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domingo, 18 de março de 2012

Cataratas do Iguaçu. Paraíso das águas


Em Foz do Iguaçu praticamente todo o turismo gira em torno das cataratas. Claro, é natural que todo mundo queira ver aquelas deslumbrantes quedas dágua de perto. Aliás, o fascínio por elas é tão grande que você coloca os pés na cidade e já quer sair correndo até o Parque Nacional do Iguaçu, onde ficam as cataratas.


Mas, eu garanto, esse é o prato principal do passeio, por isso, vá com tempo sobrando. São muitas passarelas de onde você pode ver as cataratas de pertinho, fazer fotos e até se molhar com as gotículas de água que pairam por todo lado. Um espetáculo maravilhoso.

O lugar é cheio de atrações turísticas, e todas são muito bem exploradas com estrutura de dar inveja a outros cartões postais do país e do mundo. Só para ter uma ideia do que o aguarda, saiba que as cataratas são nada menos que gigantescos paredões de basalto num conjunto de 275 saltos com extensão de 2.700 metros, somando os lados brasileiro e argentino.

Então, se prepare para a viagem. Coloque bastante memória na máquina fotográfica e registre tudo o que vir pela frente.

Muito para ver 
Foz do Iguaçu definitivamente não se resume às cataratas. Dentro do Parque Nacional do Iguaçu fica o maior complexo de turismo de ecoaventura da América Latina.

Cânion Iguaçu é o nome desse complexo, que tem arvorismo, tirolesa, escalada, além de rapel e rafting pelas corredeiras do Rio Iguaçu. Nos dois últimos, a paisagem de fundo é nada menos que as Cataratas do Iguaçu.

E se isso não te fizer perder o fôlego, o Macuco Safari talvez o faça. Entre num barco a motor que vence as corredeiras do Rio Iguaçu e vá parar lá perto das cataratas. Sinceramente, é um passeio para nunca mais esquecer na vida.

Reserve aí seu protetor solar e muitas roupas leves. Andar pelo parque é como estar dentro de uma floresta, com bichos para todo lado e o sol batendo forte. Entre um passeio e outro, é comum ver de perto espécies de pássaros, aranhas, macaquinhos, lagartos, gatos do mato, e muitas, muitas borboletas.

Viagem à convite da Itaipu Binacional.

Para você saber: 
As Cataratas do Iguaçu, cartão-postal compartilhado por Brasil e Argentina, são formadas por 275 quedas dágua em forma de ferradura, em um arco de três quilômetros

A queda mais imponente é a Garganta do Diabo, com 80 metros de altura

O parque é composto por um 252 mil hectares em meio a selva, com uma flora e fauna exuberantes

Espécies ameaçadas de extinção, como onça-pintada, jaguatirica, cágado e inúmeras aves já foram monitoradas por pesquisadores do Ibama

O acesso ao parque é feito por meio de ônibus panorâmicos

Por cima das cataratas 
nSobrevoar as Cataratas do Iguaçu é uma experiência única. Por cima, além de ver muita água, você vai ver um horizonte verde, tanto do lado do Brasil, quanto da Argentina. O passeio é um verdadeiro privilégio. Por isso, se quiser fazer esse voo prepare o bolso: uma voltinha de 10 minutos no helicóptero custa R$ 220,00 por pessoa.

Molhadeira à vista! 
Um dos passeios mais emocionantes do parque é o Macuco Safári. Depois de seguir por uma trilha de 3 km dentro da mata, com guias bilingues que relatam curiosidades da fauna e da flora local, o grupo chega aos barcos. Aí se prepare para fortes emoções e uma molhadeira sem tamanho. O barco sobe o Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo, maior queda das cataratas. Quando se chega no salto batizado de "Três Mosqueteiros", o capitão direciona o barco para baixo das quedas dágua. É emocionante esse banho nas Cataratas.

Quanto custa? R$ 169,00 por pessoa
Dicas. Vá com uma roupa que possa ser molhada e leve uma outra muda para vestir depois



Aprecie as Cataratas do Iguaçu ao cair da noite

Quem já contemplou as quedas d?água em Foz do Iguaçu, no Paraná, sabe o quanto o espetáculo da natureza é hipnotizante. E quem ainda não conhece, nem imagina o que está perdendo. Agora pense no mesmo visual, mas em um belíssimo cenário prateado? Pode acreditar, o passeio realizado à noite, à luz da lua, é, realmente, inesquecível e deixa os visitantes estarrecidos.

Depois dessa introdução, certamente você já está preparando as malas para visitar o complexo turístico. Pois saiba que o calendário lunar já deu início as programações para o famoso "Luau das Cataratas". O passeio, apreciado pelo lado argentino, é feito somente durante a lua cheia.

