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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Imagens de índios da Amazônia antes desconhecidos

Agentes da Funai fazem contato com índios de tribo isolada na Amazônia.



Sozinhos na Amazônia

Fotos de índios no Acre chamam a atenção para tribos na Amazônia e têm repercussão internacional

Reuters O Globo Online; Jornal Hoje
RIO - Chamaram atenção do mundo para a situação precária das poucas tribos isoladas ainda existentes e para o perigo com que se deparariam ao eventualmente entrar em contato com o mundo exterior.
As imagens, que ganharam destaque na imprensa internacional, foram feitas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) no mês passado, no Acre, mas divulgadas somente na quinta-feira. Elas mostram duas aldeias no meio da mata, cada uma com várias construções cobertas de palha. Elas correram o mundo e apareceram nos sites do "New York Times" e do argentino "La Nacion". Na página da "CNN", a manchete dizia: "Tribo indígena isolada vista na Amazônia".


Segundo especialistas, os índios, que aparecem nas imagens empunhando arcos e flechas, seriam provavelmente os membros remanescentes de uma tribo maior que se viu obrigada a ingressar mais profundamente na floresta, montando acampamentos cada vez menores.
- Em vez de formar uma tribo "perdida", esses índios devem ter mantido vários canais de comunicação com outros grupos ao longo dos últimos anos - disse em entrevista à Reuters Thomas Lovejoy, um especialista em questões amazônicas que preside o The Heinz Center, em Washington.


" Em vez de formar uma tribo "perdida", esses índios devem ter mantido vários canais de comunicação com outros grupos ao longo dos últimos anos "
- Acredito haver uma questão ética, a questão sobre se alguém conseguiria, no final, protegê-los de qualquer tipo de contato. E a resposta para isso é 'não'. A resposta certa é ter um tipo de contato e de mudança de forma que as próprias tribos possam administrar isso - completou Lovejoy.


A área da fronteira entre o Brasil e o Peru revela-se um dos últimos refúgios do mundo para grupos desse tipo, já que se encontram ali cerca de 50 das cerca de 100 tribos isoladas existentes no mundo todo.


Esses grupos enfrentam um perigo crescente na forma da expansão das fronteiras econômicas, em especial do lado do Peru, que tem demorado mais para criar reservas capazes de proteger as populações indígenas.


O sertanista José Carlos Meirelles, que mora há 20 anos na região, estava no helicóptero de onde foram tiradas as fotos. Ele disse, em entrevista ao "Jornal Hoje", da Rede Globo, que essas tribos estão aumentando, apesar dos conflitos com peruanos que atravessavam a fronteira em busca de madeiras nobres.

- E essa questão está fora da nossa alçada. É uma questão internacional. Não é a Funai que vai resolver, mas o governo brasileiro.


Meirelles disse ainda que essas tribos deveriam ser deixadas isoladas o máximo possível.

- Enquanto eles estiverem nos apontando flechas, tudo estará bem. No dia em que se comportarem direitinho, estarão exterminados.


Contato sempre foi prejudicial
Historicamente, o contato com o mundo exterior mostrou-se catastrófico para os índios brasileiros, que hoje somam cerca de 350 mil indivíduos, um número muito menor do que os 5 milhões da época da chegada dos europeus.


- Em 508 anos de história, de milhares de tribos que existem, nenhuma delas adaptou-se bem à sociedade no Brasil - afirmou à Reuters Sydney Possuelo, ex-autoridade da Funai que criou o departamento da fundação responsável pelos índios isolados.
Índios tentaram atingir avião com flechadas
Nos últimos anos, porém, tribos como os inanomâmi conseguiram conquistar uma proteção maior ao tornarem-se mais politicamente organizados e formarem laços com grupos conservacionistas estrangeiros.

- Não se trata de tomar essa decisão no lugar deles. Trata-se de dar-lhes tempo e espaço para que tomem essa decisão por si próprios - afirmou David Hill, do grupo Survival International.

No Peru, por exemplo, mais de metade dos murunahua morreu em virtude de gripe ou de outras doenças após terem entrado em contato com o mundo exterior pela primeira vez em 1996, como resultado da expansão da fronteira econômica, afirmou Hill.

Ver integrantes de tribos isoladas não é algo muito raro, ocorrendo uma vez a cada alguns anos na área da fronteira entre Brasil e Peru.

