Paula Fernandes está cada dia mais esnobe com seus fãs.
Eles têm reclamado bastante nos bastidores dos shows, pois cantora não gosta de recebê-los no camarim, nem de tirar fotos e dar autógrafos.
Será que não tem ninguém que diga a ela que são eles que compram os CDs e ingressos para seus shows?
Outro assunto muito comentado foi que no show que a cantora fez no Estância Alto da Serra, no último dia 6, ela proibiu entradas VIPs, alegando que quem quisesse ir teria de pagar.
E ainda mandou barrar a entrada de jornalistas.
Os ingressos custaram de R$ 60 a R$ 110.
As informações são do blog da jornalistaFabíola Reipert.
Roberto Carlos expulsa Paula Fernandes de sua vida
Paula cantou com Roberto no especial de Natal da Globo em 2010
Deu no site M de Mulher: Desde que apareceu ao lado de Roberto Carlos no especial de fim de ano do ídolo, na Globo, em dezembro de 2010, Paula Fernandes estourou em todas as rádios do país, tornou-se figurinha carimbada em programas de TV e capas de revista. Mais: passou a ser carinhosamente chamada de "namoradinha do Rei". Mas ao que tudo indica o suposto romance é coisa do passado. Fortes comentários dão conta de que o cantor não quer mais ver sua imagem vinculada à da musa sertaneja.
Segundo o blog de Fabíola Reipert, no R7.com, Roberto rompeu de vez todos os laços com Paula. E o desentendimento entre os dois teria começado depois de o astro (até então, dizem, interessado na moça) ter marcado um encontro com ela após a gravação do programa global. Segundo fontes, o problema é que a artista não apareceu.
Ainda de acordo com o site, o "bolo" da gata deixou o Rei bastante irritado. Tanto que no Carnaval o intérprete teria mandado barrar a entrada dela em seu camarote no sambódromo carioca. A bela, porém, desfilou na Beija-Flor, escola de samba carioca que homenageou RC neste ano.
Procurada por TITITI, Paula Fernandes negou, por intermédio de sua assessoria de imprensa, a briga e o suposto encontro romântico. Entretanto, a representante da beldade confirmou que as perguntas sobre Roberto enviadas a Paula estão mesmo sendo retiradas das pautas dos jornalistas para que essa história chegue ao fim.
Já a assessora do Rei, Ivone Kassu, foi enfática: "Eles não romperam nada porque nunca foram namorados. Ele foi o melhor padrinho que ela poderia ter". A jornalista disse ainda que, apesar de não serem tão íntimos, Roberto tem um grande carinho pela pupila.
Uma pessoa próxima ao cantor e que prefere não se identificar, no entanto, confirma a notícia, mas não quer entrar em detalhes.(Site M de Mulher)
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Roberto Carlos - Quando (Rooftop concert antes dos Beatles)
O cantor brasileiro Roberto Carlos lançou o filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura" (filmado em 1967) no qual uma das cenas é o de um show no telhado do edifício Copam, em São Paulo, cantando a música "Quando" .
É, assim, o predecessor dos Beatles em mais de um ano quanto ao Rooftop Concert.
Quando
Roberto Carlos
Composição : Roberto Carlos
Quando você se separou de mim
Quase que a minha vida teve fim
Sofri, chorei tanto que nem sei
Tudo que chorei por você, por você oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Eu pensei que ia até morrer depois lutei tanto pra esquecer
Tudo que passei com você, com você, com você
E mesmo assim ainda eu não vou dizer que já te esqueci
Se alguém vier me perguntar
Nem mesmo sei que vou falar
Eu posso até dizer ninguém te amou o tanto quanto eu te amei
Mas você não mereceu
O amor que eu te dei oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Quase que minha vida teve fim
Agora, eu nem quero lembrar
Que um dia eu te amei e sofri
E chorei eu te amei e chorei oh ooh oh
E mesmo assim ainda eu não vou dizer que já te esqueci
Se alguém vier me perguntar
Nem mesmo sei que vou falar
Eu posso até dizer ninguém te amou o tanto quanto eu te amei
Mas você não mereceu
O amor que eu te dei oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Quase que minha vida teve fim
Agora, eu nem quero lembrar
Que um dia eu te amei e sofri
E chorei por você eu chorei por você eu chorei... eu sofri...
