Mostrando postagens com marcador espírito santo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espírito santo. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de julho de 2011

Milhares de participantes esperados na 1ª Parada Gay de Linhares - ES

Milhares de participantes esperados na 1ª Parada Gay de Linhares

Considerada "a cidade mais homofóbica do Estado", Linhares recebe o 1º Manifesto Gay neste domingo (10). Cerca de 20 mil pessoas são esperadas

Dois trios elétricos com Djs, show de transformistas, discurso de autoridades, e todas as cores do arco-íris vão marcar a 1ª Parada Gay de Linhares. Com o lema "Direito à Diversidade: Também Somos Família, União Homoafetiva", o evento acontece neste domingo (10), a partir das 12h30, no centro de Linhares. Os organizadores esperam público de 20 mil pessoas.

foto: Divulgação/PMV
Parada Gay em Vitória
Segundo o presidente da Associação Linharense de Apoio à Homossexualidade (Alah) e organizador do evento, Guilherme Barbosa, a manifestação vai começar na praça Nestor Gomes, mais conhecida como Praça do Correios, no centro da cidade. De lá, a passeata segue pela avenida João Felipe Calmon e rua Augusto Pestana, até o bar Caliman. Guilherme afirma que a Parada está marcada para terminar às 18h. "A gente espera de 15 a 20 mil pessoas, mas algumas pessoas preveem mais gente ainda. Vários ônibus lotados de todas as partes do Estado chegam amanhã", afirma.

Segundo Guilherme, além dos shows previstos para acontecer durante a passeata, vão haver discursos de "advogados, políticos e lideranças do movimento homossexual no Estado". Conforme o organizador, Linhares é a quarta cidade do Norte a promover uma parada gay. As outras são Colatina, São Gabriel da Palha e São Mateus.

De acordo com Guilherme, a segurança do evento será garantida pelas polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros. "Seguranças particulares também vão ajudar no mantimento da ordem", afirma.

Preconceito

Para Guilherme, a Parada Gay demorou a acontecer em Linhares por causa da falta de apoio do poder público e por falta de iniciativa dos homossexuais. Ele afirma que associações GLBT consideram a cidade a mais homofóbica, e onde mais se agride homossexuais no Estado. "É um desafio fazer essa parada. Estou dando minha cara a tapa. A sociedade pode até não nos aceitar, mas queremos respeito", conclui.

1º Manifesto GLBT de Linhares
Neste domingo (10), a partir das 12h30
Saída da Praça Nestor Gomes, no Centro
Gratuito

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Vila Velha - Espírito Santo

Vila Velha faz, hoje, 476 anos, mas continua, dia após dia, sendo "descoberta" por seus moradores e visitantes. São praias, monumentos, figuras populares, costumes e tradições prontos para serem desbravados, conquistados. E quem já conheceu pelo menos um pedacinho dessa região, e tem um carinho todo especial pelo município, não poderia deixar a data passar sem uma homenagem.
Lindo entardecer em Vila Velha. Foto do Leitor/Raphaela Costa


Muitas retratam o Convento da Penha, cartão-postal que a cidade divide com o Estado e que acompanha, há tantos anos, o crescimento e o cotidiano do município. A casa da padroeira, Nossa Senhora da Penha, é quase sempre o primeiro item da lista na memória de quem passou pelo município ou vive nele.
Vista da Terceira Ponte. Foto do Leitor/ Simone Fonseca

Mas o pôr do sol romântico no Morro do Moreno, a prática de esportes na Praia da Costa, a vista da Terceira Ponte ou a tranquilidade da Barra do Jucu não ficam de fora. Sem falar nas embarcações esperando o dia raiar na Praia do Ribeiro, da tarde prazerosa em um museu ou nas badaladas areias de Beverly Hills. Até o antigo bonde foi lembrado.

Se você ainda não se encantou por Vila Velha, eles garantem: sempre é tempo de parar um pouco para admirar a cidade. Estão aí as imagens, que não os deixam mentir.

Crepúsculo em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha. Foto do Leitor/Luciane Schiavon Cordeiro

Confira o que funciona no feriado
Por conta do feriado do dia da Colonização do Solo Espírito-Santense e do aniversário de 476 anos da cidade de Vila Velha alguns serviços não devem funcionar no setor público e até mesmo no setor privado. Como o governo do Estado decretou ponto facultativo, não há expediente hoje nas repartições públicas estaduais em todo o Estado. Isso inclui as escolas da rede estadual e até mesmo a rede municipal de Vitória também não terá aulas. Também foi decretado ponto facultativo pelo poder judiciário. Por outro lado, em Vila Velha, lojas do Polo de Confecções da Glória vão funcionar normalmente.

Veja mais em http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/05/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/859284-vila-velha-sob-muitos-olhares.html

domingo, 8 de maio de 2011

Trocados na maternidade há 26 anos, jovens agora moram juntos no Espírito Santo

Jovens trocados na maternidade há 26 anos agora moram juntos no Espírito Santo


Dois jovens que só aos 25 anos de idade descobriram ter sido trocados na maternidade, no Espírito Santo, estão trabalhando e convivendo com as duas famílias


SÃO PAULO - Dois jovens que só aos 25 anos descobriram ter sido trocados na maternidade, no Espírito Santo, 12 meses depois da revelação vivem na mesma propriedade, na zona rural de Santa Maria de Jetibá, região serrana do Espírito Santo.

- Agora eu conheci meus pais e o que eu mais queria era tirar a limpo essa história, porque eu era diferente - diz o borracheiro Dimas Aliprandi.

Ele era diferente das irmãs. O menino loiro que se destacava na família cresceu e, no ano passado, foi atrás da própria história. Fez um exame de DNA e descobriu que foi trocado na maternidade.
São duas famílias que se uniram e eu espero que seja para sempre
Surpresa para Antônio e Zilda Aliprandi, os pais que o criaram. Surpresa também para Elton e o casal Adelson e Nilza Plaster, a outra família de Santa Maria de Jetibá que recebeu a notícia da troca de bebê.

- Não é qualquer dia que você vê isso. Não é qualquer um que tem dois pais, duas mães junto dele - diz Dimas.

Dimas Aliprandi e Elton Plaster vivem na zona
rural de Santa Maria de Jetibá 
Agora, todos estão juntos. Dimas prepara as mudas e o pai, que até ano passado ele não conhecia, prepara a terra.

- O melhor mesmo é isso. Ter dois filhos agora, ficar perto - diz Adelson.

