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domingo, 20 de novembro de 2011

Reynaldo Gianecchini fala do pai e de operação espiritual; veja


Depoimento emocionante de um guerreiro: Reynaldo Gianecchini dá uma entrevista exclusiva a Patricia Poeta. O ator fala sobre a luta contra o linfoma, um tipo de câncer que ataca as defesas do organismo. Comenta a morte recente do pai, vítima de um câncer. Revela que passou por um tratamento espiritual. E agradece o apoio dos fãs, que há mais de 10 anos, acompanham a carreira desse galã que conquistou o Brasil.
Patrícia Poeta: Eu lembro que dias atrás, antes de eu vir gravar essa entrevista com você, eu mandei uma mensagem para você no telefone, perguntando como é que você estava e você respondeu dizendo que estava em um momento de muita luz e muito entendimento. O que você quis dizer com isso?

Reynaldo Gianecchini: Tem sido um processo de muito entendimento. Desde que eu recebi a notícia da minha doença e todos os acontecimentos depois. O fato de eu ter um pai também com essa doença, que já estava antes de eu saber da minha. Então, quando você se depara com a questão da morte tão próxima, você começa a analisar o que você tem de concreto, que é o presente. Viver intensamente aquele presente.

Reynaldo Gianecchini: Meu pai acabou falecendo e as pessoas ficavam muito assim: ‘nossa, que tragédia, quanta coisa ao mesmo tempo’. E eu tenho que te dizer que foi um momento lindo de descoberta assim da minha vida também. Eu tive uma despedida maravilhosa do meu pai. Teve um momento que ele ficou inconsciente, porque ele teve que tomar morfina. E aí todo mundo foi descansar e eu falei: ‘quero ficar com meu pai’. Senti muita vontade de falar com ele, que eu acredito que ele estava me ouvindo. Quando eu comecei a falar, nesse momento, as funções dele começaram a cair e ele foi. E eu vendo tudo aquilo, no monitorzinho dele as funções dele caindo, sabendo que era aquele momento que ele ia embora, eu comecei a cantar, comecei a beijar ele. Reafirmei todo meu amor, eu disse que eu ia cuidar da família. Pedi perdão, falei que eu o perdoava também pelas coisas que podiam ter sido e não foram.

Patricia Poeta: Foi uma despedida forte foi muito forte.

Reynaldo Gianecchini: Foi muito forte.

Patrícia Poeta: Já que é a primeira vez que você está falando sobre tudo, sobre esses últimos meses, vamos começar lá do começo. Você descobriu que estava com câncer em julho desse ano. Que sintomas que você teve que levaram você a procurar um médico e a fazer os exames?

Reynaldo Gianecchini: Os sintomas são todos poderiam ser de doenças banais. Eu comecei com alergia. Aí a garganta começou a ficar com alguns gangliozinhos, e eu sempre tive muito problema de garganta. Então, você acha que é uma bactéria. Eu fiz todos os exames de bactérias e vírus que podiam ser e nada batia, deu tudo negativo. Aí começou a suspeitar e falou ‘vamos fazer uma análise do gânglio’. Então, eu comecei o tratamento quase dois meses depois dessa suspeita. Eu tenho um câncer raro, é um linfoma muito raro. Então, foi mais difícil de diagnosticar.

Patricia Poeta: E como você reagiu quando recebeu essa confirmação de que, sim, você tinha câncer?

Reynaldo Gianecchini: É engraçado, é muito maluco. Você acha que não tem aquela doença. Falei para minha mãe: ‘mãe, não tenho isso não, não é possível’. Aí depois, quando é diagnosticado mesmo, quando vem o laudo certíssimo, eu falei: ‘beleza, vamos embora, vamos encarar’.


Na cirurgia para implantar um cateter para a quimioterapia, veio o susto: “Eu tive que parar na UTI, porque teve um derramamento de sangue. Depois foi superado. Eu tive que fazer uma operação para limpar tudo, antes de começar a quimioterapia. Eu comecei já bem debilitado. O começo foi bem tumultuado”, lembra o ator.

Essa primeira internação durou 26 dias. “Quero dizer que estou muito forte e que essa minha força vem em grande parte desse carinho todo, desse amor, dos amigos, das pessoas que têm me mandado emails. Eu tenho lido todos”, anunciou o ator à época.

Reynaldo Gianecchini: Essas pessoas todas que me escrevem, desde os meus amigos mais queridos até os menos conhecidos, até os totalmente desconhecidos que eu recebo, que mandam carta para o hospital ou descobrem meu email, essas pessoas me emocionam demais.

