Entenda como o Facebook rastreia os passos dos usuários
A maior rede social do mundo liga mais de meio bilhão de pessoas. Isso permite comunicações e compartilhamentos em vários níveis, que vão desde pequenos arquivos até grandes obras, vídeos e outros materiais de interesse comum. Você já deve saber que essa rede é o Facebook, mas você acha que ele é tão seguro quanto imaginamos?
Nas últimas semanas, várias denúncias surgiram, todas afirmando que os dados pessoais armazenados nos servidores do Facebook vão muito além do que pode ser considerado respeitoso à privacidade dos usuários. Há informações, inclusive, que afirmam que mesmo depois de deletar a conta, os ex-cadastrados continuam tendo os movimentos registrados. Mas como o Facebook faz esse rastreio?
Assim como grande parte dos sites da internet, o Facebook instala cookies no seu computador. Eles são responsáveis pelo armazenamento de uma série de informações de navegação e, o principal, são utilizados para enviar estes mesmos dados até servidores remotos.
E é com base nesses cookies que as denúncias de que o Facebook estaria rastreando seus usuários surgiram. Segundo o USA Today, a rede social estaria quebrando as regras de privacidade em três níveis:
Conectado: assim que você se loga nos servidores, um cookie de sessão e um cookie de navegação são instalados no navegador. Eles são responsáveis pela medição de tempo de permanência na página, além de localizar IP, resolução e várias outras informações técnicas. Além disso, todas as vezes que você clicar em "Curtir", preferências de usuário serão salvas.
Desconectado: quando você está navegando em outras páginas ou se está visitando o Facebook, sem estar logado na rede social, apenas o cookie de navegação é instalado. Porém, todos os itens citados anteriormente continuam sendo informados ao servidor, incluindo seu IP e seu tempo de permanência.
Após encerrar as atividades do Facebook: denúncias de um grupo alemão apontam para o fato de que, até mesmo após deletar a conta na rede social, os usuários continuam sendo rastreados. Isso significa que dados de navegação continuam sendo recebidos pelos servidores de Zuckerberg.
De onde vêm as denúncias?
A fonte principal das acusações é a ACLU (União pela Liberdade Civil Americana, uma organização independente dos EUA), que afirma categoricamente: "A rede social está seguindo você". Foi ela que entrou em contato com o órgão governamental FTC (Comissão Federal do Comércio, também dos EUA), com as denúncias de que o Facebook estava roubando informações.
O que a ACLU pede é que uma ferramenta chamada Do not track (Não rastreie) seja instalada no Facebook. Com ela, os usuários poderiam decidir se desejam ter suas informações de navegação rastreadas e enviadas para a rede social e seus parceiros. O próximo passo, caso a FTC endosse as denúncias, será levar os pedidos até o congresso norte-americano.
O que isso significa?
O Facebook está passando pelas mesmas denúncias que a Google passou algum tempo atrás. Provavelmente, o rastreamento de dados de navegação deve ser utilizado para personalização de oferta de conteúdo, segmentando com mais eficiência os anúncios exibidos.
Encarar esses fatos como invasão de privacidade depende de cada leitor. Mas é fato que, nem todos os usuários gostam de saber que estão tendo todos os passos vigiados. Ainda mais quando não se sabe quais são as reais intenções por trás da atitude.
TERRA TECNOLOGIA 1
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sábado, 19 de novembro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Fé virtual: evangélicos marcam presença na internet
Em cinco meses o número de visitas mensais aumentou de 300 para mais de 7 mil. Não é site de compras, nem rede social; a página é de uma igreja evangélica de Vitória. Esse é apenas um dos exemplos que reforçam os dados da pesquisa recente feita pela Revista Comunhão, que apontou que metade dos evangélicos do Estado tem acesso ao mundo virtual, e 86% estão nas redes sociais.
No caso da igreja o aumento de visitas veio depois que a comunidade assumiu o espaço - que andava meio parado - e o modernizou. Agora ele é atualizado diariamente com notícias da comunidade, tem uma novelinha interativa e ainda promove gincanas via Facebook. E tudo isso para ajudar a evangelizar e levar a palavra a mais pessoas.
A Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira (PIBBF), dona do tal site, é apenas uma das centenas de milhares de igrejas que buscam seu espaço no mundo virtual. Afinal, os fiéis estão no MSN, no Twitter, no Facebook... E, principalmente, trocando e-mails, muitos e-mails.
foto: Carlos Alberto Silva
CrescimentoA pesquisa da Revista Comunhão revela que entre os evangélicos que têm acesso à internet o Facebook foi a maior atração: o número de usuários do site pulou de 4,5% em 2010 para 26% em 2011.
"A internet é o grande meio de comunicação do momento. Não vamos ignorá-la. A saída é usar e saber usar", avalia o pastor Simonton Araújo, da Igreja Missão Praia da Costa, que fica em Vila Velha.