- A cada dia com a outra família, você aprende alguma coisa. Eu sei que eles também aprendem com a gente - diz Elton.

Para manter a família unida, Dimas, Antonio e Zilda deixaram o município de João Neiva, também no Espírito Santo, e se mudaram para a propriedade da outra família.

- Eu tenho amor por eles. Tenho os dois como meus filhos - diz Nilza.

- Para mim tá bom, mas só que a mente da pessoa, ela fica imaginando porque isso foi acontecer, é isso que é difícil - diz Antônio.

Recomeçar, para qualquer pessoa, pode ser mesmo muito difícil. Mas nessa história, as portas sempre se abriram. E a solução para o que poderia ter sido muito complicado apareceu. Uma pequena casa foi construída nos fundos da casa dos pais biológicos de Dimas, que se mudou para a propriedade com os pais de criação. Recentemente, ele casou com Vanessa.

- Mais importante é eu estar junto com ele. A gente sempre se amou e a gente quer construir um futuro juntos - diz Vanessa.

- São duas famílias que se uniram e eu espero que seja para sempre - diz Dimas.

Fonte: Jornal Nacional

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vinte pessoas foram vítimas de balas perdidas no Espírito Santo só em 2011

Vinte pessoas foram vítimas de balas perdidas no Espírito Santo só em 2011
Um dos casos mais recentes é o do menino Mateus Vidal Arruda, morto com o um tiro na cabeça em Inhanguetá, região da Grande São Pedro


Mateus Vidal Arruda, morto com
o um tiro na cabeça:
  doação órgaos
Levantamentos do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes) na Grande Vitória e em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, revelam que 20 pessoas foram vítimas de balas perdidas desde o dia 1º de janeiro até o final da tarde desta segunda-feira (25). Os dados da polícia não diferenciam vítimas feridas ou mortas. Um dos casos mais recentes é o do menino Mateus Vidal Arruda, morto com o um tiro na cabeça em Inhanguetá, região da Grande São Pedro, em Vitória.

O menino foi baleado na cabeça na noite do dia 16 deste mês, quando saiu de de casa para comprar um pedaço de bolo na praça do bairro. O crime ocorreu em um sábado e foi resultado da briga e troca de tiros entre gangues rivais. Na semana passada, Mateus teve morte cerebral. Uma semana após este caso que comoveu capixabas em todo o Estado, Katiane Siqueira Vidal, 30 anos, mãe do menino morto, fala da vontade de mudar de casa.

"Estou pensando seriamente de mudar de casa. Quase sempre que vou na rua, para resolver algo, eu preciso passar pela pracinha onde tudo aconteceu. E toda hora que estou no local, descem lágrimas dos meus olhos. Vem tudo em minha mente", revelou.

Mãe de outras quatro crianças, de 13 anos, 12, cinco e três meses de idade, ela diz que a rotina da família já não é mais a mesma. "Eu nem deixo eles sozinhos na rua, perto de casa, como era antes. Se eles precisam sair, ou pedem para sair, eu levo e trago de volta. Eu estou com medo. Lá (praça do bairro Inhanguetá) existe risco de sermos baleados a qualquer momento porque é um lugar muito agitado. A gente tem medo de andar na região. Eu mesmo caminho vigiando tudo ao redor", desabafou.

Reforçar o trabalho empenhado pelas Polícias Civil e Militar. Esse é o caminho para evitar o drama e o trauma de Katiane Siqueira e familiares das outras 19 vítimas de pessoas mortas ou feridas por balas perdidas no Espírito Santo, como explica o secretário Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), Henrique Herkenhoff.

"A única maneira de evitar a bala perdida é evitar também o homicídio. Ou seja, prender esses criminosos e homicidas que se servem da arma de fogo com mais facilidade do que a gente troca um pneu de carro. Esses indivíduos banalizaram a violência tanto que transformaram isso em algo do cotidiano da sociedade. Enfim, temos que aperfeiçoar todo o trabalho que já realizamos, afinal a única forma de impedirmos isso é apurando as responsabilidades e prendendo os homicidas não há como evitar as balas perdidas sem evitar os tiroteios", afirmou o secretário.

Assessores da Sesp trabalham atualmente em um programa denominado como Inteligência Social, de autoria do secretário Herkenhoff. O chefe da pasta não fala ainda sobre o assunto, antes de tratá-lo em definitivo e diretamente com o governador Renato Casagrande (PSB), mas em corredores e salas da Sesp fala-se em uma gerência que trabalharia com dois grupos: uma equipe de rua composta por assistentes sociais, pedagogos e outros profissionais; e uma equipe interna de análise, composta por gente do mesmo gabarito da equipe de rua, além de economistas, psicólogos, sociólogos e outros.

A idéia seria obter as informações exatas do que as autoridades devem fazer para garantir a presença do Estado a fim de inibir ações criminosas, promovendo desenvolvimento socioeconômico nos bairros e comunidades que buscam demandas em educação, saúde, lazer, cultura e outros direitos públicos.

PAULO ROGÉRIO - Rádio CBN Vitória (93,5 FM / 1.250 AM)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Espírito Santo vai sofrer cada vez mais com temporais e frentes frias

Especialista diz que as frentes estão mais comuns nas serras, o que influencia o clima das demais regiões



Frentes frias têm aparecido mais vezes na Região Serrana capixaba. Assim, contribuem para o surgimento de chuvas de grande intensidade no Estado. A constatação é de Alexandre Rosa dos Santos, mestre em Meteorologia e doutor em Engenharia Agrícola com ênfase em Meteorologia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que fez uma pesquisa sobre a movimentação das frentes frias na região nos últimos dez anos. Segundo ele, o fenômeno - que é crescente - é mais uma característica que favorece o cenário de temporais visto nos últimos dias. E o quadro, segundo o Incaper, deve permanecer em todo o Estado até sexta-feira, com céu nublado, tempo instável e pancadas de chuvas e ventos de até 70km/h.

Pesquisa
Vimos que, em um intervalo de dez anos, as frentes frias têm aparecido mais vezes e com um menor intervalo de tempo nessa região. Elas chegam rapidamente, provocam chuvas mais fortes do que o comum ou secas também muito fortes, e passam logo. Se antes esse intervalo variava entre dois a quatro dias, agora são de dois dias, em média.

No Estado
Em função das características geográficas do Espírito Santo, esse resultado pode ser estendido para todo o Estado. Temos um território estreito e alongado de características semelhantes, onde o que mais influencia no tempo são o relevo e o oceano. E o estudo trata de frentes gigantescas que cobrem nosso território.

