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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Muito triste. Jovem terminal grava um vídeo de despedida


Adolescente com doença terminal publica vídeo para se despedir de amigos e família

Um adolescente de 17 anos gravou um vídeo e publicou no YouTube para se despedir da família e amigos. Shaun Wilson-Miller sofre de uma doença cardíaca crônica. Os médicos da cidade de Melbourne, na Austrália, disseram que o menino não tinha muito tempo de vida.

O corpo de Shaun não está respondendo bem ao segundo transplante de coração, e os especialistas informaram que ele não poderá tentar uma terceira vez. Ao saber da notícia, o adolescente usou a internet para se despedir das pessoas que ama e deixar bem claro que teve uma “vida maravilhosa”.

“Oi, pessoal. Eu tenho más notícias para contar”, diz ele, com a voz embargada. O menino fala sobre a doença, e emenda: “Eu não vou estar aqui por tanto tempo quanto pensei. Mas quero dizer que foi um passeio incrível, e não tenho arrependimentos”.


“Viva a vida ao máximo, porque você nunca sabe o que vai acontecer. Eu só quero agradecer a minha família e amigos. Por favor, não chorem por mim. Eu ficarei bem. Eu peço aos meus amigos que se certifiquem de que o meu pai ficará bem. Eu sentirei muita saudade. Amo vocês”.

“Eu sei que são más notícias, mas também tenho boas. Eu tenho uma namorada, chamada Mary, e estou tão feliz agora, que nada pode me deixar para baixo”.

Shaun se tornou embaixador da instituição Heart Kids aos 13 anos. E tem inspirado diversas crianças australianas desde então. Em 2009, em entrevista a um jornal local, ele falou sobre o desejo de superar a doença. “Eu me mantenho positivo em tudo o que faço, e tudo sai melhor para mim”, disse ele na ocasião.

extra.globo.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vídeo que mostra chinês de 4 anos treinando 'nu' em NY gera indignação


Vídeo que mostra chinês de 4 anos treinando 'nu' em NY gera indignação
Imagens do vídeo caseiro provocaram polêmica na China.
Pai disse que estava tentando treinar seu filho para ser forte e viril.

As imagens de um vídeo caseiro que mostram um menino chinês de quatro anos sendo forçado pelos pais a correr só de cueca na neve pelas ruas de Nova York, nos EUA, provocou indignação na China, segundo a agência "France Presse". O pai da criança, He Liesheng, disse que estava apenas tentando treinar seu filho para ser forte e viril.
Menino se contorce de frio ao ser obrigado a treinar quase nu. (Foto: AFP)
Pais obrigaram filho a correr quase nu no frio de Nova York. (Foto: AFP)

Pai disse que estava apenas tentando treinar seu filho para ser forte e viril. (Foto: AFP)

Do G1

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Irmão mais velho entrega menino de 12 anos com pé de maconha em casa

 Menino de 12 anos tinha maconha plantada em casa de Piedade, SP
Irmão mais velho entregou adolescente no Fórum.
Entorpecente já tinha 50 centímetros.

Um pé de maconha com 50 centímetros foi apreendido em Piedade, no interior de São Paulo nesta quinta-feira (19). Segundo a polícia, a droga estava no quintal da casa e pertencia a um adolescente de 12 anos.

A PM só conseguiu chegar até a droga após denúncia feita no Fórum da cidade pelo irmão mais velho do menor.
Na casa do suspeito, foram encontradas outras oito porções de maconha embaixo de um colchão.

O adolescente foi encaminhado à delegacia e foi liberado após a mãe se responsabilizar.



Do G1 Sorocaba e Jundiaí

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Menino de 13 anos cria nova forma de tranformar luz do sol em energia

Aidan, um Gênio de 13 anos! - Ele criou nova forma de tranformar luz do sol em energia 


Aidan tem 13 anos e está na sétima série. No tempo livre, gosta de ficar no quarto dedilhando as cordas da guitarra. Ele tem a rotina como a de qualquer garoto da idade dele, mas descobriu uma maneira revolucionária de transformar a luz do sol em energia e agora é considerado um pequeno gênio.

Aidan conta que tudo começou em uma viagem de férias. “A gente ficou em um lugar que tinha um painel solar, eu e meus pais queríamos ter um igual, mas na nossa casa não tinha espaço”, conta.

