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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Estudo mostra seleção natural entre humanos em cidade canadense

Estudo mostra seleção natural entre humanos em cidade canadense
Pesquisa analisou idade com que mulheres tiveram primeiro filho.
Segundo o autor, esse é o primeiro caso que comprova mudança genética.


Um estudo publicado nesta segunda-feira mostra que os seres humanos estão em evolução e que é possível haver mudanças genéticas de uma geração para a outra. A descoberta contraria a hipótese de que os avanços tecnológicos e culturais teriam neutralizado os efeitos da seleção natural.

Os pesquisadores da Universidade de Quebec, em Montreal, Canadá, chegaram a essa conclusão depois de estudar dados das mulheres da cidade de Ile aux Coudres, também no Canadá, durante 140 anos. De 1799 a 1940, quando o lugar era habitado por fazendeiros e pescadores, a idade média em que elas tiveram o primeiro filho caiu de 26 para 22 anos.

Engravidar mais jovem é uma vantagem biológica, pois permite a formação de famílias maiores e a gestação é mais saudável. “No contexto cultural deles, isso não era um problema e não havia controle de natalidade”, disse ao G1 Emmanuel Milot, autor principal do estudo.


A análise estatística mostrou que a redução da idade média do primeiro parto foi consequência de uma mudança genética causada pela seleção natural. “Esse é o primeiro caso que comprova mudança genética”, afirmou Milot. Segundo ele, outros estudos recentes também indicam que a seleção natural ocorre entre humanos, mas nenhum tinha confirmado as mudanças genéticas.

O artigo sugere ainda que as políticas públicas relacionadas a questões como demografia e saúde precisam levar em conta as mudanças genéticas que podem ocorrer na população.

Tadeu Meniconi

[Do G1]

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Grand Rapids, no Michigan, de “moribunda” à cidade mais bonita da banda!



Um artigo da revista “Newsweek”, classificou a cidade americana de Grand Rapids, no Michigan, de “moribunda”.

Revoltados, moradores e autoridades da cidade se mobilizaram e, em vez de apelar aos tribunais, recorreram à música. O resultado, que envolve 5 mil pessoas, foi uma resposta à altura e críticos já estão considerando como “o maior clipe de todos os tempos".

Um artigo da revista Newsweek gerou indignação em uma cidade norte-americana e acabou resultando em um protesto inusitado.

Após classificar Grand Rapids como um dos locais mais moribundos da América, a publicação recebeu uma resposta bem humorada dos moradores.

Para provar que sua terra natal não era assim tão pacata, cerca de 5 mil pessoas se reuniram e gravaram um clipe de quase dez minutos para a canção "American Pie", clássico dos anos 70 cantado por Don McLean.

O mais interessante é que o vídeo foi rodado em apenas um take e conta com a participação dos departamentos da Polícia e do Corpo de Bombeiros, além de diversas situações surpreendentes ao logo de um percurso que mostra os principais pontos da cidade.

"Até a Newsweek foi obrigada a se retratar. Em uma nota publicada no Facebook, a revista afirma que "amou o vídeo", que se sente inspirada pelo "amor à cidade que vocês chamam de casa" e ainda pede desculpas por sugerir qualquer coisa negativa em relação a Grand Rapids."

Assista abaixo ao clipe de "American Pie", feito por moradores de Grand Rapids:


cifraclubnews.com.br

domingo, 29 de maio de 2011

A Banda Mais Bonita da Cidade aposta na fofura e nos descolados da rede

A Banda Mais Bonita da Cidade aposta na fofura e nos descolados da rede
Com vídeo bem produzido e aprovação unânime na internet, grupo pode inaugurar o movimento Novos Curitibanos


Era só para ser um vídeo bonitinho, com pessoas fofinhas e uma farra de amigos alegres e contentes. Mas pode ter se tornado, em dois dias, a primeira manifestação de um movimento musical, os "Novos Curitibanos". Desde quarta-feira, 18, mais de 350 mil pessoas já assistiram no YouTube ao clipe da música "Oração", da A Banda Mais Bonita da Cidade, a mais nova queridinha de todos – no Facebook, quase não há comentários negativos, vindos de gente de todos os gostos. "Oração" é uma unanimidade hype.