Passeio de trem

Logo na chegada, o turista é levado em um passeio de trem até a estação Garganta do Diabo, onde o visual deixa qualquer visitante boquiaberto com a força e o som das quedas d?água, iluminado apenas com a luz da lua. Depois, após uma hora de apreciação do espetáculo, os casais seguem para um jantar no restaurante La Selva, famoso por suas massas e carnes típicas argentinas.

Para os turistas que quiserem estender ainda mais o clima de romance e diversão, o Brasil das Águas Tur, em parceria exclusiva com o Rafain Palace Hotel & Convention Center, oferece uma opção de pacote imperdível com quatro noites de hospedagem, em apartamento duplo, com café da manhã, a partir de R$ 955 por pessoa.

Além de ficar em um dos melhores hotéis da região, com toda a infraestrutura necessária para atender os hóspedes, o programa inclui, também, transporte ida e volta do hotel ao luau e um jantar com show no cassino, com direito a um drinque e US$ 10 em fichas. Além de um city tour pelas cataratas do lado brasileiro, quem quiser pode se arriscar no macuco safári (ingressos à parte), guia local e traslado do aeroporto para o Hotel Rafain, com 210 apartamentos e 14 suítes bem decorados, com ar-condicionado, som, TV a cabo, conexão wi-fi e a cabo, secador de cabelos, minibar e cofre.

Nas suítes têm também uma banheira de hidromassagem para relaxar. Isso sem falar da área de eventos. que pode ser dividida em até 43 ambientes distintos, para até 9,8 mil pessoas. É o maior espaço para eventos dentro de um hotel no Brasil.

Pacote

Luau das Cataratas com Rafain Palace Hotel

Preço:
A partir de R$ 955, por pessoa, em apartamento duplo

Datas:
22/09 a 26/09, 20/10 a 24/10, 17/11 a 21/11 e 15/12 a 19/12

Tel.:
(45) 3523.1814 (Brasil das Aguas) ou 0800-645-3400 (Rafain Palace Hotel)

Site:
brasildasaguas.tur.br ou rafainpalace.com.br 

A GAZETA

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

10 piores lugares para passar as férias

O site listverse, que reúne listas dos mais diversos assuntos, elegeu os 10 piores lugares do mundo para serem visitados. E tem Brasil no pódio, confira!

10º. 'Grande Remendo de Lixo do Pacífico' / Oceano Pacífico
O 'Grande Remendo de Lixo do Pacífico', descrito também como o vórtex do lixo, é uma rotação da superfície marinha no Oceano Pacífico Norte Central, situado aproximadamente entre 135° a 155°W e 35° a 42°N. Muitos estimam que o redemoinho de lixo seja do tamanho dos Estados Unidos, porém o tamanho exato não é sabido ao certo. O remendo é caracterizado por concentrações excepcionalmente elevadas de plásticos, lama química, e outros restos que foram levados pelas correntes marítimas. O local não é fàcilmente visível porque consiste em partes muito pequenas, a maioria de seus índices está abaixo da superfície do oceano. (Foto: AP)

9º. Ilhas Izu / Japão
A Península de Izu está situada a oeste de Tóquio, na ilha japonesa de Honshu. Por causa de sua natureza vulcânica, o local é impregnado de enxôfre, que cheira como ovo podre. Os moradores foram evacuados de lá em 1953 e em 2000 devido à atividade vulcânica e aos níveis perigosamente elevados do gás. A volta foi autorizada em 2005, mas apenas com o uso de máscaras, caso os níveis do gás subam inesperadamentea.

8º. A porta para o inferno / Turcomenistão
Ao perfurar em Derweze, no Turcomenistão, em 1971, os geólogos encontraram acidentalmente uma caverna subterrânea enchida com gás natural. A terra abaixo do equipamento perfurando desmoronou, deixando um furo. Para evitar a descarga venenosa do gás, os cientistas decidiram tacar fogo no local. Os geólogos esperavam que o fogo acabasse em alguns dias, mas ele têm queimado desde então. Os locais nomearam a caverna a porta ao inferno. (Foto: flydime/Flickr) .

7º. Jardim Venenoso de Alnwick / Inglaterra
Inspirado nos jardins botânicos em Pádua, Itália, o jardim venenoso de Alnwick é um lugar devotado inteiramente às plantas que podem matar. Têm plantas que crescem no campo britânico, assim como muitas variedades incomuns. O jardim de Alnwick tem uma licença para cultivar algumas plantas muito especiais: cannabis e coca, que são encontrados atrás de grades em gaiolas gigantes - para razões óbvias.

6º. Minas de Asbestos / Canadá
 O asbesto é um jogo de seis minerais naturais do silicato altamente apreciado por sua capacidade de absorção do fogo e do som. Entretanto, a exposição a este material causa câncer e uma variedade de outras doenças. É tão perigoso que a união Europeia proibiu toda a mineração e o uso do asbesto. Mas, quem quer ver o material de perto, pode ir ao Canadá. Lá, nas minas de Thetford, você pode visitar uma mina enorme do asbesto. (Foto: AP)

5º Ilha de Ramree / Burma
O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantes. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas, e os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram - os demais foram comidos.

