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terça-feira, 29 de maio de 2012

Kalpana Saroj. Indiana forçada a se casar aos 12 anos supera abusos e vira milionária


Indiana forçada a se casar aos 12 anos supera abusos e vira milionária
Kalpana Saroj, que nasceu em uma classe marginalizada, destacou-se como empreendedora de sucesso em seu país.


Uma mulher indiana de uma classe marginalizada, que chegou a tentar o suicídio para escapar da discriminação, da pobreza e dos abusos físicos, é hoje a presidente-executiva de uma empresa multimilionária da Índia.
Nascida em um grupo marginalizado, Saroj tem
uma incomum história de sucesso (Foto: Kamani
Tubes/Divulgação)
A vida de Kalpana Saroj, uma executiva bem-sucedida e premiada, tem elementos que parecem saídos de um filme de Bollywood, com a superação de obstáculos até chegar a um final feliz.
Nascida em uma baixa casta do grupo Dalit (uma população sul-asiática de várias castas considerada intocável), Saroj foi vítima de bullying na escola, forçada a se casar aos 12 anos, enfrentou pressões sociais para conseguir abandonar seu marido e tentou tirar sua própria vida.
'A primeira vez que cheguei em Mumbai (sul da Índia), sequer sabia para onde ir. Eu vinha de uma aldeia tão pequena. Hoje minha companhia dá nome a duas estradas na cidade', relata Saroj, resumindo as transformações que enfrentou em sua vida.
Sistema de castas
O sistema de castas da Índia é uma antiga forma de hierarquia social, em que a pessoa é desde seu nascimento classificada em uma categoria da sociedade. Quem nasce em castas mais baixas é historicamente fadado à discriminação.
'Os pais de alguns de meus amigos não me deixavam entrar em suas casas. Eu não podia participar de algumas atividades da escola por ser Dalit', diz Saroj, hoje com 52 anos de idade.
Seu pai permitiu que ela obtivesse educação escolar, mas pressões sociais a forçaram a se tornar uma noiva aos 12 anos. Mudou-se para uma favela de Mumbai com seu marido, dez anos mais velho.
Para piorar, começou a sofrer abusos. 'Fui maltratada pelo irmão mais velho do meu marido e pela mulher dele. Eles puxavam meu cabelo e me batiam, às vezes por coisas pequenas. Eu me sentia quebrada pelas agressões verbais e físicas.'
Saroj destacou-se como empreendedora e ganhou
respeito entre executivos (Foto: Kamani Tubes/
Divulgação)
O ato de abandonar um marido é fortemente repreendido na cultura indiana, mas, graças ao apoio de seu pai - que, durante uma visita a Mumbai, chocou-se ao ver a filha abatida e vestindo trapos -, Saroj conseguiu escapar de seu relacionamento abusivo.
O retorno de Saroj a sua aldeia natal, no entanto, foi visto como um fracasso pelos vizinhos. Para escapar da pressão social, ela focou suas energias em tentar obter um emprego e aprender a costurar.
Mas mesmo após conquistar algum grau de independência, ela não conseguiu suportar a pressão.
'Certo dia decidi pôr fim à minha vida. Bebi três garrafas de inseticida', recorda.

Foi salva por sua tia, que entrou no quarto e encontrou-se com ela espumando e convulsionando incontrolavelmente.
Virada
Foi um ponto de virada em sua vida. 'Decidi que ia viver a minha vida e fazer algo grandioso.'
Aos 16 anos, ela mudou-se de volta a Mumbai e foi morar na casa de um tio, para trabalhar como alfaiate. Começou recebendo um dólar por mês para operar máquinas de costura industriais. Foi recebendo seu salário aos poucos, mas, quando ela percebeu que o dinheiro seria insuficiente para pagar um tratamento de saúde para sua irmã doente, descobriu que precisaria ir além.
'Fiquei muito desapontada ao notar que o dinheiro importa sim na vida, e eu precisava ganhar mais', afirma.
Ela tomou um empréstimo do governo e abriu um empreendimento no setor de móveis. Fazendo jornadas de trabalho de 16 horas diárias - hábito que mantém até hoje -, acabou conquistando admiração no mundo empresarial.
Foi convidada a assumir o comando de uma empresa de produção de metais, Kamani Tubes, que estava fortemente endividada. Reestruturou e mudou a companhia.