E como resolver esse problema? Foi observando as árvores que Aidan teve uma ideia: talvez elas pudessem indicar o caminho para captar energia do sol de maneira mais eficiente e em um espaço menor, que coubesse no quintal da casa dele.

“As árvores coletam a luz para produzir a própria energia. Então pensei: ‘elas estão aqui há milhões de anos e, com certeza, devem ter uma maneira mais eficiente do a que a nossa de fazer isso’”, diz Aidan.

O menino, então, fotografou a copa de várias árvores e percebeu que os galhos e as folhas seguiam um padrão matemático. Essa ordem é conhecida como Sequência de Fibonacci. E é encontrada em toda a natureza. Desde a forma de animais muito pequenos até furacões e grandes galáxias.

Aidan fez o que qualquer criança hoje pode fazer. Pesquisou tudo na internet. E construiu uma árvore com 40 placas de captação de energia posicionadas como se fossem folhas. Ele descobriu o ângulo exato em que as placas deveriam ser instaladas.

As placas são as mesmas usadas nos painéis planos. Elas captam a energia do sol e transformam a luz em corrente elétrica. Em três meses de medições diárias, Aidan descobriu que as placas apontadas para várias direções, absorviam mais luz do que na disposição plana. O trabalho dele ganhou o prêmio do museu de história natural americano.

“A árvore solar é mais eficiente. Ela consegue captar 20% mais energia do que o painel plano”, diz Aidan.

No dia da entrevista o garoto estava arrumando as malas. Ele foi convidado para falar na abertura do encontro mundial sobre o futuro da energia no mundo que começa nesta segunda-feira (16), em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Celebridade do mundo científico, Aidan não deixou de ser um menino tímido e modesto. “Acho que eu encontrei algo que pode ser bom para o futuro, mas não me sinto um gênio, ainda sou apenas uma criança”, conclui o pequeno cientista.

- Fantástico 15/01/2012

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Garoto fica preso com areia até a cintura e precisa de resgate em praia na Inglaterra

 Um garoto de 16 anos ficou preso na areaia até a cintura depois de tentar salvar duas crianças da maré alta. O inglês afundou na areia fofa e ficou com o pé preso em uma rocha na praia de Seaton Carew, Hartlepool, Cleveland, na Inglaterra. A família do garoto ainda tenou tirá-lo da água, mas resolveram chamar o resgate porque a maré estava subindo muito rápido.
O menino foi resgatado Foto: Reprodução / Mail Online

A equipe de bombeiros jogou jato de água para soltar a areia, enquanto mergulhadores tentava livrar o garoto da pedra debaixo da água. “No começo ele estava muito calmo, mas depois entrou em pânico com o choque e o fato de o mar estar subindo rapidamente”, disse o voluntário Mark Barker. O menino foi finalmente resgatado e levado ao Hospital Universitário de North Tees, em Stockton. Ele teve uma hipotermia leve, mas sem ferimentos graves.
Ele não teve ferimentos graves Foto: Reprodução / Mail Online

EXTRA

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nova Prótese. Menino ganha mão biônica de equipe de F1

Menino ganha mão biônica de equipe de F1 após carta
Sem dinheiro para uma prótese de última geração, Matthew James sugeriu que a Mercedes patrocinasse sua nova mão.


Um garoto britânico fã de Fórmula 1 teve seu pedido por uma mão biônica atendido depois de enviar uma carta para o chefe da equipe Mercedes GP Petronas, Ross Brawn.

Matthew James, de 14 anos, nasceu sem a mão esquerda e usava uma prótese que descrevia como 'uma garra'.

Ele sonhava com uma prótese biônica da empresa escocesa Touch Bionics, que permite mais movimentos na mão e nos dedos.

No entanto, o aparelho custava 30 mil libras (R$ 79 mil) e não estava disponível por meio do Serviço Nacional de Saúde britânico.
Matthew James exibe a mão biônica que ganhou de presente (Foto: Touch Bionics)

A família do garoto, de Berkshire, no sudeste da Inglaterra, havia economizado dinheiro, mas não o suficiente.

Depois de receber uma visita de Ross Brawn em sua escola, Matthew decidiu pedir ajuda e enviou uma carta sugerindo que equipe esportiva patrocinasse sua nova prótese.