O que causou espanto foi a qualidade dos 6 minutos filmados em plano-sequência aparentemente sem pretensão. A música também agradou os ouvidos indies acostumados com I'm From Barcelona, Belle & Sebastian, Beirut e outros similares. O grupo de músicos de Curitiba, que já existe há dois anos, segue essa linha de músicas fofas, do bem, feita por gente bacana, bem-vestida e moderna. Não à toa o guitarrista do grupo, Rodrigo Lemos, 27 anos, os compara ao movimento Novos Paulistas, formado por Dudu Tsuda, Tatá Aeroplano, Thiago Pethit, Tiê e Tulipa Ruiz.

"A gente tinha o zelo de fazer o filme, bonitinho e tal. Mas estávamos totalmente descompromissados", diz Rodrigo. Eles aproveitam a onda viral para marcar shows e calibrar a agenda. A Banda Mais Bonita da Cidade vai tocar no StudioSP, em São Paulo, em 7 de junho, dois dias antes do show no Sesc da Esquina, em Curitiba, o motivo da divulgação dos vídeos.

O clipe foi filmado sete vezes, depois de vários ensaios na casa de uma amiga dos integrantes da banda, que aparece tocando bandolim. "Oração" é o terceiro dos clipes promocionais; os outros são "Canção Para Não Voltar" e "A Boa Pessoa", todas "composições próprias de amigos", como Leo Fressato, o autor de "Oração" que não faz parte da banda. São só cinco integrantes: Uyara Torrente, Vinícius Nisi, Rodrigo Lemos, Diego Placa e Luís Bourscheidt. Com exceção de Uyara, todos são formados em música ou produção musical na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Há dois anos, eles mantém a formação e a independência dos membros. Todos tocam em outras bandas. "Os shows sempre foram animados, tiveram essa estética do clipe naturalmente, mas nunca fomos uma banda de tocar todo final de semana", afirma Rodrigo. "O foco agora é continuar o trabalho."

Os 6 minutos de fama eles já têm.


Veja a letra de "Oração" (retirada daqui):
Meu amor essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabe em três vidas inteiras
Cabe em uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor
Essa é a última oração pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor!
Cabe em três vidas inteiras
Cabe em uma penteadeira
Cabe essa oração

domingo, 23 de janeiro de 2011

Vitória: censo entre 1872 aos dias atuais indica o quanto a cidade mudou

Uma outra ilha: a evolução de Vitória

Levantamento das edições do censo entre 1872 e os dias atuais indica o quanto a cidade mudou e compara os hábitos da população ao longo desse período


Vilmara Fernandes
A Gazeta

Quem passa pelas ruas de Vitória nem de longe imagina que houve um tempo em que a cidade não contava com espaço sequer para ruas. Era uma ilha onde as montanhas despencavam diretamente no mar. Foram os grandes aterros - a maior parte feita a partir da década de 1950 - que mudaram por completo o perfil da Capital e o modo de vida de seus moradores. Foi quando surgiu uma outra Vitória.

O tamanho dessa mudança  é revelado por um levantamento feito a partir de todos os censos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatísticas (IBGE) no município, desde 1872. O material, produzido pela Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec), mostra que os mais de 16 mil habitantes que usavam lampião e fogão à lenha no final do século XIX já são mais de 325 mil, que não abrem mão de geladeira, computador e carro.
foto: PMV/Acervo de José Tatagiba

Ilha do Boi e Camburi vistas do Convento da Penha, em 1968. Quarenta anos depois, em 2008,
a mesma paisagem, mas agora com a Terceira Ponte e a orla urbanizada

Poucos bairros

Com pouco menos de 10 bairros  - hoje são 79 -, Vitória era uma cidade em 1872 onde as pessoas gostavam de andar a pé, apesar de já  rodarem os bondes, que dividiam espaço nas ruas com poucos carros. Não havia shoppings ou supermercados. "As compras eram feitas em armazéns do governo e quando se precisava de algo mais diversificado, o recurso era procurar no Mercado da Vila Rubim", conta José Tatagiba, autor de vários livros sobre Vitória antiga.

O primeiro grande aterro público da cidade foi feito para a construção do Parque Moscoso, na década de 1920. Trinta anos depois, para melhorar as condições portuárias, explica Kleber Frizzera, titular da Sedec, foi iniciada uma nova leva de aterros em outras áreas da Capital.

