Mostrando postagens com marcador fantástico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fantástico. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de setembro de 2011

Homem tem mais de 50 filhos com a mulher, a cunhada e a sogra

Homem tem mais de 50 filhos com a mulher, a cunhada e a sogra
Aos 90 anos, Luiz Costa de Oliveira revela ainda que teve filhos com outras mulheres. Dos 50 filhos oficiais, apenas 30 sobreviveram e deram mais de 100 netos ao sultão do Nordeste e suas mulheres.



Lá no sertão do Rio Grande do Norte, existe um agricultor aposentado que vive como um sultão das Arábias. Ele tem três mulheres e 50 filhos. O sultão sertanejo virou até personagem de literatura de cordel.

Luiz Costa de Oliveira volta da caminhada diária, na cidade de Campo Grande, a 260 quilômetros de Natal, e, aos 90 anos de idade, continua em forma. “Mulher foi a coisa mais bem feita que Deus deixou no mundo. Foi a mulher”, disse.

Ele fala com autoridade. Aos 56 anos, quando ficou viúvo da primeira mulher, já tinha 17 filhos. Seu Luiz se casou, então, com Maria Francisca. Ela tinha 16 anos quando teve o primeiro filho.

Maria Francisca deu mais 17 filhos ao sertanejo. É aí que a história começa a ficar diferente de tantas outras. Durante os períodos de gravidez de Maria Francisca, a irmã dela, Ozelita, foi viver na mesma casa para ajudar a cuidar das crianças. Ozelita não resistiu aos encantos do Seu Luiz e teve 15 filhos com ele. Depois, ele ainda teve mais um filho, desta vez com a sogra.

Luiz Costa Oliveira, 90, ao lado das "três Franciscas" - mulher,
 cunhada e sogra - com quem teve 33 filhos
Dona Francisca Maria, sogra de Seu Luiz, tinha chegado para ajudar as filhas Maria Francisca e Ozelita. Na casa sem luz elétrica nem camas, também foi levada para a rede do sultão.

O filho de Seu Luiz com a sogra é Dimas, que ainda recebe todo o carinho da mãe. “Sou filho da sogra e tio dos meninos”, comenta.

Antonio, um dos 50 filhos, fala do pai e como ele via a relação dele com a mãe, a tia e a avó. “A gente não tinha culpa do que tinha acontecido. Então, tinha que aceitar isso mesmo”, contou.

A filha mais nova de Seu Luiz Costa de Oliveira tem 14 anos de idade. Quando ela nasceu, ele já tinha 76. Foram 49 partos normais, em casa, com ajuda de parteiras. Apenas um, o último, foi cesariana.

A alimentação da grande família era à base de feijão, batata e macaxeira. Tudo colhido nas roças do sítio, onde os filhos acompanhavam o pai no trabalho, a partir dos 10 anos de idade. “Graças a Deus, nós fomos criados, as duas famílias, em uma casa só. Não somos desunidos, ninguém brigava. O que o velho dissesse era o que era. A palavra dele valia por tudo”, comentou Antonio.

Agora, encostado na porta da casa, Seu Luiz faz mais uma revelação: a conta não para nos 50 filhos. “Aí por fora, tenho mais”, afirma.

Seu Luiz fica irritado quando perguntado como ele conseguia levar tantas mulheres para a rede. “Eu não fiz nada. Eu peço, dá se quiser. Se não quiser, não dê”, declarou.

“Isso ainda são raízes do coronelismo ou da própria cultura, infelizmente, a cultura do machismo”, avalia o historiador Júnior Liberato.

Ao todo, 20 dos 50 filhos oficiais morreram. Os 30 sobreviventes deram mais de 100 netos a Seu Luiz e suas mulheres. Nem contando nos dedos eles sabem o número exato de netos.

Parte da família de Luiz Costa de Oliveira ainda vive na cidade de Campo Grande, que tem menos de dez mil habitantes. Os filhos e netos sempre visitam o patriarca. A fila é para tomar a benção ao sultão sertanejo. A história dele já é cantada em verso e prosa na região: “É o sultão sertanejo / Que nunca saiu do mapa / Fez carinho em mulher bonita e criou filho com garapa / Tem mais de 50 filhos e nem a sogra escapa”.

