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domingo, 18 de março de 2012

Trinta anos depois, Malvinas ainda 'em guerra'

Moradores das ilhas Malvinas são britânicos até o último chá
Trinta anos após guerra, habitantes reagem a discurso argentino com temor e patriotismo

Moradora põe carta na caixa em frente ao correio: hábitos 100% britânicos e poucos argentinos vivendo nas ilhas Simone Marinho / Agência O Globo

STANLEY - Algo diferente acontece em Stanley, a capital do arquipélago das Malvinas. As casas estão decoradas com as bandeiras das Falklands e do Reino Unido, os Land Rovers, pintados com a Union Jack (bandeira britânica). Os dois únicos hotéis Malvina House e Waterfront, onde funcionam também os dois únicos restaurantes andam com a lotação máxima.

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Com gente que busca um lugar na aguardada indústria petrolífera que surge nas ilhas, com veteranos de Reino Unido e Argentina que lutaram a guerra pelo domínio do arquipélago há 30 anos e com jornalistas, muitos jornalistas. Culpa não apenas da efeméride, alegam todos, mas sim do fortalecimento do discurso do governo argentino de Cristina Kirchner sobre a necessidade de se voltar a discutir a soberania sobre as Malvinas. Os três mil moradores do arquipélago 2,7 mil vivem em Stanley e os outros 300 vivem no campo estão tensos e não escondem de que lado estão.

Stanley - Falkland Islands -Ilhas Malvinas 
Somos britânicos, estamos aqui há pelo menos nove gerações. A população descende dos colonos que vieram do Reino Unido, há somente duas famílias de argentinos vivendo aqui. Se os argentinos nos invadirem novamente, mandaremos eles para o espaço diz Patrick Watts, único locutor de rádio no momento da invasão argentina a Stanley, em 2 de abril de 1982. De repente, passei a ter um chefe militar.

Cristina Kirchner faz bullying conosco

Watts traduzia para o inglês o que o militar argentino mandava. Eram mensagens do tipo: A partir de agora há toque de recolher, haverá apagões para pouparmos energia, dirigiremos do lado direito da estrada e o peso substituirá a libra como moeda oficial.

Foi muito difícil, acho que os argentinos achavam que seriam bem recebidos porque, na verdade, éramos dominados pelo Reino Unido contra a nossa vontade e ansiávamos em fazer parte da Argentina. Mas, quando chegaram aqui, perceberam que tudo era diferente. Ninguém falava espanhol e nem sabia direito onde ficava Buenos Aires; campos minados foram deixados para trás conta Veronica Fowler, professora, referindo-se às cerca de 20 mil minas terrestres que ainda existem ao redor da capital, e que somente agora, 30 anos depois, começam a ser desativadas.
Stanley - Falkland Islands -Ilhas Malvinas 
As palavras e o sentimento anti-Argentina de Patrick e Veronica ecoam entre os kelpers, apelido dos nativos das ilhas, cuja população é uma mistura de imigrantes britânicos, estabelecidos antes ou principalmente após 1982 a economia cresceu muito depois da guerra e os descendentes dos colonos que chegaram no século XIX ou até antes. Nos últimos anos, as ilhas receberam cerca de 300 chilenos para trabalhar principalmente nos setores de construção e serviços. As duas famílias argentinas costumam ser reclusas e não gostar de receber a imprensa.

Mas escreve aí: somos um povo simpático e hospitaleiro, não temos nada contra os argentinos, o que tememos é o governo de Cristina Kirchner diz Lyn Buckland, kelper há nove gerações que, assim como todos, tem passaporte britânico.