'Queria fazer justiça para os empregados da empresa', diz Saroj sobre sua motivação. 'Tinha que salvá-la. Eu entendia a posição das pessoas que trabalhavam ali e precisavam pôr comida na mesa de suas famílias.'
A Kamani Tubes é hoje uma empresa multimilionária, que emprega pessoas de diferentes castas.
Saroj, por sua vez, casou-se novamente, com um executivo do setor moveleiro, e teve dois filhos.
Como Dalit e como mulher, sua história é um ponto fora da curva num país onde tão poucos altos executivos têm origens marginalizadas.
Kalpana Saroj foi entrevistada pelo programa Outlook, da BBC. Ouça a entrevista original, em inglês.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Steve Jobs buscou orientação espiritual na Índia


Jobs buscou orientação espiritual na Índia antes de fundar Apple


Difícil de compreender, duro de trabalhar e tido como insubstituível por muitos fãs e investidores da Apple, Steve Jobs levou a vida desafiando expectativas e convenções.

E apesar de anos demonstrando sinais de saúde fragilizada, sua renúncia da presidência-executiva da Apple foi manchete no mundo inteiro, com todos imaginando o futuro de um ícone e da companhia que ele simboliza.


"Steve Jobs é o presidente-executivo mais bem-sucedido do mundo corporativo dos Estados Unidos dos últimos 25 anos", disse o chairman do Google, Eric Schmidt, que era membro do Conselho da Apple mas renunciou devido a conflito de interesses. "De maneira única ele combinou um toque de artista com uma visão de engenheiro para erguer uma companhia extraordinária, é um dos maiores líderes da história dos EUA", acrescentou em comunicado.

Arte/Folha

Jobs abandonou os estudos e foi para a Índia em busca de orientação espiritual antes de fundar a Apple --nome que ele sugeriu a seu amigo e co-fundador da empresa Steve Wozniak após ter visitado uma comunidade no Estado norte-americano do Oregon, a qual ele se referiu como "um pomar de maçãs".

Com sua paixão por design minimalista e marketing genioso, Jobs mudou o curso da computação pessoal e transformou o mercado da comunicação móvel.


O dispositivo de música iPod, o iPhone --chamado de "telefone de Jesus" por seus "religiosos" seguidores-- e o tablet iPad são criações de um homem conhecido por seu quase obsessivo controle pelo processo de desenvolvimento de produtos.

"A maioria dos meros mortais não pode entender uma pessoa como Steve Jobs", disse o ex-funcionário da Apple Guy Kawasaki. "Ele tem um sistema operacional diferente."

Carismático, visionário, implacável, perfeccionista, ditador --essas são algumas das palavras que as pessoas usam para descrever a figura de Jobs, que pode ser o maior sonhador que o mundo da tecnologia já viu, mas também um exímio empresário e negociador.

"Steve Jobs é um gênio do mundo dos negócios da nossa geração", disse recentemente a ex-presidente do eBay Meg Whitman.

Bill Gates, co-fundador da Microsoft, tem chamado Jobs de a pessoa mais inspiradora da indústria tecnológica e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o classifica como a personificação do "American Dream".

É difícil de imaginar, mas rejeição, fracasso e má sorte também fazem parte da história de Jobs.

Jobs foi abandonado ao nascer, retirado da Apple em meados da década dos anos 1980 e enfrentou um câncer quando finalmente voltou ao topo. Sua renúncia como presidente-executivo, anunciada na quarta-feira, vem em uma idade relativamente jovem de 55 anos.

"Eu sempre disse que, se houvesse um dia em que eu não pudesse mais cumprir meus deveres e atender às expectativas como presidente-executivo da Apple, eu seria o primeiro a informá-los. Infelizmente, esse dia chegou", escreveu Jobs em curta carta.

