Mostrando postagens com marcador britânicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador britânicos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

All I Want For Christmas - Marinheiros britânicos comemoram volta para casa com música de Mariah Carey

Após sete meses de operações, os funcionários da marinha britância resolveram comemorar a volta para casa e a chegada do Natal de um jeito especial: fizeram um vídeo dublando a música “All I Want For Christmas Is You”, da Mariah Carey.

A paródia, vista até agora mais de 39 mil vezes no YouTube, agradou até a própria Mariah, que elogiou os marinheiros em seu Twitter. “Essa é a melhor coisa que eu já vi. Esses caras fizeram o meu dia. Feliz Feliz Natal”.

All I Want For Christmas - HMS OCEAN



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Britânico mata ex-mulher e filho a machadadas usando máscara de terror

Michael Kelly submeteu ex-mulher e a sua família a sessão de terror e violência
A Justiça da Grã-Bretanha condenou à prisão perpétua um homem que matou sua ex-mulher e o filho dela a machadadas, em uma sessão na qual ele usou uma máscara de terror.

Michael Kelly, 46, terá de passar pelo menos 30 anos preso pelo crime, cometido no dia 13 de dezembro do ano passado na casa onde eles haviam vivido em Banbury, perto de Oxford.

A polícia disse que o ataque foi motivado porque o homem não conseguiu lidar com a separação, um mês antes.

Segundo a polícia da região de Thames Valley, Michael e sua ex-mulher, Sally Cox, 43, haviam passado a morar juntos em fevereiro do ano passado.

Em novembro, eles se separaram e, nas palavras do detetive Peter Vigurs, que liderou a investigação, Michel Kelly "não conseguiu lidar com a separação".

"Esses assassinatos brutais foram cometidos por Kelly com um machado, enquanto ele usava uma terrível máscara de terror", disse o inspetor.

No episódio morreram Sally Cox e seu filho, Martin Faulkner, 22.

A filha de Sally, Amy, que tinha 19 anos à época, só sobreviveu porque o irmão se colocou entre ela e o assassino.
A ex-mulher, Sally Cox, e o filho dela, Martin Faulkner
A jovem pulou da janela de um quarto no primeiro andar da casa, escapando com ferimentos.

Uma outra garota, que não pode ser identificada por razões legais, conseguiu escapar da casa com vida.

A polícia crê que, de outra forma, Michael as teria matado também.

Justiça

Kelly fugiu da cena do crime e foi preso poucas horas após a polícia encontrar os corpos.

Uma imagem obtida através de câmera de circuito interno mostra o momento em que ele compra, em uma loja, o machado usado no crime.

Durante o processo, ele admitiu as duas acusações de assassinato e outras duas de agressão física com intenção de causar dano.

Câmera interna mostra Kelly comprando
 o machado usado no crime
Após a sentença, a família das vítimas emitiu um comunicado elogiando a decisão da Justiça, mas ressaltando que a punição não compensa a "perda significativa e triste" causada por Michael.


"Hoje, Justiça foi feita para Sally e Martin, embora nenhuma sentença seja longa o suficiente para compensar a dor e o sofrimento a que ele submeteu a família, sem falar no sofrimento que Sally e Martin tiveram de suportar", disse o comunicado.

Oferecendo seu apoio à família, o detetive Vigurs disse esperar que a condenação "possa, ajudá-los um pouquinho a começar uma próxima etapa em sua vida".

BBC Brasil

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Vídeo pró-camisinha do governo britânico é acusado de pornográfico


Vídeo pró-camisinha do governo britânico causa polêmica por cenas 'explícitas'


Uma campanha em vídeo do governo britânico para promover o uso de preservativos entre adolescentes vem provocando polêmica após ter sido acusado de ser “pornográfico”.


