que se preocupar para lançar um novo telefone com um sistema operacional obsoleto?

É uma pena porque o hardware N8 é de primeira. Há uma câmera de 12 megapixels com flash Xenon e lente Carl Zeiss, que grava vídeo em 720 HD. Os resultados são impressionantes. Eu também gosto que eles fizeram com o touchscreen capacitivo, que é uma grande melhoria em relação ao usado no N97. Isso mostra que há algo a construir.

Eu poderia encontrar algumas outras coisas boas a dizer sobre os aspectos do telefone, mas no final do dia, Symbian ^ 3 simplesmente não faz a nota para um telefone que tem o preço lá em cima com os seus concorrentes mais ilustre.

[Stephen Hutcheon, 16 nov 2010]

Veja agora a opinião Nelson Vasconcelos em O Globo
RIO - Passei algumas semanas com um exemplar do Nokia N8, um smartphone realmente "esperto" que, ao lado de outros tantos, entra agora na briga contra o onipresente iPhone. Prova de que a Nokia está mirando esse mercado crescente é que, considerando suas funcionalidades, seu novo aparelho é relativamente barato: R$ 1.499.


Fabricado em Manaus, o N8 já está à venda por aqui, mas apenas em lojas e no site da Nokia, além do varejão de costume. As operadoras ainda não o estão oferecendo. Para variar, ainda estão à espera de boas negociações com a fabricante. A Nokia só não pode esperar muito, porque Sony Ericsson (com seu Xperia, por exemplo) está pronta para fazer a alegria do Natal da turma que gosta de celulares e afins.


Mas vamos, enfim, ao Nokia N8


O N8 é uma bela maquininha, que não faz feio quando estamos executando vários aplicativos ao mesmo tempo. Acessar a internet enquanto ouvimos música, por exemplo, não dá problema algum, como costuma acontecer com outros do mesmo estilo. A tela é de 3,5 polegadas, ou seja, permite visualização bastante confortável, principalmente para as fotos e vídeos.


A tela é sensível a toque, tipo a do iPhone, e a brincadeira toda é bastante intuitiva. Você acessa os aplicativos suavemente, o que não deixa de ser um progresso da Nokia em relação a aparelhos anteriores, mais durões. Outro ponto positivo é que você pode personalizar as telas, priorizando os programas e os sites de que mais necessita no dia a dia.


Mas parece que o melhor do aparelho é mesmo a sua câmera fotográfica. São 12 megapixels - o que talvez seja um exagero para sensor tão pequeno. Mas o resultado é tentador, até porque temos uma lente Carl Zeiss (e flash Xenon), e ótima facilidade de manuseio. O software de tratamento de imagens é funcional e divertido, quebra bem o galho.


A câmera também grava vídeos em alta definição, e permite ligar o N8 a um televisor HD. O aparelho tem dois microfones embutidos, e o som é mais do que satisfatório para os mortais comuns.


Outro ponto importante - num filão que a Nokia tenta entrar de cabeça - é a facilidade de compartilhamento de arquivos como fotos ou vídeos, além do acesso à Ovi Loja, que conta com um número gigante de aplicativos para tudo quanto é gosto.


De presentinho, o N8 permite acesso ao Ovi Musica Ilimitada (versão do Comes With Music para o Ovi Música, a nova plataforma de música da Nokia). São seis meses de licença para baixar músicas do acervo, que contém mais de sete milhões de faixas.


O globo

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Nokia inicia distribuição do N8, que pretende concorrer com o iPhone

Empresa afirmou em comunicado que a disponibilidade do N8 "pode variar segundo o país e a operadora"
Agência EFE

A companhia finlandesa Nokia anunciou nesta quinta-feira (30) que já começou a distribuir o esperado smartphone N8, primeiro modelo criado diretamente para concorrer com o iPhone, da Apple. A Nokia, maior fabricante mundial de telefones celulares, afirmou em comunicado que a disponibilidade do N8, cujo lançamento foi anunciado há quase cinco meses, "pode variar segundo o país e a operadora".