É, assim, o predecessor dos Beatles em mais de um ano quanto ao Rooftop Concert.
Quando
Roberto Carlos
Composição : Roberto Carlos
Quando você se separou de mim
Quase que a minha vida teve fim
Sofri, chorei tanto que nem sei
Tudo que chorei por você, por você oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Eu pensei que ia até morrer depois lutei tanto pra esquecer
Tudo que passei com você, com você, com você
E mesmo assim ainda eu não vou dizer que já te esqueci
Se alguém vier me perguntar
Nem mesmo sei que vou falar
Eu posso até dizer ninguém te amou o tanto quanto eu te amei
Mas você não mereceu
O amor que eu te dei oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Quase que minha vida teve fim
Agora, eu nem quero lembrar
Que um dia eu te amei e sofri
E chorei eu te amei e chorei oh ooh oh
E mesmo assim ainda eu não vou dizer que já te esqueci
Se alguém vier me perguntar
Nem mesmo sei que vou falar
Eu posso até dizer ninguém te amou o tanto quanto eu te amei
Mas você não mereceu
O amor que eu te dei oh, oh, oh
Quando você se separou de mim
Quase que minha vida teve fim
Agora, eu nem quero lembrar
Que um dia eu te amei e sofri
E chorei por você eu chorei por você eu chorei... eu sofri...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Roberto Carlos. As várias faces do Rei ao longo de 50 anos de carreira
As várias faces do Rei Roberto Carlos ao longo de 50 anos de carreira
Roberto Carlos é, definitivamente, a cara do Brasil. Em 50 anos de carreira, ele foi do rock ao bolero, passando pelo soul e cantou canções românticas, ingênuas, religiosas e ecológicas
O desafio maior não é se tornar rei, e sim conseguir manter-se no trono. Soberanos podem ser depostos a qualquer momento. Não é o caso de Roberto Carlos, que, com mais de cinco décadas de carreira, permanece no posto de maior estrela da música brasileira. Agora, Sua Majestade chega neste 19 de abril aos 70 anos de vida.
A data seria marcada por um grande show em Vitória. Mas a morte da filha mais velha do Rei, Ana Paula Rossi Braga, 47 anos, após sofrer parada cardíaca, a apresentação foi adiada para o dia 4 de junho.
Entender os motivos da permanência de Roberto Carlos no trono é simples. Mais do que uma figura carismática, é um artista que soube se reinventar ao longo dos últimos 50 anos. São diversas as facetas do cantor e compositor. Musicalmente, ele foi do rock ao bolero, passando pelo soul. Já os temas de suas canções são ainda mais variados, como a ingenuidade festiva da Jovem Guarda, o romantismo, a religiosidade e o ativismo ecológico.
O cantor Roberto Carlos acompanha os desfiles na Sapucaí (06/03/2011) Imagem: UOL
Amigo do Rei, o empresário cachoeirense Darinho Cruz considera Roberto um dos artistas que mais contribuíram para a evolução da música brasileira. "Sou suspeito para falar, mas ele influencia gerações desde a Jovem Guarda. O Roberto é referência na música e no comportamento", afirma Darinho, presença garantida em todos os shows do amigo no Estado.
A maioria dessas apresentações, por sinal, aconteceu graças ao empresário artístico Fernando Palhares, que chama a atenção para o profissionalismo do cantor e compositor. "Ele nunca abriu mão do aprimoramento técnico, trabalhando com os melhores músicos, com grandes orquestras e maestros", acrescenta Palhares.
Segundo ele, o grande trunfo de Roberto é saber equilibrar suas diferentes facetas. "Logo após a Jovem Guarda, ele alcançou sua maturidade compondo belíssimas canções, como 'Detalhes' e 'Traumas'. De lá para cá, passou por diferentes fases, sem que uma ofuscasse a outra, e vive revisitando todos esses momentos de sua carreira", diz.