A partir deste ano, eles começaram a transmitir quatro cultos durante a semana: os de quarta e quinta-feiras, às 20 horas; além dos dois de domingo, às 17h30 e às 20 horas.
Além disso, para melhor divulgar as transmissões e outras atrações da igreja, a Missão resolveu participar das redes sociais: são mais de 3 mil amigos no Facebook, em meses de atuação.
"Esses espaços são ótimos para aproximar a igreja do nosso fiel, independentemente de onde ele esteja. Além de divulgar nossa agenda", ressalta o jovem Frederico Mazioli, de 26 anos, responsável pela comunicação do grupo.
Seguidores
Na Igreja Batista de Bento Ferreira, a internet é usada para evangelizar e expandir o número de fiéis. Tem até gincana, no Facebook, com sorteios de brindes. "Isso atrai muita gente nos espaços virtuais", diz Samuel Paganoto, webdesigner e fiel da igreja.
"A internet é usada como mais um instrumento de vivência, assim como é a igreja. Nós percebemos a demanda, vinda da comunidade, e entendemos que a conexão com o virtual nos ajudaria no dia a dia da nossa igreja", diz o pastor da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira, Washington Vianna.
Os evangélicos e a internet
Acessos
Cerca de 58% dos entrevistados disseram que usam computador e 50% acessam a internet
Onde usam
A maioria - 80% - acessa a rede na própria casa. Outros 10% têm acesso à internet no trabalho e 8,7% utilizam lan houses
E-mail e MSN
A maioria deles usa a internet para ver e-mails, com quase 86% dos entrevistados; além de usar o MSN (para bate-papo virtual) ou visitar os sites das igrejas
Mais acessos
Houve aumento de 79,75% para 85,96%, no uso dos e-mails, de 2010 para 2011. Os blogs também são mais visitados: subiu de 10,38% para 13,80% de acessos; assim como os sites das igrejas, saindo de 21,7%, em 2010, e chegando a 34,38%, neste ano
Contatos
O MSN é o preferido, e o percentual dos que usam foi de 47,09% para 74,58%, em um ano. O Twitter teve aumento de 5,57% para 15,25%; e o Facebook, de 4,56% para 26,63%
Ainda tímido
Os evangélicos ainda não compram muito via internet. Apenas 36% deles disseram que já compraram algo que viram em algum site
Mais procurados
Entre os que já fizeram alguma compra, 23,26% compraram livros; 12,4%, CDs; e outros 14,73% adquiriram passagem aérea. Na lista ainda estão roupas, com 8,53%; programas de computador, com 3,88%; jogos, 6,2%; e ingresso de shows, 3,1%
Entrevistados: a pesquisa foi feita com evangélicos do Espírito Santo, a pedido da Revista Comunhão, e divulgada neste mês
Mundo virtual, mas com valores reaisOs valores defendidos pelas igrejas têm o mesmo peso na vida real e na vida virtual. Na hora de acessar a internet, os pastores aconselham que os fiéis mantenham o equilíbrio, sem desrespeitar os preceitos religiosos.
"Há quem defenda que o novo, o moderno, é libertinoso. Mas dá para manter o equilíbrio, assim como fazemos com tudo em nossa vida. Algo pode ser moderno sem ser proibido, o que altera é a forma como você o usa. Nessa caso, a forma como o fiel vai usar a internet", relata o pastor Simonton Araújo, da Missão Praia da Costa.
Segundo ele, a Bíblia traz exemplos claros de que a palavra e os ensinamentos devem seguir a evolução social. "Paulo, o maior missionário, usou até navios, os mais moderno da época, para divulgar a palavra e levá-la a novos lugares. Ele usou de tecnologia de ponta, e é o que devemos fazer", defende o pastor Simonton.
A opinião é dividida com o pastor Washington Vianna, da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira. "Os valores cristãos não mudam, nem devem mudar", defende ele.
Os dois acreditam que o maior cuidado que o fiel deve ter são as informações noticiosas. "Muita coisa que se vê na internet é fofoca, mentira, não tem embasamento. Assim como buscamos a verdade em nosso dia a dia, devemos ter o mesmo cuidado no mundo virtual", reflete o pastor Washington.
A Gazeta
No caso da igreja o aumento de visitas veio depois que a comunidade assumiu o espaço - que andava meio parado - e o modernizou. Agora ele é atualizado diariamente com notícias da comunidade, tem uma novelinha interativa e ainda promove gincanas via Facebook. E tudo isso para ajudar a evangelizar e levar a palavra a mais pessoas.
A Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira (PIBBF), dona do tal site, é apenas uma das centenas de milhares de igrejas que buscam seu espaço no mundo virtual. Afinal, os fiéis estão no MSN, no Twitter, no Facebook... E, principalmente, trocando e-mails, muitos e-mails.
foto: Carlos Alberto Silva
2.300% de aumento
É o percentual de crescimento de visitas no site da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira, entre março e agosto deste ano, após as mudanças no site.