Basta alguns minutos no Victory Bar para constatar o descontentamento. O pub é um dos quatro existentes em Stanley, e sair para beber é praticamente o único tipo de entretenimento noturno. As temperaturas nas Malvinas chegam facilmente a zero grau, mesmo no verão, e os ventos são fortes. Os pubs, bem ao estilo inglês, funcionam até às 23h (respeitando as leis antigas britânicas), servem cerveja quente em pints, além dos fish and chips. Há muito mais homens do que mulheres, por causa da base britânica de Mount Pleasant construída no pós-guerra e onde vivem cerca de dois mil soldados. Fuma-se bastante, e os maços de cigarro são vendidos a preços salgados, cerca de 6 libras malvinenses (R$ 17), que equivalem à esterlina.

 Ilhas Malvinas, no verão 
É que a gente importa quase tudo o que consome diz um simpático jogador de sinuca, que só conversa depois de saber que sua interlocutora é brasileira e não argentina. Mas vocês falam que idioma mesmo no Brasil? duvida ele.

No Victory fazem sucesso canecas de insulto aos argentinos que os moradores não deixam de considerar invasores. No banheiro, um vaso sanitário aparece com a imagem de Leopoldo Galtieri, o presidente da junta militar que governava o país na época da guerra. Ryan, o jogador de sinuca, diz que até gostaria de ver seu país tornando-se completamente independente do Reino Unido atualmente as Malvinas só dependem dos britânicos nos setores de Política Externa e Defesa. Mount Pleasant custa cerca de R$ 226 milhões por ano, ou 0,5% do orçamento militar do Reino Unido.


Mas como ser totalmente independente se os argentinos vivem ameaçando a gente? Não temos como nos defender sozinhos alega Ryan.

O PIB das Malvinas é de cerca de R$ 306 milhões ao ano, e o governo se sustenta e mantém seu superávit com este dinheiro, sem receber nem dar um tostão ao Reino Unido, diz Dick Sawle, um dos oito integrantes da Assembleia Legislativa, eleita pelo povo a cada quatro anos. Sessenta por cento dos recursos vêm da pesca, e o restante do turismo e da agricultura. Para que os produtos, a maior parte importada do Reino Unido, não cheguem a preços tão mais caros ao consumidor , o governo aboliu uma série de impostos, as nossas reservas permitem isso, afirma Sawle. Só o cigarro de Ryan é mais caro mesmo, parte de uma campanha antitabagismo.

Dos oito deputados, cinco são de Stanley e três do camp (campo, terras fora da capital). Há ainda uma Câmara superior com três integrantes equivalente à dos Lordes inglesa, escolhida pelos oito deputados. A autoridade máxima britânica nas ilhas é o governador Nigel Haywood, que vive numa linda casa vitoriana cujas salas são repletas de quadros da realeza britânica. As portas, como a de todas as casas e os carros de Stanley, ficam abertas e, para passar por elas, basta ser convidado. A criminalidade é quase zero e só oito policiais patrulham as ruas.

Há um ou outro caso de agressão de bêbados a moças, uma ou outra batida de carro. Nisso somos bem diferentes dos britânicos e dos sul-americanos. Aqui tudo acontece numa escala muito, muito menor atesta o policial Richard Moorhouse, que mudou-se da Inglaterra para as Malvinas há dois anos em busca de tranquilidade.

A ignorância que os moradores nutrem pelo restante da América do Sul está diretamente ligada, garante Haywood, ao isolamento imposto às ilhas pela Argentina.

A Argentina, e isso piorou com Cristina, faz bullying conosco e com o restante do continente não deixando ninguém reconhecer as Malvinas como país acredita Haywood.

Busca de integração com vizinhos

Em dezembro de 2011 países do Mercosul concordaram em fechar seus portos para navios com a bandeira das Malvinas; o Reino Unido reagiu à medida. Mas, segundo autoridades locais das ilhas, os barcos continuam circulando normalmente, com bandeira britânica. O comércio com antigos parceiros como Chile e Uruguai, no entanto, vem diminuindo nos últimos meses.

A gente tá comendo menos frutas frescas reclama Lyn Buckland.