Pedido

Pouco depois, ele foi convidado para uma visita à fábrica da Mercedes, enquanto um membro da equipe entrava em contato com a empresa responsável pela prótese.
As duas organizações concordaram em compartilhar entre si as tecnologias usadas nos carros e na mão biônica. Como parte do acordo, a Mercedes ajudou a pagar a mão e o treinamento de Matthew para usá-la.

Ross Brawn disse que a carta do garoto para a equipe foi "emocionante".
Segundo Matthew, sua mão antiga era "um mecanismo simples de abrir e fechar, como uma garra".

Já a nova tem "cinco motores individuais em cada dedo, e por isso cada um deles pode se mover individualmente".

A mão biônica foi colocada na última sexta-feira, mas ele já consegue abrir potes e carregar xícaras de chá em casa.
"Infelizmente, tem um lado ruim. Eu estou tendo que fazer mais tarefas", diz.

Da BBC

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ímã. Menino atrai metais em seu corpo

Menino atrai metais em seu corpo


Quem quando criança nunca sonhou em ter poderes sobrenaturais? Ler pensamentos, transpor paredes, poder voar. O desejo de se assemelhar aos super-heróis dos filmes e histórias em quadrinhos toma conta do imaginário infantil, por vezes até na fase adulta, e atiça a vontade de sentir na pele como é ter uma habilidade que difere das demais pessoas.Embora longe de se considerar detentor de poderes sobrenaturais, o menino Paulo Davi, 11 anos, completados ontem, recentemente sentiu o que é ter uma habilidade especial, mais especificamente poderes magnéticos. Facas, garfos, colheres e celulares grudam ao entrar em contato com o corpo do garoto.

Paulo Davi - Magnetismo que lhe rendeu o apelido de menino ímã

A capacidade de atrair metais em seu próprio corpo foi descoberta meio que por acaso por seu pai Júnior Amorim. Inspirado no caso do menino croata Ivan Stoilikovic, de seis anos, que de acordo com matéria veiculada em rede nacional, teria poderes magnéticos, ele decidiu testar se existia mesmo este tipo de poder. E a experiência deu certo.

"Eu vi a matéria na televisão e achei o biótipo de Paulo bem parecido com o do menino da Croácia. Então, resolvi fazer um teste com ele e com meu neto, como uma forma de brincadeira. No meu neto não deu certo, mas em Paulo Davi funcionou e os talheres e metais ficaram grudados em seu corpo. Eu fiquei bastante surpreso", conta Júnior Amorim.
A brincadeira que começou em família ganhou proporções maiores depois que Júnior Amorim decidiu postar dois vídeos com as habilidades do filho no Youtube. "Os vídeos tiveram vários acessos desde que foram postados na semana passada. Apesar de ser uma exposição, encaro tudo isso como um divertimento para ele", relata o pai e complementa que um dos vídeos foi uma iniciativa do próprio Paulo Davi.

A equipe de reportagem do jornal O Mossoroense comprovou a capacidade magnética de Paulo Davi apresentada no Youtube. Júnior Amorim se dispôs a receber a reportagem em meio à festa do aniversário do filho para demonstrar sua habilidade. Enquanto Paulo Davi mostrava seus poderes magnéticos, os seus coleginhas que participavam da comemoração de aniversário faziam uma algazarra com a novidade.

"Ele encara tudo isso como uma grande brincadeira", reforça Júnior Amorim. Ao ser questionado pela reportagem sobre o que sentia quando os metais ficavam grudados em seu corpo, Paulo Davi responder que nada de mais. "Sinto como se tivesse um imã segurando os talheres. Só isso", afirma.

Júnior Amorim diz acreditar que não há nada de excepcional na descoberta. "Creio que apesar de diferente, a descoberta é natural. Não imagino que ele tenha um dom ou um poder sobrenatural. Tanto que não procurei nenhum especialista para saber as causas disso. Na verdade, não vejo nada de mais", finaliza.


Clique AQUI e veja vídeo do menino mossoroense que atrai metais.
Adriana Morais
Editora do Cotidiano

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Menino que ajuda hospital vendendo desenhos fecha contrato para livro

Menino que ajuda hospital vendendo desenhos fecha contrato para livro


Artista mirim que já angariou R$ 43 mil fundos para hospital infantil assinou contrato com uma editora.


Um menino escocês de seis anos de idade que, com a venda de seus desenhos, arrecadou milhares de dólares para um hospital em Edimburgo, agora assinou um contrato com uma editora para lançar um livro.