É o percentual de crescimento de visitas no site da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira, entre março e agosto deste ano, após as mudanças no site.
"A internet é o grande meio de comunicação do momento. Não vamos ignorá-la. A saída é usar e saber usar", avalia o pastor Simonton Araújo, da Igreja Missão Praia da Costa, que fica em Vila Velha.
A partir deste ano, eles começaram a transmitir quatro cultos durante a semana: os de quarta e quinta-feiras, às 20 horas; além dos dois de domingo, às 17h30 e às 20 horas.
Além disso, para melhor divulgar as transmissões e outras atrações da igreja, a Missão resolveu participar das redes sociais: são mais de 3 mil amigos no Facebook, em meses de atuação.
"Esses espaços são ótimos para aproximar a igreja do nosso fiel, independentemente de onde ele esteja. Além de divulgar nossa agenda", ressalta o jovem Frederico Mazioli, de 26 anos, responsável pela comunicação do grupo.
Seguidores
Na Igreja Batista de Bento Ferreira, a internet é usada para evangelizar e expandir o número de fiéis. Tem até gincana, no Facebook, com sorteios de brindes. "Isso atrai muita gente nos espaços virtuais", diz Samuel Paganoto, webdesigner e fiel da igreja.
"A internet é usada como mais um instrumento de vivência, assim como é a igreja. Nós percebemos a demanda, vinda da comunidade, e entendemos que a conexão com o virtual nos ajudaria no dia a dia da nossa igreja", diz o pastor da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira, Washington Vianna.
Os evangélicos e a internet
Acessos
Cerca de 58% dos entrevistados disseram que usam computador e 50% acessam a internet
Onde usam
A maioria - 80% - acessa a rede na própria casa. Outros 10% têm acesso à internet no trabalho e 8,7% utilizam lan houses
E-mail e MSN
A maioria deles usa a internet para ver e-mails, com quase 86% dos entrevistados; além de usar o MSN (para bate-papo virtual) ou visitar os sites das igrejas
Mais acessos
Houve aumento de 79,75% para 85,96%, no uso dos e-mails, de 2010 para 2011. Os blogs também são mais visitados: subiu de 10,38% para 13,80% de acessos; assim como os sites das igrejas, saindo de 21,7%, em 2010, e chegando a 34,38%, neste ano
Contatos
O MSN é o preferido, e o percentual dos que usam foi de 47,09% para 74,58%, em um ano. O Twitter teve aumento de 5,57% para 15,25%; e o Facebook, de 4,56% para 26,63%
Ainda tímido
Os evangélicos ainda não compram muito via internet. Apenas 36% deles disseram que já compraram algo que viram em algum site
Mais procurados
Entre os que já fizeram alguma compra, 23,26% compraram livros; 12,4%, CDs; e outros 14,73% adquiriram passagem aérea. Na lista ainda estão roupas, com 8,53%; programas de computador, com 3,88%; jogos, 6,2%; e ingresso de shows, 3,1%
Entrevistados: a pesquisa foi feita com evangélicos do Espírito Santo, a pedido da Revista Comunhão, e divulgada neste mês
Mundo virtual, mas com valores reaisOs valores defendidos pelas igrejas têm o mesmo peso na vida real e na vida virtual. Na hora de acessar a internet, os pastores aconselham que os fiéis mantenham o equilíbrio, sem desrespeitar os preceitos religiosos.
"Há quem defenda que o novo, o moderno, é libertinoso. Mas dá para manter o equilíbrio, assim como fazemos com tudo em nossa vida. Algo pode ser moderno sem ser proibido, o que altera é a forma como você o usa. Nessa caso, a forma como o fiel vai usar a internet", relata o pastor Simonton Araújo, da Missão Praia da Costa.
Segundo ele, a Bíblia traz exemplos claros de que a palavra e os ensinamentos devem seguir a evolução social. "Paulo, o maior missionário, usou até navios, os mais moderno da época, para divulgar a palavra e levá-la a novos lugares. Ele usou de tecnologia de ponta, e é o que devemos fazer", defende o pastor Simonton.
A opinião é dividida com o pastor Washington Vianna, da Primeira Igreja Batista de Bento Ferreira. "Os valores cristãos não mudam, nem devem mudar", defende ele.
Os dois acreditam que o maior cuidado que o fiel deve ter são as informações noticiosas. "Muita coisa que se vê na internet é fofoca, mentira, não tem embasamento. Assim como buscamos a verdade em nosso dia a dia, devemos ter o mesmo cuidado no mundo virtual", reflete o pastor Washington.
A Gazeta
sábado, 30 de julho de 2011
Ninguém me 'tucuta'. 'Deprimido' reclama que ninguém o cutuca no Facebook e vira hit na internet
'Deprimido' reclama que ninguém o cutuca no Facebook e vira hit na web
Depois de vídeo, José Rossoni recebeu mais de 2 mil cutucadas.
De 95 amigos na rede social, usuário passou para mais de 5 mil.