Agentes da Funai fazem contato com índios de tribo isolada na Amazônia


Os primeiros contatos com os korubos terminaram em morte. Em pleno século 21, o Brasil ainda tem cerca de dez mil índios que vivem longe de qualquer contato com o resto do mundo.

Na margem, cinco korubos, que vivem escondidos na mata, afastados da civilização. No barco, um linguista tenta conversar com eles.


A distância entre os dois grupos não chega a quinze metros. Mas se for medida em tempo, são 500 anos, no mínimo. Esses índios vivem de forma parecida com os que Cabral encontrou.

Há dois anos a descoberta de uma tribo perdida no Acre foi manchete no mundo todo. A Funai calcula que mais de dez mil índios ainda vivem escondidos nas florestas brasileiras.

Alguns grupos estão quase extintos. Dos akuntsu, de Rondônia, sobraram cinco pessoas. Mas o vale do rio Javari, na fronteira do Amazonas com o Peru, ainda preserva quatro grandes grupos isolados.

“Nesta região está a maior concentração de povos isolados do Brasil, inclusive confirmados. Pode ser do mundo também”, diz Elias Bigio, coordenador de índios isolados – Funai.

Esta floresta protegida, quase do tamanho de dois estados do Rio de Janeiro abriga mais de oito mil índios. Metade vive completamente afastada da civilização.

Os primeiros contatos com os korubos terminaram em morte. Imagens mostram o resgate dos corpos de quatro índios. Quem apontou o local foi um dos treze madeireiros que participaram da emboscada.

"Eles morreram muito com madeireiros, seringais. Como eles também mataram muitas pessoas na região”, comenta Rieli Franciscato, coordenador da Frente de Proteção do Vale do Javari - Funai
Eles atacam com bordunas. Por isso ganharam o nome de caceteiros. Em 1996, depois de uma briga que terminou na morte do marido da índia Maiá, uma parte dos korubos fugiu da aldeia e foi morar na beira do rio Itacoaí.

A Funai dessa vez conseguiu se aproximar deles e montou uma base a cinco quilômetros dessa tribo. Um ano depois os korubos mataram mais um sertanista.

“Só de funcionários da Funai, aqui morreram sete funcionários nessas tentativas de contato", diz Rieli Franciscato, coordenador da Frente de Proteção do Vale do Javari – Funai.

Nós fomos até uma aldeia. Vinte e sete pessoas moram em duas malocas cobertas por folhas. A tribo cresceu, está cheia de crianças. A vida não mudou muito. Os homens ainda usam bordunas pra se defender; zarabatanas e arcos pra caçar. Só falam idioma korubo.

Quem manda é a temida Mayá. É a própria cacique quem corta cabelo na tribo. Ela usa um capim afiado para raspar a cabeça no estilo korubo. Uma vez Maiá foi até Manaus fazer tratamento de saúde. Ficou assustada. “Muitos, muitos brancos”, afirma.

Agora ela usa saia para evitar os mosquitos. Cuida de duas panelas velhas, como tesouro. O que mais deseja é um motor, para a canoa da tribo.

Naquela conversa na beira do rio, o linguista Sanderson contou aos cinco índios que os parentes que fugiram da tribo há quatorze anos estavam bem; os isolados disseram que se lembravam de Maiá, mas achavam que ela estava morta.

“Não acreditaram que eles estavam vivos e com a gente ainda por cima. O principal objetivo deste diálogo com os korubos é prevenir eles sobre os riscos que eles têm, por que como eles aparecem todo verão na margem dos rios, os korubos isolados podem contrairn uma doença e se isso se dissemina, pode vir a morrer todo mundo”, diz Sanderson Soares, linguista UNB - Funai.

Os conflitos violentos ficaram no passado. O perigo que ameaça essas pessoas agora são as doenças, principalmente a hepatite e a malária.

Tawan já foi um guerreiro temido. Agora procura ajuda para a filha, no posto da Funai. Tuxi teve cinco surtos só no primeiro semestre. Chorava muito, com dores, vômito e diarréia. No grupo de Maiá, só oito não tiveram malária este ano.

Há dois anos, exames feitos em dois mil e setecentos índios revelaram que 88,7% tiveram hepatite A e 56,4% já foram contaminados pela hepatite B. Mas a Funai quer mais apoio da recém criada Secretaria de Saúde Indígena.

“É para que ela faça trabalho junto aos povos contatados e à população ribeirinha não indígena que vive naquela região, se tivermos esse povo que vive no entorno protegido, estaremos protegendo também os povos isolados”, declara Elias Bigio, coordenador de índios isolados – Funai.