Patricia Poeta: Você imaginava que era tão querido assim pelos brasileiros?
Reynaldo Gianecchini: Honestamente não. Foi uma surpresa, e é essa parte me faz chorar, quando eu falo, mas de felicidade.

Patricia Poeta: No início das sessões, você raspou a cabeça. Raspou porque quis ou sua médica aconselhou?

Reynaldo Gianecchini: Por duas coisas, primeiro porque eu acho um pouco deprimente aquela coisa de cabelo ficar caindo, segundo, porque eu acho mais prático também. Eu tenho um cateter aqui acoplado que dificulta um pouco o banho. Então, não dá para você ficar tomando conta de uma cabeleira. Mas quando raspei, eu lembrei muito daquela cena que eu fiz. Eu fiz a novela com a Carolina Dieckmann, do Manoel Carlos, “Laços de família”, que a minha mulher, que era a Carol, raspava a cabeça, porque tinha leucemia. É muito maluco eu estar vivendo isso. No dia, a pessoa estava raspando a minha cabeça e eu só pensava nisso. Na ficção, eu estava chorando muito. E na minha vida real, eu me achei com cara de guerreiro. Um guerreiro mesmo.

Patricia Poeta: Sabe o que me chamou muito a atenção? Todas as vezes que nós nos falamos por telefone, você sempre tinha uma mensagem positiva e você sempre falava com a voz de uma pessoa muito feliz. Eu acho isso realmente impressionante. Foi assim desde o começo do tratamento?

Reynaldo Gianecchini: Desde o início.

Patrícia Poeta: Em nenhum momento, bateu uma tristeza, uma insegurança?

Reynaldo Gianecchini: Acho que teve. A gente tem todos esses momentinhos. Tem uma fase também que é meio barra pesada, mas, ao mesmo tempo, no próximo momento você começa a ver que está tudo tão bem. Aí é um momento que passa.

Patricia Poeta: É verdade que você buscou ajuda espiritual, além da medicina tradicional, nesses últimos meses?

Reynaldo Gianecchini: É verdade. Na verdade, o meu pai estava muito em contato com amigos espíritas, que fazem essas curas espirituais. Não é nem ‘não deu certo, porque ele morreu’. Eu não acho que não deu certo. Meu pai entrou em contato com a espiritualidade dele, com o divino dele, e isso foi muito legal. Existem tratamentos no Brasil que eles chamam de cirurgias espirituais. Quem acredita nisso, são espíritos que são médicos que vêm e dão uma ajuda aqui para a gente na matéria e fazem uma operação espiritual.

Patricia Poeta: E fizeram com você?

Reynaldo Gianecchini: E fizeram comigo.

Patricia Poeta: Nessa cirurgia espiritual, você sentiu algum efeito?

Reynaldo Gianecchini: Fisicamente, eu não senti nada. Eu sinto muita força de uma energia muito boa, de uma corrente boa de amor, isso eu sinto o tempo todo.

Foram mais de três meses de quimioterapia. Ao todo, seis sessões.

Patricia Poeta: Teve um momento das sessões de quimioterapia que a sua imunidade baixou, que você voltou para o hospital.

Reynaldo Gianecchini: Eu peguei uma bactéria que ninguém sabe direito, na verdade, porque é difícil detectar, no pulmão. Eu tive que ficar na UTI para ficar em observação. São os percalços do caminho que tem, pela natureza da quimioterapia.

Patrícia Poeta: Você já está preparado para isso, psicologicamente.

Reynaldo Gianecchini: Mas essa minha jornada no hospital foi particularmente interessante porque eu convivi com muita gente. Eu fico em uma área de transplantados, muita gente com leucemia ou com linfomas.

Patrícia Poeta: Um ajudando o outro, dando força para o outro...

Reynaldo Gianecchini: E cada vez que tem uma superação, tem uma festa em um dos quartos. E aí todo mundo se junta. Toda vez que a medula dá certo, pega, canta um parabéns com bolo e tudo. A pessoa está renascendo ali, e todo mundo aparece e faz parte daquela festa.

Patricia Poeta: Agora terminadas essas sessões de quimioterapia, você passa por um transplante. Como é que vai ser esse transplante?

Reynaldo Gianecchini: É um autotransplante.