Chateado com o fim do namoro de 4 anos, José Rossoni Rodrigues, de 22 anos, desabafou para o irmão que ninguém se interessava por ele e nem mesmo o "cutucava" no Facebook. Há pouco mais de três meses cadastrado na rede social, Rossoni tinha sido "cutucado" uma única vez por sua melhor amiga. Pior: o "cutucão", uma das funções para chamar a atenção de alguém na rede social, só aconteceu a pedido dele.
No domingo à noite, o irmão de Rossoni publicou o seu desabafo no YouTube com o título: “Ninguém me cutuca no Facebook”. Nesta sexta (29), o vídeo atingiu a marca de 700 mil acessos. De 95 amigos na rede social, Rossoni passou para quase 5 mil e 1 mil solicitações ainda pendentes.
“Eu nem sei dizer quantas cutucadas eu já recebi. Na quarta-feira (27), a página mostrava que 2 mil pessoas tinham me cutucado. Eu consegui responder para todos, mas logo apareceu o número 2 mil de novo. Não sei se existe um número máximo permitido de cutucadas”, contou Rossoni em entrevista ao G1. “Hoje, as pessoas estão reclamando que eu não cutuco de volta”.
Rossoni mora em Porto Velho (RO) desde 2006 e trabalha em uma loja de telefonia móvel em um shopping. Depois do sucesso do vídeo, ele ficou com medo que pessoas na rua começassem a cutucá-lo. “Até agora, ninguém falou nada pessoalmente. Só na quarta-feira uma senhora me parou para dar conselhos e me deu uma cutucada na despedida”, contou.
Há pouco tempo, Rossoni descobriu que existia o recurso “cutucar”. “Vi no Facebook de um amigo várias pessoas cutucando ele. Então eu perguntei o que aquilo significava. ‘São pessoas que querem mexer com você’, ele me disse. Acho que isso ficou no meu inconsciente”, conta. “No dia do vídeo, eu tinha na minha cabeça que cutucar significava ser visto e reparado. Mas como eu tava um pouco alterado, não consegui me expressar direito”. Tanto, que Rossoni acabou criando a palavra "tucutar", hoje repetida pelos usuários da rede social.
Com contas cadastradas no Orkut e Twitter há mais tempo que no Facebook, Rossoni contabilizava apenas 23 seguidores antes do vídeo. “Desse número, sete eram contas que eu criei para amigos só para eles me seguirem, mas eles nunca usaram”.
Rossoni se considera uma pessoa de poucos amigos. “Hoje, sou popular por causa do vídeo. As pessoas querem estar por perto de quem é popular”.
Reflexo da vida real
Segundo o professor de psicologia Sandro Caramaschi, as redes sociais são um espelho da vida real. “O Facebook reflete os padrões que temos na vida cotidiana. Há pessoas que são mais populares, outras mais solitárias e menos procuradas”, explica.
Um estudo realizado com usuários do Facebook indica que a maioria dos relacionamentos que o usuário mantém no site é com pessoas já conhecidas pessoalmente. “Na prática, o Facebook acaba replicando relações já pré-existentes. É basicamente o que acontece nas grandes cidades. Mesmo morando em São Paulo, os relacionamentos se restringem a um grupo da sua convivência pessoal”.
Caramaschi explica que a internet é uma transferência do espaço de socialização. O que antes acontecia nas praças e nos shoppings, mudou para as redes sociais. “Da mesma forma que você tinha pessoas mais populares e impopulares, esse padrão se reflete na dimensão digital também”, conclui.
Depois de vídeo, José Rossoni recebeu mais de 2 mil cutucadas.
De 95 amigos na rede social, usuário passou para mais de 5 mil.
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| Vídeo de José Rossoni no YouTube atingiu mais de 700 mil acessos (Foto: Arquivo Pessoal) |
No domingo à noite, o irmão de Rossoni publicou o seu desabafo no YouTube com o título: “Ninguém me cutuca no Facebook”. Nesta sexta (29), o vídeo atingiu a marca de 700 mil acessos. De 95 amigos na rede social, Rossoni passou para quase 5 mil e 1 mil solicitações ainda pendentes.
“Eu nem sei dizer quantas cutucadas eu já recebi. Na quarta-feira (27), a página mostrava que 2 mil pessoas tinham me cutucado. Eu consegui responder para todos, mas logo apareceu o número 2 mil de novo. Não sei se existe um número máximo permitido de cutucadas”, contou Rossoni em entrevista ao G1. “Hoje, as pessoas estão reclamando que eu não cutuco de volta”.
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| José Rossoni, de 22 anos, hoje tem quase 5 mil amigos no Facebook (Foto: Reprodução) |
Rossoni mora em Porto Velho (RO) desde 2006 e trabalha em uma loja de telefonia móvel em um shopping. Depois do sucesso do vídeo, ele ficou com medo que pessoas na rua começassem a cutucá-lo. “Até agora, ninguém falou nada pessoalmente. Só na quarta-feira uma senhora me parou para dar conselhos e me deu uma cutucada na despedida”, contou.