4º. Estrada Yungas / Bolívia

 O quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e, veja bem, não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Sem falar na neblina.

3º. Vulcões de Lama / Azerbaijão
A "medalha de bronze" do pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama - sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai? (Foto: Nick Taylor/Flickr).

2º. Zona da Alienação/ Europa Oriental - Chernobyl
Chernobyl, na Ucrânia, foi palco do maior desastre radioativo do mundo - uma explosão num reator da usina nuclear, gerou uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa, chamada de Zona da Alienação. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje, algumas pessoas ainda moram por lá. (Foto: AP).

1º. Ilha de Queimada Grande / Brasil
O pior lugar do mundo para visitar fica no Brasil! A Ilha de Queimada Grande, no litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Ela só é paradisíaca vista bem de longe. O lugar possui a incrível média de nove cobras por metro quadrado - são cerca de quatro mil no total. E são todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para ver como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha.

Fonte: br.noticias.yahoo.com

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Top 10 melhores praias do mundo

Os que são apaixonado spor viagens sabem que isso é ótimo para o rejuvenescimento do corpo e da alma, e as praias são o local perfeito para um retiro de férias legais. Belas praias são abundantes em todo o planeta, com as mais adoráveis sendo localizado principalmente no Mar do Caribe e no Golfo do México. O Oceano Índico, o Mediterrâneo, o Pacífico e da costa australiana também apresentam algumas das praias exóticas do mundo.

Uma sondagem ao público iria revelar que tanto a estações de altas  montanhas com clima frio e as belezas naturais abundantes e as praias de areia dourada com azul e o sol são os destinos turísticos mais populares de pessoas em todo o globo.

Uma boa praia é normalmente o resultado do bom tempo, uma praia muito fria não é acolhedora, não é a praia que reflete o calor escaldante da região. Um mergulho nas praias ao redor do mundo seria um resumo grande do feriado.


1. Seychelles




Seicheles é o nome mais popular na lista das melhores praias. Localizado ao largo do Oceano Índico, Seicheles Anse Source d'Argent, que é a terceira maior ilha das Seychelles é o mais procurado destino de férias do mundo. A praia de areia branca, com penhascos de granito e inúmeros coqueiros é um deleite para todos os turistas de todo o mundo. Clima quente e com atmosfera boa e águas azul-turquesa é uma cena parasidíaca.

2. Lanikai Beach , Havaí


Lanikai Beach, Havaí é o segundo nome na lista de praias famosas do mundo. As águas limpas azuis nesta praia relativamente pequenas são o local ideal para umas férias relaxantes. A vista da praia das duas ilhas chamadas Mokuluas à distância é um deleite para os olhos.

3. Fernando De Noronha , Brasil


Fernando de Noronha, no Brasil, é um sítio do Patrimônio Mundial aclamado pela UNESCO. Ele é apropriadamente chamado de o mais belo parque marinho do mundo. Esta ilha é um arquipélago de 21 ilhas situadas totalmente fora do Oceano Atlântico. Esta não é uma praia bastante conhecida no mundo e muito poucas pessoas sabem sobre ela, assim o crédito de sua beleza com calma e serenidade.

4. Maldivas


Maldivas é outra praia linda que é o destino favorito da temporada quente da maioria das pessoas ao redor do mundo. A originalidade desta praia é de águas calmas e de silêncio, apesar do fato dela ser visitada principalmente por todo o mundo. É com certeza a mais tranquila praia no mundo.

5. Anguilla


Anguilla é a próxima na tabela de praias famosas e modernas do mundo. Anguilla é um dos melhores possíveis destinos turísticos do mundo, que foi classificada como a praia número um do mundo no ano de 2005. Localizado ao largo do mar do Caribe, a ilha é um ótimo lugar para relaxar.

6. Boracay , Filipinas


Boracay, Filipinas também tem a seu crédito o prêmio de melhor praia, no ano de 1996. As ondas de prata e brisa fresca ao redor da ilha é o que atrai um grande número de pessoas de todo o mundo. Esta praia exótica está localizado 200 milhas ao sul de Manila em Portugal.

7. Bondi Beach , Sydney


Bondi Beach, Sydney, Austrália, é ainda uma outra famosa praia no mundo que é um must see para todos os turistas na Austrália. A cultura do surf, que está prosperando em ritmo acelerado e da vida noturna sem dormir deste destino é o que acrescenta brilha a seu crédito. A água azul-turquesa e o ambiente descontraído fazem deste lugar um símbolo do estilo de vida da Austrália.

