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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Chinês transforma moto em avião, mas falha em voo de teste


Chinês transforma moto em avião, mas falha em voo de teste
Lavrador gastou cerca de R$ 670 no processo. Processo durou 11 meses.

Zhang Xuelin usou peças de madeira e plástico para transformar moto em avião (Foto: China Daily/Reuters)

Um chinês gastou 2 mil yuan (cerca de R$ 670) para transformar uma motocicleta em um avião em Jinan, na província de Shandong.

Zhang Xuelin, um lavrador que abandonou a escolar ainda na infância, utilizou madeira e peças de plástico para construir a aeronave, em um processo que durou 11 meses. Apesar dos esforços, ele falhou em sua primeira tentativa de realizar um voo de teste, realizada nesta quinta-feira (29).

Moradores de Jinan empurram a aeronave de Zhang Xuelin antes de voo de teste, que não deu certo, nesta quinta-feira (29)

G1

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Menino de 13 anos cria nova forma de tranformar luz do sol em energia

Aidan, um Gênio de 13 anos! - Ele criou nova forma de tranformar luz do sol em energia 


Aidan tem 13 anos e está na sétima série. No tempo livre, gosta de ficar no quarto dedilhando as cordas da guitarra. Ele tem a rotina como a de qualquer garoto da idade dele, mas descobriu uma maneira revolucionária de transformar a luz do sol em energia e agora é considerado um pequeno gênio.

Aidan conta que tudo começou em uma viagem de férias. “A gente ficou em um lugar que tinha um painel solar, eu e meus pais queríamos ter um igual, mas na nossa casa não tinha espaço”, conta.

E como resolver esse problema? Foi observando as árvores que Aidan teve uma ideia: talvez elas pudessem indicar o caminho para captar energia do sol de maneira mais eficiente e em um espaço menor, que coubesse no quintal da casa dele.

“As árvores coletam a luz para produzir a própria energia. Então pensei: ‘elas estão aqui há milhões de anos e, com certeza, devem ter uma maneira mais eficiente do a que a nossa de fazer isso’”, diz Aidan.

O menino, então, fotografou a copa de várias árvores e percebeu que os galhos e as folhas seguiam um padrão matemático. Essa ordem é conhecida como Sequência de Fibonacci. E é encontrada em toda a natureza. Desde a forma de animais muito pequenos até furacões e grandes galáxias.

Aidan fez o que qualquer criança hoje pode fazer. Pesquisou tudo na internet. E construiu uma árvore com 40 placas de captação de energia posicionadas como se fossem folhas. Ele descobriu o ângulo exato em que as placas deveriam ser instaladas.

As placas são as mesmas usadas nos painéis planos. Elas captam a energia do sol e transformam a luz em corrente elétrica. Em três meses de medições diárias, Aidan descobriu que as placas apontadas para várias direções, absorviam mais luz do que na disposição plana. O trabalho dele ganhou o prêmio do museu de história natural americano.

“A árvore solar é mais eficiente. Ela consegue captar 20% mais energia do que o painel plano”, diz Aidan.

No dia da entrevista o garoto estava arrumando as malas. Ele foi convidado para falar na abertura do encontro mundial sobre o futuro da energia no mundo que começa nesta segunda-feira (16), em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Celebridade do mundo científico, Aidan não deixou de ser um menino tímido e modesto. “Acho que eu encontrei algo que pode ser bom para o futuro, mas não me sinto um gênio, ainda sou apenas uma criança”, conclui o pequeno cientista.

- Fantástico 15/01/2012

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Top 5 criadores mortos pela própria invenção

Conheça cinco criadores mortos pela própria invenção

Saiba a história de cientistas, engenheiros e políticos que sofreram com suas criações fatais

Uma grande invenção pode fazer qualquer profissional entrar para a história. Algumas, por outro lado, podem ser fatais. O site Neatorama fez uma seleção de cinco inventores importantes que morreram por culpa de suas próprias criações. Confira:

Marie Curie
A cientista polonesa Maria Sklodowska-Curie foi a primeira professora do sexo feminino da Universidade de Paris. Mas isso não quer dizer nada perto das outras conquistas: ela foi também a primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel e a primeira pessoa a ganhar dois destes prêmios – de Física em 1903 e de Química em 1911. As vitórias decorreram da descoberta dos elementos rádio e polônio, além de um método para isolar isótopos radioativos.