Há pouco tempo, Rossoni descobriu que existia o recurso “cutucar”. “Vi no Facebook de um amigo várias pessoas cutucando ele. Então eu perguntei o que aquilo significava. ‘São pessoas que querem mexer com você’, ele me disse. Acho que isso ficou no meu inconsciente”, conta. “No dia do vídeo, eu tinha na minha cabeça que cutucar significava ser visto e reparado. Mas como eu tava um pouco alterado, não consegui me expressar direito”. Tanto, que Rossoni acabou criando a palavra "tucutar", hoje repetida pelos usuários da rede social.
Com contas cadastradas no Orkut e Twitter há mais tempo que no Facebook, Rossoni contabilizava apenas 23 seguidores antes do vídeo. “Desse número, sete eram contas que eu criei para amigos só para eles me seguirem, mas eles nunca usaram”.
"Da mesma forma que havia pessoas mais populares no passado, esse padrão se reflete na dimensão digital também" Sandro Caramaschi, professor de psicologia
Rossoni se considera uma pessoa de poucos amigos. “Hoje, sou popular por causa do vídeo. As pessoas querem estar por perto de quem é popular”.
Reflexo da vida real
Segundo o professor de psicologia Sandro Caramaschi, as redes sociais são um espelho da vida real. “O Facebook reflete os padrões que temos na vida cotidiana. Há pessoas que são mais populares, outras mais solitárias e menos procuradas”, explica.
Um estudo realizado com usuários do Facebook indica que a maioria dos relacionamentos que o usuário mantém no site é com pessoas já conhecidas pessoalmente. “Na prática, o Facebook acaba replicando relações já pré-existentes. É basicamente o que acontece nas grandes cidades. Mesmo morando em São Paulo, os relacionamentos se restringem a um grupo da sua convivência pessoal”.
Caramaschi explica que a internet é uma transferência do espaço de socialização. O que antes acontecia nas praças e nos shoppings, mudou para as redes sociais. “Da mesma forma que você tinha pessoas mais populares e impopulares, esse padrão se reflete na dimensão digital também”, conclui.
Laura Brentano
Do G1, em São Paulo
sábado, 11 de junho de 2011
Internet. Namoro sem sair de casa Pela rede é possível evitar desgastes do início de relacionamento
Ache a sua metade sem sair de casa
Pela rede é possível evitar alguns desgastes do início de relacionamento.
foto: Vitor Jubini
O cupido, para eles, foi o ICQ. Numa tarde de domingo, no ano de 1998, a Rafaela fez uma busca no ICQ
(um dos primeiros comunicadores instantâneos da internet) por pessoas da
sua cidade, Colatina; nascidas no mesmo ano, 1982; e que estivessem
online naquele momento.
Para sua surpresa apareceu o Raphael, que além da coincidência do nome
também teria nascido no mesmo dia que ela - uma confusão de datas
provocada pelo programa que só foi desfeita anos depois. Esse foi o
primeiro passo para uma amizade que durou quatro anos até que se
tornasse namoro e, depois, casamento. As coincidências na vida deles não pararam por aí: amigos em comum, pais
e mães que se conheciam e o curso escolhido na faculdade acabaram
unindo ainda mais o casal. "A gente nunca namorou pela internet, mas foi
graças a ela que nos conhecemos", diz Raphaela. Hoje, 11 anos depois,
os dois publicitários têm, juntos, um empresa de comunicação, um
restaurante e uma história mum e cheia de paixão.Já foi o tempo em que o início de uma relação dependia de "olho no olho". Opção para os mais tímidos, para os que não gostam de sair, para os que procuram um novo relacionamento ou mesmo para quem está cansado de esperar a metade da laranja aparecer na próxima esquina, a internet é, cada vez mais, a pedida certa para quem não quer sair beijando sapos por aí até, finalmente, encontrar o príncipe encantado. Se você não quer passar mais um Dia dos Namorados só, que tal investir nos cliques?
Não é a toa que, no ano passado, uma pesquisa do Serviço Mundial da BBC identificou que 30% dos internautas de 19 países veem a internet como um bom lugar para encontrar um companheiro. Afinal, nunca tivemos tantos "amigos" como na rede e nunca estivemos tão "perto" um dos outros.
Vantagens
Duas das principais vantagens do namoro virtual, aponta o psicólogo especialista em relacionamento amoroso, Thiago de Almeida, são a facilidade de poder dispensar quem não interessa sem medo de ofender o outro e o acesso imediato a informações valiosas sobre o pretendente.
"Isso evita o excesso de expectativas gerado nos tradicionais encontros, que é o que faz muita gente desistir de sair em busca de um parceiro", explica. Uma pesquisa rápida pelo Facebook ou pelo Orkut, por exemplo, pode revelar o estado civil, os gostos musicais e outros detalhes da pessoa, que acabam se tornando o primeiro passo para uma relação.
