Nicole Bahls elogia Neymar e diz que craque santista beija bem
Os dois tiveram uma affair em meados do ano passado
Que Nicole Bahls é fã do atacante Neymar isso nunca ninguém desconfiou. Porém, na quinta edição da Fazenda, programa da Rede Record, a ex-panicat resolveu ir além e revelar detalhes de seu "relacionamento" com o craque santista.
A "peoa" está de bobeira - como sempre - conversando com outros participantes do reality, quando o esquecido cantor Sylvinho Blau-Blau perguntou para Nicole se ela achava Neymar bonito. Sem pensar, ela respondeu que sim.
Intrigado com o caso, o autor do hit oitentista "Ursinho Blau-Blau" reclamou e emendou: "o que o dinheiro não faz, hein? Vai ver de perto, ele parece um "frango"."
Para provar suas convicção sobre a "beleza" do atacante, a ex-panicat confirmou que beijou o jogador e ainda rasgou elogios, chamando ele de "engraçadinho" e confirmando que o craque do Peixe beija bem. Tá com moral ou não, o menino?
No entanto, parece que o romance envolvendo os dois não é tão novo quanto parece. No início do ano passado, quando completou 19 anos na casa noturna Royal Club, Neymar e Nicole Bahls teriam sido flagrados aos beijos em um dos camarotes da balada até as 6 horas da manhã, o que foi confirmado pela moça.
Neste ano, o boato tomou ainda mais forma quando em visita ao CT do Santos, a modelo apareceu no treino juntamente com suas companheiras de elenco do Panico na TV para tentar arrancar um beijo do atacante do Peixe em frente às cameras, mas pelo que parece ela conseguiu fora delas.
Hoje em dia, a modelo está longe de badalação e prefere jogar em outra área. Ela namora o zagueiro Victor Ramos, que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro pelo Vitória. Entre idas e vindas e muitas discussões, o casal segue firme e forte.
A Gazeta
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Neymar diz que é 'caridoso' com mulheres feias
Neymar diz que é 'caridoso' com mulheres feias
Em entrevista ao programa 'CQC', o craque do Santos não fugiu das alfinetadas dos humoristas
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| Jogador Neymar na revista TPM |
O jogador não fugiu das brincadeiras e respondeu às alfinetadas dos humoristas. Questionado sobre sua vida amorosa, ele negou estar se aproveitando a fama para se dar bem com a mulherada. Ele, inclusive, admitiu "pegar" mulheres feias. "De vez em quando a gente faz uma caridade", disse ele.
Marcelo Tas questionou se ele não fica muito tempo arrumando o cabelo. Foi o bastante para Neymar disparar: "Para quem tem cabelo não, né Tas?", respondeu Neymar, brincando com o apresentador careca.
SOFTNEWS
sábado, 5 de novembro de 2011
Neymar só de moicano e cueca. Veja
Só de moicano e cueca. Veja ensaio fotográfico de Neymar
Neymar ficou só de cueca na campanha publicitária de um de seus patrocinadores. Vejam só como o atacante do Santos ficou durante o ensaio fotográfico.
Neymar ficou só de cueca na campanha publicitária de um de seus patrocinadores. Vejam só como o atacante do Santos ficou durante o ensaio fotográfico.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Neymar, uma foto para ver e ler
Semiótica de Neymar
Sobre uma foto estampada em O Globo (27/6/2011): no momento do embarque, apoiado com a mão esquerda no balcão da companhia aérea, o jogador Neymar espeta o punho da direita no quadril, ao mesmo tempo em que abre ligeiramente o blazer escuro, deixando à mostra uma camiseta branca, encimada por um colar metálico com pequeno crucifixo. Na cabeça, um chapéu da cor do blazer. A franja que despenca sobre a testa é de cabelo aparentemente tingido e fazpendant com a boca aberta do jogador, olhos dirigidos para o lado como se ele próprio, em meio ao instantâneo no olhar do fotógrafo de jornal, estivesse flagrando algo de inesperado.