Eles mudaram a geografia da Vila Rubim, garantiram espaço para a construção da Rodoviária, de novas avenidas - como a  Beira-Mar -, e de novos bairros, além de praças e parques. Sem contar que viabilizaram novas ligações com outros municípios, como a Segunda e a Terceira pontes - que ligam Vitória a Vila Velha e Cariacica. As mudanças foram tão intensas que a partir de 1980 já não havia mais registro de área rural na Capital.





Futuro
Com o crescimento veio o acesso a energia, água encanada, saneamento e bens de consumo, que chegaram também às periferias. Hoje, já vivendo dilemas de grandes cidades - com congestionamentos e pouco espaço para crescimento -, Vitória precisa superar desafios semelhantes ao do passado, diz Frizzera. Tem que romper os obstáculos geográficos e até sociais que impedem que a cidade tenha a continuidade.

Ele se refere não só ao fato de se poder transitar por todos os bairros - de bicicleta ou a pé - sem a interrupção de um prédio, do mar ou de barreiras sociais; mas também da possibilidade de se oferecer uma programação diária  - pública e privada - sem interrupções, que permita ao cidadão desfrutar da cidade. "Isso é um desafio para o planejador urbano", destaca.

Mas Frizzera se mostra otimista com o futuro que se desenha para Vitória: "Temos uma cidade que se prepara para o novo, com potencial, com uma população jovem bem formada, uma estrutura pública bem acima da média brasileira e uma boa relação com natureza".
Tudo isso, diz o secretário, aponta para um cenário de boa qualidade de vida para Vitória nos próximos dez anos. "Para uma nova fase de Vitória".

Sua paixão é o Centro de Vitória
foto: Chico Guedes

Sérgio Sirkis, ex-morador da Rua 7 de Setembro, se lembra com saudade da tranquilidade que era morar no Centro da Capital: "Não havia congestionamentos no trânsito", brinca o administrador


Foi lá na Rua 7 de Setembro, número 300, que nasceu - pelas mãos de uma parteira - o admistrador e advogado Sérgio Sarkis, 75 anos. "O melhor endereço da cidade", conta com um indisfarçável orgulho de quem viveu em uma Vitória que já não existe. Ele acompanhou de perto todas as transformações de Vitória.

Ele Lembra que até 1950 só havia a Jerônimo Monteiro, por onde transitavam carros e bondes. "E sem congestionamento", brinca.

As crianças jogavam peladas nas ruas e os jovens, nos fins de semana, gostavam de ir para a Praça Costa Pereira. Lá caminhavam no sentido contrário ao das moças para garantir olhares crizados e pequenos flertes.

"Era uma vida sem pressa, com namoros longos e muitas caminhadas", pontua Sarkis, lembrando que nas noites de festa andava até o Saldanha da Gama, no Forte São João, sem nenhum tipo de preocupação.

Sarkis, que hoje mora em Santa Lúcia, ainda mantém a tradição dos mais antigos. Quando vai ao Centro de Vitória, diz que vai à Cidade. "São os velhos hábitos", conta o advogado que ainda corta o cabelo na região para não perder o contato com os amigos.

Ela vivia no areal que hoje é bairro nobre
foto: Gildo Loyola

Maria de Lourdes Estevão Rangel mudou para Jardim da Penha em 1964, quando o bairro ainda era só mato e areia. "Só pobre morava aqui, em casas de madeira", conta a dona de casa


Hoje ela mora em um dos bairros mais valorizados de Vitória, onde o metro quadrado de imóveis residenciais custa, em média R$ 3.500. Mas nem sempre foi assim. Em 1964, quando foi morar em Jardim da Penha, a região era só mato e areal. "Só pobre morava aqui, em casas de madeira", conta a dona de casa Maria de Lourdes Estevão Rangel, 67 anos.

No local não havia água encanada, energia elétrica ou comércio. "A iluminação vinha do lampião e as compras tinham que ser feitas na feira de Gurigica", relata Lourdes.

E para ir à igreja, em Vila Velha, a família de Lourdes tinha que caminhar por trilhas até a Avenida Fernando Ferrari e enfrentar dois ônibus. "Era preciso sair bem cedo de casa", relata a dona de casa.

Quando a situação apertava a família caminhava até a Praia de Camburi. Era lá que garantiam, com a pesca,  o alimento para os filhos. "Foram tempos de muito, muito sofrimento", conta Lourdes.