O autotransplante de medula óssea é feito para recuperar o sistema imunológico depois da quimioterapia. Primeiro, os médicos fazem uma biópsia da medula do paciente. Se ela não tiver células cancerígenas, uma porção é retirada e congelada. Em uma segunda etapa, uma quimioterapia ainda mais intensa destrói de vez os tumores e todas as células de defesa do organismo. Os médicos então reimplantam a medula óssea retirada e o corpo volta a produzir células saudáveis.

Patricia Poeta: Quando isso vai acontecer?

Reynaldo Gianecchini: Em breve, em dezembro agora, mês que vem.

Patricia Poeta: Como é que você está se sentindo? Qual é sua expectativa para esse momento?

Reynaldo Gianecchini: Eu me sinto curado desde o primeiro dia. É engraçado. Eu não jogo essa possibilidade de perder, embora tudo possa acontecer na vida, mas eu acredito muito na força da vida.

Patricia Poeta: Vamos falar de futuro? Podemos falar de futuro?

Reynaldo Gianecchini: Podemos.

Patricia Poeta: Como é que você imagina que vai ser a sua vida nas próximas semanas?

Reynaldo Gianecchini: Eu não tenho feito planos de nada, na verdade. Eu vou para essa fase do transplante, delicada, porque você fica com a imunidade muito baixa, tem que ficar um pouquinho mais isolado. Depois do transplante, vou começar a pensar em trabalho.

Patricia Poeta: Quando você tiver vencido tudo isso, tiver passado pelo transplante, qual vai ser a primeira coisa que você vai querer fazer?

Reynaldo Gianecchini: Nossa! Eu não tinha pensado nisso. Me veio na mente entrar no mar. Eu tenho uma relação louca com o mar. Gosto muito e sinto falta.

Patricia Poeta: E onde você vai querer estar, no mar onde?

Reynaldo Gianecchini: Pode ser qualquer mar para mim. Estão valendo todos, mas provavelmente no Rio, que eu estou há muito tempo sem ir para o Rio.

Patricia Poeta: Quem sabe a gente também não vai fazer o registro desse momento.
Reynaldo Gianecchini: Quem sabe, indo para o mar.

Patricia Poeta: Gianecchini,obrigada pela sua entrevista, saiba que pelo país tem muita gente torcendo por você, pela sua recuperação, e nós do Fantástico, com certeza, estamos entre essas pessoas, pode ter certeza.

Reynaldo Gianecchini: Agradeço demais você e eu quero agradecer todo mundo. Eu não tenho palavras para descrever e nem para agradecer todo esse carinho, todo esse amor. Eu espero um dia poder retribuir tudo isso.

Site do Fantástico

domingo, 2 de outubro de 2011

Reynaldo Gianecchini visita entidade para crianças com câncer

Reynaldo Gianecchini visita entidade para crianças com câncer
Segundo os médicos da instituição, a troca de experiências durante a visita de Reynaldo Gianecchini ajudou tanto as crianças quanto o próprio ator a continuar enfrentando a doença.

O ator Reynaldo Gianecchini, que está se tratando de um linfoma, visitou nesta semana uma entidade que cuida de crianças com câncer.

Matheus, de 14 anos, lê uma carta que escreveu para o ator: “Meu querido amigo Reynaldo Gianecchini, Nós nos conhecemos em 2003, quando eu tinha seis anos. Hoje estou com 14 e faço parte dos pacientes curados do GACC. Sei que você está passando pelo mesmo problema que eu passei. Com muita força, eu venci e tenho certeza que você também irá vencer. A luta contra o câncer não é fácil, mas saiba que existe um Deus que é maior que todas as dificuldades que você irá passar. Desejamos melhoras. Matheus Henrique e todo o GACC de São José”.



A carta era um convite para que o ator visitasse na quarta-feira (28) a instituição em São José dos Campos, a 100 quilômetros de São Paulo. “Agora eu estou curado, Graças a Deus, e ele está doente, né? Com certeza ele vai conseguir sair dessa”, torce Matheus.

Os dois se conheceram em 2003, quando Matheus tinha 6 anos e lutava contra a leucemia. Eles fizeram juntos uma campanha para arrecadar fundos para a construção do hospital, que hoje é referência no tratamento de crianças e jovens com câncer.

Esta semana, eles se reencontraram na gravação de uma nova campanha. As imagens, obtidas com exclusividade pelo Fantástico, foram feitas durante a visita à instituição, e gravadas sem som. “Ele perguntou para as meninas se era eu. A menina falou que sim. Ele falou que eu era um campeão”, gaba-se Matheus. Os papéis se inverteram: é o ator que agora faz tratamento contra um câncer no sistema linfático. Matheus está curado depois de dois anos de tratamento.