O governador diz que o Reino Unido defende o direito dos kelpers à autodeterminação, ou seja, escolher se gostariam de continuar sendo um território britânico além-mar (as Malvinas não são chamadas de colônia) ou independentes. Segundo ele, potências regionais como o Brasil precisam perceber que, ao reivindicar a soberania sobre as Malvinas, é Cristina quem, na verdade, fere o estatuto de descolonização das Nações Unidas, querendo estabelecer aqui uma colônia argentina contra a vontade do povo. A sensação geral entre os moradores é que a descoberta recente de poços de petróleo nas Malvinas está por trás do crescente interesse argentino. Há um ressentimento com o fato de o Brasil apoiar as demandas argentinas sem conhecer a realidade do arquipélago.

Acho que há dois motivos. O primeiro é o fato de a América Latina ter passado quase que simultaneamente por um processo de descolonização contra a Europa no século XIX, o que fez seus países questionarem se é justo haver um vizinho fazendo parte da Europa. O segundo é esta atual tendência de formação de blocos regionais. Adoraríamos ser um país sul-americano, mesmo sendo diferente avalia Nigel Haywood, mostrando que a guerra de 2012 parece ser mostrar que o argentino Jorge Luis Borges estava equivocado ao escrever que A Guerra das Malvinas de 1982 foi como dois carecas brigando por um pente.
17/03/2012 | O Globo



Conflito e soberania em debate dos 2 lados da trincheira nas Malvinas
Ex-combatentes do Reino Unido e da Argentina retornam ao arquipélago como turistas

O argentino Carlos Mercante, entre os
filhos Matias (à esquerda) e Federico: emoção
ao visitar o local em que foi ferido

Simone Marinho / Agência O Globo
 
STANLEY, Ilhas Malvinas. Foi por pouco que o inglês Geoff Johnston, o Jonno, ex-paraquedista do Exército britânico, e o ex-soldado argentino Carlos Mercante não se encontraram nas ruas da pequena Stanley. Os dois ex-combatentes da Guerra das Malvinas visitavam, naquela mesma semana do fim de fevereiro, os locais que lhes foram caros durante os 74 dias de 1982. Mas enquanto Jonno era festejado por colegas na base militar de Mount Pleasant, por alunos nas escolas em que exibiu slides registrados por ele da guerra e era parabenizado pelos moradores enquanto tomava cervejas no Victory Bar, Carlos passeava discretamente ao lado dos dois filhos buscando não chamar muita atenção.

Aqui ninguém gosta dos argentinos. Mas o povo é educado, não trata você mal se não for provocado, simplesmente ignora sua presença diz o ex-soldado, hoje técnico em computação, que fica com os olhos marejados toda vez que lembra o que passou na guerra. Frio, fome, e ainda fui ferido na perna dias antes dos ingleses tomarem Puerto Argentino (Stanley). Os militares argentinos não tinham ideia do que estavam fazendo e nos deixavam passar necessidade.

Carlos voltou, junto com outros veteranos, às Malvinas em 2007 para o 25 aniversário da guerra e agora com Matias, de 20, e Federico, de 17 anos. O momento mais emocionante para o grupo foi a visita ao buraco ao redor de Stanley em que Carlos ficou entrincheirado e foi ferido pela artilharia inglesa.

O Exército não enviava suprimentos. Perdi 15 quilos. Ferido, fui levado de volta à Argentina sem nenhum alarde, nos orientaram a não dar nenhuma declaração.

O veterano se recusa a chamar Stanley de Stanley: é Puerto Argentino. Para ele, as Malvinas pertencem à Argentina por uma questão geográfica e o que os ingleses fizeram ali foi implantar uma colônia na América do Sul. Mas, assim como o filho Matias, Carlos acha que guerra nunca soluciona nada, e os dois lados, inevitavelmente, precisarão negociar.

A única coisa boa do conflito foi a queda da cruel ditadura argentina opina Matias.

Carlos era dois anos mais novo do que o filho quando, terminado o serviço militar, foi enviado à guerra. Já Jonno era um experiente militar de 32 anos. Em comum, o total desconhecimento sobre o que eram as Malvinas pré-1982.