CausaA presença constante de frentes frias é fruto da instabilidade climática, consequência da combinação das mudanças naturais que o clima do planeta está sofrendo com as transformações antropogênicas (fruto da ação do homem). Essas também ocorrem quando se ocupam, desordenadamente, áreas de risco.

Chuvas recentes
Elas não têm nada a ver com esse processo. São fruto de um complexo meteorológico que gerou muitos ventos e chuvas fortes e contemplou uma grande área do Estado. O fenômeno, chamado de "complexo convectivo", representa uma formação gigantesca de nuvens sobre o oceano, que geram ventos e instabilidade muito fortes. Isso possibilita a formação de massas de ar. O processo tem características iniciais de ciclone, mas em hipótese alguma pode ser chamado de ciclone. Para isso, é preciso baixa pressão atmosférica e aquecimento de águas do oceano, o que não ocorreu.

Riscos 
Como está chovendo há mais de 20 dias em muitos pontos, o solo já está muito encharcado, o que faz com que escoamento superficial da água contribua para o escorregamento de encostas. Para se ter uma ideia, em 30 dias já choveu metade do que está previsto para chover em um ano, no Sul do Estado.


"Vimos que, em um intervalo de dez anos, as frentes frias têm aparecido mais vezes, com um menor intervalo de tempo. Elas chegam rapidamente, provocam chuvas mais fortes do que o comum e passam rápido. Se antes esse intervalo variava entre dois e quatro dias, agora são de, no máximo, dois dias" -

Alexandre Rosa mestre em meteorologia e doutor em engenharia agrícola com ênfase em meteorologia

Solução 
Nessas condições, o que se torna mais importante é um trabalho de prevenção, sobretudo nas áreas de risco. É preciso que haja um mapeamento dessas regiões para que antes dos temporais já sejam estudadas soluções; e as possíveis vítimas, retiradas. Esse trabalho de prevenção depende de uma rede de voluntários e do município, e para isso deve ser feito um plano de contingência que envolva as pastas de Saúde, de Engenharia e de Assistência Social.

Previsão do tempo
A prevenção torna-se mais importante com o desenvolvimento dos serviços dos institutos de meteorologia, que nos dão condições de perceber o que vai ocorrer. Os avanços tecnológicos e o desenvolvimento de modelos matemáticos, além de recursos da compra de novas estações automáticas que emitem boletins instantâneos em diversos pontos do país, aumentaram para até 80% a confiabilidade das previsões.


Fogueira de móveis fecha a 262

Uma manifestação de moradores de Viana interditou os dois sentidos da BR 262 na tarde de ontem, na altura da entrada do bairro Universal. Por mais de duas horas, a comunidade expressou sua revolta contra os alagamentos no bairro.

Para os manifestantes, a situação é resultado de uma obra vem sendo realizada em um valão pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transportes (DNIT).

A comunidade quer a construção de uma galeria sob a rodovia para drenar a água que hoje invade suas casas.

O fogo que impedia a passagem dos veículos foi ateado em pneus e móveis destruídos pelo temporal. A todo momento chegavam à via caminhões carregados de sofás, camas, armários, mesas.

A manifestação causou cerca de 10km de congestionamento nos dois sentidos da rodovia, de acordo com estimativas da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O tráfego só foi liberado por volta das 18h30, após uma reunião com a prefeita, Angela Sias, ter sido agendada para a manhã de hoje. (Vilmara Fernandes)



foto: Fábio Vicentini


Eucalipto que caiu em cima de veículo que estava saindo da Montanha da Esperança, Cariacica Sede 
Susto em cariacica-sede
Árvore cai sobre carro, e motorista sai ileso
Um vendaval atingiu a região rural de Cariacica-Sede, ontem à tarde. Um eucalipto com mais de 15m de altura caiu sobre um carro que transitava na sede do projeto social Montanha da Esperança. "Chovia muito. Quando percebi, a árvore já estava batendo no carro. É um milagre eu estar vivo", disse o dono do veículo, Andrey Bermudes. Dezenas de árvores e postes caíram na estrada. Na escola, outras três árvores foram arrancadas.

Linhares Temporal interdita parte da BR 101
O fim de tarde foi de sufoco ontem em Linhares, na Região Norte. Uma forte chuva alagou várias ruas e chegou a interditar parte da BR 101, na altura do Colégio Estadual. Apenas veículos de grande porte conseguiam passar.
A chuva forte começou por volta das 16h30 e durou cerca de uma hora e meia. Os bairros mais atingidos foram Interlagos, Shell, Aviso, Nossa Senhora da Conceição, Araçá e Centro. Em Pó do Shell, pelo menos 50 casas foram invadidas pelas águas, mas não foi preciso retirar os moradores. O Corpo de Bombeiros chegou a receber 12 chamados de urgência. Por volta das 19h30, as águas começaram a baixar.

Problemas no interior
R$ 400 mil de prejuízo - É o valor dos prejuízos já contabilizados em João Neiva, no Norte do Estado, por conta do temporal no domingo. O Rio Ubás subiu cerca de 5m, invadindo residências e destruindo estradas vicinais.

430 moradores - É o número de pessoas que estão na casa de parentes ou em abrigos em Governador Lindenberg, no Noroeste. Ontem, 80% das lojas ficaram fechadas; e não há previsão de retomada das aulas no interior.


Prevenção
Vacinação em posto médico improvisado
Moradores de Porto de Cariacica fizeram fila para receber vacinas contra leptospirose, hepatite e tétano. Um posto médico improvisado foi montado em uma pizzaria do bairro para atender à população.

Frederico Goulart
A Gazeta

domingo, 23 de janeiro de 2011

Vitória: censo entre 1872 aos dias atuais indica o quanto a cidade mudou

Uma outra ilha: a evolução de Vitória

Levantamento das edições do censo entre 1872 e os dias atuais indica o quanto a cidade mudou e compara os hábitos da população ao longo desse período


Vilmara Fernandes
A Gazeta

Quem passa pelas ruas de Vitória nem de longe imagina que houve um tempo em que a cidade não contava com espaço sequer para ruas. Era uma ilha onde as montanhas despencavam diretamente no mar. Foram os grandes aterros - a maior parte feita a partir da década de 1950 - que mudaram por completo o perfil da Capital e o modo de vida de seus moradores. Foi quando surgiu uma outra Vitória.