8. Lotu Beach , Califórnia


Lotu Beach, Califórnia, é a praia cartão postal perfeita situado entre as águas cristalinas do Mar Mediterrâneo. A água desta praia é tão clara que parece uma piscina grande. O paraíso escondido tem inebriante beleza que fascina os visitantes. Esta praia é ideal para fugir de uma casa de férias, que afasta os turistas com sua beleza original.

9. Horseshoe Bay, Bermuda


Horseshoe Bay, nas Bermudas, é uma das praias mais exorbitantes do mundo, que apesar do custo envolvido não param os numerosos turistas de visitar o local. O clima é amigável e as águas cristalinas e areia linda rosa, a Horseshoe Bay uma ilha sem paralelo no mundo.

10. Kondoi, Praia de  Coral de Okinawa, Japão


Kondoi Coral Beach, Okinawa, Japão é outra favorita localizada fora da zona rural japonesa. Esta praia é conhecida por sua segurança. As pessoas aqui podem dormir com as portas abertas por toda parte. O único inconveniente é que esta praia é m, mas muito cara, mas não se resiste ao fato de que é neste lugar que vivem algumas das pessoas mais velhas do mundo.

Um passeio pelas praias mais famosas do mundo, definitivamente, foi um prazer refrescante e com certeza gostaria de ajudar os leitores a planejar as férias de praia ao lado com um estrondo!

domingo, 19 de setembro de 2010

Naturismo. Todos despidos no avião

Todos nus no avião! Esta fantasia se tornou realidade. A operadora turística alemã Ossiurlaub fretou aviões especificamente dedicado ao naturismo. Até o Verão de 2008, viajar nu seria surpresa! A empresa alemã afirma que discutirá a data, dada a importância da demanda.

Os nudistas alemães poderão começar as férias do próximo verão a tirar as roupas num avião se aceitarem uma nova proposta de uma empresa de viagens.

A agência de viagens OssiUrlaub.de disse que começaria a aceitar reservas a partir de sexta-feira para uma viagem nudista experimental da cidade alemã de Erfurt, no leste do país, até ao popular resort báltico de Usedom. A viagem está planeada para 5 de julho e custa 499 euros.

“É caro, eu sei”, disse à Reuters o director administrativo, Enrico Hess, por telefone. “É porque o avião é muito pequeno. Não existe nenhuma razão real para que um voo em que se voa nu seja mais caro do que qualquer outro.”

Os 55 passageiros terão de ficar vestidos até entrarem na aeronave, e colocar as roupas novamente antes de desembarcar. A equipa de bordo seguirá vestida ao longo do voo por razões de segurança.

“Eu gostaria de poder dizer que tivemos a ideia, mas ela veio de um cliente”, disse Hess. “É uma lacuna invulgar no mercado.”

O naturismo foi banido da Alemanha pelo nazismo, mas voltou após a 2ª Guerra Mundial, em especial no lado oriental.

“Existem hotéis naturistas onde se pode ir nu ao restaurantes e lojas, por exemplo”, afirmou Hess.

“Eu não quero que as pessoas tenham a ideia errada. Não estamos a começar um clube de swing no meio do ar ou algo desse tipo. Somos uma agência de viagens perfeitamente normal.”

Fonte: Terra Notícias/Reuters

sábado, 21 de agosto de 2010

Colatina. Curiosidades históricas

Colatina é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. É a principal cidade da região noroeste do estado e sua influência abrange também cidades do leste mineiro. Colatina é famosa por seu magnífico pôr-do-sol e por suas festas que ocorrem durante o ano todo, como o Baile do Cafona e as diversas micaretas.


Curiosidades de Colatina

Primórdios: A fundação de Colatina data de 1833. As primeiras povoações foram no Arraial da Barra do Santa Maria, hoje bairro Colatina Velha, onde surgiu a área urbana, Mutum de Boapaba e ainda Barracão de Baunilha. Os imigrantes eram italianos em sua maioria.

História: Em 1857, com a chegada de Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, foi criada a colônia de Francilvânia, ma margem esquerda do Rio Doce. Mas, devido aos constantes ataques dos índios botocudos, muitas colônias só se desenvolveram a partir do último decênio do século dezenove.

Indígenas: Em 9 de dezembro de 1899, Colatina virou sede do distrito. Naquela época a região pertencia a Linhares. Os índios do grupo Botocudo, nação Gê ou Tapuia, primeiros donos da terra, resistiam a qualquer tentativa de colonização branca naquela área. Vários combates foram travados na região, até que, devido à superioridade das armas de que dispunham os homens brancos, a população indígena local foi praticamente dizimada.

Mata Atlântica: Naquela época toda área da região era coberta pela Mata Atlântica. Aos poucos, a vegetação nativa foi dando lugar a povoamentos, pastoreio e agricultura. No decorrer de um século, uma grande área foi devastada. No Século XX, a extração de madeira também castigou bastante a vegetação nativa da região.