Gianecchini chegou com a mãe e fez questão de conhecer todos os pacientes. Deu autógrafos, conversou sobre a doença, tirou fotos, sorriu, sorriu, sorriu.

Para encontrar o ator, Natália, de 10 anos, se maquiou e escolheu um lenço colorido. “Ele é legal, bonito e simpático”, conta a menina. E escreveu duas cartinhas para ele: uma de apoio e uma de agradecimento: “Escrevi agradecendo por ele estar aqui nos ajudando nessa nossa batalha”.

João Vitor, de 3 anos, ofereceu biscoitos ao ator. Como Gianecchini, ele tem linfoma. “Quando eu estava ali, tinha muita enfermeira, né? Sabe o que eu fiz? Uma mágica para ele”, conta o menino.

A mãe de João Vitor, Valéria Germann Aguiar,é só elogios: “Foi incrível, é uma pessoa extremamente simpática. Conversou com ele (o filho), conversou conosco. E agora em uma nova condição. Além de estar como paciente, vem ajudar todos nós aqui do hospital”.

No quarto ao lado, Mateus, de 9 anos, lembra a mensagem que o ator deixou: “Ele falou que tudo passa, né?”

O GACC, Grupo de Assistência a Crianças com Câncer, atende 500 pacientes de 0 a 19 anos em São José dos Campos. Setenta por cento deles saem curados. Segundo os médicos da instituição, a troca de experiências durante a visita de Reynaldo Gianecchini ajudou tanto as crianças quanto o próprio ator a continuar enfrentando a doença.

“No início do tratamento, todo mundo fica muito assustado, o paciente fica achando que é o único, que fez alguma coisa errada para estar daquele jeito. E aí começa a ter o convívio com outros pacientes, com outras experiências. E vê que faz parte da natureza, infelizmente, a gente ficar doente, mas que a gente consegue lutar e ir adiante”, explica o diretor clínico do GACC, Marcelo Milone. Gianecchini passou três horas na entidade.

“A gente se preocupou muito, porque a gente sabe qual é a rotina do nosso paciente. Então, a gente sabe que tem que ir mais devagar, dar um tempo para ele descansar. Às vezes, ele deitava um pouquinho”, contou a presidente do GACC, Rosemary Sanz,


Já livres da internação, pequenos pacientes continuam se reunindo na instituição. Brincam juntos durante o tratamento e depois, na fase de controle da doença. Júlia, de 11 anos, conta como é: “Por um lado é bom vir aqui, por outro lado não. O lado bom é que a gente brinca, fica no computador. Por outro lado, você tem que tomar injeção, tirar sangue, daí é ruim”.

Dois dias depois da visita de Gianecchini, esse ainda era o assunto principal. Alef, de 3 anos, contou que tirou foto com o ator.

Felipe, de 11 anos, lembra: “Eu falei para ele que no comecinho do tratamento é tudo difícil, mas depois ele supera. Fica mais fácil”.

“Ele veio para nos visitar, né? E também para a gente dar apoio para ele”, explica Júlia, de 11 anos.

“Eu falei até para o Giane: ‘Olha, essa sua visita foi o tratamento mais poderoso que todas as crianças e jovens puderam receber’. Foi o remédio mais potente que eles poderiam receber”, diz a presidente do GACC.

Andrei, também de 11 anos, estava com vergonha, mas acabou entrando na fila dos autógrafos. Na hora, não falou quase nada. “Não sei o que eu falaria para ele. Ele está doente, tem a mesma coisa que eu. Daí, nós dois estamos juntos”, conta o menino.

Júlia, de 11 anos, estava logo atrás do Andrei e ganhou um beijo: “Eu falei para ele ‘Tudo vai dar certo. Eu estou torcendo por você’”.