O tamanho dessa mudança  é revelado por um levantamento feito a partir de todos os censos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatísticas (IBGE) no município, desde 1872. O material, produzido pela Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec), mostra que os mais de 16 mil habitantes que usavam lampião e fogão à lenha no final do século XIX já são mais de 325 mil, que não abrem mão de geladeira, computador e carro.
foto: PMV/Acervo de José Tatagiba

Ilha do Boi e Camburi vistas do Convento da Penha, em 1968. Quarenta anos depois, em 2008,
a mesma paisagem, mas agora com a Terceira Ponte e a orla urbanizada

Poucos bairros

Com pouco menos de 10 bairros  - hoje são 79 -, Vitória era uma cidade em 1872 onde as pessoas gostavam de andar a pé, apesar de já  rodarem os bondes, que dividiam espaço nas ruas com poucos carros. Não havia shoppings ou supermercados. "As compras eram feitas em armazéns do governo e quando se precisava de algo mais diversificado, o recurso era procurar no Mercado da Vila Rubim", conta José Tatagiba, autor de vários livros sobre Vitória antiga.

O primeiro grande aterro público da cidade foi feito para a construção do Parque Moscoso, na década de 1920. Trinta anos depois, para melhorar as condições portuárias, explica Kleber Frizzera, titular da Sedec, foi iniciada uma nova leva de aterros em outras áreas da Capital.

Eles mudaram a geografia da Vila Rubim, garantiram espaço para a construção da Rodoviária, de novas avenidas - como a  Beira-Mar -, e de novos bairros, além de praças e parques. Sem contar que viabilizaram novas ligações com outros municípios, como a Segunda e a Terceira pontes - que ligam Vitória a Vila Velha e Cariacica. As mudanças foram tão intensas que a partir de 1980 já não havia mais registro de área rural na Capital.





Futuro
Com o crescimento veio o acesso a energia, água encanada, saneamento e bens de consumo, que chegaram também às periferias. Hoje, já vivendo dilemas de grandes cidades - com congestionamentos e pouco espaço para crescimento -, Vitória precisa superar desafios semelhantes ao do passado, diz Frizzera. Tem que romper os obstáculos geográficos e até sociais que impedem que a cidade tenha a continuidade.

Ele se refere não só ao fato de se poder transitar por todos os bairros - de bicicleta ou a pé - sem a interrupção de um prédio, do mar ou de barreiras sociais; mas também da possibilidade de se oferecer uma programação diária  - pública e privada - sem interrupções, que permita ao cidadão desfrutar da cidade. "Isso é um desafio para o planejador urbano", destaca.

Mas Frizzera se mostra otimista com o futuro que se desenha para Vitória: "Temos uma cidade que se prepara para o novo, com potencial, com uma população jovem bem formada, uma estrutura pública bem acima da média brasileira e uma boa relação com natureza".
Tudo isso, diz o secretário, aponta para um cenário de boa qualidade de vida para Vitória nos próximos dez anos. "Para uma nova fase de Vitória".

Sua paixão é o Centro de Vitória
foto: Chico Guedes

Sérgio Sirkis, ex-morador da Rua 7 de Setembro, se lembra com saudade da tranquilidade que era morar no Centro da Capital: "Não havia congestionamentos no trânsito", brinca o administrador


Foi lá na Rua 7 de Setembro, número 300, que nasceu - pelas mãos de uma parteira - o admistrador e advogado Sérgio Sarkis, 75 anos. "O melhor endereço da cidade", conta com um indisfarçável orgulho de quem viveu em uma Vitória que já não existe. Ele acompanhou de perto todas as transformações de Vitória.

Ele Lembra que até 1950 só havia a Jerônimo Monteiro, por onde transitavam carros e bondes. "E sem congestionamento", brinca.

As crianças jogavam peladas nas ruas e os jovens, nos fins de semana, gostavam de ir para a Praça Costa Pereira. Lá caminhavam no sentido contrário ao das moças para garantir olhares crizados e pequenos flertes.

"Era uma vida sem pressa, com namoros longos e muitas caminhadas", pontua Sarkis, lembrando que nas noites de festa andava até o Saldanha da Gama, no Forte São João, sem nenhum tipo de preocupação.

Sarkis, que hoje mora em Santa Lúcia, ainda mantém a tradição dos mais antigos. Quando vai ao Centro de Vitória, diz que vai à Cidade. "São os velhos hábitos", conta o advogado que ainda corta o cabelo na região para não perder o contato com os amigos.

Ela vivia no areal que hoje é bairro nobre
foto: Gildo Loyola

Maria de Lourdes Estevão Rangel mudou para Jardim da Penha em 1964, quando o bairro ainda era só mato e areia. "Só pobre morava aqui, em casas de madeira", conta a dona de casa


Hoje ela mora em um dos bairros mais valorizados de Vitória, onde o metro quadrado de imóveis residenciais custa, em média R$ 3.500. Mas nem sempre foi assim. Em 1964, quando foi morar em Jardim da Penha, a região era só mato e areal. "Só pobre morava aqui, em casas de madeira", conta a dona de casa Maria de Lourdes Estevão Rangel, 67 anos.

No local não havia água encanada, energia elétrica ou comércio. "A iluminação vinha do lampião e as compras tinham que ser feitas na feira de Gurigica", relata Lourdes.

E para ir à igreja, em Vila Velha, a família de Lourdes tinha que caminhar por trilhas até a Avenida Fernando Ferrari e enfrentar dois ônibus. "Era preciso sair bem cedo de casa", relata a dona de casa.

Quando a situação apertava a família caminhava até a Praia de Camburi. Era lá que garantiam, com a pesca,  o alimento para os filhos. "Foram tempos de muito, muito sofrimento", conta Lourdes.

Mas apesar das dificuldades, seus filhos gostavam  do espaço e de nadar na lagoa, onde hoje tem um supermercado. Aliás, ao contrário de quase 50 anos atrás, hoje, comércio e serviço são pontos fortes de Jardim da Penha.





Para saber mais sobre Vitória antiga:
1 - Puxa!!! Como vitória está mudada! - José Tatagiba
2 - Vitória. Ilha da Nostalgia - José Tatagiba
3 - Vitória. Cidade Presépio - José Tatagiba
4 - Vitória. Ontem e hoje - José Tatagiba
5 - Palácio Anchieta. O apóstolo do Brasil foi sepultado aqui - José Tatagiba
6 - História da construção e das Transformações da Cidade - Carlos Teixeira de Campos Júnior - Sinduscon

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Flagras no ES: ladrão rouba homem bêbado e tenta beijar a vítima

Flagrantes impressionantes são registrados pela Prefeitura da Serra no Espírito Santo. Em um deles, o motorista perde o controle do carro e invade uma praça. Outra cena é a de um bandido que, após roubar uma rapaz bêbado em um ponto de ônibus, ainda tenta beijar a vítima. Já no bairro Feu Rosa, o flagra foi de uma briga de bar. Um dos clientes foi arremessado para fora do estabelecimento com um chute. Em outro bairro, jovens são vistos usando drogas em grupo.