Jobs foi adotado e cresceu com uma família do Vale do Silício, celeiro de empresas de defesa e de tecnologia de ponta.

Seu amigo Bill Fernandez apresentou Jobs ao então novo engenheiro Wozniak, e os dois Steves começaram uma amizade que culminou no nascimento da Apple Computer.

"Woz é um engenheiro brilhante, mas não é um empreendedor, e aí que Jobs aparece", comentou Fernandez, que foi o primeiro empregado da Apple.

Ryan Anson/France Presse
Steve Jobs mostra a versão branca do iPhone 4 à época do lançamento

DUAS TENTATIVAS

Jobs criou a Apple duas vezes: quando fundou a companhia e de novo quando voltou ao comando da empresa para salvá-la. A Apple agora rivaliza com a petrolífera Exxon Mobil pelo posto de companhia aberta mais valiosa com ações negociadas em Bolsa nos EUA.

Jobs deixou a Apple em 1985 depois de uma disputa com o então presidente-executivo da empresa John Sculley sobre o direcionamento estratégico da companhia.

Ele voltou para a Apple cerca de uma década depois, trabalhando como consultor. Logo ele estava no comando, para o que é conhecido como o segundo ato de Jobs.

Jobs já reinventou o mundo da tecnologia por quatro ou cinco vezes, primeiro com o Apple II, um computador pessoal nos anos 1970; então nos anos 1980 com o Macintosh; com o iPod em 2001; o iPhone em 2007; e o iPad em 2010, que um ano depois do lançamento superou o Macintosh em vendas.

APPLE 3.0

Jobs já tinha deixado o dia-a-dia da Apple três vezes desde 2004, e ele claramente pensava em como seria a empresa sem sua presença. Ele passou por um transplante de fígado e teve uma rara forma de câncer no pâncreas.

Por anos, a cada apresentação ou lançamento de um novo produto, Jobs despertava discussões sobre seu estado de saúde --se estava melhor ou pior do que na aparição anterior.

A presidência-executiva da Apple ficará com Tim Cook, até então vice-presidente operacional mas que já estava interinamente na chefia da empresa.

Steve Jobs morreu nesta quarta-feira (5), aos 56 anos de idade.

DA REUTERS, EM SAN FRANCISCO

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cenas de horror: enxurrada arrasta família durante piquenique na Índia

Águas arrastaram cinco pessoas de uma mesma família
Um piquenique se transformou em uma tragédia na Índia. Cinco pessoas de uma mesma família foram arrastadas por uma cabeça d'água.


Uma enxurrada repentina arrastou cinco pessoas de uma família durante um piquenique no estado indiano de Madhya Pradesh.

O grupo passeava no local em Patalpani, próximo à cidade de Indore, no domingo. No momento em que decidiram atravessar um rio, cujas águas estavam calmas, foram surpreendidos com o rápido aumento do volume da correnteza.

Eles ficaram presos no meio do rio, enquanto a água subia rapidamente. Com a alta pressão, o grupo acabou caindo e sendo arrastado para uma íngreme cachoeira.

Segundo a imprensa local, três dos integrantes da familia foram achados mortos. Os outros dois estão desaparecidos.

Veja o vídeo publicado no Youtube:

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Pescador usa até a boca para retirar pele de cobra

Pescador segura cobra com a boca enquanto colega puxa a pele do réptil, nesta sexta-feira (3), às margens da praia de Girgaum em Mumbai, na Índia. (Foto: Danish Siddiqui/Reuters)

G1

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ônibus cai em rio e mata ao menos 25 convidados de festa de casamento na Índia

Ônibus cai em rio e mata ao menos 25 convidados de festa de casamento na Índia


Ônibus caiu no rio após rompimento de ponte de madeira

Pelo menos 25 convidados de uma festa de casamento morreram após a queda do ônibus em que viajavam em um pequeno rio no Estado de Assam, no nordeste da Índia, segundo informou a polícia local.

