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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
China executa homem que matou mulher que se negou a casar-se com ele
China executa homem que matou mulher que se negou a casar-se com ele
Réu foi executado na cidade de Zhaotong, na província de Yunnan, depois que a Corte Suprema aprovasse a aplicação da pena
A China executou nesta quinta-feira (29) no sudoeste do país um homem condenado por estupro a mulher que se negou a casar com ele, e depois a matou ao lado do irmão caçula dela, de apenas três anos.
De acordo com as autoridades locais, o réu, de 29 anos e chamado Li Changkui, foi executado na cidade de Zhaotong, na província de Yunnan, depois que a Corte Suprema aprovasse a aplicação da pena.
Li assumiu a culpa de ter forçado uma relação sexual com a jovem de 19 anos Wang Jiafei antes de assassiná-la junto de seu irmão, chamado Wang Jiahong, em maio de 2009.
O Alto Tribunal Popular da província sentenciou a morte Li na segunda audiência em agosto, cinco meses depois da mesma corte o condenasse à pena de morte, condicionada a um possível indulto por bom comportamento após dois anos de prisão. No entanto, "o público" considerou a pena era branda demais, detalha nesta quinta-feira a agência estatal de notícias "Xinhua".
A China é ao lado de Irã, Estados Unidos e Arábia Saudita, um dos quatro países do planeta que mais penas de morte dita e executa.
AGÊNCIA EFE
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Tropa de elite da Amazônia é suspeita de executar homem
O que era para ser uma operação de busca e apreensão terminou com a morte de um homem, em casa, diante da própria família.
“Pagar o salário desse pessoal que era pra nos proteger e nos resguardar e vão lá e tiram a vida do meu irmão”, desabafa Fabio Araujo Pontes, irmão da vítima.
“Qual o motivo que leva a pessoa executar um pai de família na vista dos filhos e da mulher?”, se pergunta Antônio Ferreira Pontes, pai da vítima.
Fernando Pontes tinha 25 anos. Filho do meio de uma família de comerciantes de Presidente Figueiredo, a 107 quilômetros de Manaus, ele foi morto dentro de casa, com cinco tiros a queima roupa, por policiais da Fera, a força de elite da Polícia civil do Amazonas.
A ação era parte de uma investigação sobre uma rede de pedofilia e exploração sexual de adolescentes que teria ramificações na cidade.
Não havia um mandado de prisão contra Fernando Pontes. O que a juíza da cidade expediu foi um mandado de busca e apreensão para que a polícia encontrasse documentos e material pornográfico que supostamente comprovariam o envolvimento dele com o crime de pedofilia. Com a ressalva de que se tratava de uma investigação e com a recomendação para que os policiais não expusessem as pessoas a vexame.
Foi no dia 12 de maio. A operação foi filmada por um funcionário do Ministério Público.
O promotor Ronaldo Andrade, que aparece no vídeo com um papel na mão, vestindo colete da polícia, acompanhou tudo. Os policiais arrombam a porta da garagem. “Polícia! Ministério Público”.
Depois entram pela sala e param em frente ao quarto. “Não demora, não demora. Deixa a esposa e as crianças aí. Sai com a mão na cabeça!”.
O empresário abre a porta e levanta as mãos. Ele tropeça, cai na cama e levanta novamente com as duas mãos na cabeça. Depois é empurrado e cai na cama de novo. Ouve-se o choro dos dois filhos pequenos, que fogem para o banheiro do quarto. Em seguida, cinco tiros.
Uma policial reclama que as crianças estão no quarto. “Tem criança no quarto”.
Há um corte na filmagem. Depois um revólver calibre 32 aparece na cama. Segundo os policiais, estaria com Fernando, o que é negado pela família.
“Eles entraram aqui na minha casa com promotores, com delegados, com polícias especializadas, e por que eles fizeram isso?”, indaga Arianna de Lima Alencar, viúva de Fernando.
O Conselho Superior do Ministério Público do Amazonas considera que houve abuso na ação policial e determinou a instauração de um processo administrativo para apurar a conduta do promotor Ronaldo Andrade.
Por telefone, ele disse não saber se houve uma execução ou não, mas diz que a operação fugiu do padrão normal.
Fantástico - “O senhor acha que houve excesso então?
Promotor - É, eu acho que houve, nesse caso, excesso.
Fantástico - E a acusação de que o senhor teria acobertado a ação da polícia, e que teria sido conivente e omisso?
Promotor - Olha, veja bem, isso não se coaduna com as minhas atitudes logo depois do fato. E a filmagem da diligência foi feita por iniciativa minha, usando uma câmera particular, e esse vídeo foi, tão logo nós chegamos a Manaus, foi gravado em DVD e entregue aos meus superiores hierárquicos para que fossem apuradas as circunstâncias do fato. Isso derruba qualquer ilação, qualquer pensamento de que eu tenha tentado proteger os policiais.