Veja o vídeo:

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ES: Jovem cria jogo do sexo e abusa de crianças na Serra

Crianças foram abusadas sexualmente por um rapaz de 22 anos que criou o "jogo do sexo" e seduzia os meninos em troca de brinquedos na Serra. Segundo a polícia, o abuso foi denunciado por três meninos com idade média de 10 anos. Eles disseram que eram convencidos pelo rapaz a praticarem atos sexuais. A denúncia chegou esta semana à Delegacia de Proteçao a Criança e ao Adolescente.

"Um garoto de 10 anos acompanhado dos pais narrou que estava sendo submetido a um jogo sexual, esse jogo acumularia pontos", contou o delegado Marcelo Nolasco. O jogo era baseado em pontos e quanto mais os meninos cediam aos desejos do rapaz, mais pontos eles ganhavam, placar que seria transformado em prêmios para as crianças.

"Todos são unânimes a afirmar que era proposto a elas e a diversas outras crianças do bairro um jogo de pontuação. Jogo esse que a pontuação variava de acordo com o ato sexual praticado. Ao atingir determinada pontuação os pontos poderiam ser trocados por objetos. Quanto mais pontos, melhor o objeto, chegando até a bicicletas, videogame e coisas assim", afirma Nolasco.

Assim que recebeu a denúncia, o delegado intimou o acusado para depor. O jovem disse estar surpreso com as acusações, mas confessou que costuma andar com meninos, fato que chamou atenção da polícia.

"As afirmações das crianças são muito firmes, não há o menor motivo para se desconfiar, ainda mais somado às declarações do próprio acusado, que levam a crer que é uma pessoa dissimulada ou com sérios problemas. Mas que efetivamente, ao que tudo indica, estava abusando de menores", declara o delegado.

As crianças foram encaminhadas para o Dapartamento Médico Legal, em Vitória, e exames foram feitos para constatar alguma lesão. Apesar disso, a prisão do rapaz de 22 anos poderá ser pedida mesmo sem a comprovação de lesões. O abuso sexual será validado apenas com as denúncias das vítimas. "O abuso sexual independe da materialidade do delito. A criança pode ter sido submetida a diversos atos de abuso que não se refletem num exame clínico. Mas isso é independente", garante Marcelo Nolasco.


Fonte: Folha Vitória

sábado, 9 de outubro de 2010

Coveiro no Espírito Santo ganha eleição para deputado com a campanha do "agora é nóis".

Com 5.723 votos, sendo 5.111 só em Guaçuí, Valdir Ribeiro (PPS) ficou à frente dos figurões que foram eleitos
ANDRESA ALCOFORADO - A GAZETA


"Agora é nóis" (sic). Com esse irreverente slogan, um homem simples e que trabalha como coveiro em Guaçuí, Sul do Estado, conseguiu chamar atenção da cidade. Candidato a deputado federal pelo PPS, Valdir Ribeiro, o Valdir da Colimbre, recebeu mais votos no município do que todos os seus adversários à Câmara. Não conseguiu ser eleito, mas causou surpresa ao despontar como liderança na região.

Com 5.723 votos, sendo 5.111 só em Guaçuí, Valdir ficou à frente dos figurões que foram eleitos. Sueli Vidigial (PDT), que ficou em segundo lugar no município, recebeu menos da metade de votos que Valdir nas urnas - 2.262.

Para efeitos de comparação do "fenômeno Valdir" em Guaçuí, ele conseguiu atrair mais apoios que os tucanos Luiz Paulo Vellozo Lucas, que tentava uma vaga no Palácio Anchieta, e Rita Camata, que se candidatou ao Senado. Na cidade, Luiz Paulo recebeu 2.451 votos e Rita, 2.045 votos - na cidade, a candidata ao Senado ficou atrás, inclusive, de Professor Renato (PSOL).

Depois do corre-corre na campanha, o coveiro já está de volta ao trabalho: o cemitério municipal de Guaçuí. Ele atribuiu seu fenômeno nas urnas ao seu carisma na cidade, onde também trabalhou como gari.

Votação maior que a de Dilma na cidade


Além de ter "arrebentado" em sua votação para deputado federal, o coveiro Valdir da Colimbre conseguiu outra proeza. Recebeu mais votos que a candidata à presidência da República Dilma Rousseff (PT), que registrou 4.979 votos em Guaçuí. Nos termos do futebol ele ainda deu uma "goleada" em Marina Silva (PV) que ficou em terceiro lugar, com 1.900 votos no município do Sul - uma diferença de 3.823 votos. José Serra (PSDB) registrou 7.745 votos em Guaçuí, sendo o mais bem colocado entre os presidenciáveis. Em relação a seus adversários diretos ele ainda deixou para trás - no município - o campeão de votos em todo o Estado e ex-prefeito da Serra, Audifax Barcelos (PSB), além de Rose de Freitas (PMDB), Lelo Coimbra (PMDB) e César Colnago (PSDB).

"Gostam de mim"


"Sempre fui uma pessoa bem vista na cidade. Trabalho há cinco anos como coveiro, mas antes fui gari. Conheço muita gente e sei que as pessoas gostam mesmo de mim como sou", conta Valdir, que confessou ter o sonho de ser vereador. E, pelos números obtidos nesse pleito, ele tem motivos para se preparar. Afinal, o vereador eleito com o maior número de votos em 2008 marcou 1.917.

Filiado ao PPS há alguns anos, na última eleição Valdir foi candidato a vereador, mas não teve muita sorte, conseguindo apenas 148 votos. "Na próxima eleição eu vou voltar como candidato a vereador. As pessoas me pedem muito na rua e tenho que atender o povo. Tenho certeza que vou ter uma boa votação", afirma o coveiro, tímido e de poucas palavras.

Mas a campanha de Valdir não é só felicidade. Uma denúncia anônima feita na Justiça Eleitoral acusou o então candidato por irregularidades na aplicação da verba durante a campanha. A polícia civil já está investigando o caso.