O ônibus viajava da capital do Estado, Guwahati, ao distrito de Kamrupto na noite desta segunda-feira.

O ônibus caiu no rio quando cruzava uma ponte de madeira que se rompeu.

Moradores da região correram para o local do acidente na cidade de Rajabari e conseguiram resgatar seis passageiros dos destroços, segundo relatos.

O ônibus estaria transportando cerca de 40 passageiros.

Mergulhadores da polícia chegaram ao local na manhã desta terça-feira para tentar buscar os passageiros desaparecidos.

Acidentes de ônibus são comuns na Índia, muitas vezes causados ​​por veículos mal conservados e direção imprudente, causando milhares de mortes todos os anos.

 bbc

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Dalits. Eles se revoltaram na Índia por ter que limpar excrementos humanos com a mão

A sociedade indiana está repleta de muitas práticas do mal, alguns dos quais equivale a atrocidade a uma ou outra seção do dalit (ou casta) / seções privadas da sociedade. Uma tal atrocidade é a: a remoção de excrementos humanos por seres humanos, com o mínimo de ajuda de vassouras, scarpers metal e baldes. Esta prática foi oficialmente suposto ter sido proibida em 1993 pelo Governo da Índia. lapsos Oficial e apatia à parte, as pesquisas pela ativistas que trabalham contra esta prática mostra que até agora mais de 14 lakhs dos catadores ainda estão sofrendo ignomínia e quase 95% desses trabalhadores são mulheres. Esses catadores são o segmento de dalits intocáveis, que foram presos nesta profissão como um trabalho de nascimentos de base. Os Estados não tomaram o ato de abolição desta prática com seriedade e até mesmo muitos 1999-2000 um Estado não haviam notificado o ato. É nesta perspectiva que a ação social do grupo Safai Karmachari Andolan deu uma chamada para a abolição desta atrocidade até o final de 2010.

A limpeza manual é um ramo da "intocabilidade" praticada na Índia. Muitas sociedades feudais viram o nascimento hierarquia baseada em castas, mas o sistema de castas indiano foi legitimada através da Sagrada Escritura para torná-lo um fenômeno religioso. Muitas fatores têm contribuído para a emergência de casta, classe, raça e religião. Atualmente a teoria da raça não achar graça muito com os estudiosos sérios decasta. Os principais fatores contribuintes foram os econômicas e religiosos. Em sua famosa frase pontos Ambedkar que "casta não é uma divisão do trabalho, é uma divisão dos trabalhadores". Ele coloca mais ênfase nos fatores ideológicos e religiosos. Em sua análise, estes fatores estão interligados como fatores que influenciaram civilizacional e resultou em mudanças sociais, levando à formação do sistema de castas.

A evolução da sociedade de castas foi um processo lento. Sua continuidade foi assegurada, tornando hereditário. O tabu primitivo em comer junto e casamento tornou-se o direito de castas, que por sua vez levou aos limites do casamento e complicadas regras de endogamia e exogamia. A continuidade do sistema de castas dependia vasta rede de sub-castas, as quais foram relacionadas com as profissões. Esta sub-casta - jati - passou a ter maior relevância e se tornou a base do funcionamento da sociedade hindu. Como tornou-se casta hereditária com estreita ligação entre a ocupação e sub-castas, que resultou em uma checagem automática de indivíduo subir na hierarquia de castas.

Untouchablity é o resultado deste sistema de castas e limpeza manual é a expressão subumanas dos mesmos, sendo que das piores atrocidades perpetradas pelas castas superiores sobre as castas baixas. Este é o conceito-chave inerentes poluição pureza, renascimento e teorias que foram usadas para escravizar a casta baixa e mantê-los ligados à ocupação subumanas. Khalid Akhtar (Hardnews Media, março 2008) aponta que as primeiras referências a ele são encontrados em Narada Samhita e Samhita Vajasaneyi. Em Narada Samhita uma das 15 funções listadas para intocáveis, um é a remoção de dejectos humanos. Em Vajasaneyi Samhita, chandalas são referidos como escravos envolvidos na eliminação dos excrementos humanos. Mesmo dalits outro olhar sobre eles e todos a avenida de interação social, sob qualquer forma que lhes foram negados.