Mas apesar das dificuldades, seus filhos gostavam  do espaço e de nadar na lagoa, onde hoje tem um supermercado. Aliás, ao contrário de quase 50 anos atrás, hoje, comércio e serviço são pontos fortes de Jardim da Penha.





Para saber mais sobre Vitória antiga:
1 - Puxa!!! Como vitória está mudada! - José Tatagiba
2 - Vitória. Ilha da Nostalgia - José Tatagiba
3 - Vitória. Cidade Presépio - José Tatagiba
4 - Vitória. Ontem e hoje - José Tatagiba
5 - Palácio Anchieta. O apóstolo do Brasil foi sepultado aqui - José Tatagiba
6 - História da construção e das Transformações da Cidade - Carlos Teixeira de Campos Júnior - Sinduscon

sábado, 21 de agosto de 2010

Colatina. Curiosidades históricas

Colatina é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. É a principal cidade da região noroeste do estado e sua influência abrange também cidades do leste mineiro. Colatina é famosa por seu magnífico pôr-do-sol e por suas festas que ocorrem durante o ano todo, como o Baile do Cafona e as diversas micaretas.


Curiosidades de Colatina

Primórdios: A fundação de Colatina data de 1833. As primeiras povoações foram no Arraial da Barra do Santa Maria, hoje bairro Colatina Velha, onde surgiu a área urbana, Mutum de Boapaba e ainda Barracão de Baunilha. Os imigrantes eram italianos em sua maioria.

História: Em 1857, com a chegada de Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, foi criada a colônia de Francilvânia, ma margem esquerda do Rio Doce. Mas, devido aos constantes ataques dos índios botocudos, muitas colônias só se desenvolveram a partir do último decênio do século dezenove.

Indígenas: Em 9 de dezembro de 1899, Colatina virou sede do distrito. Naquela época a região pertencia a Linhares. Os índios do grupo Botocudo, nação Gê ou Tapuia, primeiros donos da terra, resistiam a qualquer tentativa de colonização branca naquela área. Vários combates foram travados na região, até que, devido à superioridade das armas de que dispunham os homens brancos, a população indígena local foi praticamente dizimada.

Mata Atlântica: Naquela época toda área da região era coberta pela Mata Atlântica. Aos poucos, a vegetação nativa foi dando lugar a povoamentos, pastoreio e agricultura. No decorrer de um século, uma grande área foi devastada. No Século XX, a extração de madeira também castigou bastante a vegetação nativa da região.

Destaque: Com a instalação, em 1906, da Estrada de Ferro Vitória a Minas, o município assumiu importante posição econômica, superando Linhares, cuja posição geográfica não mais correspondia às exigências do Governo.

Imigrantes: Como a maioria das cidades brasileiras, os aspectos sócio-econômicos e culturais de Colatina se formaram a partir da imigração de europeus. No final do século dezenove e início do século vinte, italianos e alemães chegaram à cidade para morar e trabalhar. Com a introdução da agricultura e pecuária, a cidade se tornou sustentável. O crescimento gerado proporcionou sua emancipação em 1921.

Campanha: Em 26 de maio de 1916, o coronel Alexandre Calmon e o médico Pinheiro Júnior compuseram uma chapa e foram derrotados por Bernardo Monteiro, na disputa pela presidência do Estado. Chefiaram então um movimento revolucionário, em que proclamavam Colatina a nova capital do Espírito Santo, instalando o governo em Colatina.

Desenvolvimento: Em 1928 iniciou-se o desenvolvimento urbano, com as cosntruções do Hospital Sílvio Avidos, a Ponte Florentiino Avidos e a estrada de ferro. Na década de 50, Colatina começa a colher resultados significativos ao se tornar o maior produtor mundial de café. O processo de industrialização teve início nos anos 70 e colocou a cidade no rol das maiores economias do Estado.