Eu nem sabia onde ficavam as Falklands. Na época apenas a Guerra Fria e a Irlanda do Norte nos preocupavam conta o veterano, degustando uma pint quente. Mas aí, quando os argies invadiram Stanley contra a vontade do povo, viemos libertá-lo. Fomos recebidos como integrantes da realeza e assim é até hoje, 30 anos depois.

Se a guerra valeu a pena?

Valeu porque as ilhas se desenvolveram. A sociedade aqui é jovem, vibrante e tem dinheiro opina o ex-combatente.

Muitos militares britânicos acabaram se casando com moças locais e, ajudados pelo boom econômico do pós-guerra, resolveram ficar. É o caso de Gary Clement e John Adams. Gary lidera uma associação de 16 veteranos que se reúne para beber e jogar golfe, além de ajudar veteranos britânicos em visitas às ilhas. Acha importante lembrar ao mundo e à senhora Cristina Kirchner (presidente da Argentina) que não somos uma extensão de Buenos Aires e sim muito britânicos. John Adams trabalha com turismo: leva gente para ver os pinguins de Sea Lion Island e Volunteer Point, além da Baía de São Carlos, local em que desembarcou com as tropas britânicas.

Tenho o maior orgulho de viver aqui e não quero nenhum argentino me perturbando.

[o Globo]

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sobrevivente conta como era o sexo gay no campo de concentração nazista

De 1937 a 1945, cerca de 500 homens usavam o triângulo rosa no campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha. Era assim que os nazistas estigmatizavam os homossexuais, principalmente efeminados. Entre eles, estava Rudolf Brazda, filho de pais tchecos, deportado para lá por ser gay. Ficou preso durante 32 meses. Último sobrevivente homossexual de Buchenwald, ele conta agora sua história no livro "Triângulo Rosa", lançamento da Mescla Editorial.

No campo de concentração, os gays eram usados como cobaias. No fim de 1944, o médico dinamarquês Carl Vaerner, nazista convicto, testava tratamentos de "inversão da polaridade sexual" com homossexuais.

"Sua especialidade? O implante de uma glândula artificial na virilha do sujeito para liberar hormônios aí. Ele tem esperança nos efeitos positivos sobre a preferência sexual de suas cobaias", relata o livro na página 128.

Quem portava o triângulo rosa e soava efeminado era a presa preferida dos abusos sexuais no campo de concentração. Não precisava nem ser gay.

"Nos dormitórios, não raro um preso desliza de um leito para o outro, homossexual ou não. Quando não pertencem ao mesmo barracão, certos prisioneiros podem também se encontrar durante o dia. É o caso daqueles que trabalham fora do campo e são menos vigiados, como os telhadores. Os telhados, as dependências, as escadas podem tornar-se um local propício para os contatos sexuais", narra a obra na página 134.

O sobrevivente conta que havia relações consentidas e que só poucos prisioneiros se ofendiam de verdade. Era preciso não chamar atenção, a fim de evitar ser surpreendido pela SS (guarda nazista). A SS supeitava de atos homossexuais entre os prisioneiros, mas não os toleravam, pois eram considerados uma violação do regulamento do campo.

Histórias sobre as humilhações e insultos que os gays sofriam em Buchenwald acrescentam um capítulo terrível sobre o Holocausto, abordando um assunto antes tabu nos tradicionais relatos sobre os crimes nazistas. "Triângulo Rosa" vai além de narrar apenas a experiência emocionante de um único sobrevivente. Também ilustra como o ódio aos homossexuais naquele tempo sinistro da história ainda se assemelha muito com os recentes casos de homofobia no mundo.