"Eu fiz minha campanha de bicicleta e não recebi dinheiro nenhum do partido. Alguns santinhos foram os comerciantes que fizeram e até a música da campanha foi doada por um amigo", finaliza Valdir. (Com colaboração de Mariana Montenegro)

domingo, 19 de setembro de 2010

Exorcismo: Espírito de um bombeiro morto se apossa de corpo de um bebê de 8 meses

O fogo foi implacável,e tirou-lhe a vida de uma maneira horrível. Bombeiro com vários anos de experiência, não poderia sair vivo daquela provação. Mas a história não termina aí. E esse espírito agarrou-se a um bebê em gestação no ventre de sua amiga. Ele seria o padrinho da criança, mas impediu a tragédia. Após o nascimento, os problemas começaram, que os médicos não puderam resolver até oito meses de vida teve de exorcizar. No ritual, a criatura fala com  voz e palavras de adulto , incluindo o nome completo da liberação falecido bombeiro resistente.

padre Manuel Acuña
A história chocante foi revelada pelo padre Manuel Acuña, que é especialista em exorcismos, afirmando que foi o médico que tratou da criança desde o nascimento, que aconselhou os pais a levá-lo a Paróquia Bom Pastor, localizado na vila de Santo Locais .

"Os médicos não sabem o que aconteceu com o menino. Ele tinha problemas de crescimento severo e esteve em risco. Os pais foram avisados pelo profissional para me visitar, e ele fez o primeiro contato em uma de nossas missas. Eu fui capaz de ao tocar o bebê e imediatamente saber que algo estava terrivelmente errado ", disse Acuña.

Ela puxou a cabeça dele
"A mãe me contou  o caso em pormenor ao terminar a missa. Eu tinha chamado a atenção tanto para a imposição das minhas mãos para a bênção, o bebê resistiu e puxou sua cabeça, de modo a perceber que era uma manifestação de origem espiritual ", disse o religioso.

Então, numa reunião posterior, Acuna pediu à mulher que é um descrente, ou o médico, que "refletir sobre os últimos três meses de sua gravidez e se houve alguma situação em que teve medo ou se perdeu um ente querido nesses meses. "

Neste contexto, o especialista disse que, "a mãe insistia que ele tinha feito um trabalho espiritual contra ele, para que eu opôs, pois nem tudo é o resultado de maldições, encantamentos, explicando que havia outros indicadores que não foram apresentados em seu bebê. "

"A verdade é que existem almas que ficam perdidas em mortes violentas em seu caminho para o céu e ficam ligados a pessoas e lugares que visitaram em sua vida terrena e preferenciais. Ou seja, alguém que morreu em um acidente ou morte súbita pode amarrar a vida de alguém que significou muito em sua vida ", disse o padre.

Ele acariciou a barriga
"Na minha insistência," Acuna afirmou, "a mãe lembrou a triste morte de um amigo bombeiro de sua família, que morreu de forma violenta durante em assistência a um incêndio. Um dia antes do drama, esta pessoa tinha acariciando sua barriga, e sublinhou que o homem tinha a intenção de ser o padrinho de seu filho. "

A partir daí, o padre decidiu começar a trabalhar. Por isso organizou uma "oração especial de exorcismo" no dia seguinte. "Não havia tempo a perder. Temos muita experiência e no caso ficou claro ", disse ele.

"Gostaria de salientar que não há idade para o exorcismo. Em qualquer fase da vida pode ser manifestada como uma antiga maldição, como uma presença espiritual da pessoa falecida ou demônio. É por isso que a oração e os sacramentos são tão importantes em uma base diária, protege o cristão e repudia o mal ", disse o padre.


Os arcanjos na batalha para salvar o pequeno bebê

O Exorcismo da criança foi muito especial porque ele era uma criatura de apenas oito meses. "A frase completa foi realizado sob o estrito controle dos profissionais médicos que fazem parte da nossa comunidade. Em termos estritamente invocações religiosas foram realizadas para os anjos e arcanjos Gabriel, Miguel e Rafael, que são indispensáveis para o exorcismo, porque eles estão travando uma batalha contra os espíritos e conduzem as almas para a luz ", disse padre Manuel Acuña.

"Estas invocações, juntamente com as declarações sobre o poder do sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, tornam-se irritadiço  no mandato em seu nome e causam a liberação esperado. Isso deve ocorrer em um contexto litúrgico é apoiado por um ministro devidamente ordenado da Igreja, a sucessão apostólica ", disse o padre.



Aos 8 meses, ele falou com a voz de um homem


Sem dúvida o momento mais terrível de exorcismo, digno do melhor roteiro para um filme de terror foi quando o padre exorcista começou a retirar da criança do espírito que possuía o momento em que a voz do bebê era perfeitamente audível adultos palavras . No mais: a voz que veio a criatura possuía era ninguém menos que o bombeiro tragicamente desaparecido.

Acuna pai se resume o episódio que realmente de gelar o sangue "de imediato, tirar todo o espírito errante, o garoto soltou a voz como adultos e com firmeza: não! E ele fez várias vezes, para resistir à ordem de partir e ser apresentado diante de Deus nosso Senhor. "

"Impressionada, a mãe não podia acreditar no que ouviu de seu filho e de pessoas devem assistir antes a sua emoção," disse as autoridades religiosas para lembrar os mais chocantes foi a libertação do espírito do garoto que ele possuía. Mas ainda havia algo ainda mais impressionante no procedimento religioso: era o bombeiro

Acuña disse: "eu perguntei quem era que estava a criança. A resposta que recebi foi o esperado: o nome do bombeiro falecido."

"Claramente, começou a dizer que ele estava morto e não tinha autorização para viver o bebê. E deu um grito, o bebé entrou em um período de repouso espiritual, um sinal claro da sua libertação. Portanto, dar a criança para os braços de sua mãe, que estava se recuperando. Um ano depois a sua saúde, seus problemas de crescimento desapareceram completamente ", concluiu Acuña.


Um outro menino havia sido possuído por um demônio do deserto

Dois anos atrás, uma outra história com um garoto possuído- foi publicada e causou um rebuliço, mesmo além fronteiras. Ele era um menino de cinco anos, pertencente a um antigo demônio que nos momentos traumáticos do transe falava em "aramaico", não dormia e ria na cara dos sacerdotes que tentaram curá-lo.
A mãe do menino contou seu drama e foi o pai de Manuel Acuña, que ofereceu ajuda. Finalmente, a criança foi submetida a uma oração de exorcismo. "O garoto tinha um demônio do deserto, onde Satanás vidas, porque era muito difícil de conquistar, mas nós fizemos, com muita fé, esperança e, claro, a mão de Deus", disse o religiosos à época.