SITE DO FANTÁSTICO

domingo, 14 de agosto de 2011

Claudia Raia visita Reynaldo Gianecchini no hospital

De acordo com a coluna "Olá", do jornal "Agora São Paulo", a atriz Claudia Raia visitou Reynaldo Gianecchini no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

O ator foi diagnosticado com um linfoma do tipo não Hodgkin, um tumor que atinge os gânglios linfáticos, e está internado. Segundo o jornal, Claudia foi ao quarto de Giane na última quinta (11) por volta das 22h e só teria ido embora às 0h30. A atriz pareceu animada com a recuperação do amigo e disse que Reynaldo Gianecchini é um touro.

sábado, 13 de agosto de 2011

Reynaldo Gianecchini fala ao 'Fantástico' sobre o câncer


Reynaldo Gianecchini deve dar entrevista ao 'Fantástico' neste domingo


O ator Reynaldo Gianecchini está internado no hospital Sírio Libanês sem previsão de alta (Divulgação)

O ator Reynaldo Gianecchini será entrevistado pelo repórter Ernesto Paglia no Fantástico deste domingo. Ele irá falar sobre o tratamento que está prestes a enfrentar para curar um linfoma, diagnostocado nesta semana.

Gianecchini descobriu ter um câncer no sistema linfático depois de apresentar um aumento nos gânglios na região do pescoço. O ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin e está internado no hospital Sírio Libanês sem previsão de alta.

Veja

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Câncer em Reynaldo Gianecchini. Ator diz que está preparado para a luta

Gianecchini: 'Estou pronto para a luta'
A assessoria de imprensa da Rede Globo confirmou a doença e divulgou nota do ator em que ele afirma estar pronto para a luta

foto: Cauê Moreno/Revista QUEM 
 Reynaldo Gianecchini O ator Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 1.º de agosto. A assessoria de imprensa da Rede Globo confirmou a doença e divulgou nota do ator em que ele afirma estar pronto para a luta. Há mais de 20 tipos de linfoma não-Hodgkin. Entre os linfomas, é o tipo mais incidente na infância. Em geral, quando diagnosticado precocemente, apresenta bom prognóstico em relação ao tratamento. A equipe médica do hospital só confirmou o período de internação.

Gianecchini foi internado depois que uma faringite crônica, tratada com antibiótico, resultou em grave reação alérgica. Desde então, ele não deixou mais o hospital. Por conta disso, o ator não pode atuar na peça Cruel, no teatro Faap, em São Paulo, onde estava em cartaz às segundas e terças-feiras. Devido ao estado de saúde do ator, a produção da peça comunicou que a temporada foi suspensa.

"Se houver necessidade de um tratamento mais agressivo, o ator terá que se afastar do trabalho”, diz especialista Jane Dobbin, Chefe de serviço de hematologia do INCA.
Estudos indicam que linfomas podem estar associados ao estilo de vida moderno, à poluição e ao consumo de alimentos industrializados ou com agrotóxicos

 O ator divulgou a seguinte nota

"Após ser internado com suposto sintoma de faringite, foi diagnosticado um Linfoma Não-Hodgkin. Estão sendo realizados novos exames para a especificação adequada. Estou pronto para a luta e conto com o carinho e o amor de todos vocês,

Reynaldo Gianecchini"

AGÊNCIA ESTADO

sábado, 11 de dezembro de 2010

Gianecchini desmente que seja homossexual para Gabi

Parece até vingança de ex-mulher, mas não foi, não. Esta é apenas a prova de que manter um bom relacionamento com a ex pode ajudar a esclarecer histórias, digamos, nebulosas. A conversa será exibida no dia 19, às 22 horas.
Ao entrevistar o ator Reynaldo Gianecchini para seu programa no GNT, Marília Gabriela foi direta com o ator e perguntou se ele teve ou não um relacionamento com seu ex-empresário, Daniel Mattos.

"Esta é uma história que eu quero explicar muito. Ele era meu administrador, não agente. Uma pessoa que eu imaginei que pudesse contar para sempre. Mas não posso ficar falando, pois está em juízo", afirmou o ator, que logo foi colocado na parece pela jornalista.

Sexualidade à prova

Gabi insinuou que a briga deu início a rumores sobre a sexualidade de Giane. "As pessoas falam isso porque têm e-mails dele me ameaçando. Ele não era meu agente, muito menos meu namorado. Minha família sempre esteve junto comigo. Ficam abalados, eles têm muito medo, mais do que eu", rebateu o ex-marido da entrevistadora. (A Gazeta)
Reynaldo Gianecchini e Marilia Gabriela

sábado, 17 de julho de 2010

Reynaldo Gianecchini tem novo amor

Desde que separou de Marília Gabriela, o ator anda soltinho por aí e anunciando aos quatro ventos que está "solteiro". E pelo visto, ele está sabendo aproveitar muito bem essa fase.

Reynaldo Gianecchini foi visto trocando beijos e amassos com uma loura de parar o trânsito durante uma festa no Circo Voador, no Centro do Rio.


SOFTNEWS