Ritmos
Em seu primeiro álbum, "Louco por Você" (1961) - que acabou renegado pelo Rei e hoje, de tão raro, vale uma fortuna -, Roberto flertava com a bossa nova, o bolero e o rock. A maioria das canções desse disco foi composta pelo colega Carlos Imperial (outra cria de Cachoeiro de Itapemirim, terra natal do Rei).
Os grandes hits vieram a partir do disco seguinte "Splish Splash", de 1963, em que mergulhava de cabeça no rock 'n' roll. Dele, saíram hits como "Parei na Contramão", de Roberto e Erasmo, e a faixa-título, versão do Tremendão para a canção homônima, de 1958, composta pelos norte-americanos Bobby Darin e Murray Kaufman.
Daí em diante, a carreira de Roberto Carlos foi só ladeira acima. Comandou programas de televisão ao lado dos companheiros da Jovem Guarda, estrelou filmes e gravou um disco atrás do outro, todos fenômenos de venda.
No final dos anos 60, o Rei já mostrava o quanto amadurecera, compondo maravilhas ao lado de seu eterno parceiro, Erasmo, entre as quais destacam-se "As Canções que Você Fez Pra Mim", "As Flores do Jardim da Nossa Casa", "Traumas" e "Todos Estão Surdos".
"Ele sempre foi brilhante. Teve sua fase ecológica muito antes dessa onda verde, dessa moda de falar do meio ambiente. Roberto foi um dos artistas pioneiros nesse sentido. Falou da matança das baleias, do desmatamento na Amazônia", lembra o amigo Darinho.
Para ele, o Brasil foi se transformando junto com as músicas de Roberto. É mais provável, porém, que o Rei tenha sido sagaz o bastante para conseguir acompanhar as mudanças sociais, econômicas e políticas, adaptando-se a elas. "A gente precisa parar e pegar toda a discografia dele para analisar com calma. A nossa história está ali. Ele exaltou o amor, a fé, a família, as mulheres e os trabalhadores, como os taxistas e caminhoneiros", completa.
TIAGO ZANOLI - A GAZETA
Roberto Carlos é, definitivamente, a cara do Brasil. Em 50 anos de carreira, ele foi do rock ao bolero, passando pelo soul e cantou canções românticas, ingênuas, religiosas e ecológicas
O desafio maior não é se tornar rei, e sim conseguir manter-se no trono. Soberanos podem ser depostos a qualquer momento. Não é o caso de Roberto Carlos, que, com mais de cinco décadas de carreira, permanece no posto de maior estrela da música brasileira. Agora, Sua Majestade chega neste 19 de abril aos 70 anos de vida.
A data seria marcada por um grande show em Vitória. Mas a morte da filha mais velha do Rei, Ana Paula Rossi Braga, 47 anos, após sofrer parada cardíaca, a apresentação foi adiada para o dia 4 de junho.
Entender os motivos da permanência de Roberto Carlos no trono é simples. Mais do que uma figura carismática, é um artista que soube se reinventar ao longo dos últimos 50 anos. São diversas as facetas do cantor e compositor. Musicalmente, ele foi do rock ao bolero, passando pelo soul. Já os temas de suas canções são ainda mais variados, como a ingenuidade festiva da Jovem Guarda, o romantismo, a religiosidade e o ativismo ecológico.
O cantor Roberto Carlos acompanha os desfiles na Sapucaí (06/03/2011) Imagem: UOL
Amigo do Rei, o empresário cachoeirense Darinho Cruz considera Roberto um dos artistas que mais contribuíram para a evolução da música brasileira. "Sou suspeito para falar, mas ele influencia gerações desde a Jovem Guarda. O Roberto é referência na música e no comportamento", afirma Darinho, presença garantida em todos os shows do amigo no Estado.
A maioria dessas apresentações, por sinal, aconteceu graças ao empresário artístico Fernando Palhares, que chama a atenção para o profissionalismo do cantor e compositor. "Ele nunca abriu mão do aprimoramento técnico, trabalhando com os melhores músicos, com grandes orquestras e maestros", acrescenta Palhares.
Segundo ele, o grande trunfo de Roberto é saber equilibrar suas diferentes facetas. "Logo após a Jovem Guarda, ele alcançou sua maturidade compondo belíssimas canções, como 'Detalhes' e 'Traumas'. De lá para cá, passou por diferentes fases, sem que uma ofuscasse a outra, e vive revisitando todos esses momentos de sua carreira", diz.