Como foi uma das primeiras pessoas a pesquisar o tema, Maria não tinha conhecimento da nocividade dos materiais radioativos para o corpo humano – a palavra “radioativo”, inclusive, também foi invenção dela. Quase todo o seu trabalho foi realizado em um galpão sem nenhum tipo de proteção, que hoje foi convertido em museu. Mas seus livros e papéis são tão contaminados que estão armazenados em caixas de chumbo. A cientista morreu em 1934 de anemia aplástica, causada pela intensa exposição à radiação.


Li Si

A história do chinês Li Si é mais antiga e ainda mais mórbida. Enquanto chanceler da dinastia de Qin, entre os anos de 246 e 208 a.C., o influente político inventou uma técnica de punição chamada de “As cinco dores”. A vítima tinha primeiramente o nariz cortado, depois uma das mãos e, em seguida, um dos pés. O próximo passo era castrar o torturado e, por último, corta-lo ao meio na altura da cintura. O homem era deixado lá, para morrer de tanto sangrar.

Li Si tinha muita influência durante o governo dos dois primeiros imperadores com quem trabalhou. Porém, quando o segundo morreu e um terceiro assumiu, sua força ficou balançada. Para tentar converter a situação, o chanceler passou a manipulador o imperador ao suicídio, ato que foi delatado por uma pessoa próxima. Li Si foi condenado por traição e morreu em 208 a.C. por meio da mesma técnica que inventou.

Horace Lawson Hunley
Aos 40 anos, o americano Horace Hunley já havia atuado como legislador, advogado e engenheiro naval. Mas foi nesta última profissão que obteve mais sucesso: criou o primeiro submarino de combate, o H.L. Hunley, durante a Guerra Civil Americana. A embarcação, porém, foi tachada como perigosa depois que cinco dos nove tripulantes morreram ainda no primeiro teste.

Mas Horace não desistiu. Continuou trabalhando e tentando aperfeiçoar sua invenção. Quando achou que o submarino estava finalmente pronto para atacar, preparou um segundo teste, também fracassado. O submarino afundou e, dessa vez, matou os nove tripulantes, inclusive o próprio Horace, que havia resolvido participar da experiência. Isso aconteceu em 1863.

John Godfrey Parry-Thomas

Nascido no País de Gales, J. G. foi um engenheiro apaixonado por carros de corrida. Ele reconstruiu seu carro para ser alimentado por um motor V12 Liberty, além de uma série de outras modificações. O resultado de suas experiências, que ele chamou de Babs, foi o primeiro carro exclusivamente dedicado a bater o recorde de velocidade terrestre.

Em 27 de abril de 1926, John – que era o próprio piloto de sua invenção – alcançou seu objetivo e atingiu a maior velocidade já registrada por um carro. No dia seguinte, quebrou o próprio recorde, chegando a aproximadamente 275 km/h. Um ano depois, o antigo recordista passou esta velocidade e John queria uma revanche, ocasião em que acabou morrendo.

Babs era muito rápido, mas não tão seguro. O motor era alto, então atrapalhava a visão e obrigava o piloto a inclinar a cabeça para o lado direito. Além disso, havia umas correntes expostas, usadas para ligar o motor às rodas, que podiam ferir fácil alguém, caso quebrassem. Aos 270 km/h, este incidente ocorreu. As correntes bateram forte na cabeça de John, matando-o instantaneamente.

Aurel Vlaicu

Também engenheiro, o romeno Aurel tinha como grande paixão voar. Em 1909, ele construiu seu primeiro planador e, um ano depois, já estava voando em um avião, chamado Vlaicu I. E não parou por aí. Logo depois veio o Vlaicu II e uma série de prêmios. Em 1913, já trabalhando em seu terceiro avião, o engenheiro planejou uma viagem à Transilvânia. No caminho, sobrevoado as montanhas dos Cárpatos, o Vlaicu II perdeu a asa e Aurel morreu no acidente.



por Redação Galileu