Os primeiros clientes a receber o novo smartphone, segundo a empresa, serão aqueles que tenham realizado um pedido antecipado através da loja online de Nokia ou de seus distribuidores oficiais. "O Nokia N8 recebeu a maior quantidade de pedidos antecipados da história da Nokia, e estamos felizes por iniciar os envios do N8, o primeiro modelo de uma nova gama de telefones inteligentes", afirmou Jo Harlow, vice-presidente da divisão de smartphones da companhia.
Baseado no novo sistema operacional Symbian 3, o Nokia N8 é rápido e fácil de usar, já que permite aos usuários executar múltiplas aplicações simultaneamente e alternar entre elas de forma simples. O aparelho tem uma tela sensível ao toque de 3,5 polegadas, câmara de 12 megapíxels com lente Carl Zeiss, flash de Xenon e um grande sensor óptico semelhante ao das câmaras digitais compactas.

Além disso, permite gravar vídeos em alta definição (HD), editá-los mediante um programa que já vem instalado e reproduzi-los no computador ou na televisão graças a um cabo HDMI.

Assim como outros celulares inteligentes da companhia finlandesa, o N8 inclui o acesso totalmente gratuito em mais de 70 países ao Ovi Maps, o serviço de mapas e navegação por GPS da Nokia. Também inclui uma assinatura gratuita durante um ano ao serviço Comes With Music, que permite baixar e armazenar milhões de faixas da loja virtual Nokia Music Store.

O Nokia N8 foi apresentado publicamente pela primeira vez há quase cinco meses, mas sua chegada às lojas demorou por que a companhia teve que realizar "pequenos ajustes" de última hora.

No último dia 21, coincidindo com o primeiro dia de trabalho do novo executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, os rumores de que os envios iam ser atrasados mais uma vez até o início de outubro provocou uma queda do valor de suas ações na Bolsa de Helsinque superior a 3%.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Faça o teste e descubra se você tem vício por celular

Você abandona tudo que está fazendo para atender o celular? Nunca deixa o aparelho desligado ou sem bateria? Veja se você está com nomofobia

Se ao pensar em desligar o celular ou ficar sem internet, você sente taquicardia e falta de ar, cuidado! Você pode estar com nomofobia, espécie de vício por celular ou internet.

O corretor de imóveis Daniel Resende, 35 anos, conta que usa o celular quase nove horas por dia, em 12 horas de trabalho. Já o vendedor Jean Ferreira, 30 anos, afirma que não consegue deixar o celular desligado, com receio de que alguém tente falar com ele e não consiga.

A pesquisadora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ Anna Lúcia Spear King comparou pacientes com um transtorno de ansiedade conhecido como síndrome do pânico, com pessoas completamente saudáveis, para saber o que eles sentiam quando ficavam sem o aparelho celular.

Entre os pacientes com pânico, a maioria demonstrou ter também a nomofobia (dependência do celular). Entre os que se diziam saudáveis, 34% confessaram sentir ansiedade e 54% disseram ter medo de passar mal na rua se ficarem longe o aparelho.

FAÇA O TESTE

1 - Você abandona tudo que está fazendo para atender o celular?

2 - Nunca deixa o aparelho desligado ou sem bateria?

3 - Está sempre tirando o celular do bolso ou da bolsa para ficar com ele nas mãos?

4 - Já interrompeu um momento íntimo, até uma relação sexual, para atender o telefone?

5 - Se esquecer o celular em casa, você volta para buscá-lo?

6 - Entra em pânico quando acaba a bateria, perde ou pensa que perdeu o celular?

Resultado: Se você respondeu sim a pelo menos quatro perguntas, você pode estar nomofóbico (viciado em celular) e precisando de um tratamento médico para ter mais autocontrole e reduzir a ansiedade. 



A Gazeta