Folha Online

domingo, 24 de abril de 2011

Combate: Top 10 exércitos do mundo

Top Ten Exércitos no Mundo

Quase todos os países do mundo tem o seu próprio exército para proteger seus interesses contra os inimigos internos e externos. Os exércitos dos dez melhores do mundo foram escolhidos com base em sua história militar, operações e tamanho da força, bem como a sua reputação como uma força militar. A maioria desses exércitos estiveram envolvidos nos conflitos mais importantes do mundo moderno, incluindo a I Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial ea Guerra da Coreia. Além disso, muitos desses exércitos foram envolvidos em conflitos que lutam pela independência do seu próprio país.

# 10: Paquistão

Exército do Paquistão foi fundado em 1947 e mantém uma força de mais de 500.000 forte que todos os voluntários para o serviço. História militar do Paquistão inclui conflitos com seus vizinhos limítrofes do Afeganistão e da Índia, a Guerra do Golfo e de Mogadíscio, na Somália no início dos anos 90. O Paquistão também tem servido como um aliado para os Estados Unidos na Guerra Global contra o Terrorismo, auxiliando no combate ao Taliban e à Al-Qaeda no Afeganistão e na fronteira do Paquistão.

# 9: Israel

Israel é o único país no mundo que exige que o serviço militar, tanto dos cidadãos do sexo masculino e feminino, com poucas exceções. A Força de Defesa de Israel foi fundado em 1948 e mantém uma força ativa de mais de 100.000. A história militar de Israel inclui a guerra árabe-israelense, a Guerra dos Seis Dias e inúmeros conflitos com o Líbano ea Palestina. Os Estados Unidos continuam sendo um dos maiores aliados de Israel.

# 8: Rússia

A Rússia tem sofrido inúmeras alterações ao longo da sua história militar que remonta a 863. O exército moderno do dia é conhecido como a terra russo e foi fundada em 1992. Anterior organizações militares russos, incluindo o Exército Vermelho, foram envolvidos em conflitos regionais, duas guerras mundiais ea Guerra Fria. Antes da queda da União Soviética, em 1991, era conhecido como a superpotência do mundo e superou os Estados Unidos em termos de número de soldados e armas nucleares. O russo Força Terrestre é formada através de um serviço obrigatório, embora muitos no país quer ter diferido nos termos do excepções ou oferecido propinas a funcionários para não servir.

# 7: Turquia

O Exército turco remonta a mais de 2.000 anos. O moderno exército turco é um dos poucos exércitos notável que manteve-se neutra durante a Segunda Guerra Mundial. Embora o exército turco estava envolvido na Guerra da Coréia, o maior conflito da década de 1900 estava na Guerra de Independência Turca onde lutou Rússia, Grã-Bretanha, Grécia, França e Itália ao longo de suas fronteiras. O serviço militar na Turquia, é necessário, com poucas exceções e que resultou na Turquia, tendo a segunda maior força terrestre no âmbito da NATO.

# 6: Coreia do Norte

O Exército Popular da Coreia do Norte foi criada em 1939 e tem uma força impressionante de mais de um milhão de soldados. Quando o número de unidade de reserva são contadas neste total, as estimativas são mais de sete milhões de soldados que podem ser ativados se necessário. grandes conflitos da história da Coréia do Norte são a Guerra da Coréia ea Guerra do Vietnã. As tensões entre Norte e Coreia do Sul ainda hoje existem e, tecnicamente, o conflito não terminou oficialmente entre os dois. Coreia do Norte confirmou a sua capacidade nuclear e químico armas nos últimos anos com ameaças contra vários países, incluindo Estados Unidos, principalmente por sua aliança com a Coréia do Sul.

# 5: Alemanha

O Exército alemão tem uma das histórias mais notáveis, com a ascensão de Hitler. O Exército alemão foi responsável pelo início da II Guerra Mundial, quando invadiu a Polônia. Após o fim da guerra, a Alemanha foi dividida em um estado e formou a Alemanha Ocidental do Exército. Após a reunificação em 1990, os exércitos do leste e oeste foram combinados para o Exército Alemão atual. A atual força militar na Alemanha, os números mais de 200.000 soldados ativos.

