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domingo, 8 de maio de 2011

Conheça a tropa de elite que matou o terrorista Osama Bin Laden

Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate.

Fundador da tropa que matou Osama é considerado uma lenda militar
Richard Marcinko vive em uma floresta perto da capital americana.

Na semana em que o terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, foi morto pelos Estados Unidos, uma reportagem do Fantástico mostra como funciona a tropa de elite que praticou a ação: o Time Seis, Team Six dos Navy Seals, responsável pela ação que matou o maior terrorista de todos os tempos.
A tropa foi idealizada e fundada por Richard Marcinko, de 70 anos, que é considerado uma lenda militar americana. Na frente da propriedade onde Marcinko mora, na floresta perto da capital americana, há um aviso: invasores levam bala. Sobreviventes levam mais bala. Crianças compram bonecos dos seus tempos de ação. Sua auto-biografia é um sucesso de vendas.

Veterano do Vietnã, Dick Marcinko foi criado dentro da Tropa Especial da Marinha, os Navy Seals, as iniciais em inglês para operações no mar, ar e terra. Comandos que recrutam os mais fortes, os mais inteligentes, os mais determinados e mesmo assim, perdem 80% de seus homens nos dois primeiros anos, simplesmente porque eles não suportam a pressão.

No final dos anos 1970, quando cidadãos americanos foram feitos reféns na própria embaixada em Teerã, no Irã, uma operação fracassada mostrou que nem os Seals estavam preparados o bastante.
“Eu trabalhava no pentágono quando a missão no Irã falhou. Percebemos que precisávamos ter um time que combatesse exclusivamente o terrorismo. Fui nomeado o primeiro comandante”, contou Marcinko.

Bin Laden teria vivido mais de 7 anos no Paquistão, dizem funcionários

Marcinko teve carta branca para recrutar a força especial que responde não à Marinha, e sim diretamente ao presidente dos Estados Unidos. Mas buscou apenas entre os Seals, que na época tinha só duas equipes. Então, por que essa foi a equipe seis, o team six?

“Em tempos de Guerra Fria, resolvi chamar de time seis para confundir os russos. Assim eles ficariam se perguntando: ‘Onde estão os times 3,4,e 5?’”, explicou o veterano.

Marcinko submeteu os já super bem treinados Seals ao inferno. Uma semana especialmente dura seleciona os candidatos. Os poucos que chegam lá formam um grupo unido, uma fraternidade impenetrável. “Somos uma família”, diz o fundador. “Uma espécie de máfia militar, que cuida dos seus e vinga os seus.

Treinamento físico, humilhações, privação de sono. E tem que ser capaz de ter uma pontaria infalível nas piores condições: depois de nadar contra a corrente, sair de submarinos, saltar de paraquedas”.

“É como os disparos que atingiram os piratas da Somália há dois anos”, lembra Marcinko. “Mesmo com o navio em movimento, você precisa acertar, porque senão o refém é morto e a missão está perdida”.

Curso no Brasil
Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero, dos Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate. São 48 homens muito bem treinados que formam a elite dos fuzileiros navais.

Onde os brasileiros treinam constantemente, os Seals construíram um cenário de combate a terrorismo urbano. Em imagens gravadas pela Marinha do Brasil, os Seals aparecem por vezes de camisas azuis, outras de bege. Foi uma troca de experiências importante para estes brasileiros, que nunca testaram suas habilidades em guerra.

“Cada vez mais, quando executamos um exercício dessa natureza ou outro qualquer que possamos melhorar a nossa condição profissional, esse é o processo motivatório”, afirmou o comandante da Marinha Fernando José Afonso Sousa.

Ação contra Osama
Construir cenários para treinamentos é padrão. Uma réplica da casa de Bin Laden foi erguida em Kabul, no Afeganistão. No local, o Team Six, formado por combatentes experientes, com pelo menos uma dezena de missões importantes, simulou todos os cenários possíveis. O criador do grupo explica que na missão para valer não há tempo para discutir ‘o que faremos agora?”. Eles já saem preparados para qualquer situação.
Em uma situação como essa, tudo o que se move é alvo. A ordem é atirar"
Richard Marcinko, idealizador e fundador
da Team Six dos Navy Seals

Pouco depois da meia-noite do dia 2 de maio, hora local, dois helicópteros partiram de uma base militar americana em Jalalabad, Afeganistão, rumo a Abbottabad, Paquistão. Seriam helicópteros Stealth, invisíveis aos radares.

Levavam 24 soldados e um cão farejador. Os helicópteros chegaram à casa de Bin Laden em menos de uma hora. Um morador ouviu o barulho e postou uma mensagem em uma rede social: "Helicóptero paira em Abbottabad a uma hora da manhã (é um evento raro)".

Doze homens desceram de um dos helicópteros e escalaram o muro de quase seis metros. O cão desceu pendurado em um dos soldados. O segundo helicóptero caiu ou fez um pouso de emergência. Nenhum dos 12 seals se machucou. Pelo rádio, as equipes pediram reforço. Em pouco tempo, mais um helicóptero chegaria. O cachorro procurava por explosivos, mas ele também poderia dar o alerta se alguém estivesse escondido em algum quarto secreto.