Os dois policiais acusados pela autoria dos disparos já estão presos: Natan Alves de Andrade e Melquesedeque Sarah de Lima Galvão.
Outros dois também foram denunciados: Hemetério Pirangy da Silva Júnior e Lucas Mendes Silva.
O Sindicato dos Policiais veio em defesa dos acusados dizendo que o empresário reagiu. “O fato é que ele se jogou para a cama onde tentou pegar uma arma que estava debaixo do travesseiro. Ao pegar a arma os policiais reagiram em legítima defesa”, explica Renato Damasceno Bessa, presidente interino do SINPOL - AM
Para o corregedor da Polícia civil, o que houve foi uma execução. “Não há dúvida de que aquela vítima não estava armada e, portanto, ela foi assassinada”, afirma Alberto Ramires, corregedor auxiliar.
Fantástico - A primeira vez em que a câmera foca a cama não há arma nenhuma ali. Depois, num outro momento, a arma já está. E há um momento em que o policial faz um movimento em direção à cama. Não aparece ele colocando a arma, mas aparece com uma arma na mão. É aquela arma?
Alberto Ramires - Sim, sem dúvida. O laudo da Polícia federal deixou claro que aquela arma foi plantada. Foi plantada pra quê? Pra justificar as alegações de legítima defesa, que a vítima teria reagido, quando ela não reagiu.
A polícia recolheu documentos na casa de Fernando. Mas não ainda não divulgou o conteúdo do material. Para o corregedor, a operação policial foi uma sucessão de ilegalidades e crimes.
“O auto de resistência forjado, falso, é falsidade ideológica. Usaram esse documento falso, logo: outro crime de uso de documento falso. E o porte ilegal daquela arma que eles tinham. Estavam portando uma arma fria”, diz o corregedor.
O Ministério Público também quer apurar a responsabilidade dos dois delegados que estavam em Presidente Figueiredo no dia da operação, Fábio Martins Silva e Caio César Nunes, filho do delegado geral de polícia do Amazonas, Mário Cesar Nunes.
A delegacia geral recomendou aos delegados que não dessem entrevista. E também não quis se manifestar alegando que o processo corre em segredo de Justiça. Para o promotor responsável pela denúncia, não há dúvida sobre o que ocorreu.
“Você vendo a fita você chega a essa conclusão de que realmente houve uma execução ali”, afirma Leonardo Abinader Nobre, promotor de Justiça.
“É isso que o Ministério Público irá procurar, irá investigar, irá correr atrás, e tentar provar, e tentar achar o motivo desse crime. O porque que o Fernando foi executado”, diz Leonardo Abinader.
“Quando eu penso nele eu só choro, só choro e peço a Deus que e justiça seja feita”, declara Maria do Socorro Araujo, mãe de Fernando.
Do Site do Fantástico
domingo, 3 de julho de 2011
Transgenitalização: Ele virou ela. E foi parar na penitenciária feminina
Ele virou ela. E foi parar na penitenciária feminina
Decisão foi tomada por juiz, porque detenta poderia "sofrer sérios abusos" em cadeia masculina
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| Olhos no futuro. Mesmo na prisão, Crislane - nome que planeja adotar - não deixa de lado a vaidade e sonha com a liberdade |
Crislane Santos, 34 - nome que planeja adotar, assim que obtiver autorização judicial -, não poderia estar presa entre homens porque poderia "sofrer sérios abusos físicos e sexuais por parte dos demais detentos", caso fosse para um presídio masculino.
É o que diz uma decisão do juiz Marcelo Menezes Loureiro, atendendo a argumentos do Grupo Especial de Trabalho em Execução Penal. Por isso a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) mandou Crislane para Tucum. Trata-se do primeiro caso desse tipo no sistema penal do Estado.
Presa com o companheiro sob acusação de tráfico de drogas - embora negue o crime, responsabilizando uma amiga que abrigou em sua casa pelo porte de 17 pedras de crack -, ela chegou a Tucum em março. Antes, teve que passar por outras unidades, onde diz ter se sentido humilhada e constrangida.
A primeira foi uma delegacia em Cariacica. "Estava de salto alto, bem-vestida, de cabelos tratados, mas o policial me fez tirar a roupa para a revista, porque minha identidade traz meu nome de nascimento", diz Crislane, que em seguida foi mandada para uma cela em companhia do companheiro - um rapaz de 22 anos - e outros nove homens.
Mas um policial mandou que a retirassem da cela, e Crislane foi, então, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) masculino de Viana, onde, mais uma vez, foi minuciosamente avaliada . Nova revista, nua de novo, agora ela foi fotografada. "Chorei, humilhada. Onde vão exibir aquelas fotos?", preocupa-se.