Para fazer dar certo, o diretor geral no Brasil do site de relacionamentos eHarmony, Stanlei Bellan, diz que saber apresentar-se por meio de um perfil é fundamental.
5 dicas para se dar bem
1 - Saber o que quer
É muito importante saber o que se quer antes de procurar um relacionamento na internet: se é um relacionamento sério, um encontro casual ou apenas conhecer novas pessoas. Há serviços disponíveis para cada tipo de relacionamento. Se a ideia é apenas saber mais sobre alguém que você conheceu, procure por ela no Facebook e no Orkut. Mas, se o objetivo é encontrar um namorado que se encaixe no seu perfil, corra para os sites de relacionamento amoroso
2 - Falar a verdade
Ser honesto é fundamental, e funciona. Não mentir sobre as informações aumenta as chances do relacionamento continuar na vida real. Pode parecer tentador dar uma "enganadinha", mas se o objetivo é que o relaciomento saia da rede para o mundo real, não vai adiantar muito
3 - Investir no autoconhecimento
Não adianta querer alguém feliz, satisfeito com a vida e bem sucedido ao seu lado, se você não vê essas qualidades em você mesmo. É preciso fazer uma autoavaliação primeiro, decidir se você quer mudar ou apenas partir para um relacionamento com alguém que combine com você
4 - Caprichar no perfil
O perfil de qualquer site deve mostra quem é você. Se você não sabe o que preencher em uma pergunta, pule para a próxima. Qualquer outra resposta será melhor do que uma resposta de uma palavra só. Uma boa foto, verdadeira e que valoriza a pessoa, aumenta em até nove vezes a chance de o perfil ser visitado
5 - Nada de internetês
Não é só porque você está usando a internet que tem que escrever abreviado ou cheio de gírias. Muitas pessoas passam batido em perfis com erros de ortografia, gramática e textos com muitas gírias
Acesso a sites de namoro cresce 500% no mundo
Nos últimos 10 anos, o número de pessoas que acessam sites de namoro cresceu 500% no mundo, segundo uma pesquisa do eHarmony, conduzida pela Oxford Internet Institute, da Grã-Bretanha. No Brasil, também de acordo com a pesquisa, 83% dos usuários afirmaram já terem se encontrado com pessoas que conheceram pela internet. Os brasileiros, aliás, estão entre os maiores usuários de redes sociais do mundo. Só perdem para os norte-americanos e os russos.
Ir com calma é importante para evitar os mentirosos
Assim como em qualquer encontro, nem sempre um relacionamento iniciado pela internet - mesmo com a ajuda de sites que prometem compatibilidade total - é garantia de sucesso garantido. O psicólogo Alexandre Bez, especialista em relacionamentos, alerta para o risco de frustrações provocadas pela busca do amor perfeito.
"Como as redes ampliam o número de contatos, a pessoa certamente vai ter que procurar muito antes de achar alguém que realmente a interesse", diz. Para manter a segurança e não se expor antes do tempo, ele orienta a não dar detalhes da vida pessoal até que a conversa "engate".
E para se resguardar dos "espertinhos", que mentem sobre possuir filhos, esposa e outros compromissos, a dica é pedir sempre o telefone de casa ou do trabalho. "Se a ideia é levar o relacionamento adiante, é melhor procurar saber o nível de confiabilidade da pessoa antes de se entregar à relação", orienta.
E vale lembrar que relacionamento que não sai da internet não vira relacionamento. A rede deve ser vista apenas como o começo. "Nada substitui o contato físico, a proximidade e o dia a dia".
Priscilla Thompson
Pela rede é possível evitar alguns desgastes do início de relacionamento.
foto: Vitor Jubini
O cupido, para eles, foi o ICQ. Numa tarde de domingo, no ano de 1998, a Rafaela fez uma busca no ICQ
(um dos primeiros comunicadores instantâneos da internet) por pessoas da
sua cidade, Colatina; nascidas no mesmo ano, 1982; e que estivessem
online naquele momento.
Para sua surpresa apareceu o Raphael, que além da coincidência do nome
também teria nascido no mesmo dia que ela - uma confusão de datas
provocada pelo programa que só foi desfeita anos depois. Esse foi o
primeiro passo para uma amizade que durou quatro anos até que se
tornasse namoro e, depois, casamento. As coincidências na vida deles não pararam por aí: amigos em comum, pais
e mães que se conheciam e o curso escolhido na faculdade acabaram
unindo ainda mais o casal. "A gente nunca namorou pela internet, mas foi
graças a ela que nos conhecemos", diz Raphaela. Hoje, 11 anos depois,
os dois publicitários têm, juntos, um empresa de comunicação, um
restaurante e uma história mum e cheia de paixão.
Não é a toa que, no ano passado, uma pesquisa do Serviço Mundial da BBC identificou que 30% dos internautas de 19 países veem a internet como um bom lugar para encontrar um companheiro. Afinal, nunca tivemos tantos "amigos" como na rede e nunca estivemos tão "perto" um dos outros.