A Secretaria Especial de Saúde indígena informou que, no mês passado, uma equipe de médicos foi ao vale do javari para vacinar os índios.

A partir de abril do ano que vem a secretaria assume totalmente o atendimento aos indígenas que ainda está sob a responsabilidade da Fundação Nacional de Saúde.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Incrível. Equipe filma 'Alien' na Amazônia. Veja

'Alien' filmado na floresta amazônica




Vídeo foto do 'alien' ao lado de uma esfera azul. Pic da www.thesun.co.uk


'Alien' filmado na floresta amazônica

Esta foto tirada na floresta amazônica poderia ser a prova mais clara ainda que os extraterrestres existem.

O 'instante'- retirado de um vídeo filmado por dois turistas britânicos - mostra uma criatura alienígena, como pequenos arqueando as costas, tal como está ao lado de uma árvore na selva amazônica.

No canto da imagem é um flash de luz brilhante que é pensado para ser conectado a presença do estrangeiro.

O vídeo - abocanhados pelos produtores de Hollywood para um filme - foi obtido pelo famoso paranormal escritor Michael Cohen e é acreditado para ter sido filmado por dois turistas britânicos que visitam a região Mamaus da selva amazônica.

Michael, que administra o website allnewsweb.com paranormal, disse: "Este material é altamente convincente que será difícil para desacreditar.


"A imagem vem de uma área conhecida por experimentar a atividade intensa de OVNs. É bastante evidente que os alienígenas estejam interessados ​​nesta região devido à sua diversidade biológica.


"A área também foi o foco de uma investigação governamental de alto nível no Brasil conhecida como" Operação Prato ", onde o exército foi enviado para monitorar e confirmar uma presença alienígena na região.

"O governo brasileiro negou que houvesse uma Operação Prato por anos, antes de admitir que ocorreu e liberando grandes quantidades de arquivos associados a ele"

Tendo obtido o filme, Michael, que é bem conhecido dentro do meio dos pesquisadores de UFO e círculos paranormais, foi inundado com pedidos dos produtores de Hollywood interessados ​​em usar a sua prova.

"Este material será usado em colaboração direta com um filme americano e servirá para destacar isso como prova de veracidade do filme". [ www.thesun.co.uk]


Governo dos EUA nega oficialmente qualquer contato com extraterrestres

RIO - Os EUA negaram oficialmente qualquer contato com algum tipo de inteligência extraterrestre ou sua presença na Terra. Em um comunicado publicado no site da Casa Branca , o governo do presidente Barack Obama respondeu a duas petições que demandavam a admissão de que os ETs estavam entre nós a imediata revelação do conhecimento e comunicação do governo com alienígenas. As petições receberam um total de 17.465 assinaturas eletrônicas e o site havia prometido responder a qualquer questionamento que tivesse mais de 5 mil adesões.

"O governo dos EUA não tem nenhuma evidência de que a vida exista fora de nossa planeta, ou de que uma inteligência extraterrestre tenha contatado ou se encontrado com qualquer integrante da raça humana", diz o texto, assinado por Phil Larson, do Escritório da Casa Branca para Políticas de Ciência e Tecnologia. "Além disso, não há informações críveis que sugiram que qualquer evidência esteja sendo escondida do público", acrescentou.

Isso não quer dizer, no entanto, que o governo dos EUA não esteja procurando pelos Ets, destacou Larson. Ele citou como exemplos o projeto Seti (sigla em inglês para "busca por inteligência extraterrestre), que inicialmente teve apoio da Nasa e hoje é administrado por instituições privadas, a missão do observatório espacial Kepler, que procura por planetas semelhantes à Terra orbitando outras estrelas, e o veículo-robô Curiosity, que no fim deste mês deve seguir rumo a Marte em busca de sinais de que o planeta já tenha abrigado vida.

"Muitos cientistas e matemáticos abordaram a questão se a vida existe fora da Terra do ponto de vista estatístico e chegaram à conclusão de que são grandes as chances de que em algum lugar entre as trilhões e trilhões de estrelas do Universo há outro planeta além do nosso que abrigue formas de vida", escreveu Larson. "Muitos deles também destacaram, porém, que as chances de fazermos contato com qualquer uma delas - especialmente as inteligentes - são extremamente pequenas dadas as distâncias envolvidas. Mas isso é apenas estatística e especulação. O fato é que não temos evidências críveis de uma presença extraterrestre aqui na Terra".