Ritmos
Em seu primeiro álbum, "Louco por Você" (1961) - que acabou renegado pelo Rei e hoje, de tão raro, vale uma fortuna -, Roberto flertava com a bossa nova, o bolero e o rock. A maioria das canções desse disco foi composta pelo colega Carlos Imperial (outra cria de Cachoeiro de Itapemirim, terra natal do Rei).
Os grandes hits vieram a partir do disco seguinte "Splish Splash", de 1963, em que mergulhava de cabeça no rock 'n' roll. Dele, saíram hits como "Parei na Contramão", de Roberto e Erasmo, e a faixa-título, versão do Tremendão para a canção homônima, de 1958, composta pelos norte-americanos Bobby Darin e Murray Kaufman.
Daí em diante, a carreira de Roberto Carlos foi só ladeira acima. Comandou programas de televisão ao lado dos companheiros da Jovem Guarda, estrelou filmes e gravou um disco atrás do outro, todos fenômenos de venda.
No final dos anos 60, o Rei já mostrava o quanto amadurecera, compondo maravilhas ao lado de seu eterno parceiro, Erasmo, entre as quais destacam-se "As Canções que Você Fez Pra Mim", "As Flores do Jardim da Nossa Casa", "Traumas" e "Todos Estão Surdos".
"Ele sempre foi brilhante. Teve sua fase ecológica muito antes dessa onda verde, dessa moda de falar do meio ambiente. Roberto foi um dos artistas pioneiros nesse sentido. Falou da matança das baleias, do desmatamento na Amazônia", lembra o amigo Darinho.
Para ele, o Brasil foi se transformando junto com as músicas de Roberto. É mais provável, porém, que o Rei tenha sido sagaz o bastante para conseguir acompanhar as mudanças sociais, econômicas e políticas, adaptando-se a elas. "A gente precisa parar e pegar toda a discografia dele para analisar com calma. A nossa história está ali. Ele exaltou o amor, a fé, a família, as mulheres e os trabalhadores, como os taxistas e caminhoneiros", completa.
TIAGO ZANOLI - A GAZETA
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Música homenageia filha falecida de Roberto Carlos
"Ana", que tem versões em português e italiano, está no álbum "Roberto Carlos"
A filha mais velha de Roberto Carlos, Ana Paula Braga, já tem uma música em sua homenagem, assim como a mãe do cantor ("Lady Laura") e a falecida esposa Maria Rita ("Amor Sem Limite"). Ana Paula, que morreu na madrugada do último sábado após um mal súbito, teria inspirado o título da música "Ana", composta pelo Rei em 1970.
O irmão de Ana Paula, Dudu Braga, trouxe o assunto à tona ao publicar no Twitter a seguinte mensagem: "Gostaria de agradecer o carinho de vocês nesse momento de dor e dizer q o paizão fez uma música para ela que se chama Ana, uma linda homenagem!".
A assessoria do cantor não confirmou a informação de que a música seria uma homenagem a Ana Paula. No entanto, admitiu que a letra é realmente do Rei, em parceria com Erasmo Carlos.
A composição, que também tem uma versão em italiano (Anna), é a faixa de abertura do álbum "Roberto Carlos", de 1970. No mesmo disco, lançado pela gravadora CBS, foram gravados sucessos como "Jesus Cristo" e "Meu pequeno Cachoeiro".
O historiador Paulo César de Araújo, autor da biografia "Roberto Carlos em Detalhes", relata em sua obra a seguinte declaração de Roberto Carlos a respeito dessa música: "Ana Paula, minha filha, não tem nada com a história, mas o título foi uma homenagem a ela. É uma das minhas canções favoritas".
No mesmo livro, o Paulo César de Araújo revela que a filha adotiva foi a inspiração para que Roberto aceitasse participar do Festival de Música da Record no ano de 1968, defendendo a canção "Madrasta", composta por Renato Teixeira (autor de "Romaria").