Os seals precisaram abrir buracos em três ou quatro muros para chegar até a casa. Dentro dela, apenas um homem atirou neles: Abu Ahmed Al-Kuwaiti, o principal mensageiro de Bin Laden. Ele, outro homem e uma mulher foram mortos.

Os seals então subiram ao terceiro andar. Não está claro se foi no local que mataram um dos filhos de Bin Laden. Finalmente chegaram ao quarto onde estava o chefe da Al Qaeda, a mulher, a iemenita Amal Al Sadah, e a filha dele, de 12 anos. Todos estavam desarmados, mas perto de Bin Laden havia um fuzil AK-47.

A mulher tentou parar os soldados e levou um tiro na perna. E Bin Laden levou dois tiros: um no peito e outro na cabeça, acima do olho esquerdo. Nas roupas dele, estavam escondidos 500 euros e dois números de telefone.

“Se Bin Laden tivesse se entregado, não teria sido morto. Aí, a única preocupação seria não ferir um refém”, explica Marcinko. “Em uma situação como essa, tudo o que se move é alvo. A ordem é atirar”. Os soldados então recolheram computadores e cinco celulares.

“Neste momento, começa a segunda parte da missão, tão dura quanto a outra”, diz Marcinko. “Retirar o corpo de Bin Laden para comprovar que era mesmo ele. Uma missão mais fácil seria jogar uma bomba de mil quilos e explodir a casa. Mas aí, como provar que era Bin Laden?”

Antes de partir, os seals incendiaram o helicóptero danificado. O fundador do Team Six explica que isso é padrão operacional. O objetivo é não deixar para trás equipamentos eletrônicos e informações tecnológicas. O mesmo internauta que registrou a chegada dos helicópteros gravou imagens das chamas. Um terceiro helicóptero veio recolher o corpo de Bin Laden. O tempo da ação foi de 40 minutos.

Os americanos comemoraram o sucesso da operação, mas nunca vão saber a identidade dos homens que chamam de heróis. Até o agradecimento do presidente Obama foi a portas fechadas. “Matar Bin Laden é o sucesso de hoje”, avalia o veterano. “Mas em alguns meses, quando finalmente decifrarmos tudo o que foi recolhido na casa, que segundo a CIA era o centro de comanda da Al Qaeda, veremos que o acesso a essas informações foi mais importante do que matar Bin Laden”.


Do G1, com informações do Fantástico


Conheça os Navy Seals, o grupamento de elite da Marinha americana responsável pela ação que matou Osama Bin Laden

Tropa que participou do ataque a Bin Laden é uma das melhores dos EUA
EUA Navy SEALs treinam nesta foto de arquivo não datada. Os Seals são uma grupamento de soldados de elite usados em missões especiais. Salmeron Miguel / Getty Images

Os super-soldados disparam cerca de três mil tiros por semana. A correspondente Elaine Bast explica quem são eles e como são treinados.

Eles são considerados os super-soldados americanos. O pelotão é conhecido informalmente como “Team 6” – o “Time dos seis”, uma unidade de ponta ligada à Marinha, especializada no combate ao terrorismo. No time, estão os melhores soldados, selecionados de um esquadrão de elite chamado “Navy Seals”.

Pouco se sabe sobre esses homens que fazem parte deste grupo de elite. A identidade deles, as táticas que usam – tudo é guardado em absoluto segredo. Eles são escolhidos a dedo, os melhores entre os melhores soldados do país, que são treinados para capturar alvos no mar, na terra e no ar.

Os supersoldados contam com os melhores equipamentos e com um treinamento intensivo. Chegam a disparar uma média de três mil tiros por semana, mais do que os todos os fuzileiros navais disparam por ano. Os “Seals” fazem parte da junta do comando de operações especiais americana que tem um orçamento nada modesto: custa ao país US$ 1 bilhão por ano.

Em 2009, eles participaram do resgate do capitão americano Richard Philips, que foi capturado por piratas somalis. Tiros precisos mataram três piratas na operação. Mas em 2010, os “Seals” falharam ao tentar resgatar uma refém britânica, Linda Norgrove, capturada por terroristas no Afeganistão. Ela acabou sendo atingida acidentalmente por uma granada do próprio batalhão de elite e morreu. Por isso, o sucesso da operação para capturar Bin Laden foi importante para resgatar a reputação destes super-soldados.