Destaque: Com a instalação, em 1906, da Estrada de Ferro Vitória a Minas, o município assumiu importante posição econômica, superando Linhares, cuja posição geográfica não mais correspondia às exigências do Governo.

Imigrantes: Como a maioria das cidades brasileiras, os aspectos sócio-econômicos e culturais de Colatina se formaram a partir da imigração de europeus. No final do século dezenove e início do século vinte, italianos e alemães chegaram à cidade para morar e trabalhar. Com a introdução da agricultura e pecuária, a cidade se tornou sustentável. O crescimento gerado proporcionou sua emancipação em 1921.

Campanha: Em 26 de maio de 1916, o coronel Alexandre Calmon e o médico Pinheiro Júnior compuseram uma chapa e foram derrotados por Bernardo Monteiro, na disputa pela presidência do Estado. Chefiaram então um movimento revolucionário, em que proclamavam Colatina a nova capital do Espírito Santo, instalando o governo em Colatina.

Desenvolvimento: Em 1928 iniciou-se o desenvolvimento urbano, com as cosntruções do Hospital Sílvio Avidos, a Ponte Florentiino Avidos e a estrada de ferro. Na década de 50, Colatina começa a colher resultados significativos ao se tornar o maior produtor mundial de café. O processo de industrialização teve início nos anos 70 e colocou a cidade no rol das maiores economias do Estado.

Trem: Desde 1975 os trilhos da estrada de ferro não fazem parte da paisagem do centro da cidade, mas sim uma avenida repleta de árvores. A ponte Florentino Avidos continua ocupando lugar de destaque nos cenários local e estadual. (Fonte: A Gazeta de 22/08/2007)


 Espírito Santo
MesorregiãoNoroeste Espírito-santense
IBGE/2008
MicrorregiãoColatina IBGE/2008[
Municípios limítrofesPancas, São Roque do Canaã,Itaguaçu, Marilândia, Baixo Guandu,Linhares.
Distância até a capital120 km
Características geográficas
Área1.423 km²
População111.365 hab. est. IBGE/2009
Densidade78,5 hab./km²
Altitude71 m
Climatropical Aw
Fuso horárioUTC-3
Indicadores
IDH0,773 médio PNUD/2000[
PIBR$ 1.064.547 mil IBGE/2005
PIB per capitaR$ 9.633,00 IBGE/2005


Município situado às margens do Rio Doce, apelidado de Princesa do Norte, Colatina é um importante pólo da indústria de confecção do Estado e elo de ligação do sistema de transporte rodoviário, entre o norte do Estado e Vitória. Além disso, abriga o maior Frigorífico da América Latina e um grande parque moveleiro.

Clima

Quente e úmido, com chuvas entre Outubro e Janeiro.

Temperatura Média

28ºC

COMO CHEGAR

Partindo de Vitória: BR- 259, trem pela Estrada de Ferro Vitória- Minas e avião

Localização

Município do Noroeste do Estado do Espírito Santo.

Limites

Norte: Pancas e São Domingos do Norte, Sul: Itaguaçú, São Roque do Canaã e João Neiva, Leste: Rio Bananal, Linhares e Marilândia, Oeste: Baixo Guandú.

Acesso Rodoviário

Estação Rodoviária- Praça Municipal- Tel: 3722- 2377

Distâncias

128 Km da Capital

TURISMO

Colatina oferece um grande potencial para o ecoturismo, pois há no campo belas paisagens e fazendas bem cuidadas. Destaque para São Pedro Frio, a 600 metros de altitude, a 40 quilômetros do Centro, que oferece clima de montanha aos visitantes. Vale a pena conhecer as lagoas do Limão, Pau Gigante, Coroa Verde, Barbados, Óleo, Patrão Mor. Além das cachoeiras do Oito, Onze, Vinte e Onça.

Principais Pontos Turísticos



Cachoeiras

Cachoeira do Oito, a 8 Km

Cachoeira do Onze, a 10 Km

Cachoeira do Vinte, a 20 Km

Cachoeira da Onça, a 70 Km

Rio Doce

Atravessa a cidade e é o mais importante rio do Estado.

Lagoas

Lagoa do Pau Gigante, a 20 Km

Lagoa do Limão, a 40 Km

Lagoa da Coroa Verde, a 33 Km

Lagoa de Barbados, a 10 Km

Lagoa do Óleo, a 12 Km

Lagoa da Boa Morte, a 20 Km

Lagoa do Patrão-Mor, a 20 Km

Estátua de Cristo Redentor

Localizada no centro da cidade.

Ponte Florentino Avidos

Com 750 metros de comprimento. Fica sobre o Rio Doce, ligando o Sul e o Norte do Estado. Foi inaugurada em 1928.