Não sabendo que morreu cria complicações

O exorcismo do bebê estava saindo das características comuns. "Nós não estamos falando sobre as almas do purgatório, que é um conceito aberto, mas de pessoas que querem viver ou não  percebem que morreram e estão procurando a experiência de vida através de alguém", disse o Rev. Manuel Acuña.
Neste sentido, afirmou que "No mundo espiritual há várias categorias de espíritos", como espíritos errantes, que podem ser seres desencarnados ou demônios também nunca encarnados e que em muitos casos eles são forçados a realizar exorcismos.

Ciumento e protetor

Dentro dessa caracterização são também aqueles que são chamados de espíritos vingativos, pertencentes, como exorcista, disse o padre para as gerações passadas da família e que a falta de apreciação ou ressentimento procurando seus descendentes para fazer o mal. Acuña disse também que há os espíritos guardiões, que são seres conhecidos como os anjos que intercedem por nós diante de Deus.

Em outro quadro estão os reconhecidos como espíritos invejosos e podem, eventualmente, trazer algum inconveniente quando interveem.

Esses espíritos, disse o padre, são parte dos antepassados e em muitos casos, se apaixonam por um descendente.

É nessas circunstâncias que gravitam para trazer desgraças emocionais  plantadas no plano terrestre e, portanto, particularmente no que diz respeito às emoções, começam a sofrer problemas.

Finalmente, o pai de Acuña fez menção dos mortos com raiva que podem causar doença e morte na família e podem decidir intervir quando alimentados por uma situação desagradável, torturados ou atormentados que sofreram quando estavam vivos.

Para Pachi LA FATA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Espírito de Eliza Samúdio assombra o Flamengo

Espírito de Eliza assombra o Mengão. Time tá amarrado e não faz gols

A má fase do Flamengo, que não vence há seis jogos no Brasileirão e está à beira da zona da degola, pode ter um ‘dedo' de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno dada como morta pela polícia, que acusa o jogador e outras nove pessoas - todos estão presos - de tramar o assassinato da jovem, em junho. Segundo o pai de santo Sérgio de Ogum, ela desencarnou revoltada e tenta se vingar do ex-capitão rubro-negro, o que estaria respingando no time.

"Quando uma pessoa morre com revolta, o espírito fica próximo, buscando vingança, trabalhando para fechar os caminhos. Como Bruno fazia parte do Flamengo, todo o clube acabou sendo atingido", disse Pai Sérgio.

Mas nem tudo está perdido. O babalorixá dá a receita para o Flamengo voltar a vencer: "O ideal seria tomar um banho com a erva abre-caminho e fazer uma oferenda para Ogum. A torcida pode ajudar gritando ‘axé!' nos jogos, o que atrai boas vibrações".

José Carlos Peruano, presidente da torcida organizada Urubu Guerreiro, acredita que Bruno seja inocente e duvida que o espírito de Eliza tenha culpa pela má fase do time. "O fantasma dela jamais atingiria uma instituição forte como o Flamengo. Mas, se o problema são energias ruins, segunda-feira vamos fazer um culto na Gávea para trazer luz ao clube", prometeu Peruano, que fez manifestação de apoio ao goleiro na porta do Fórum de Jacarepaguá, há duas semanas, quando o jogador foi acompanhar audiência do caso em que é acusado de sequestrar a ex-amante em outubro de 2009.

Goleiro e 'Maka' estão no Rio
O goleiro Bruno foi preso no início de julho acusado de ter mandado matar a ex-amante Eliza Samudio, de 25 anos, que está desaparecida desde 4 de junho. A polícia considera a jovem morta, apesar de o corpo não ter sido encontrado.

Segundo as investigações, Eliza sumiu após sair de hotel na Barra e ir para o sítio do goleiro, em Minas Gerais, na companhia de um primo de Bruno de 17 anos e de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, inseparável amigo de infância do jogador. Ela viajou para o local com o filho Bruninho, de quatro meses, que seria fruto da relação com o ex-capitão do Fla.

Além de Bruno, Macarrão e o menor, sete pessoas estão presas acusadas de participar da trama, entre elas a mulher do goleiro, Dayanne Souza; outra amante do jogador, Fernanda Castro; e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

Desde 26 de agosto, Bruno e Macarrão estão no Rio para acompanhar audiências de outro caso em que os dois são acusados de tentar forçar Eliza a tomar abortivos, em outubro do ano passado, quando ela estava grávida de cinco meses.

Água benta
Energia negativa, assombração, macumba ou apenas coincidência. Seja lá o que for, o fato é que, depois que veio à tona o caso Eliza Samudio - divulgado pelo MEIA HORA em 26 de junho -, a coisa anda feia para o Fla. O time só venceu duas das 13 partidas disputadas sem Bruno após a Copa. No clube só há três meses e um dos jogadores mais contestados do atual elenco, Val Baiano diz que é só falta de sorte. "Confio em Deus. Acho importante rezar e orar. Não gosto de macumba. Se fosse do bem, seria ‘boacumba'. Quem sabe jogar água benta nas traves da Gávea...", disse o atacante, bem-humorado.

Esse melhor da mídia veio daqui: http://one.meiahora.com/noticias/espirito-de-eliza-assombra-o-mengao_669.html

sábado, 21 de agosto de 2010

Colatina. Curiosidades históricas

Colatina é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. É a principal cidade da região noroeste do estado e sua influência abrange também cidades do leste mineiro. Colatina é famosa por seu magnífico pôr-do-sol e por suas festas que ocorrem durante o ano todo, como o Baile do Cafona e as diversas micaretas.


Curiosidades de Colatina

Primórdios: A fundação de Colatina data de 1833. As primeiras povoações foram no Arraial da Barra do Santa Maria, hoje bairro Colatina Velha, onde surgiu a área urbana, Mutum de Boapaba e ainda Barracão de Baunilha. Os imigrantes eram italianos em sua maioria.

História: Em 1857, com a chegada de Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, foi criada a colônia de Francilvânia, ma margem esquerda do Rio Doce. Mas, devido aos constantes ataques dos índios botocudos, muitas colônias só se desenvolveram a partir do último decênio do século dezenove.

Indígenas: Em 9 de dezembro de 1899, Colatina virou sede do distrito. Naquela época a região pertencia a Linhares. Os índios do grupo Botocudo, nação Gê ou Tapuia, primeiros donos da terra, resistiam a qualquer tentativa de colonização branca naquela área. Vários combates foram travados na região, até que, devido à superioridade das armas de que dispunham os homens brancos, a população indígena local foi praticamente dizimada.

