Mostrando postagens com marcador relação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relação. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de novembro de 2011

Galo, pinguim, golfinho. Descubra qual animal é você na relação

Galo, pinguim, golfinho. Descubra qual animal é você na relação 
Muitas vezes, o comportamento do homem remete ao do macho de certas espécies

foto: Divulgação

As elefantas são quem controlam a relação. Elas também são excelentes mães
Quem nunca sonhou em encontrar alguém que dividisse com você as responsabilidades do lar e te amasse para a vida inteira? Pois saiba que, se fosse um pássaro, poderia dar a sorte grande de encontrar um joão-de-barro por aí e viver feliz para sempre.

Mas não é motivo para perder as esperanças porque, às vezes, o comportamento do homem no casal, remete ao macho de determinada espécie de animal; assim como o da mulher ao da fêmea.

"Os papéis naturais do homem e da mulher existem, ele é conquistador e gosta de ser o provedor enquanto ela gosta de ser protegida e cuidar, assim como acontece com alguns animais. Isso se aplica até mesmo às mulheres mais independentes", afirma a psicóloga Zenaide Monteiro. Mas ela faz uma ressalva: "não existe mais um padrão de relacionamento. As pessoas são diferentes das outras nas suas necessidades".

Na visão feminista, todos os homens podiam se inspirar no pinguim, ave que se relaciona com uma parceira por vez, durante uma estação ou pela vida toda. Ele é capaz de "presentear" a amada com uma pedra, só para cortejá-la.

Mas, segundo o etologista e fisiologista Gelson Genaro, em entrevista ao site Terra, a análise deve partir do princípio de que o homem assume comportamentos distintos dependendo do meio em que vive. "No Brasil existe a monogamia conjugal, já em locais do Oriente Médio, o homem pode ter diversas mulheres", exemplificou.

Para o etologista, no entanto, os casais humanos têm muita proximidade com os de chipanzés, gorilas, bonobos e orangotangos. As atitudes de cada espécie de primata são diferentes: no caso dos gorilas, segundo ele, existe um macho alfa para copular com todas as fêmeas. No grupo de chipanzés, há mais de um macho que pode acasalar. "Os bonobos vivem em uma comunidade em que o sexo é liberado, não há conflitos entre os machos e todo mundo pode acasalar com todo mundo", disse Genaro. Já os orangotangos vivem sozinhos, acasalam quando encontram uma fêmea e voltam a ser solitários.

"O papel natural do homem é o de provedor e a mulher gosta de ser protegida"

Zenaide Monteiro
psicóloga

Veja o perfil de cada um

Leão, o machista

Enquanto o macho fica descansando junto ao bando, as leoas saem para caçar. Se a leoa contrariar o leão, ela pode apanhar. Existe um macho dominante no grupo que acasala com todas as fêmeas. As leoas vivem praticamente a vida toda no mesmo grupo, mas os filhotes machos são expulsos para procurarem um novo bando

Golfinho, o promíscuo

Os machos podem acasalar com várias fêmeas numa mesma estação; o mesmo ocorre com as fêmeas. Os machos até protegem as fêmeas, mas são elas que devem buscar o próprio alimento e cuidar dos filhotes. As fêmeas parecem estar receptivas sexualmente durante a maior parte do ano e, geralmente, são elas que iniciam a corte e o comportamento de acasalamento

Pinguim, o romântico

Os pinguins são conhecidos pela fidelidade. Quando eles estão em terra, o macho busca uma pedra e leva até uma fêmea como forma de cortejo. Se ela estiver "solteira", corresponde e os dois selam a união. O macho ajuda a cuidar dos filhotes e algumas espécies são fiéis por um ano ou até mais

Galo, o garanhão

O relacionamento entre galos e galinhas se resume a um macho para as fêmeas. Os machos cuidam apenas do território e acasalam com as fêmeas. Eles não cuidam dos filhotes. Já a fêmea dedica a vida às crias

Elefante, o submisso

As elefantas vivem em grupos de parentes. Os machos dominantes ficam próximos a elas; e os demais, um pouco mais distantes. Os machos não podem comer ou dormir no mesmo grupo que as fêmeas. As elefantas são quem controlam a relação. Elas também são excelentes mães

Aranha, o altruísta

Existe uma infinidade de espécies de aranhas, no entanto, algumas delas têm o costume de comer o macho após a copulação. Nem sempre a fêmea comete o canibalismo, pois, às vezes, os machos conseguem escapar ou a fêmea já está alimentada. O cuidado dos filhotes é, geralmente, feito
pela mãe

João-de-barro, o companheiro

Os casais formam pares que podem viver juntos por mais de uma temporada reprodutiva. Eles dividem as responsabilidades relacionadas ao ninho

Avestruz, o paizão

Diferente dos demais animais, o avestruz e ema machos são quem cuidam da cria. O macho prepara o local para os ovos, expulsa a fêmea e cuida dos filhotes. Segundo ele, como a ave não precisa de leite para sobreviver, não há a necessidade da presença da fêmea, que fica livre para acasalar com outros machos.

Leão-marinho, o casual

Os leões-marinhos passam boa parte da vida nos oceanos. Porém, quando eles estão em terra, formam um harém, em que um macho dominante acasala com todas as fêmeas do grupo. As fêmeas ficam no cio por algumas semanas, uma vez por ano. Depois de nascer o filhote, elas voltam para a água e só acasalam no ano seguinte. Vai cada um para o seu lado

A Gazeta

sábado, 9 de julho de 2011

Existe relação entre tamanho do falo masculino e dedo anular

Dizem por aí que tamanho é documento, ainda mais quando o assunto é sexo e o tamanho dos pênis dos homens. Documento ou não, grande é a curiosidade das pessoas em busca de uma relação entre o tamanho do órgão genital dos homens e alguma parte do corpo, como pés, braços e mãos.

