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| Foto: Reprodução TV Vitória |
“Amigos que andavam com ele e que tinham armas, ele ficava distante porque tinha medo de armas. Ele nunca seria capaz de brincar de roleta russa”, disse um dos cunhados da vítima Leonardo Oliveira.
Outro cunhado de Cleudimar, Juliano de Sena, estranhou o tempo que o funcionário demorou a acionar e empresa e a polícia. “A moça que me atendeu, que é da empresa no Rio de Janeiro, disse que tinha recebido a notícia por volta das 17 horas. Mas informações que nós recebemos na delegacia, dizem que o crime aconteceu por volta das 15 horas. Então houve uma demora muito grande entre o ocorrido e a polícia chegar, a família e a empresa serem avisadas. Então teve tempo para que se manipulasse qualquer tipo de informação”, afirmou.
Cleudimar foi enterrado neste domingo (03) e recebeu as últimas homenagens dos parentes e amigos, em um momento de muita emoção. No sepultamento, que aconteceu no Cemitério Municipal da Ponta da Fruta, todos pediram por justiça.
“Eu acredito que não seja que não seja difícil porque as duas pessoas que estavam lá estão ao alcance da polícia. As provas estão lá, a perícia é fundamental e eu acredito que os investigadores sejam competentes o suficiente para chegar até o ponto de partida desse fato”, falou Juliano de Sena.

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