Distrito de Itapina

Itapina é um povoado bucólico, que já foi um dos pontos comerciais de café mais ricos de Colatina. Em 1907 já era servida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, contando com uma Estação, tendo atingido o seu auge a partir do final da década de 1910. Lojas de carros e artigos importados, comerciantes de seda e outros artigos finos, faziam o comércio de Itapina mais movimentado que o da sede do município, Colatina.
Tinha posto de gasolina, cinema, escolas, posto de saúde e muitos armazéns para estocagem e comércio de café. Foi uma das primeiras cidades capixabas a ter energia elétrica, com uma hidrelétrica que atendia à vila.
Atualmente não há mais movimento comercial. Mas o casario, embora não tombado pelo patrimônio histórico, é um testemunho dos tempos áureos do lugar.
Fica localizada ao sul do Rio Doce, escondida entre Colatina e Baixo Guandu. São cinco quilômetros de estrada a partir da BR asfaltada.
Atrações
Os casarios do lugar, lembranças do faustio da primeiras décadas do século XX.
Passeio de trem até Colatina, ou Vitória.
Travessia do Rio Doce, em balsa.

Praça do Sol Poente

Localização: Centro

Ponte Florentino Avidos

construção de 1928, feita com material vindo da Bélgica, coberta com pranchões de madeira, possui 800M de extensão. Recebeu esse nome devido homenagem ao governador Florentino Avidos. Foi reformada em 1941, quando recebeu piso de concreto, sendo duplicada em 1955. situa-se sobre o Rio Doce e liga sul ao norte do Estado.

Igreja Catedral Colatina

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Suécia: Nas 14 ilhas de Estocolmo o verão é verde, alegre e caloroso

- Pense num lugar para aproveitar o verão europeu passeando de barco, curtindo bares e restaurantes à beira-mar ou simplesmente tomando um bom sorvete durante caminhadas sob o sol. Espanha? Itália? Grécia? Tá frio! O quente (na medida certa, sem suor), neste caso, é Estocolmo. A capital sueca - onde a temperatura no inverno fica entre 2ºC e - 7ºC, com dias que podem começar às 8h30m e terminar às 15h - nesta época do ano deixa de lado o perfil nórdico e se revela quase tropical.


Nos bares de Estocolmo, suecas em cima da mesa

SoFo, na Ilha de Södermalm: endereço mais descolado de Estocolmo

Cena roqueira de Estocolmo começa num parque de diversão

A cultura saboreada nos restaurantes e cafés de Estocolmo

Conhecida como cidade que flutua ou Rainha do Lago Mälar, a capital se espalha sobre 14 das 24 mil ilhas que compõem o arquipélago de Estocolmo: um convite a se lançar pelo Mar Báltico em busca de belas paisagens, com céu azul de fundo. Em terra firme, também não faltam opções de passeios ao ar livre. Desde as ruas de Gamla Stan, a cidade velha, com os prédios mais antigos da capital fundada oficialmente em 1252, à moderna área conhecida como SoFo District (South of Folkungagatan), onde fica a Rua Götgatan, com suas lojas de design. Sem falar nos 38 parques, ideais para piqueniques. Um roteiro que não tem nada de morno, apesar das temperaturas amenas.


A chegada ao aeroporto de Estocolmo é calorosa: nossa conterrânea, a Rainha Silvia, recebe os visitantes acenando, sorridente, ao lado do marido, o Rei Carlos XVI Gustavo, num enorme cartaz de boas-vindas afixado no desembarque. Além de acolhedora, agora em 2010 a cidade é também a capital verde da Europa, por iniciativas como a diminuição da emissão de carbono em 25%. Mas o que chama a atenção do turista brasileiro, acostumado a imaginar uma Suécia gelada, é ver uma cidade alegre e colorida no verão, com dias ensolarados, temperaturas acima dos 20C e gente andando sem camisa pelas ruas e tomando sorvete. E os banheiros públicos disponíveis - e limpos.

Um bom começo para o turista em férias de verão em Estocolmo - e um bom programa para quem já a conhece dos livros da trilogia policial "Millenium", do escritor sueco Stieg Larsson, sucesso mundial que deu origem ao filme "Os homens que não amavam as mulheres" - é buscar um ponto alto de onde se possa ver a cidade de cima, para entender melhor sua geografia insular. De Fjällgatan, em Södermalm (a maior das 14 ilhas, onde fica a Rua Götgatan), por exemplo, pode-se ver, de camarote, boa parte do que Estocolmo oferece.


Qualquer roteiro precisa incluir Gamla Stan, coração da capital, que reúne construções medievais, bons bares, cafés e restaurantes, além do Palácio Real (com direito à cerimônia de troca de guarda, ao meio-dia) e da Catedral, onde foi celebrado o casamento de Silvia e Carlos, em 1976. No templo construído na segunda metade do século XIII - e que passou por várias modificações arquitetônicas desde sua consagração, em 1306, até se tornar em 1942 a grande catedral de cinco naves que se vê hoje - o destaque é a escultura de São Jorge e o Dragão, feita em carvalho e couro de alce por Berndt Notke de Lübeck, em 1489. Mas também encantam os balcões suspensos destinados aos membros da família real.