Filhos
De certa forma, a letra exprimia a situação que ele vivia após ter registrado Ana Paula como sua filha. Na época, mulheres desquitadas como Nice, mãe de Ana Paula, não eram bem vistas na sociedade. Como ainda não existia o divórcio no Brasil, Roberto se casou com Nice
Em 1972, o Rei gravou "Quando as crianças saem de férias", dedicada aos filhos. Dez anos depois, quando já estava separado de Nice, ele gravou a canção "Fim de semana", que fala das suas visitas aos filhos.
Ontem, com aparência abatida, o cantor participou da missa de um ano da morte da mãe, Laura Moreira Braga. A cerimônia foi realizada na Igreja Nossa Senhora do Brasil, na Urca, Zona Sul do Rio. Lady Laura, como era conhecida, morreu no dia 17 de abril de 2010, aos 96 anos, vítima de insuficiência respiratória.
Nova data de show será divulgada hoje
A produção do show de Roberto Carlos deverá informar hoje se a apresentação irá ocorrer em nova data. O show, previsto para terça-feira, quando o cantor completa 70 anos, foi adiado em função da morte de sua filha mais velha. Também serão divulgados hoje os procedimentos para quem quiser o dinheiro do ingresso de volta.
Rachel SilvaA Gazeta
domingo, 17 de abril de 2011
Rei Roberto Carlos já levou sapatada em show em Vitória
1964, domingueira do Clube Álvares Cabral, Vitória. O público lotava o apertado salão para apresentações de nomes promissores da música local, quando o grande Maurício de Oliveira vira-se para a plateia e diz: "Agora vai se apresentar um cantor que está iniciando a carreira. Ele é do Espírito Santo e merece nossos aplausos". Subia ao palco o futuro Rei Roberto Carlos.
Quase 40 anos depois, um assunto que era apenas revelado em conversa de amigos vira música. O músico Chico Lessa, na música "Ciúmes do Rei", conta uma grande brincadeira que envolveu Roberto Carlos no dia daquela apresentação.
"Foi super legal. Todos passamos a conhecer Roberto Carlos naquela época. Ele tinha acabado de gravar "Calhambeque". Lá pelas tantas, um amigo nosso pegou um sapato de uma amiga e jogou em cima do Roberto como se fosse uma fã, gritando: "ai, Roberto?. E se escondeu", conta.
Ainda em início de carreira, mas já aprendendo a lidar com as reações do público, Roberto Carlos não percebeu que o sapato era apenas uma brincadeira, mas levou na esportiva. "O Roberto brincou, pegou o sapato, colocou no braço da guitarra, perguntando quem era a Cinderela. E continuou tocando", revela, em tom de brincadeira.
A homenagem ao episódio veio há dez anos, quando Chico se uniu a Jorge Tarzan, também músico, e fez a música "Ciúmes do Rei". Como bom artista, Chico criou uma situação diferente para contar a história da domingueira. "Eu conto essa história, mas criei um personagem como se fosse um ciumento. Ele achou que a "mina" dele havia dado mole para o Rei", brinca.
O possível autor da sapatada fanática em Roberto Carlos é Fausto Tancredi, membro do Conselho do Sindicato dos Odontologistas do Estado do Espírito Santo. Amigo de Lessa desde a época, Tancredi desvia-se do assunto. Segundo ele, não se lembra de ter jogado o sapato, mas não descarta a possibilidade. "Pode até ter sido. O que eu me lembro é que Roberto Carlos tocou o resto da noite com um sapato de mulher preso em uma guitarra. E uma amiga que estava ao meu lado estava com um sapato só. Me lembro disso aí". (Leonardo Soares)
A Gazeta
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Chico Lessa, músico: amizade com Roberto Carlos data de 1964 |
"Foi super legal. Todos passamos a conhecer Roberto Carlos naquela época. Ele tinha acabado de gravar "Calhambeque". Lá pelas tantas, um amigo nosso pegou um sapato de uma amiga e jogou em cima do Roberto como se fosse uma fã, gritando: "ai, Roberto?. E se escondeu", conta.
Ainda em início de carreira, mas já aprendendo a lidar com as reações do público, Roberto Carlos não percebeu que o sapato era apenas uma brincadeira, mas levou na esportiva. "O Roberto brincou, pegou o sapato, colocou no braço da guitarra, perguntando quem era a Cinderela. E continuou tocando", revela, em tom de brincadeira.