Artista mirim que já angariou R$ 43 mil fundos para hospital infantil (Foto: jackdrawsanything.com )
Jack Henderson, do condado de East Lothian, na Escócia, recebeu milhares de e-mails desde que criou o site Jack Draws Anything (Jack Desenha Qualquer Coisa, em tradução literal), com a ajuda de seu pai, Ed.
O site recebe encomendas de desenhos e doações. O dinheiro vai para o Royal Hospital for Sick Kids, em Edimburgo.

O menino acaba de assinar um contrato com a editora internacional de livros infantis Hodder Children's Books.

O livro, que tem publicação prevista para o dia 6 de outubro, reunirá uma seleção de desenhos de Jack, e os lucros obtidos com a venda serão destinados à Sick Kids' Friends Foundation.

Até agora, Jack já arrecadou US$ 27 mil (R$ 43 mil). Inicialmente, o plano do menino era levantar cerca de US$ 160 (R$ 260) para o hospital que cuida do seu irmão bebê, Noah, que tem problemas pulmonares.

Desenho feito por Jack Henderson
(Foto: jackdrawsanything.com )

Audiência Mais Ampla
A editora-gerente da Hodder Children's Books, Sara O'Connor, contou que descobriu o projeto de Jack pelo Facebook.

O'Connor disse que, à medida que ia clicando nos desenhos, não conseguia parar de sorrir.
"É uma história que merece uma audiência muito maior", acrescentou.

Ed Henderson, o pai de Jack, disse: "A coisa toda acabou tomando um rumo que ninguém imaginava".
"Estamos orgulhosos de Jack, assim como dos nossos outros filhos", ele contou. "A família está determinada a angariar tanto quanto for possível para a Sick Kids Friends Foundation."

O desenhista Jack já fez um terço dos desenhos para o livro - foram 200 em 63 dias. O pai calcula que ele terá terminado o trabalho no final do verão escocês.


Da BBC Brasil

sexta-feira, 11 de março de 2011

Argentino de 13 anos cursa três faculdade

Aos 13 anos de idade, o argentino Kouichi Cruz é o aluno mais novo da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba.

Ele estudará ainda, simultaneamente, engenharia informática e ciências econômicas na mesma universidade.

Kouichi é filho único, mora com uma tia, Alejandra Perez, na cidade de Córdoba, e seus pais vivem na Espanha, onde trabalham. “Kouichi está tendo a infância que quer ter. Ele é feliz assim, estudando”, disse à BBC Brasil a tia Alejandra Perez.


Ela contou que no início, quando Kouichi era bebê, a família chegou a pensar que ele fosse “autista”. Mas aos quatro anos de idade, os exames médicos indicaram que o menino tinha o QI mais alto que a média das crianças da sua idade.

“Kouichi sempre soube o que quis: estudar matemática, informática, engenharia. Para ele, são carreiras que se complementam”, disse a tia.

A rotina do garoto é diferente do cotidiano dos meninos da sua idade, especialmente a partir deste ano, depois de ter passado nas provas para entrar na universidade.

“Ele estuda de manhã e também à tarde. E em casa, quando não está resolvendo problemas de matemática, gosta de assistir alguns programas de comédia na televisão”, conta ela. Futebol ou outros esportes não fazem parte de sua agenda de interesses.

O menino nasceu na cidade de Bahia Blanca, na província de Buenos Aires. Seus pais se mudaram para a província de Jujuy, no norte do país, porque ali ele podia estudar mais adiantado que os colegas da sua idade, sem ter que respeitar um cronograma por faixa etária.

No primeiro dia de aula, nesta semana, o universitário disse ao jornal Clarín que as aulas foram mais fáceis do que imaginou. “A aula não foi tão simples como no segundo grau, mas também não foi tão complicada como cheguei a imaginar”, afirmou.

Kouichi, segundo a tia, é “rápido” para resolver questões matemáticas, tímido no início de uma nova conversa, mas decidido em relação ao que quer ser quando crescer. “Ele quer ser empresário e acha que estudar é fundamental para esta meta”, disse a tia.

O reitor da FAMAF, Daniel Barraco, afirmou ao jornal argentino que é a primeira vez que um menino de 13 anos está entre os universitários dessa carreira. “Sinto enorme emoção por ter aqui uma pessoa tão jovem e tão inteligente na faculdade. Mas sabemos que por ele ser tão jovem também aumenta nossa responsabilidade em relação a ele”, disse Barraco.