 08/11  O Globo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tropa de elite da Amazônia é suspeita de executar homem


O que era para ser uma operação de busca e apreensão terminou com a morte de um homem, em casa, diante da própria família. 

Ele estava sendo investigado por suspeita de envolvimento com uma rede de pedofilia. Os policiais da tropa de elite do Amazonas, responsáveis pela ação, dizem que o homem tentou reagir. A reportagem é de Marcelo Canellas.


“Pagar o salário desse pessoal que era pra nos proteger e nos resguardar e vão lá e tiram a vida do meu irmão”, desabafa Fabio Araujo Pontes, irmão da vítima.

“Qual o motivo que leva a pessoa executar um pai de família na vista dos filhos e da mulher?”, se pergunta Antônio Ferreira Pontes, pai da vítima.

Fernando Pontes tinha 25 anos. Filho do meio de uma família de comerciantes de Presidente Figueiredo, a 107 quilômetros de Manaus, ele foi morto dentro de casa, com cinco tiros a queima roupa, por policiais da Fera, a força de elite da Polícia civil do Amazonas.

A ação era parte de uma investigação sobre uma rede de pedofilia e exploração sexual de adolescentes que teria ramificações na cidade.

Não havia um mandado de prisão contra Fernando Pontes. O que a juíza da cidade expediu foi um mandado de busca e apreensão para que a polícia encontrasse documentos e material pornográfico que supostamente comprovariam o envolvimento dele com o crime de pedofilia. Com a ressalva de que se tratava de uma investigação e com a recomendação para que os policiais não expusessem as pessoas a vexame.

Foi no dia 12 de maio. A operação foi filmada por um funcionário do Ministério Público.

O promotor Ronaldo Andrade, que aparece no vídeo com um papel na mão, vestindo colete da polícia, acompanhou tudo. Os policiais arrombam a porta da garagem. “Polícia! Ministério Público”.

Depois entram pela sala e param em frente ao quarto. “Não demora, não demora. Deixa a esposa e as crianças aí. Sai com a mão na cabeça!”.

O empresário abre a porta e levanta as mãos. Ele tropeça, cai na cama e levanta novamente com as duas mãos na cabeça. Depois é empurrado e cai na cama de novo. Ouve-se o choro dos dois filhos pequenos, que fogem para o banheiro do quarto. Em seguida, cinco tiros.

Uma policial reclama que as crianças estão no quarto. “Tem criança no quarto”.

Há um corte na filmagem. Depois um revólver calibre 32 aparece na cama. Segundo os policiais, estaria com Fernando, o que é negado pela família.

“Eles entraram aqui na minha casa com promotores, com delegados, com polícias especializadas, e por que eles fizeram isso?”, indaga Arianna de Lima Alencar, viúva de Fernando.

O Conselho Superior do Ministério Público do Amazonas considera que houve abuso na ação policial e determinou a instauração de um processo administrativo para apurar a conduta do promotor Ronaldo Andrade.

Por telefone, ele disse não saber se houve uma execução ou não, mas diz que a operação fugiu do padrão normal.


Fantástico - “O senhor acha que houve excesso então?

Promotor - É, eu acho que houve, nesse caso, excesso.

Fantástico - E a acusação de que o senhor teria acobertado a ação da polícia, e que teria sido conivente e omisso?

Promotor - Olha, veja bem, isso não se coaduna com as minhas atitudes logo depois do fato. E a filmagem da diligência foi feita por iniciativa minha, usando uma câmera particular, e esse vídeo foi, tão logo nós chegamos a Manaus, foi gravado em DVD e entregue aos meus superiores hierárquicos para que fossem apuradas as circunstâncias do fato. Isso derruba qualquer ilação, qualquer pensamento de que eu tenha tentado proteger os policiais.

Os dois policiais acusados pela autoria dos disparos já estão presos: Natan Alves de Andrade e Melquesedeque Sarah de Lima Galvão.

Outros dois também foram denunciados: Hemetério Pirangy da Silva Júnior e Lucas Mendes Silva.

O Sindicato dos Policiais veio em defesa dos acusados dizendo que o empresário reagiu. “O fato é que ele se jogou para a cama onde tentou pegar uma arma que estava debaixo do travesseiro. Ao pegar a arma os policiais reagiram em legítima defesa”, explica Renato Damasceno Bessa, presidente interino do SINPOL - AM

Para o corregedor da Polícia civil, o que houve foi uma execução. “Não há dúvida de que aquela vítima não estava armada e, portanto, ela foi assassinada”, afirma Alberto Ramires, corregedor auxiliar.

