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quinta-feira, 15 de março de 2012

Americana de 22 anos é presa após agredir namorado de 74 anos


Sierra Chaffin, de 22 anos, foi presa em Bradenton (Flórida, EUA) sob acusação de agredir o namorado, Marcos Beita, de 74, com quem mora. 

O crime de agressão se agrava no estado americano quando a vítima tem mais de 65 anos. Além disso, Marcos passou recentemente por uma cirurgia cardíaca.

A loura tem ficha policial bem extensa: posse de drogas, roubo, resistência à prisão, agressão e posse de equipamento para consumo ou distribuição de drogas.

Marcos também já passou pela polícia quatro meses atrás por roubo e exploração de pessoa idosa, de acordo com o site "Smoking Gun". Ele foi solto após pagamento de fiança. A namorada continua presa.


Uma mulher de 22 anos de idade foi acusado de espancar seu amante de 74 anos de idade.

Sierra Chaffin aparentemente empurrou Marcos Beita no estômago com ambas as mãos durante uma briga em sua casa na Flórida.

O incidente foi testemunhado por fisioterapeuta Beita e uma mulher que estava preparando o almoço.

A polícia afirma: "Tanto o réu e a vítima concordaram que eles tinham um relacionamento físico íntimo e estavam atualmente morando juntos, porém, na data do incidente, a réu estava retirando seus pertences para fora da residência."

O relatório cita uma testemunha chamada Melissa, que revelou: "Eu estava fazendo almoço para Marcos quando alguém bateu na porta. Marcos abriu a parte da janela na porta e ele percebeu que Sierra estava lá pedindo seus pertences.

"Depois de pedir Marcos para sair com ela, ele se recusou a permitir-lhe para voltar para sua casa. Ela parou na frente dele e quando ele tentou dar a volta quando ela o empurrou para trás fora das etapas. Desde que ele só tinha um desvio triplo ele se afastou para a mesa e sentou-se. "

domingo, 1 de janeiro de 2012

Longevidade. segredo das pessoas idosas e saudáveis


RIO - Nenhum octogenário é tão rápido e resistente quando Oswaldo Silveira. O maître paulista estava entre os 28 participantes mais velhos dos 45 mil que correram a Maratona de Nova York, a mais famosa do mundo, em novembro. Foi o campeão do grupo. Completou o percurso em 4 horas e 33 minutos. Um mês depois, ainda colhe os louros da fama. Volta e meia precisa interromper seus treinos, em Campos do Jordão, para tirar fotos com quem o reconhece.

Atende aos pedidos com humildade, mas uma certa marra não faz mal a ninguém: garante que venceria um desafio contra o neto, um sedentário de 21 anos. O desejo de novas conquistas - inclusive o torneio familiar - faz do atleta um símbolo do que é conquistar longevidade sem perder vigor.

Com o avanço da medicina, chegar à terceira idade não é exatamente uma façanha. De acordo com a pirâmide etária divulgada pelo Censo 2010, 22,7 milhões de brasileiros têm 60 anos ou mais. Um terreno desconhecido, ainda pouco contemplado por pesquisas, é como envelhecer com qualidade de vida.

Não existe uma receita pronta, mas aqui e ali há consensos. O primeiro: manter a saúde na terceira idade é uma conquista multidisciplinar. Não adianta, por exemplo, ter uma alimentação regrada se a rotina for estressante. Outra unanimidade no discurso dos especialistas é quase um consolo aos mais preguiçosos: nunca é tarde para começar. Que o diga Oswaldo, que só foi calçar tênis de corrida aos 56 anos.

- Eu só jogava futebol, mas a barriga estava grande e ficou muito cansativo - lembra. - Como não tinha tempo para academia, resolvi só correr. Hoje treino cinco vezes por semana, de 10 a 15 quilômetros por dia. Há 17 anos um instrutor me acompanha. Desde então, já foram 11 maratonas.

Oswaldo atribui o pique à dieta controlada e aos genes. Seu pai, que morava no interior de São Paulo, chegava a andar 30 quilômetros para visitar alguém.

O corredor não é o único a recorrer à biologia para explicar sua vitalidade. Uma teoria amplamente estudada considera que os telômeros, uma estrutura presente nas extremidades dos cromossomos, pode determinar a nossa longevidade. Os telômeros são reduzidos à medida que as células se dividem. Em determinado momento, esta perda sacrifica genes, vitalidade e função das células filhas, provocando o envelhecimento.

Outra estrutura celular decisiva seriam as mitocôndrias, responsáveis por transformar alimento em energia. Se uma mitocôndria envelhecer mais rapidamente, ela reduziria a vitalidade de seu grupo.

- Ainda não há uma explicação definitiva para sabermos como se dá o envelhecimento em nível biológico - ressalta Fernando Bignardi, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). - Há animais, como medusas, que vivem eternamente. Eles não envelhecem. Só morrem se alguém comê-los. Não sabemos por que isso acontece.

Na falta de uma resposta, os médicos preocupam-se em reformular outros conceitos. Longevidade, por exemplo, era associado apenas à vida longa. Agora, também incorpora a ideia de qualidade.

O Globo