Trem: Desde 1975 os trilhos da estrada de ferro não fazem parte da paisagem do centro da cidade, mas sim uma avenida repleta de árvores. A ponte Florentino Avidos continua ocupando lugar de destaque nos cenários local e estadual. (Fonte: A Gazeta de 22/08/2007)


 Espírito Santo
MesorregiãoNoroeste Espírito-santense
IBGE/2008
MicrorregiãoColatina IBGE/2008[
Municípios limítrofesPancas, São Roque do Canaã,Itaguaçu, Marilândia, Baixo Guandu,Linhares.
Distância até a capital120 km
Características geográficas
Área1.423 km²
População111.365 hab. est. IBGE/2009
Densidade78,5 hab./km²
Altitude71 m
Climatropical Aw
Fuso horárioUTC-3
Indicadores
IDH0,773 médio PNUD/2000[
PIBR$ 1.064.547 mil IBGE/2005
PIB per capitaR$ 9.633,00 IBGE/2005


Município situado às margens do Rio Doce, apelidado de Princesa do Norte, Colatina é um importante pólo da indústria de confecção do Estado e elo de ligação do sistema de transporte rodoviário, entre o norte do Estado e Vitória. Além disso, abriga o maior Frigorífico da América Latina e um grande parque moveleiro.

Clima

Quente e úmido, com chuvas entre Outubro e Janeiro.

Temperatura Média

28ºC

COMO CHEGAR

Partindo de Vitória: BR- 259, trem pela Estrada de Ferro Vitória- Minas e avião

Localização

Município do Noroeste do Estado do Espírito Santo.

Limites

Norte: Pancas e São Domingos do Norte, Sul: Itaguaçú, São Roque do Canaã e João Neiva, Leste: Rio Bananal, Linhares e Marilândia, Oeste: Baixo Guandú.

Acesso Rodoviário

Estação Rodoviária- Praça Municipal- Tel: 3722- 2377

Distâncias

128 Km da Capital

TURISMO

Colatina oferece um grande potencial para o ecoturismo, pois há no campo belas paisagens e fazendas bem cuidadas. Destaque para São Pedro Frio, a 600 metros de altitude, a 40 quilômetros do Centro, que oferece clima de montanha aos visitantes. Vale a pena conhecer as lagoas do Limão, Pau Gigante, Coroa Verde, Barbados, Óleo, Patrão Mor. Além das cachoeiras do Oito, Onze, Vinte e Onça.

Principais Pontos Turísticos



Cachoeiras

Cachoeira do Oito, a 8 Km

Cachoeira do Onze, a 10 Km

Cachoeira do Vinte, a 20 Km

Cachoeira da Onça, a 70 Km

Rio Doce

Atravessa a cidade e é o mais importante rio do Estado.

Lagoas

Lagoa do Pau Gigante, a 20 Km

Lagoa do Limão, a 40 Km

Lagoa da Coroa Verde, a 33 Km

Lagoa de Barbados, a 10 Km

Lagoa do Óleo, a 12 Km

Lagoa da Boa Morte, a 20 Km

Lagoa do Patrão-Mor, a 20 Km

Estátua de Cristo Redentor

Localizada no centro da cidade.

Ponte Florentino Avidos

Com 750 metros de comprimento. Fica sobre o Rio Doce, ligando o Sul e o Norte do Estado. Foi inaugurada em 1928.

Distrito de Itapina

Itapina é um povoado bucólico, que já foi um dos pontos comerciais de café mais ricos de Colatina. Em 1907 já era servida pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, contando com uma Estação, tendo atingido o seu auge a partir do final da década de 1910. Lojas de carros e artigos importados, comerciantes de seda e outros artigos finos, faziam o comércio de Itapina mais movimentado que o da sede do município, Colatina.
Tinha posto de gasolina, cinema, escolas, posto de saúde e muitos armazéns para estocagem e comércio de café. Foi uma das primeiras cidades capixabas a ter energia elétrica, com uma hidrelétrica que atendia à vila.
Atualmente não há mais movimento comercial. Mas o casario, embora não tombado pelo patrimônio histórico, é um testemunho dos tempos áureos do lugar.
Fica localizada ao sul do Rio Doce, escondida entre Colatina e Baixo Guandu. São cinco quilômetros de estrada a partir da BR asfaltada.
Atrações
Os casarios do lugar, lembranças do faustio da primeiras décadas do século XX.
Passeio de trem até Colatina, ou Vitória.
Travessia do Rio Doce, em balsa.

Praça do Sol Poente

Localização: Centro

Ponte Florentino Avidos

construção de 1928, feita com material vindo da Bélgica, coberta com pranchões de madeira, possui 800M de extensão. Recebeu esse nome devido homenagem ao governador Florentino Avidos. Foi reformada em 1941, quando recebeu piso de concreto, sendo duplicada em 1955. situa-se sobre o Rio Doce e liga sul ao norte do Estado.

Igreja Catedral Colatina