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domingo, 21 de agosto de 2011

Na TV, Fábio Assunção fala sobre dependência química


O ator Fábio Assunção, 40, foi ao programa "Altas Horas", da Globo, na noite desse sábado (20) e comentou seu problema com as drogas.

"É uma questão complexa, esses dias eu estava pensando nisso. Em chinês, por causa dos ideogramas, crise significa oportunidade mais risco. A droga é uma coisa muito sedutora. A dependência química tem a ver com compulsão e desejo, todo mundo tem isso. Dependência química tem a ver com o desequilíbrio disso. Não tem a ver com caráter ou integridade", disse.

"Para mim foi uma grande oportunidade de me transformar na pessoa que eu sou hoje. Conheci limites que eu não conhecia."

Sobre um possível conselho para quem vive esse problema, o ator disse: "Acho que cada um soluciona essa questão da sua maneira particular. Tem gente que não teve a sorte que eu tive. Estar aqui, trabalhando, de cabeça erguida. E eu conheci gente que não teve a sorte que eu tive."

Zé Paulo Cardeal/TV Globo
Paulo Bonfá, Thiaguinho, Bruna Linzmeyer e Fábio Assunção no Altas Horas

Assunção comentou ainda a polêmica sobre a saída da novela "Insensato Coração", na qual ele chegou a gravar cenas como Léo.

"A questão não é o ritmo. Moro em São Paulo e teria que ficar sozinho no Rio durante a semana. É uma carga muito puxada. Tenho minha mulher, meus dois filhos", disse.

E adiantou: "Vou entrar em 'Tapas e Beijos' em setembro. É um programa de humor, são três dias por semana, é mais leve."

Atualmente, Assunção está em cartaz em "Adultérios", de Woody Allen, em São Paulo. "Teatro por exemplo é compartilhar com o público, algo que eu gostaria de fazer. A gente tem que fazer o o que faz a gente feliz", completou.

Após a entrevista, o nome dele ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter.

Folha

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Faça o teste e descubra se você tem vício por celular

Você abandona tudo que está fazendo para atender o celular? Nunca deixa o aparelho desligado ou sem bateria? Veja se você está com nomofobia

Se ao pensar em desligar o celular ou ficar sem internet, você sente taquicardia e falta de ar, cuidado! Você pode estar com nomofobia, espécie de vício por celular ou internet.

O corretor de imóveis Daniel Resende, 35 anos, conta que usa o celular quase nove horas por dia, em 12 horas de trabalho. Já o vendedor Jean Ferreira, 30 anos, afirma que não consegue deixar o celular desligado, com receio de que alguém tente falar com ele e não consiga.

A pesquisadora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ Anna Lúcia Spear King comparou pacientes com um transtorno de ansiedade conhecido como síndrome do pânico, com pessoas completamente saudáveis, para saber o que eles sentiam quando ficavam sem o aparelho celular.

Entre os pacientes com pânico, a maioria demonstrou ter também a nomofobia (dependência do celular). Entre os que se diziam saudáveis, 34% confessaram sentir ansiedade e 54% disseram ter medo de passar mal na rua se ficarem longe o aparelho.

FAÇA O TESTE

1 - Você abandona tudo que está fazendo para atender o celular?

2 - Nunca deixa o aparelho desligado ou sem bateria?

3 - Está sempre tirando o celular do bolso ou da bolsa para ficar com ele nas mãos?

4 - Já interrompeu um momento íntimo, até uma relação sexual, para atender o telefone?

5 - Se esquecer o celular em casa, você volta para buscá-lo?

6 - Entra em pânico quando acaba a bateria, perde ou pensa que perdeu o celular?

Resultado: Se você respondeu sim a pelo menos quatro perguntas, você pode estar nomofóbico (viciado em celular) e precisando de um tratamento médico para ter mais autocontrole e reduzir a ansiedade. 



A Gazeta