Mata Atlântica: Naquela época toda área da região era coberta pela Mata Atlântica. Aos poucos, a vegetação nativa foi dando lugar a povoamentos, pastoreio e agricultura. No decorrer de um século, uma grande área foi devastada. No Século XX, a extração de madeira também castigou bastante a vegetação nativa da região.

Destaque: Com a instalação, em 1906, da Estrada de Ferro Vitória a Minas, o município assumiu importante posição econômica, superando Linhares, cuja posição geográfica não mais correspondia às exigências do Governo.

Imigrantes: Como a maioria das cidades brasileiras, os aspectos sócio-econômicos e culturais de Colatina se formaram a partir da imigração de europeus. No final do século dezenove e início do século vinte, italianos e alemães chegaram à cidade para morar e trabalhar. Com a introdução da agricultura e pecuária, a cidade se tornou sustentável. O crescimento gerado proporcionou sua emancipação em 1921.

Campanha: Em 26 de maio de 1916, o coronel Alexandre Calmon e o médico Pinheiro Júnior compuseram uma chapa e foram derrotados por Bernardo Monteiro, na disputa pela presidência do Estado. Chefiaram então um movimento revolucionário, em que proclamavam Colatina a nova capital do Espírito Santo, instalando o governo em Colatina.

Desenvolvimento: Em 1928 iniciou-se o desenvolvimento urbano, com as cosntruções do Hospital Sílvio Avidos, a Ponte Florentiino Avidos e a estrada de ferro. Na década de 50, Colatina começa a colher resultados significativos ao se tornar o maior produtor mundial de café. O processo de industrialização teve início nos anos 70 e colocou a cidade no rol das maiores economias do Estado.

Trem: Desde 1975 os trilhos da estrada de ferro não fazem parte da paisagem do centro da cidade, mas sim uma avenida repleta de árvores. A ponte Florentino Avidos continua ocupando lugar de destaque nos cenários local e estadual. (Fonte: A Gazeta de 22/08/2007)


 Espírito Santo
MesorregiãoNoroeste Espírito-santense
IBGE/2008
MicrorregiãoColatina IBGE/2008[
Municípios limítrofesPancas, São Roque do Canaã,Itaguaçu, Marilândia, Baixo Guandu,Linhares.
Distância até a capital120 km
Características geográficas
Área1.423 km²
População111.365 hab. est. IBGE/2009
Densidade78,5 hab./km²
Altitude71 m
Climatropical Aw
Fuso horárioUTC-3
Indicadores
IDH0,773 médio PNUD/2000[
PIBR$ 1.064.547 mil IBGE/2005
PIB per capitaR$ 9.633,00 IBGE/2005


Município situado às margens do Rio Doce, apelidado de Princesa do Norte, Colatina é um importante pólo da indústria de confecção do Estado e elo de ligação do sistema de transporte rodoviário, entre o norte do Estado e Vitória. Além disso, abriga o maior Frigorífico da América Latina e um grande parque moveleiro.

Clima

Quente e úmido, com chuvas entre Outubro e Janeiro.

Temperatura Média

28ºC

COMO CHEGAR

Partindo de Vitória: BR- 259, trem pela Estrada de Ferro Vitória- Minas e avião

Localização

Município do Noroeste do Estado do Espírito Santo.

Limites

Norte: Pancas e São Domingos do Norte, Sul: Itaguaçú, São Roque do Canaã e João Neiva, Leste: Rio Bananal, Linhares e Marilândia, Oeste: Baixo Guandú.

Acesso Rodoviário

Estação Rodoviária- Praça Municipal- Tel: 3722- 2377

Distâncias

128 Km da Capital

TURISMO

Colatina oferece um grande potencial para o ecoturismo, pois há no campo belas paisagens e fazendas bem cuidadas. Destaque para São Pedro Frio, a 600 metros de altitude, a 40 quilômetros do Centro, que oferece clima de montanha aos visitantes. Vale a pena conhecer as lagoas do Limão, Pau Gigante, Coroa Verde, Barbados, Óleo, Patrão Mor. Além das cachoeiras do Oito, Onze, Vinte e Onça.

Principais Pontos Turísticos



Cachoeiras

Cachoeira do Oito, a 8 Km

Cachoeira do Onze, a 10 Km

Cachoeira do Vinte, a 20 Km

Cachoeira da Onça, a 70 Km

Rio Doce

Atravessa a cidade e é o mais importante rio do Estado.

Lagoas

Lagoa do Pau Gigante, a 20 Km

Lagoa do Limão, a 40 Km

Lagoa da Coroa Verde, a 33 Km

Lagoa de Barbados, a 10 Km

Lagoa do Óleo, a 12 Km

Lagoa da Boa Morte, a 20 Km

Lagoa do Patrão-Mor, a 20 Km

Estátua de Cristo Redentor

Localizada no centro da cidade.

Ponte Florentino Avidos

Com 750 metros de comprimento. Fica sobre o Rio Doce, ligando o Sul e o Norte do Estado. Foi inaugurada em 1928.

Distrito de Itapina

Itapina é um povoado bucólico, que já foi um dos pontos comerciais de café mais ricos de Colatina. Em 1907 já era servida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, contando com uma Estação, tendo atingido o seu auge a partir do final da década de 1910. Lojas de carros e artigos importados, comerciantes de seda e outros artigos finos, faziam o comércio de Itapina mais movimentado que o da sede do município, Colatina.
Tinha posto de gasolina, cinema, escolas, posto de saúde e muitos armazéns para estocagem e comércio de café. Foi uma das primeiras cidades capixabas a ter energia elétrica, com uma hidrelétrica que atendia à vila.
Atualmente não há mais movimento comercial. Mas o casario, embora não tombado pelo patrimônio histórico, é um testemunho dos tempos áureos do lugar.
Fica localizada ao sul do Rio Doce, escondida entre Colatina e Baixo Guandu. São cinco quilômetros de estrada a partir da BR asfaltada.
Atrações
Os casarios do lugar, lembranças do faustio da primeiras décadas do século XX.
Passeio de trem até Colatina, ou Vitória.
Travessia do Rio Doce, em balsa.

Praça do Sol Poente

Localização: Centro

Ponte Florentino Avidos

construção de 1928, feita com material vindo da Bélgica, coberta com pranchões de madeira, possui 800M de extensão. Recebeu esse nome devido homenagem ao governador Florentino Avidos. Foi reformada em 1941, quando recebeu piso de concreto, sendo duplicada em 1955. situa-se sobre o Rio Doce e liga sul ao norte do Estado.

Igreja Catedral Colatina