 Fantástico

sábado, 13 de agosto de 2011

Reynaldo Gianecchini fala ao 'Fantástico' sobre o câncer


Reynaldo Gianecchini deve dar entrevista ao 'Fantástico' neste domingo


O ator Reynaldo Gianecchini está internado no hospital Sírio Libanês sem previsão de alta (Divulgação)

O ator Reynaldo Gianecchini será entrevistado pelo repórter Ernesto Paglia no Fantástico deste domingo. Ele irá falar sobre o tratamento que está prestes a enfrentar para curar um linfoma, diagnostocado nesta semana.

Gianecchini descobriu ter um câncer no sistema linfático depois de apresentar um aumento nos gânglios na região do pescoço. O ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin e está internado no hospital Sírio Libanês sem previsão de alta.

Veja

sábado, 16 de abril de 2011

Luan Santana Fantástico: O cantor surgiu feito meteoro e virou o novo ídolo da música sertaneja.

O cantor surgiu feito meteoro e virou o novo ídolo da música sertaneja. Em três meses, o cachê triplicou e já é um dos mais altos do Brasil.


O Fantástico conta a história de um garoto que cresceu e se transformou na maior revelação da música sertaneja. Aonde ele vai, uma multidão alucinada vai atrás.


Luan Santana surgiu feito meteoro e virou o novo ídolo da música sertaneja. Em três meses, o cachê triplicou - já é um dos mais altos do Brasil. O valor, ele não revela, por questão de segurança. A agenda está lotada até dezembro.

Nas últimas duas semanas, a turnê passou por 13 cidades, em cinco estados. O Fantástico acompanhou a rotina eletrizante deste jovem de 19 anos.

Aeroporto de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, nossa primeira parada, a expectativa é que Luan Santana chegue em pouco tempo. São 17h20. Quem chegou aqui faz bastante tempo? Que horas? “Às 14h”, diz uma fã.

“Ele é perfeito. É nossa razão de viver. Ele é muito lindo”, diz um grupo de fãs.

Uma hora depois, a gritaria aumenta. Luan aparece no saguão. Finalmente conseguimos entrar no carro. Luan quer ir ao shopping. As fãs seguem o cantor.

“Adoro essa loucura, toda essa proximidade. Acho que qualquer trabalho que a gente faz, tem que ser reconhecido, né? É legal, puxando de lado, puxando o meu cabelo de outro, mas é um carinho”, comenta o cantor.

As câmeras do shopping revelam o tamanho da confusão. O jeito é procurar uma saída de emergência.

Uma gravação caseira de "Falando sério" foi parar na internet em 2005. Muita gente começou a pedir a música nas rádios. Cinco anos depois, Luan Santana virou um fenômeno pop. Em janeiro, participou de “Malhação”. Em março, ganhou o troféu de 'Revelação' no Faustão. Agora, os momentos de paz são cada vez mais raros.

Depois do sufoco no shopping, 60 quilômetros de estrada até Catanduva, também no interior paulista. Dali a duas horas, começa outro show.

“Consigo me concentrar antes do show, um pouquinho antes. Na hora que a gente está passando o fone, eu consigo me concentrar. A gente reúne a banda toda aqui para rezar. E eu aqueço a voz”, conta.

Luan ainda ganha massagem, faz alongamento. Vai para o palco e enlouquece as fãs.

No dia seguinte, a viagem continua. Para dar conta da maratona de shows, desde fevereiro Luan Santana aluga um avião. Até o começo do ano, Luan viajava de ônibus, junto com a banda. Dormia em uma cama. Mas, agora, relaxa no bimotor.

“Sinto falta da banda. É a parte chata. Nos encontramos basicamente só na hora do show”, afirma Luan.

Às 20h, falta menos de uma hora pra o show começar. Luan ainda não está pronto. É que esse cabelo dá um trabalho.

“Passa cera, pomadinha e depois spray fixador”, conta a backing vocal Marla Pereira.

Mesmo com tudo isso, Luan não para de ajeitar o penteado. Para quem está morrendo de curiosidade... Luan Santana está solteiro: “Não sei se quero arrumar namorada. Acho que agora não, né? Minhas namoradas são minhas fãs”.

Muitas querem mais do que namorar. “Eu quero que você espere eu crescer para casar com você”, pede uma menina de 9 anos.

O momento mais esperado: chocolate. A produção escolhe uma fã. Viviane Lopes é escolhida para ser a garota chocolate de hoje. Ela vai receber um pedaço de bombom do Luan na boca.

“Depois de 20 dias seguidos, no batidão sem parar um dia. Vou levar vocês em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, onde eu gosto muito de ir pescar”, diz Luan.