Cientistas da Universidade Gachon, da Coreia do Sul, descobriram que comparar a diferença de tamanho dos dedos das mãos pode revelar o tamanho do pênis do homem. Os pesquisadores, liderados por In Ho Choi, descobriram que comparando o anular e indicador é possível prever o tamanho de um pênis ereto.

O cálculo é feito em uma razão entre eles, dividindo o comprimento do dedo indicador pelo anular. Quanto menor for o resultado dessa comparação, maior é o tamanho do pênis ereto. Ou seja, quanto maior for a diferença de tamanho entre o dedo anular e o indicador, maior seria o tamanho do órgão sexual.

Para chegar a esse resultado, os cientistas analisaram 144 homens com mais de 20 anos e com doenças urológicas. Antes de se submeterem à régua, os pacientes foram anestesiados e, para evitar a interferências como temperatura, todos tinham seus órgãos sexuais medidos assim que ficavam despidos.

A descoberta foi publicada no 'Asian Journal of Andrology' e admite que o universo dos participantes da pesquisa é restrito e pode sofrer mudanças de homem pra homem.



sábado, 2 de abril de 2011

Dor e sangramento na primeira relação sempre ocorre?

Necessariamente a menina sente dor na primeira relação sexual?

Não. Muitas vezes, o hímen bloqueia a entrada do pênis na vagina o suficiente para que o hímen tenha um rasgo na primeira relação e muitas vezes isso é doloroso. No entanto, o hímen de uma mulher pode ser tão delicado e pode ter sido arrancado muito antes da primeira relação sexual ou pode esticar e não rasgar de todo, ou pode não ser dolorosa em ambos os casos.

Além disso, uma mulher pode estar tão distraída com a emoção e o sentimento no momento que ela pode não perceber a sensação dolorosa, como negativa.

As mulheres também podem sentir dor durante a relação sexual - particularmente a primeira relação sexual - a partir de lubrificação inadequada, relaxamento ou excitação. Mas com um parceiro sensível e um sentimento adequado de conforto e carinho a mulher pode desfrutar da grande prazer em suas relações sexuais.


A primeira vez pode ser ótima

Sabe aquela sensação de que alguma coisa vai doer? Pois é, pode doer mesmo, e sangrar também. E ainda assim a grande maioria das meninas quer fazer. Mesmo com esses "probleminhas", o sexo é bom e praticá-lo é muito saudável. O sexo faz bem para o corpo, emagrece, melhora o humor... Para ter todas essas vantagens e não sofrer nenhuma das complicações que ele pode trazer, você precisa estar preparada e segura, desde a primeira vez.

A primeira relação precisa ser feita com carinho, sem pressa. Para não ser traumatizante nem ruim, a primeira vez (e todas as outras também) precisa ser com alguém por quem se sente afeto e carinho e com muita paciência. E, claro, deve ser feita com toda a segurança (ou seja: camisinha) e somente quando você se sentir segura e pronta.

Abuse dos amassos...
Para evitar, ou minimizar, as dores da relação, os "amassos" são uma arma quase infalível. Segundo a ginecologista e especialista em sexualidade Glene Faria, durante as preliminares a excitação faz com que a vagina fique mais lubrificada, permitindo que o pênis penetre mais facilmente. Se a lubrificação ainda não for suficiente, em qualquer farmácia você pode comprar um lubrificante substituto. Não deixe de consultar seu médico antes de usar qualquer um deles, porque existem muitos e é preciso saber qual o mais indicado.

Se você ainda não se sente segura, deixe para outra dia, em outra hora. O nervosismo pode causar a contração dos músculos da vagina e aumentar a sensação de dor. "Mas sentir dores é muito natural", diz a Dra. Glene. Com o tempo e a prática, a dor tende a diminuir - e o prazer a aumentar.

"Se eu não sangrar eu não sou virgem?"
Não pode existir mentira maior do que essa no que diz respeito ao sexo. O sangramento acontece porque o hímem, uma membrana fina que as mulheres têm na vagina, pode se romper durante a penetração. Mas muitas mulheres têm o chamado "hímem elástico", que não se rompe facilmente.

Outras têm a membrana um pouco mais resistente, que se rompe aos poucos. Por isso, sangrar na primeira transa não é prova de virgindade. Aliás, segundo a Dra. Glene, menos da metade das mulheres sangra na primeira vez!

Cuidados
É aconselhável que as meninas consultem um ginecologista a partir dos 11 anos, ou desde a primeira menstruação. Mas a visita não pode ser forçada. É preciso ter confiança no médico, para poder perguntar e conversar com liberdade. O ginecologista vai poder esclarecer todas as suas dúvidas e orientar sobre como usar aquela peça fundamental em qualquer transa: a camisinha.

Não tem como escapar: toda relação sexual, a primeira, a segunda ou qualquer outra, precisa de camisinha. Além de proteger contra a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, ela também protege você contra uma gravidez indesejada. E é possível, sim, engravidar na primeira relação. Desde que o corpo da mulher esteja preparado, isso é, desenvolvido o suficiente, ela pode engravidar ao ter uma relação sexual.

Se você estiver preparada, consciente do que está fazendo e com o parceiro certo, tem tudo para conseguir o melhor possível da sua relação. E você estará pronta para a próxima, e a seguinte, e mais outra...
 Laura Naime / Redação Terra