Os pais de Kouichi – ela é farmacêutica; ele, anestesista – choraram ao deixar o menino com a tia materna. “Mas, apesar das lágrimas, eles só estão respeitando a vontade do menino que há muito tempo sabia onde e que carreira universitária seguir. Eles só o deixem voar porque sabem o que ele quer”, disse a tia.

Kouichi, contou, é assim chamado obedecendo a filosofia budista seguida pelos pais. “Nos contaram que Kouichi quer dizer 'o primeiro' e 'brilhante' e o nome realmente foi feito pra ele” afirma.

BBC Brasil

domingo, 5 de dezembro de 2010

México prende matador de 14 anos

 El Ponchis: 14 anos
Cidade do México

Soldados mexicanos capturaram um cidadão norte-americano de 14 anos suspeito de ser matador de uma quadrilha de traficante de drogas enquanto ele tentava viajar para os Estados Unidos.

Edgar Jimenez Lugo, conhecido como El Ponchis (palavra que significa manto ou capa em espanhol), trabalhava para o cartel de drogas no Estado de Morelos, perto da Cidade do México.

O adolescente foi pego na noite de quinta-feira enquanto embarcava em um avião na cidade de Cuernavaca, em Morelos. Ele tinha como destino a cidade de Tijuana, que faz fronteira com San Diego, na Califórnia, e viajava com duas irmãs. Acredita-se que uma delas seja amante de um dos chefões do cartel, informou o Exército.

El Ponchis foi manchete dos jornais no mês passado, com notícias de homicídios cometidos por ele, incluindo decapitações. Ele admitiu ter assassinado ao menos sete pessoas e usar drogas, fornecidas por um líder do cartel.

Ao comentar sobre as mortes, Jimenez disse: "Eu me senti mal fazendo isso. Fui forçado a fazer. Eles disseram que me matariam se eu não fizesse. Eu apenas os decapitei, mas nunca pendurei (corpos) nas pontes, nunca", teria dito Jimenez.

'Eu me sentia mal fazendo isso. Eu era forçado a fazer isso. Eles diziam que iam me matar se não fizesse', teria afirmado. 
'Eu somente decapitava eles, mas nunca pendurei os corpos em pontes, nunca', disse ele, segundo o jornal, em referência à prática comum entre os carteis mexicanos de expor os corpos dos inimigos mortos.

domingo, 21 de novembro de 2010

Menino com pavor de comer se alimenta por tubos

O caso de um garoto britânico que tem pavor de comer e precisa ser alimentado por tubos está gerando curiosidade no meio médico britânico.

Família diz que não há nenhum fator
médico impedindo Dan de comer
Daniel Harrison, de três anos, sofreu tanto com refluxos gástricos quando era bebê que desde então tem ojeriza ao ato de comer.

O menino não se alimenta pela boca desde então e é alimentado por tubos inseridos no estômago.

Portador de autismo, Harrison tem dificuldades de se comunicar e interagir com o mundo ao redor, o que representa um problema adicional para o tratamento.

No fim do ano passado, ele teve de fazer uma operação nos pulmões após contrair gripe suína.

A família, de Nottingham, já tentou buscar ajuda nos hospitais locais e em no hospital infantil de Great Ormond Street, em Londres, sem solução.


Os médicos acreditam que a fobia - confirmado em apenas 12 outras pessoas nos últimos 22 anos - começou com um caso grave de refluxo ácido quando Daniel era um bebê. Mamãe Catherine, 37 anos, notou o pequeno sofreu dor aguda após a alimentação e observou com crescente alarme quando ele começou a recusar todos os sólidos.


O pai do menino, Kevin, afirmou ao jornal local Nottingham Evening Post que não há nenhum fator médico impedindo o garoto de comer.

"Falando em termos médicos, não há nada", afirmou. "Está tudo na cabeça dele e ninguém consegue ajudar."

A família acredita que pode tratar o menino em uma clínica em Graz, na Áustria, quer diz ter conseguido tratar outros 12 casos semelhantes ao de Daniel nos últimos vinte anos.

Entretanto, a viagem custaria mais de 20 mil libras (quase R$ 60 mil) e os Harrison ainda tentam angariar os recursos para o tratamento.
Um menino e  sua tragédia:  Daniel Harrison é tão aterrorizado com comida que se recusou a comer qualquer coisa em quatro anos.



BBC Brasil