Vantagens
Duas das principais vantagens do namoro virtual, aponta o psicólogo especialista em relacionamento amoroso, Thiago de Almeida, são a facilidade de poder dispensar quem não interessa sem medo de ofender o outro e o acesso imediato a informações valiosas sobre o pretendente.
"Isso evita o excesso de expectativas gerado nos tradicionais encontros, que é o que faz muita gente desistir de sair em busca de um parceiro", explica. Uma pesquisa rápida pelo Facebook ou pelo Orkut, por exemplo, pode revelar o estado civil, os gostos musicais e outros detalhes da pessoa, que acabam se tornando o primeiro passo para uma relação.
Para fazer dar certo, o diretor geral no Brasil do site de relacionamentos eHarmony, Stanlei Bellan, diz que saber apresentar-se por meio de um perfil é fundamental.
5 dicas para se dar bem
1 - Saber o que quer
É muito importante saber o que se quer antes de procurar um relacionamento na internet: se é um relacionamento sério, um encontro casual ou apenas conhecer novas pessoas. Há serviços disponíveis para cada tipo de relacionamento. Se a ideia é apenas saber mais sobre alguém que você conheceu, procure por ela no Facebook e no Orkut. Mas, se o objetivo é encontrar um namorado que se encaixe no seu perfil, corra para os sites de relacionamento amoroso
2 - Falar a verdade
Ser honesto é fundamental, e funciona. Não mentir sobre as informações aumenta as chances do relacionamento continuar na vida real. Pode parecer tentador dar uma "enganadinha", mas se o objetivo é que o relaciomento saia da rede para o mundo real, não vai adiantar muito
3 - Investir no autoconhecimento
Não adianta querer alguém feliz, satisfeito com a vida e bem sucedido ao seu lado, se você não vê essas qualidades em você mesmo. É preciso fazer uma autoavaliação primeiro, decidir se você quer mudar ou apenas partir para um relacionamento com alguém que combine com você
4 - Caprichar no perfil
O perfil de qualquer site deve mostra quem é você. Se você não sabe o que preencher em uma pergunta, pule para a próxima. Qualquer outra resposta será melhor do que uma resposta de uma palavra só. Uma boa foto, verdadeira e que valoriza a pessoa, aumenta em até nove vezes a chance de o perfil ser visitado
5 - Nada de internetês
Não é só porque você está usando a internet que tem que escrever abreviado ou cheio de gírias. Muitas pessoas passam batido em perfis com erros de ortografia, gramática e textos com muitas gírias
Acesso a sites de namoro cresce 500% no mundo
Nos últimos 10 anos, o número de pessoas que acessam sites de namoro cresceu 500% no mundo, segundo uma pesquisa do eHarmony, conduzida pela Oxford Internet Institute, da Grã-Bretanha. No Brasil, também de acordo com a pesquisa, 83% dos usuários afirmaram já terem se encontrado com pessoas que conheceram pela internet. Os brasileiros, aliás, estão entre os maiores usuários de redes sociais do mundo. Só perdem para os norte-americanos e os russos.
Ir com calma é importante para evitar os mentirosos
Assim como em qualquer encontro, nem sempre um relacionamento iniciado pela internet - mesmo com a ajuda de sites que prometem compatibilidade total - é garantia de sucesso garantido. O psicólogo Alexandre Bez, especialista em relacionamentos, alerta para o risco de frustrações provocadas pela busca do amor perfeito.
"Como as redes ampliam o número de contatos, a pessoa certamente vai ter que procurar muito antes de achar alguém que realmente a interesse", diz. Para manter a segurança e não se expor antes do tempo, ele orienta a não dar detalhes da vida pessoal até que a conversa "engate".
E para se resguardar dos "espertinhos", que mentem sobre possuir filhos, esposa e outros compromissos, a dica é pedir sempre o telefone de casa ou do trabalho. "Se a ideia é levar o relacionamento adiante, é melhor procurar saber o nível de confiabilidade da pessoa antes de se entregar à relação", orienta.
E vale lembrar que relacionamento que não sai da internet não vira relacionamento. A rede deve ser vista apenas como o começo. "Nada substitui o contato físico, a proximidade e o dia a dia".
Priscilla Thompson
A Gazeta
domingo, 21 de novembro de 2010
Pastor anti-Facebook Admite Sexo em Grupo
(21 de novembro) - Um pastor de Nova Jersey infame para desacreditar Facebook porque ele acha que pode levar ao adultério, aparentemente, não precisa de um site de redes sociais para induzi-lo a ter um caso extraconjugal.
O Rev. Cedric Miller, que fez manchetes na semana passada por exigir que 50 funcionários casados de sua Igreja Cristã Palavra Viva a excluir suas contas do Facebook ou seriam demitidos, uma vez que atestaram que ele teve sexo grupal com a esposa e um auxiliar da igreja do sexo masculino.