# 4: Índia

O Exército indiano remonta à Idade da Pedra. Hoje, é conhecida como sendo a força terrestre maior de voluntários do mundo, com mais de 1.000.000 de soldados do serviço ativo. A Índia nunca teve de instituir um projecto para o seu pessoal das forças terrestres. O Exército indiano tem sido envolvido em duas guerras mundiais, assim como de vários conflitos, a lutar pela sua própria independência. O Paquistão foi o alvo em mais de uma vez em sua história militar.

# 3: Reino Unido

O Exército britânico foi organizada em 1661 e esteve envolvido em vários conflitos, incluindo as Guerras Napoleónicas, Guerra Revolucionária e as duas guerras mundiais. O exército britânico teve uma presença significativa na Irlanda do Norte e os Bálcãs, enquanto em pé ao lado dos Estados Unidos na Guerra do Golfo em 1990, bem como a Guerra Global ao Terrorismo após os atentados de 11 setembro de 2001. A força ativa do Exército britânico está a mais de 100.000 forte, tornando-o o segundo maior Exército da União Europeia, atrás da França.

# 2: China

Exército de Libertação do Povo da China é o maior do mundo totalizando mais de dois milhões de soldados, mesmo depois de cortes significativos nas forças nos últimos anos. O exército chinês foi criada em 1927 e envolvido no conflito Sino-Japonês, a Segunda Guerra Mundial, Guerra da Coréia e do Vietnã. Embora tecnicamente serviço é necessário para todos os homens acima de 18 anos, a China nunca teve a proposta de soldados como tem sido sempre mais do que suficiente homens chineses que se ofereceram para o serviço militar para seu país.

# 1: Estados Unidos

O Exército dos Estados Unidos remonta a 1775 quando o Exército Continental foi criado para lutar na Guerra Revolucionária. O Exército dos EUA tem participado em todas as guerras mundiais, a Guerra da Coréia, do Vietnã, a Guerra do Golfo e na Guerra Global contra o Terrorismo. A força do direito ativos atuais para os números do Exército dos EUA mais de 500.000, com um total combinado de mais de um milhão de Reservas e soldados da Guarda Nacional. Hoje em dia o moderno Exército é uma força de voluntários com lugares permanentes em todo os Estados Unidos, bem como, Alemanha, Itália, Kosovo, Japão e Coréia.

POR STACEY
Todas as imagens são cortesia do MorgueFile.

sábado, 27 de novembro de 2010

Guerra no Complexo de favelas do do Alemão: alguns traficantes se renderam diante da força policial

Evitando o banho de sangue. Vários membros foram presos na saída da favela.

RIO DE JANEIRO - Na favela do Complexo do Alemão, cercados pela polícia e pelo exército durante 48 horas, parte dos traficantes concordaram em render-se, enquanto outros começaram a atirar contra os policiais. Parecia que o cerco às favelas é caminhava para um final tranquilo, após seis dias de combates muito difíceis, e cercada por 800 homens na frente das forças especiais da polícia e veículos blindados do exército, o chefe do tráfico  Morro do Alemao tinha solicitado um mediador hoje para negociar a rendição. Para atuar como um mediador foi escolhido José Jr., fundador de uma ONG que, desde 1993, desenvolve programas para fora social e cultural nas favelas do Rio de Janeiro.

Vários bandidos se entregaram efetivamente e foram presos na saída da favela. Mas o rendimento não foi unânime: um grupo tentou uma fugir a partir da entrada secundária da favela, e foi recebido com rajadas de tiros disparados de armas por policiais militares em macacões camuflados. O tiroteio se intensificou, e o comandante das tropas no local, o tenente-coronel Waldir Pires, ordenou a entrada dos tanques na favela. "Nós demos todas as oportunidades para eles se renderem para evitar um banho de sangue, mas não podemos esperar mais: no escuro, seria um risco demasiado grande para entrar na favela e não podemos manter o cerco para mais uma noite", disse ele à Televisão.