Depois do CDP, foi levada para o Presídio de Segurança Média, onde ficou por cinco dias até chegar ao Presídio Feminino de Tucum e ser revistada novamente, desta vez por agentes do sexo feminino.
Crislane garante que nunca fora presa antes. "Da cadeia você pode sair uma pessoa ótima ou má. Isso aqui não é vida para ninguém. Não sou delinquente. Sou inocente", assegura ela.
Usuária de cocaína, ela conta que conheceu uma jovem que, ao vê-la desempregada, lhe sugeriu trabalhar como babá na casa de uma irmã.
"Sou cabeleireira, estava em situação difícil e aceitei o emprego", diz Crislane. Ela diz que, na madrugada em que foi presa, estava na casa da mãe com o parceiro - a quem chama de marido - e a amiga. "Quando a polícia disse que havia prendido um rapaz na rua e que ele denunciou que fazíamos tráfico na casa, neguei. Não sabia que minha amiga havia escondido pedras de crack e um revólver no quintal", explica ela.
Os maiores desejos de Crislane, agora, são a conquista de sua liberdade e a obtenção de uma nova identidade com seu nome feminino. Mas ela também quer garantia de acesso a hormônios que possam fazê-la "mais feminina".
"Lá fora já discriminam por sermos diferentes. Imagine o que vão dizer de uma transexual que saiu de um presídio..."
Crislane Santos
"Lei não trata sobre essa questão", diz secretário
Para evitar que sejam abusados sexualmente, homossexuais com características muito femininas não submetidos à cirurgia de transgenitalização são encaminhados pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) para o Presídio de Segurança Média 1 (PSME 1), em Viana. Ali, ficam juntos de acusados de pistolagem.
O secretário estadual de Justiça, Ângelo Roncalli, diz que a lei não trata da questão. E explica que desconhece caso semelhante ao de Crislane Santos, que foi encaminhada a um presídio feminino graças a uma ordem da Justiça, por ser transexual.
"É uma questão de bom-senso, que há que se respeitar", diz o secretário. Na última sexta-feira, o PSME 1 mantinha oito homossexuais - quatro deles travestis.
Assim como presos e presas heterossexuais, os homossexuais têm direito a visita íntima desde que tenham parceiros fixos.
Roncalli admite que, no futuro, o Estado deverá dispor de uma unidade prisional exclusiva para homossexuais assim como já existe em São Paulo. E, em decorrência do envelhecimento da população, a segmentação não deve parar por aí. No Chile, por exemplo, já existe presídio para idosos.
"A opção sexual do encarcerado não pode lhe trazer prejuízo, ainda mais se, sob a custódia estatal, correr risco de sofrer abusos"
Marcelo Loureiro
juiz
Atrás das grades
348 internas
É o número de mulheres que permanecem presas no Presídio Feminino de Tucum, em Cariacica.
Cláudia Feliz
A Gazeta
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Virgínia executa primeira mulher em quase cem anos, em caso polêmico
O Estado americano de Virgínia executará nesta quinta-feira Teresa Lewis, 41, condenada por auxiliar na morte de seu marido e enteado. Lewis será a primeira mulher executada em quase cem anos, em um caso que atraiu apelos da União Europeia e uma comparação do Irã com a iraniana Sakineh Ashtiani.
Lewis, que teria graves problemas de aprendizado, deve receber a injeção letal às 21h (em Brasília) no Centro de Correção Greensville, em Jarratt. Ela foi acusada de contratar assassinos de aluguel, aos quais ofereceu sexo, dinheiro e uma parte do seguro de vida, para matar os dois, em outubro de 2002.
Mesmo diante dos apelos internacionais contra a pena de morte, nem o governador Bob McDonnell, nem a Corte Suprema dos EUA quiseram intervir por Lewis. Seu advogado, pago pelo Estado, alegou que ela não tinha a inteligência necessária para organizar os assassinatos e que foi manipulada pelos assassinos, que seriam seus amantes.
Os defensores de Lewis dizem que ela é uma mulher mudada e que mesmo suas colegas de prisão dizem que ela é uma inspiração por sua fé e música gospel que canta no Centro de Correção para Mulheres Fluvanna.
Em uma carta a McDonnell, a UE pediu ao governador que alterasse sua sentença para prisão perpétua, citando a deficiência mental de Lewis, o que seria contrário aos padrões mínimos de direitos humanos.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, também apelou para o caso de Lewis, mas para rebater as duras críticas recebidas pelo caso da iraniana Ashtiani, condenada ao apedrejamento por adultério e participação no assassinato de seu marido. Ele denunciou um padrão duplo diante do "silêncio da mídia" sobre o caso de Lewis, que considera similar.