Para as fãs, não tem dia de folga. “Nosso sistema é rápido. Foi uma falando para a outra e até consegui chegar nele. Não escapa das fãs”, explica uma delas.

Conseguimos zarpar. Minhoca na isca e em cinco minutos, Luan fisga o primeiro peixe.

“Eu gosto muito dessa coisa de mato, de bicho, de rio, de fazenda. É uma tranquilidade só. Totalmente diferente, então a gente consegue descansar de boa. Totalmente silêncio”.

“Eu procuro não ficar pensando muito. Procuro pensar que eu sou de Campo Grande ainda, que eu sou de Mato Grosso do Sul, sou normal, sou comum”.

O difícil é fazer as fãs acreditarem nisso.

LUAN SANTANA NO FANTÁSTICO - REDE GLOBO

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Raves misturam brinquedos radicais, bebidas e drogas

Muitos jovens tentam aumentar os efeitos da maconha, da cocaína e do ecstasy andando em brinquedos radicais.


Música eletrônica no volume máximo. Bebida... E drogas à vontade.

Muitos jovens tentam aumentar os efeitos da maconha, da cocaína e do ecstasy andando em brinquedos radicais.

Ficam de cabeça pra baixo. Rodam sem parar - a toda velocidade.

Esses brinquedos são uma novidade nas festas de música eletrônica, as chamadas raves. Essa mistura de rave com parque de diversões começa a se espalhar pelo Brasil e a fazer vítimas.

Sábado, 30 de outubro.

Oito mil pessoas lotam o recinto de exposições, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.

Os ingressos custam entre R$ 40 e R$ 120.

O mais caro dá direito a cerveja e vodka à vontade. Os brinquedos fazem parte do pacote. Na entrada, a maioria das pessoas não é revistada.

Dentro da festa, flagramos o uso de drogas. Uma moça fuma maconha, no meio da multidão. Esta outra também. Ela ainda oferece para o colega ao lado.

Para escapar dos seguranças, muitos jovens usam drogas dentro dos banheiros.

Os frequentadores têm um vocabulário próprio. Bala significa ecstasy. Doce é LSD.

Em tom de brincadeira, uma jovem assume ter usado as duas drogas na mesma noite.

Mas o que acontece com esses jovens que, depois de muita bebida e drogas, ainda entram nestes brinquedos radicais - instalados especialmente para festa?

Esse é um dos brinquedos mais radicais da festa. uma velocidade incrível e além disso, vai girando, girando.

Eles chegam a ficar a 20 metros de altura.

São cinco horas da manhã e a festa continua aqui. agora nós estamos na fila de um brinquedo que chama kamikaze.

Andando pela rave, encontramos o resultado de tantos excessos. Há várias brigas e muita gente no chão, passando mal.

Uma moça aparenta ter alucinações. O corpo treme e ela bebe muita água - um indício do consumo de ecstasy.

“Essas drogas elevam a temperatura corporal. é quase uma febre e a pessoa se desidrata e tem essa necessidade muito grande de ingerir água”, diz o delegado Fernando Augusto Nunes.

Na enfermaria, a movimentação é grande. Para os médicos de plantão, a jovem usou drogas, sim.

Veja o estado de um rapaz: ele tem delírios. Mostramos as imagens da rave para este cardiologista - com 27 anos de profissão.

Segundo ele, foi sorte não ter acontecido algo pior. O médico explica que um jovem em repouso tem de 60 a 80 batimentos cardíacos por minuto.

Em caso de embriaguez, os batimentos podem chegar a 120, dependendo da condição física.

Se houve consumo de drogas, o perigo aumenta muito: 180 por minuto. E olha o que acontece quando um jovem nesse estado anda num brinquedo radical: o coração continua em ritmo acelerado e ocorre uma descarga de adrenalina na corrente sanguínea.

“Pode levar a uma arritmia, que é um batimento irregular do coração, levando até a morte”, conta o cardiologista Eduardo Sargi.

Segundo os organizadores, 150 seguranças circulam pela festa. Durante uma das confusões, uma bomba explode.

Jovens acusam os seguranças de brutalidade.

Um estudante diz ter sido agredido por quatro seguranças. O motivo - segundo ele - foi preconceito.

“Eu fui dar um abraço no meu companheiro que a gente já tem uma união há determinado tempo. no momento que a gente se abraçou, do nada surgiu uma pessoa, me puxou pelo colarinho da camiseta, gritando: solta, solta, cai fora, cai fora. Quanto mais a gente pedia uma explicação, mais a gente apanhava”, conta Bruno de Souza, de 18 anos.