Oficialmente, o governo americano não confirma nem nega o envolvimento deles na morte do terrorista mais procurado do planeta. Mas o comandante da operação, em um e-mail que vazou para imprensa, parabenizou a tropa pelo sucesso do ataque. Pediu discrição e acrescentou que a luta ainda não acabou. [jornalfloripa.com.br]

Seal é uma ramificação da marinha especializada em missões de precisão. Os agentes entram e saem rapidamente do teatro de operações para realizar tarefas como recolhimento de inteligência, destruição de alvos específicos e resgates. O Team 6 é uma espécie de 'melhores dos melhores' das forças Seal. Seus membros são chamados de black operatives. A definição indica que eles existem fora do protocolo militar e cuidam de missões do mais alto nível secreto. Atuam, muitas vezes, fora dos limites das leis internacionais, em missões não documentadas, de forma a facilitar que as autoridades neguem sua existência. O fato de o governo americano ter revelado sua atuação nesse caso para a imprensa do mundo inteiro mostra como a publicidade sobre a morte de bin Laden é importante para os Estados Unidos.

A criação do Team 6 foi uma resposta direta ao fiasco na Crise dos Reféns no Irã. Em 1979, logo após a deposição do xá Rezah Pahlevi, radicais islâmicos invadiram a embaixada americana em Teerã e fizeram 52 reféns. A Delta Force, grupo de elite do exército americano, tentou resgatar os diplomatas em 1980, mas fracassou. O episódio mostrou que era necessária a formação de uma equipe contra terroristas capaz de operar com o máximo de discrição. A equipe recebeu o nome de Team 6 para confundir a inteligência soviética sobre o número de equipes Seal ativos na época — na ocasião, apenas 3 existiam. [Veja]




Os verdadeiros responsáveis pela operação que culminou com a morte do líder do grupo terrorista Al-Quaeda, Osama Bin Laden, na noite do último domingo, teria sido uma unidade de elite criada em 1980 pelas forças especiais da Marinha americana (Navy Seals).

Segundo especialistas em serviços secretos americanos, o chamado incialmente de "Team 6", seria uma espécie de "elite da elite" dentro e suas atividades seriam tão secretas que a maior parte dos militares não conhece abertamente suas operações.

Apesar de a Casa Branca e a Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) se negarem a confirmar publicamente a participação do "Team 6" na operação que tirou a vida do líder da Al-Qaeda, jornais, revistas e sites especializados já reportaram diversas notícias sobre essa possibilidade.

O "Team 6", dizem os especialistas em serviços secretos americanos, foi criado após a fracassada tentativa de resgatar os reféns americanos no Irã, em 1980; o grupo teria sido responsável, ainda, pelo resgate do governador de Granada na invasão americana de 1983; e também pelo apoio à perseguição dos criminosos de guerra nos Bálcãs, além da libertação do capitão americano do Maersk Alabama na Somália, em 2009, segundo informações do site especializado no assunto, Globalsecurity.org.

O comando especial também teria intervindo na libertação de Linda Norgrove, uma informante escocesa de 36 anos que havia sido sequestrada no Afeganistão e morta numa operação de resgate, diz a imprensa americana.

O dígito "6" foi escolhido para fazer com que os soviéticos acreditassem que os Seals dispunham de mais equipes do que na verdade possuíam, explicou Richard Marcinko, primeiro líder do "Team 6" em uma obra sobre sua experiência intitulada "O Guerreiro Rebelde". Segundo Marcinko, o "Team 6" contava com 90 membros nos anos 80, mas o grupo chegou a ter de 200 a 300 membros desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

Seus membros, diz Marcinko, são recrutados dentro dos 2.300 oficiais da marinha da Seals, cujo treinamento está entre os mais exigentes do mundo. A formação para obter o direito de levar a insígnia dos Seals inclui operações submarinas e saltos de paraquedas de grande altura.
A maioria dos que tentam ingressar nesse seleto grupo falham em algum momento durante o processo de seleção, principalmente devido a enorme pressão psicológica pelas quais são expostos, disse à AFP o capitão Kenneth Klothe, diretor do curso sobre guerra na Universidade de Defesa Nacional dos Estados Unidos.

Apesar de ainda ser conhecido por "Team 6", esse nome deixou de existir desde 1987, quando foi rebatizado Grupo de Desenvolvimento de Operações Especiais da Marinha (NSWDG, na sigla em inglês) e, segundo o jornalista especializado, Marc Ambider, o nome teria mudado novamente no final de 2010.

domingo, 2 de janeiro de 2011

EUA investiga vídeos de sexo gravada em porta aviões da marinha

Escândalo na Marinha Americana com vídeos pornográficos.

Washington .- A Marinha dos EUA investiga a aparição de vídeos de conteúdo sexual filmado no no "porta-aviões Enterprise" que teve algumas missões nas campanhas da Guerra no Iraque e no Afeganistão.

O Virginian Pilot Jornal informou hoje que os vídeos mostraram a cerca de 6.000 marinheiros e fuzileiros navais no porta-aviões durante as missões em 2006 e 2007, em numerosas referências a " insinuações sexuais ".

"O homem que teve a idéia e agir sobre eles é o capitão Owen Honors, que agora é o comandante do porta-aviões", disse.

Em um dos vídeos se observa duas mulheres no chuveiro e fingindo se banharem juntas , enquanto em outros são alguns marinheiros vestidos de mulher, simulando masturbação e até mesmo exames retais.

generaccion.com