A homenagem ao episódio veio há dez anos, quando Chico se uniu a Jorge Tarzan, também músico, e fez a música "Ciúmes do Rei". Como bom artista, Chico criou uma situação diferente para contar a história da domingueira. "Eu conto essa história, mas criei um personagem como se fosse um ciumento. Ele achou que a "mina" dele havia dado mole para o Rei", brinca.
O possível autor da sapatada fanática em Roberto Carlos é Fausto Tancredi, membro do Conselho do Sindicato dos Odontologistas do Estado do Espírito Santo. Amigo de Lessa desde a época, Tancredi desvia-se do assunto. Segundo ele, não se lembra de ter jogado o sapato, mas não descarta a possibilidade. "Pode até ter sido. O que eu me lembro é que Roberto Carlos tocou o resto da noite com um sapato de mulher preso em uma guitarra. E uma amiga que estava ao meu lado estava com um sapato só. Me lembro disso aí". (Leonardo Soares)
A Gazeta
sábado, 16 de abril de 2011
Morre Ana Paula, filha de Roberto Carlos
Ana Paula Rossi Braga, a filha mais velha do cantor Roberto Carlos, morreu na madrugada deste sábado, 16. Aos 47 anos, ela sofreu uma parada cardíaca por volta das 3h.
O velório acontece nesta tarde, na capela do Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, em São Paulo. O corpo deve ser enterrado no cemitério do Araçá, por volta das 17h.
De acordo com Lea Penteado, empresária de Roberto, o cantor estava em São Paulo quando soube da notícia.
Ana Paula era filha do primeiro casamento de Nice Braga, primeira mulher de Roberto. Apesar de não ter vínculos biológicos com o cantor, sempre foi tratada como uma filha pelo Rei. Ela era casada com o guitarrista Paulinho Ferreira, que trabalha com Roberto, e fazia questão de assistir a todos os shows do pai.
Roberto estava programando um show de aniversário em Vitória, na terça-feira, 19, mas cancelou a apresentação assim que soube da notícia.
No ano passado, Roberto perdeu a mãe, Lady Laura, também perto de seu aniversário - ela faleceu no dia 17 de abril, aos 96 anos. Amanhã, às 15h, seria a missa de 1 ano da morte.
O site oficial de Roberto publicou um comunicado: "É com grande pesar que comunicamos o falecimento de Ana Paula Rossi Braga Ferreira, a filha mais velha de Roberto Carlos e Cleonice (Nice) Rossi e esposa do músico Paulinho Ferreira. Ana Paula faceleu na madrugada de 16 de abril de 2011 em São Paulo."
Fonte: Caras
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Roberto Carlos e a filha, Ana Paula Rossi Braga Reprodução |
O velório acontece nesta tarde, na capela do Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, em São Paulo. O corpo deve ser enterrado no cemitério do Araçá, por volta das 17h.
De acordo com Lea Penteado, empresária de Roberto, o cantor estava em São Paulo quando soube da notícia.
Ana Paula era filha do primeiro casamento de Nice Braga, primeira mulher de Roberto. Apesar de não ter vínculos biológicos com o cantor, sempre foi tratada como uma filha pelo Rei. Ela era casada com o guitarrista Paulinho Ferreira, que trabalha com Roberto, e fazia questão de assistir a todos os shows do pai.
Roberto estava programando um show de aniversário em Vitória, na terça-feira, 19, mas cancelou a apresentação assim que soube da notícia.
No ano passado, Roberto perdeu a mãe, Lady Laura, também perto de seu aniversário - ela faleceu no dia 17 de abril, aos 96 anos. Amanhã, às 15h, seria a missa de 1 ano da morte.
O site oficial de Roberto publicou um comunicado: "É com grande pesar que comunicamos o falecimento de Ana Paula Rossi Braga Ferreira, a filha mais velha de Roberto Carlos e Cleonice (Nice) Rossi e esposa do músico Paulinho Ferreira. Ana Paula faceleu na madrugada de 16 de abril de 2011 em São Paulo."
Fonte: Caras
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