Escavações em Lotha em Gujarat mostram que a civilização Harappan tinha água do sistema de saneamento baseado. Os banheiros estavam conectados por esgotos e bueiros e tinha câmaras. Com o declínio da civilização Harappan esta tecnologia entrou em esquecimento.

O sistema de limpeza manual continuou nos tempos medievais também. Enquanto os reis muçulmanos fizeram introduzir técnicas diferentes em lugares. Como tal, a política comunitária, como é seu costume, está tentando propagar que desde que os muçulmanos usaram burka, as mulheres não podiam sair às selvas, eles introduziram a limpeza manual. Esta é outra maneira de colocar a culpa dos problemas internos de fonte externa. Isto está longe da verdade. Observação e pesquisa no sistema de fortalezas Mughal "saneamento mostra que eles tinham pequenos pontos nos quartos de banho dos fortes Mughal que foram utilizados como banheiros. Os resíduos destes banheiros foi realizado pela força gravitacional dos baluartes com a ajuda de água. Esta técnica tem sido visto no Forte Vermelho em Delhi, nos palácios do Rajastão, em Hampi, Karnataka e em Thiruvananthapuram, Kerala.

O britânico alegou que eles vieram aqui, trazendo "Fardo do Homem Branco" de civilizar o Oriente, mas, tanto quanto retrógrada práticas sociais estavam preocupados que estavam despreocupados com esses. No caso de limpeza manual eles colocaram o selo de aprovação sobre esta sistematizando-o e criando os cargos de catadores no exército, ferrovias, municípios e grandes cidades. Salvo alguns lugares que não colocou rede de esgoto na maioria dos lugares, como já observaram que o sistema de limpeza está no lugar. Devido às mutações industriais, final de artesanato e pauperização de uma parte da sociedade, alguns deles forçados a se juntar a este trabalho.

"Rebelião contra a casta e sua receita em 'Ambedkars Aniquilação de casta e os esforços de Mahatma Gandhi para erradicar untouchabilty, as experiências com novos modelos de banheiros, teve um efeito mínimo sobre a situação social total, como a transformação social tem sido dolorosamente lento. Depois de particionar o "intocáveis" do Paquistão não foram autorizados a vir para a Índia eo Governo da Índia não tente muito para a passagem segura do grupo para a Índia. E aqui a situação continuou como tal ficou a dever a que a vida era uma humilhação total para este setor da sociedade persistisse. Durante muitas décadas atrás a pressão dos movimentos sociais está a obrigar as autoridades do Estado a abolir esta prática e reabilitar os catadores. Como de costume, a resposta do Estado foi cozido e meia há uma falta de efetividade da mesma. A etapa dos movimentos sociais para fazer tudo, a campanha de advocacia e outras pressões, para garantir que esta prática é posto para descansar é muito importante.

Sabe-se que a opinião popular e os esforços de todas as pessoas sensíveis a este fim são necessários neste momento de tempo para remover essa mancha na sociedade indiana, independentemente da sua sanção, por parte das Escrituras Sagradas e práticas tradicionais. Bastante é bastante, essa atrocidade em uma seção da nossa sociedade tem que ser interrompido imediatamente, eles precisam ser rahabilitated à vida digna, venha o que vier.

markthetruth.com

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bizarro: bezerro é amamentado por mulher na Índia. Veja

Chouthi Bai mora na vila Kilchu, no estado de Rajasthan.
Muitos visitantes curiosos têm ido vê-la cuidar do animal.


A indiana Chouthi Bai se tornou atração na vila Kilchu, no estado de Rajasthan, na Índia, por amamentar um bezerro. Segundo a agência "Reuters", muitos visitantes curiosos têm ido vê-la cuidar de seu animal de estimação.


Chouthi Bai amamenta um bezerro na Índia. (Foto: Vinay Joshi/Reuters)

Do G1