Lewis encontrou Rodney Fuller e Matthew Shallenberger em uma loja da rede de supermercados Wal-Mart, em Pittsylvania. Ela ofereceu sexo e dinheiro por armas que entregou aos assassinos contratados para matar seu marido, Julian Clifton Lewis Jr, e seu filho, Julian Lewis, que tinha um seguro de vido de US$ 250 mil em nome do pai.
Na noite anterior ao Halloween, em 2002, Shallenberger e Fuller entraram na casa e mataram os dois homens a tiros. Quando Julian ainda estava sangrando, deitado no chão, Lewis pegou a carteira do bolso de sua calça, tirou US$ 300 e deu aos assassinos.
Os advogados de Lewis alegam que Shallenberger admitiu ser o autor do crime e que enganou Lewis para conseguir parte do seguro de vida. Shallenberger cometeu suicídio na prisão, em 2006. Ele e Fuller foram sentenciados à prisão perpétua.
A execução de Lewis seria a primeira de uma mulher em Virgínia, segundo Estado americano com mais execuções, desde 1912. Texas foi o último Estado a matar uma condenada, em 2005.
Das mais de 1.200 pessoas condenadas à pena de morte desde 1976, quando a Suprema Corte dos EUA retomou a punição, apenas 11 eram mulheres.
Lewis, que teria graves problemas de aprendizado, deve receber a injeção letal às 21h (em Brasília) no Centro de Correção Greensville, em Jarratt. Ela foi acusada de contratar assassinos de aluguel, aos quais ofereceu sexo, dinheiro e uma parte do seguro de vida, para matar os dois, em outubro de 2002.
Mesmo diante dos apelos internacionais contra a pena de morte, nem o governador Bob McDonnell, nem a Corte Suprema dos EUA quiseram intervir por Lewis. Seu advogado, pago pelo Estado, alegou que ela não tinha a inteligência necessária para organizar os assassinatos e que foi manipulada pelos assassinos, que seriam seus amantes.
Os defensores de Lewis dizem que ela é uma mulher mudada e que mesmo suas colegas de prisão dizem que ela é uma inspiração por sua fé e música gospel que canta no Centro de Correção para Mulheres Fluvanna.
Em uma carta a McDonnell, a UE pediu ao governador que alterasse sua sentença para prisão perpétua, citando a deficiência mental de Lewis, o que seria contrário aos padrões mínimos de direitos humanos.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, também apelou para o caso de Lewis, mas para rebater as duras críticas recebidas pelo caso da iraniana Ashtiani, condenada ao apedrejamento por adultério e participação no assassinato de seu marido. Ele denunciou um padrão duplo diante do "silêncio da mídia" sobre o caso de Lewis, que considera similar.
Lewis encontrou Rodney Fuller e Matthew Shallenberger em uma loja da rede de supermercados Wal-Mart, em Pittsylvania. Ela ofereceu sexo e dinheiro por armas que entregou aos assassinos contratados para matar seu marido, Julian Clifton Lewis Jr, e seu filho, Julian Lewis, que tinha um seguro de vido de US$ 250 mil em nome do pai.
Na noite anterior ao Halloween, em 2002, Shallenberger e Fuller entraram na casa e mataram os dois homens a tiros. Quando Julian ainda estava sangrando, deitado no chão, Lewis pegou a carteira do bolso de sua calça, tirou US$ 300 e deu aos assassinos.
Os advogados de Lewis alegam que Shallenberger admitiu ser o autor do crime e que enganou Lewis para conseguir parte do seguro de vida. Shallenberger cometeu suicídio na prisão, em 2006. Ele e Fuller foram sentenciados à prisão perpétua.
A execução de Lewis seria a primeira de uma mulher em Virgínia, segundo Estado americano com mais execuções, desde 1912. Texas foi o último Estado a matar uma condenada, em 2005.
Das mais de 1.200 pessoas condenadas à pena de morte desde 1976, quando a Suprema Corte dos EUA retomou a punição, apenas 11 eram mulheres.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Vídeo mostra execução de vereador em Alagoas
Crime aconteceu em agosto e, segundo os investigadores, pode ser vingança. Vítima teria envolvimento com morte de ex-prefeito de Roteiro.
A Polícia Civil de Alagoas divulgou imagens do assassinato do vereador Genival Bastos da Silva, ocorrido em agosto, na cidade de Roteiro. O vídeo mostra o vereador correndo. Ele leva um tiro pelas costas e depois mais um, já caído.
O assassino se afasta calmamente e só se apressa ao ver o carro que o esperava na esquina.
A polícia suspeita que o vereador assassinado estava envolvido numa chacina no mesmo município, há 4 anos, que resultou na morte de 3 pessoas, entre elas o ex-prefeito Edvaldo dos Santos Ribeiro.
G1
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