A festa durou cerca de 12 horas. Os seguranças minimizam os problemas.

“Tranquilo aqui. Aqui foi a mesma coisa que trabalhar em festa de criança”, comenta um segurança.

Jovens vão embora dirigindo sem cinto de segurança e visivelmente alterados.

A festa tinha alvará de funcionamento, emitido por um juiz de São Jose do Rio Preto.

No documento, está escrito: menores de idade, com mais de 16 anos, só podem participar acompanhados dos responsáveis.

Mas, na propaganda, essa obrigação não é mencionada. Para o Ministério Público, uma falha grave.

“E uma forma de enganar aqueles interessados em comparecer pensando que está liberado. Festa rave, ela é especifica pra explorar o adolescente, seja no consumo de bebida alcoólica, seja no consumo de drogas”, conta o promotor de justiça, Claudio Santos de Moraes.

Este ano, antes de São José do Rio Preto, houve festas dos mesmos organizadores em Ribeirão Preto, na capital paulista, em Belo Horizonte e em Goiânia.

No evento da capital de Goiás, cento e trinta pessoas foram detidas por porte de drogas.

Em novembro do ano passado, teve rave em Franca, interior de São Paulo.

A polícia aprendeu maconha, cocaína, ecstasy e LSD com nove pessoas que iam pra essa rave.

“É impossível fazer um evento de qualquer natureza sem consumo de álcool ou drogas. No nosso evento, nós temos um entretenimento a mais que é o parque de diversões que é exatamente para o jovem usar cada vez menos a droga e a bebida”, diz o organizador do evento, Andre Melo.

O organizador diz que nunca foram registrados acidentes com os brinquedos nem morte nas festas realizadas pelo grupo.

Mas reconhece que é difícil controlar a entrada de menores.

“Na hora que a gente abre os portões, existe todo um tumulto. A gente olha o documento, a gente faz a revista mas é impossível impedir a entrada de todos os menores”, conta o organizador.

O organizador também falou sobre as denúncias de agressões.

“A nossa segurança só age dentro do evento quando existe ou é dado um motivo. quando acontece um tumulto, os jovens são retirados da festa”,diz ele.

Para o capitão da Polícia Militar, o mais importante em eventos assim é a prevenção.

Ele explica que os organizadores das raves podem pedir oficialmente ao comando da PM que ajude na segurança.

Mas a festa precisa estar com a documentação regularizada; ter UTI móvel e brigada de incêndio; e no local, não pode haver venda de bebida destilada, como vodka e uísque.

Obedecendo a essas exigências, a PM fornece o apoio, que custa pouco: R$ 15 por policial. O dinheiro vai para o cofre do estado.

Já um segurança particular ganha em média R$ 100.

“Nós sabemos de casos que muitos organizadores evitam ter a presença da polícia pra ter uma liberdade maior ate pra fazer coisas contrárias a lei”, diz o porta-voz da Policia Militar, Nelson Nobre.

Em abril de 2008, outro grupo de empresários organizou uma rave em Pirapora do Bom Jesus, na grande São Paulo.

Nessa festa, o estudante de direito Erick Esiquiel, de 20 anos, foi espancado e morto.

Segundo o pai de Erick, o filho nunca tinha ido a uma rave.

Exames revelaram que ele não estava bêbado nem tinha usado drogas.

A polícia aponta como principais suspeitos cinco seguranças da festa.

“Infelizmente não tem condições desse tipo de festa nossos filhos frequentarem”, diz Almir.

Existe um projeto de lei em discussão na Assembléia Legislativa de São Paulo que impõe regras rígidas para a realização das raves no estado. Uma das propostas é que a festa não passe de 10 horas de duração. Atualmente, tem rave até de 48 horas.

Os organizadores também seriam obrigados a respeitar a seguinte proporção: um segurança para cada 20 participantes da rave.

Se a lei estivesse valendo, a festa de Rio Preto - que contou com 150 seguranças - deveria ter 400, já que o publico chegou a 8 mil pessoas.

“Nós fomos em um evento que pregava a diversidade, pregava a diversão, a paz e a liberdade de expressão de todas as tribos que sejam. Nunca na vida que nós esperávamos passar por uma situação dessas”, conta Bruno de Almeida, de 18 anos.

Fonte: Fantástico