Em Gamla Stan, fica a Kungsholmen (prefeitura): anualmente, em dezembro, no Salão Azul (que, na realidade, é vermelho) daquele prédio, é realizado o jantar de gala do Prêmio Nobel. A construção, bem na beira do Lago Mälar, e enfeitada por três coroas folheadas a ouro que simbolizam a Suécia, é um deslumbre.

Ali perto, também estão o não menos imponente Palácio Real e o edifício da Bolsa de Valores, onde se encontra a Academia Sueca, que escolhe os agraciados com o Nobel da literatura. Gamla Stan é, ainda, endereço de Stortorget, a praça mais antiga cidade, onde funcionava um mercado durante a Idade Média. Também em Gamla Stan fica a Marten Trotzigs Gränd, uma ruazinha medieval com apenas 90 centímetros de largura, e que virou atração turística. De tão discreta, pode passar despercebida, em meio às vitrines dos mais variados tipos de lojinhas da região.



Bom lugar para uma caminhada (ou um passeio de bicicleta, indicado para os dias claros) é o calçadão da orla de Strandvägen, passando por Nybroviken, rumo a Djurgarden (a Ilha dos Museus). No meio do caminho, está o cais de Nybrokajen, de onde sai a maioria dos barcos para roteiros pelo arquipélago. A área de Skeppsbron, na orla de Gamla Stan, também é muito bonita.

Se a pedida for ir às compras, vale rumar para o SoFo District e Östermalm. A Ilha de Östermalm é uma área descolada, com lojas mais exclusivas, como as de peças de design, e hotéis chiques. Foi o local encontrado pelas autoridades do século XIX para abrir grandes avenidas e bulevares à francesa. Já no SoFo, o bairro moderninho que fica ao sul de Folkungagatan e ao leste de Götgatan, na Ilha de Södermalm, estão as compras bacanas mais accessíveis. Um dos destaques é a Design Torget, com peças simples, como capas para tábua de passar e pegadores de gelo, de formatos inusitados e cheios de estilo.

No caminho entre Gamla Stan e a estação de metrô T-Centralen - onde se encontra a Ahléns City, a maior loja de departamentos da Suécia - há centenas de lojinhas mais turísticas, onde estão à venda os famosos cristais Kosta Boda (a Suécia é líder no design de vidro). Sem contar filiais da mundialmente conhecida grife popular H&M, de origem sueca. Mas a marca mais famosa do país é, sem sombra de dúvida, a Ikea. A loja original deste ícone da cultura sueca em termos de decoração moderna (como a Tok&Stok) foi aberta num ano emblemático para nós: 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira copa, derrotando a Suécia por 5 x 2.



Menos de dez anos depois, já havia filiais na Noruega e na Dinamarca. Hoje, a Ikea tem 305 lojas em 38 países. Visitá-la em seu berço é programa imperdível: no número 13 da Regeringsgatan, pode-se pegar um ônibus gratuito até lá, das 11h às 17h. São 25 minutos até o paraíso de consumo.

Do leite ao design, seis séculos de Suécia

Mesmo sem sair da capital de 800 mil habitantes, é possível viajar por toda a Suécia. E esta viagem é no espaço e no tempo. Basta visitar Skansen, museu ao ar livre criado em 1891, que é como uma miniatura do país. A área, de 300 mil metros quadrados, reúne 150 edificações, transladadas de todas as regiões do país, para contar a história sueca.





Está tudo lá: fazendas, moinhos, igrejas, lojas, fábrica de vidros e até uma antiga agência de correio, de onde se pode postar correspondência para qualquer parte do mundo. Tudo original. E cercado por jardins cultivados como na época e no lugar de onde vieram as casas e os prediozinhos.

O passeio por Skansen vai de Norte a Sul do país, que hoje tem 9,2 milhões de habitantes, e começa no século XV. Deste período, e dos imediatamente subsequentes, há fazendas com atores vestidos como os antigos moradores para conversar com os visitantes e contar detalhes de sua "vida". Num dos velhos endereços, é possível ver como eram preparados alimentos como os queijos, produzidos no verão e armazenados para consumo nos longos e gelados dias de inverno.

Caminhando em direção ao futuro, ou seja, à região que ilustra os tempos mais recentes da história sueca, há casas feitas para ambientes urbanos, onde se é convidado a entrar para conhecer detalhes como a decoração dos aposentos e as utilidades domésticas então usadas. Todos também são bem recebidos em lojinhas de artesanato, na padaria (o biscoito de canela, feito na hora, é uma delícia), nas oficinas. Na fábrica de vidro, além de ver como são feitos os objetos, também se pode comprá-los.