Isso de acordo com o jornal local, o Asbury Park Press, que descobriu que Miller deu testemunho em um processo criminal de 2003 contra o assistente da igreja, que foi indeferido. De acordo com documentos do tribunal, Miller disse que o caso começou entre sua esposa e o assistente da igreja, e, em seguida, ele e a esposa do assistente, também se juntaram à libidinagem.
.. "Queremos conversar e rir e brincar e um pouco além do que era adequado'', ele foi citado como dizendo:" Nós tínhamos atravessado a linha muitas vezes "Perguntado por um advogado sobre o que ele quis dizer, o pastor disse:" Eu quero dizer sobre nós quatro. Só quero dizer, estava tocando, lá estava ... Foi uma loucura, foi tudo muito errado, mais do que poderia ser. Sim.''
"Ok, o senhor fala que era o sexo, certo?'', O advogado perguntou." Sim'', disse Miller. Os contatos tiveram lugar na casa do pastor, durante a quinta-feira de reuniões de estudo bíblico ou depois da missa aos domingos.
"Isso foi resolvido na época e, portanto, não vamos permitir que ele põe em causa a nossa missão na mão para salvar muitos casamentos que pudermos", disse Miller em uma declaração na sexta-feira, segundo o New York Daily News.
"Minha vida como um ministro, marido, pai e amigo me levou à convicção de que eu devo fazer tudo que posso para ajudar tantas pessoas fortalecer, preservar e reparar vezes, muitas vezes frágeis de casamentos", disse o comunicado.
Miller, 48 anos, só parou de criticar o Facebook esta semana, depois de chamar o local de um "portal para a infidelidade" ao orientar aos seus paroquianos a compartilhar as senhas com seus cônjuges ou excluir suas contas completamente. Ele culpa o site por acender "paixões antigas", como as pessoas ficam em contato com os ex-cônjuges e amigos, e disse que 20 casais de sua igreja com 1.100 membros têm enfrentado problemas conjugais por causa do Facebook.
"Estive em aconselhamento alargado com casais com problemas conjugais por causa do Facebook no último ano e meio," Miller disse Associated Press. "O que acontece é alguém de superfícies de ontem, isso leva a conversas e a reencontros físicos. A tentação é grande demais."
aolnews.com
| O Rev. Cedric Miller, aqui em janeiro, quando testemunhou que ele e sua mulher iveram sexo com outro casal "muitas vezes". |
O Rev. Cedric Miller, que fez manchetes na semana passada por exigir que 50 funcionários casados de sua Igreja Cristã Palavra Viva a excluir suas contas do Facebook ou seriam demitidos, uma vez que atestaram que ele teve sexo grupal com a esposa e um auxiliar da igreja do sexo masculino.
Isso de acordo com o jornal local, o Asbury Park Press, que descobriu que Miller deu testemunho em um processo criminal de 2003 contra o assistente da igreja, que foi indeferido. De acordo com documentos do tribunal, Miller disse que o caso começou entre sua esposa e o assistente da igreja, e, em seguida, ele e a esposa do assistente, também se juntaram à libidinagem.
.. "Queremos conversar e rir e brincar e um pouco além do que era adequado'', ele foi citado como dizendo:" Nós tínhamos atravessado a linha muitas vezes "Perguntado por um advogado sobre o que ele quis dizer, o pastor disse:" Eu quero dizer sobre nós quatro. Só quero dizer, estava tocando, lá estava ... Foi uma loucura, foi tudo muito errado, mais do que poderia ser. Sim.''
"Ok, o senhor fala que era o sexo, certo?'', O advogado perguntou." Sim'', disse Miller. Os contatos tiveram lugar na casa do pastor, durante a quinta-feira de reuniões de estudo bíblico ou depois da missa aos domingos.
"Isso foi resolvido na época e, portanto, não vamos permitir que ele põe em causa a nossa missão na mão para salvar muitos casamentos que pudermos", disse Miller em uma declaração na sexta-feira, segundo o New York Daily News.
"Minha vida como um ministro, marido, pai e amigo me levou à convicção de que eu devo fazer tudo que posso para ajudar tantas pessoas fortalecer, preservar e reparar vezes, muitas vezes frágeis de casamentos", disse o comunicado.
Miller, 48 anos, só parou de criticar o Facebook esta semana, depois de chamar o local de um "portal para a infidelidade" ao orientar aos seus paroquianos a compartilhar as senhas com seus cônjuges ou excluir suas contas completamente. Ele culpa o site por acender "paixões antigas", como as pessoas ficam em contato com os ex-cônjuges e amigos, e disse que 20 casais de sua igreja com 1.100 membros têm enfrentado problemas conjugais por causa do Facebook.
"Estive em aconselhamento alargado com casais com problemas conjugais por causa do Facebook no último ano e meio," Miller disse Associated Press. "O que acontece é alguém de superfícies de ontem, isso leva a conversas e a reencontros físicos. A tentação é grande demais."
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