Segundo a imprensa britânica, muitos funcionários
do próprio Departamento de Saúde não puderam
ver o vídeo porque as imagens foram bloqueadas
pelo controle da rede de computadores do governo
(Foto: Reprodução NHS via BBC)
O YouTube, canal escolhido pelo Sistema Público de Saúde (NHS, na sigla em inglês) britânico para divulgar a campanha, adverte os usuários que as imagens são inadequadas para menores de 18 anos.
O vídeo interativo, promovido em um site do próprio governo, mostra um grupo de rapazes visitando uma loja de conveniência no caminho de uma festa e avaliando a possibilidade de comprar ou não preservativos.
As imagens mostram o ponto de vista de um dos adolescentes, que na festa conhece uma mulher e a leva à cama.
Caso o usuário tenha escolhido comprar preservativos durante a visita à loja, os dois mantêm relações sexuais, mas se ele não tiver comprado, é rejeitado pela mulher.
Em um dos cenários do vídeo interativo, o casal acaba mantendo relações sem preservativo, mas o personagem masculino acaba sendo infectado por doenças sexualmente transmissíveis.
Mas imagens do vídeo consideradas explícitas demais provocaram críticas de organizações ligadas à defesa dos adolescentes e de controle da mídia.
Imagens bloqueadas
Segundo a imprensa britânica, muitos funcionários do próprio Departamento de Saúde não puderam ver o vídeo porque as imagens foram bloqueadas pelo controle da rede de computadores do governo.
“É altamente irresponsável o NHS apresentar um retrato gráfico de luxúria desenfreada no qual uma jovem é mostrada como não mais que um objeto sexual e depois dizer aos jovens que eles ‘fizeram as escolhas corretas’ simplesmente porque eles usaram um preservativo”, afirmou à mídia britânica Norman Wells, diretor da ONG Family Education Trust, dedicada a defender os valores familiares.
Vivienne Pattison, diretora da organização Mediawatch, que faz um acompanhamento da mídia local, se disse preocupada com o fato de que não existem controles efetivos para evitar que crianças vejam as imagens mais explícitas do vídeo.
O objetivo do NHS com a campanha é que o vídeo se transforme em um “viral”, repassado por adolescentes via e-mail ou redes de relacionamentos sociais.
Com isso, o governo espera que um grande número de pessoas receba a mensagem sobre a necessidade de usar preservativos em relações sexuais.
“O vídeo incentiva as pessoas que estão pensando em fazer sexo em assegurar que estão se protegendo de pegar doenças sexualmente transmissíveis ao usar um preservativo”, disse um porta-voz do NHS à BBC Brasil.
“A ideia é que, ao permitir aos jovens dirigir a história, isso mostre a eles as escolhas que eles tomam têm um efeito sobre sua saúde e seus relacionamentos. Queremos que as pessoas sejam mais propensas a fazer sexo seguro”, afirmou.

Imagens bloqueadas


Segundo a imprensa britânica, muitos funcionários do próprio Departamento de Saúde não puderam ver o vídeo porque as imagens foram bloqueadas pelo controle da rede de computadores do governo.


'É altamente irresponsável o NHS apresentar um retrato gráfico de luxúria desenfreada no qual uma jovem é mostrada como não mais que um objeto sexual e depois dizer aos jovens que eles 'fizeram as escolhas corretas' simplesmente porque eles usaram um preservativo', afirmou à mídia britânica Norman Wells, diretor da ONG Family Education Trust, dedicada a defender os valores familiares.


Vivienne Pattison, diretora da organização Mediawatch, que faz um acompanhamento da mídia local, se disse preocupada com o fato de que não existem controles efetivos para evitar que crianças vejam as imagens mais explícitas do vídeo.


O objetivo do NHS com a campanha é que o vídeo se transforme em um 'viral', repassado por adolescentes via e-mail ou redes de relacionamentos sociais.


Com isso, o governo espera que um grande número de pessoas receba a mensagem sobre a necessidade de usar preservativos em relações sexuais.


'O vídeo incentiva as pessoas que estão pensando em fazer sexo em assegurar que estão se protegendo de pegar doenças sexualmente transmissíveis ao usar um preservativo', disse um porta-voz do NHS à BBC Brasil.


'A ideia é que, ao permitir aos jovens dirigir a história, isso mostre a eles as escolhas que eles tomam têm um efeito sobre sua saúde e seus relacionamentos. Queremos que as pessoas sejam mais propensas a fazer sexo seguro', afirmou.

Fonte: BBC Brasil