Fantástico - A primeira vez em que a câmera foca a cama não há arma nenhuma ali. Depois, num outro momento, a arma já está. E há um momento em que o policial faz um movimento em direção à cama. Não aparece ele colocando a arma, mas aparece com uma arma na mão. É aquela arma?

Alberto Ramires - Sim, sem dúvida. O laudo da Polícia federal deixou claro que aquela arma foi plantada. Foi plantada pra quê? Pra justificar as alegações de legítima defesa, que a vítima teria reagido, quando ela não reagiu.

A polícia recolheu documentos na casa de Fernando. Mas não ainda não divulgou o conteúdo do material. Para o corregedor, a operação policial foi uma sucessão de ilegalidades e crimes.

“O auto de resistência forjado, falso, é falsidade ideológica. Usaram esse documento falso, logo: outro crime de uso de documento falso. E o porte ilegal daquela arma que eles tinham. Estavam portando uma arma fria”, diz o corregedor.

O Ministério Público também quer apurar a responsabilidade dos dois delegados que estavam em Presidente Figueiredo no dia da operação, Fábio Martins Silva e Caio César Nunes, filho do delegado geral de polícia do Amazonas, Mário Cesar Nunes.

A delegacia geral recomendou aos delegados que não dessem entrevista. E também não quis se manifestar alegando que o processo corre em segredo de Justiça. Para o promotor responsável pela denúncia, não há dúvida sobre o que ocorreu.

“Você vendo a fita você chega a essa conclusão de que realmente houve uma execução ali”, afirma Leonardo Abinader Nobre, promotor de Justiça.

“É isso que o Ministério Público irá procurar, irá investigar, irá correr atrás, e tentar provar, e tentar achar o motivo desse crime. O porque que o Fernando foi executado”, diz Leonardo Abinader.

“Quando eu penso nele eu só choro, só choro e peço a Deus que e justiça seja feita”, declara Maria do Socorro Araujo, mãe de Fernando.

Do Site do Fantástico

quarta-feira, 9 de março de 2011

Baterista do Restart fala mal do Amazonas e pede desculpa pelo Twitter

Thomas do Restart se desculpa por dizer que não sabe se há civilização no Amazonas

Thomas, baterista do grupo Restart, está nesta quarta-feira (9) entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil, mas não é por causa do sucesso da banda colorida.

Tudo começou quando caiu na rede um vídeo de uma entrevista da banda. Nas imagens, ao ser questionado sobre um lugar onde gostaria de se apresentar, o baterista diz que gostaria de ir ao Amazonas para "tocar no meio do mato".

Thomas diz ainda que não sabe como é o público do Estado.

- Não sei nem se tem civilização. Deve ser bem legal tocar pra lá.

A declaração despertou a ira de muitos amazonenses, que manifestaram seu ódio ao músico com a tag #manausodeiathomasrestart.

As fãs da banda colorida revidaram com #OMundoAmaThomas, que também ficou entre os temas mais comentados.

Pela manhã, o músico agradeceu às fãs que estão do seu lado. Mais tarde, começou a se justificar.

- Galera, eu disse que achava que não tinha ninguem lá! Não desvalorizei a galera de lá, não! Tenho muita vontade de conhecer Manaus, o Acre!

E continuou.

- Inclusive vou gostar muito de lá! Eu adoro lugar tranquilo! Ainda mais lá que só deve ter natureza! Cachoeiras e tudo mais!

Thomas ainda escreveu em sua página que achava que não havia muita gente na região.

- Não sei como é a galera de lá! Não julguei eles! Não conheço! Só achei que lá era uma cidade turística e que não tinha muita gente, só isso!

"Manaus, mesmo você me odiando eu te amo!", escreveu o músico em outro post. E ele ainda continuou.

- E pra galera que tá me chingando [sic]! Isso me dá mais força pra continuar! Se não tivesse pessoas pra criticar, as pessoas nunca iriam se preocupar com nada!

O músico ainda pediu desculpas e disse que não falou por mal. Segundo ele, o vídeo foi editado "pra sacanear".

E encerrou o assunto dizendo que o importante é ter as fãs a seu lado.

- E de resto! Quem tá aproveitando um vídeo pra ter motivos pra me xingar! Relaxa, a familiarestart tá comigo! Isso basta pra mim!

Fonte: R7