Skansen também tem lugar para abrigar animais domésticos e selvagens, muitos deles típicos da Escandinávia. Os primeiros estão numa fazendinha. Os outros - ursos, lobos, carcajus, renas, bisões, alces e corujas - podem ser encontrados em grandes áreas cercadas que formam um zoológico.

E tem mais, muito mais para se ver: um aquário, um observatório, uma escola... Também é possível fazer um passeio de funicular. E, quando der fome ou vontade de descansar apreciando a vista - Skansen fica no alto, de onde se pode ver ângulos privilegiados da capital - há vários restaurantes e uma área reservada a piqueniques. A viagem por toda a Suécia ainda pode acabar em música, já que o museu ao ar livre também oferece, com regularidade no verão, concertos ao ar livre.

Lojinhas e parques na idílica Vaxholm

Algumas das 24 mil ilhas que compõem o arquipélago de Estocolmo são unidas por 57 pontes. Mas não dá para sair da Suécia sem visitar ao menos uma delas por via marítima. Entre as muitas possibilidades está Vaxholm, a capital do arquipélago de Estocolmo, a cerca de 50 minutos de barco (também dá para ir de carro ou ônibus, e a viagem dura de 35 a 45 minutos). A municipalidade de Vaxholm abrange 64 ilhas, 16 das quais povoadas. São dez mil habitantes, aproximadamente, população que dobra no verão.





A ilha é o centro do tráfego marítimo do arquipélago e dos barcos brancos que fazem o transporte de moradores e turistas. Outra maneira de ir até lá é pegando um táxi marítimo: pequenos e velozes barcos vermelhos que fazem esse e outros trajetos por ali, para quem quer curtir um dia (ou mais) off-Estocolmo.

Vaxholm é uma graça: tem uma atmosfera idílica, com charmosas lojinhas, cafés, restaurantes, galerias de arte, igrejas e casinhas típicas, sem contar uma ilhota anexa onde há uma fortaleza do século XVI, o Forte Vaxholm (originalmente construído em 1548, mas que ganhou a arquitetura que tem hoje entre 1833 e 1863). Erguido por ordem do Rei Gustav Vasa, que queria proteger Estocolmo de invasões de inimigos, o lugar foi atacado duas vezes, uma pelos dinamarqueses, outra pelos russos. Hoje, o forte abriga um museu, recentemente renovado, que conta a história da defesa do arquipélago. Mas atenção: se você pretende conhecê-lo, cuidado para não perder a hora do último ferry que faz o pequeno percurso pelo Mar Báltico, a cada 15 minutos, passando por Vaxholm.





Além de ser um bom lugar para bater perna, Vaxholm também tem locais para se sentar e ver a vida passar. Seja à beira-mar, nos banquinhos espalhados pela área do píer, seja nos parques com espaços reservados para piqueniques. A maioria das pessoas traz seu farnelzinho de casa, mas não faltam mercados com produtos frescos para o lanche ao ar livre.

COMO CHEGAR

De avião: A British Airways voa para Estocolmo, com conexão no aeroporto de Heathrow, em Londres. Pela Air France, o voo faz conexão no Charles de Gaulle, em Paris.

ONDE FICAR

Hotel Rival: Combinação de hotel, café e cinema, ganhou novo fôlego em 2002, a partir de uma parceria com Benny Andersson, ex-integrante do Abba - o que garante que haja CDs do grupo nos quartos para você experimentar os aparelhos de som instalados neles. Tarifas a partir de 780 coroas suecas. Mariatorge 3, Södermalm. Tel. 46 (08) 5457-8900. www.rival.se

Scandic Sergel Plaza: No centro da cidade. Tarifas a partir de 1.520 coroas suecas. Brunkebergstorg 9. Tel. 46 (08) 5172-6300. http://www.scandichotels.com/

PASSEIOS

Estocolmo

Palácio Real: Ingressos a 100 coroas suecas ou 140 coroas suecas, no caso de uma visita que inclua os apartamentos reais, a sala do tesouro e o Museu Tre Kronor, sobre o palácio original, destruído no século XVII. Aberto das 10h às 17h em agosto e das 10h às 16h em setembro.

Skansen: Museu ao ar livre e zoológico abertos de 10h às 22h. Entrada: 130 coroas suecas. Djurgärden. http://www.skansen.se/

Vaxholm

Forte Vaxholm: Entrada: 50 coroas suecas (grátis para menores de 19 anos). Aberto de 11h às 17h até a segunda semana de setembro. Tel. 46 (08) 5417-1890. Kastellet 185. Tel. 46 (08) 5417-1890. http://www.vaxholmsfastning.se/

MOEDA

Câmbio: A cotação da coroa sueca está em 0,10, e R$ 0,24.

OUTRAS INFORMAÇÕES

Na internet: www.visit-stockholm.com