Sobre uma foto estampada em O Globo (27/6/2011): no momento do embarque, apoiado com a mão esquerda no balcão da companhia aérea, o jogador Neymar espeta o punho da direita no quadril, ao mesmo tempo em que abre ligeiramente o blazer escuro, deixando à mostra uma camiseta branca, encimada por um colar metálico com pequeno crucifixo. Na cabeça, um chapéu da cor do blazer. A franja que despenca sobre a testa é de cabelo aparentemente tingido e fazpendant com a boca aberta do jogador, olhos dirigidos para o lado como se ele próprio, em meio ao instantâneo no olhar do fotógrafo de jornal, estivesse flagrando algo de inesperado.
Não é todo dia que o leitor de jornal pode deparar-se com um flagrante tão significativo quando esse, captado pelo fotógrafo Michel Filho. Assim como a notícia no caso do texto, a imagem instantânea, e não aquela posada ou estudada, é a essência do fazer jornalístico. O instante capturado pela objetiva – portanto, a expressão de uma unidade temporal flagrada pela consciência – dá margem à construção, pelo senso comum, de outras narrativas, muito diferentes às vezes da interpretação oferecida pelo jornalista na legenda. É que, nessa fração de segundo captada, inexiste “tempo”, logo, ainda não há narrativa, e sim a sua latência, que fica a cargo do leitor.
À margem da cena
No limite, não é a verdade “nua e crua” da fotografia que nos mobiliza, mas o potencial narrativo presente no conteúdo da imagem.
A foto em questão é, ao mesmo tempo, noticiosa e indicial.
A notícia é da ordem do discurso inteligível, por ser o relato de uma ocorrência da vida real que reclama do leitor uma interpretação como casus facti (caso de fato), em oposição a qualquer caso suposto ou imaginário (casus ficti). A legenda noticiosa da foto de Neymar simplesmente informa ao leitor que o jogador, estrela do Santos na Libertadores, ia se juntar à seleção brasileira para a disputa da Copa América na Argentina.
A fotografia, por outro lado (diferentemente da função simbólica e autônoma da imagem), é da ordem do índice e remete para além da literalidade do texto: ela nos diz que aquilo que vemos é também uma sinalização para algo ausente, mas importante, do tipo “onde há fumaça tem fogo”. A leitura do índice é um exercício instigante para o leitor de jornal, em especial nesta época em que o visual, em todas as suas modalidades, convoca para a pluralidade dos modos de ler, mobilizando recursos lógicos e sensíveis.
Um modo mais fácil de perceber isso é figurar que, às vezes, depois de uma bem sucedida conversa comum, pode não se saber se uma informação foi transmitida por palavras ou por tons e expressões faciais, que são propriamente indiciais. A palavra (ou signo), imprescindível à representação, é tanto da ordem do inteligível quanto do sensível, é consciência e corpo, que demandam o leitor na totalidade de sua vinculação social para que este produza a sua própria narrativa sobre o que está lendo ou vendo.
Há fotos que devem ser apenas vistas, e outras que devem ser lidas. Neste último caso está a foto de Neymar. Para começar, observe-se o seu braço direito levemente desengonçado, ao modo daquelas modelos na fotografia de moda com gestos extravagantes, como se fossem um artifício à margem da cena, uma teatralidade que atrai o olhar do espectador para a incongruência, fazendo-lhe ver que o pequeno absurdo da pose é, como a própria roupa que se quer vender, a forma estética de uma novidade – ou de uma mutação.
Ruínas urbanas
Há realmente uma mutação em curso. Aliada ao mercado, a tecnologia, enquanto forma hegemônica de consciência histórica, anuncia uma mutação antropológica, já visível nas novas gerações que nascem e desenvolvem outras aptidões neurológicas, dentre as quais uma pronunciada sensibilidade para com os comportamentos ligados à vertigem (substituição rápida de valores, ultrapasse dos códigos rígidos de conduta, gestualidade gerida pela moda, velocidade informacional) do audiovisual e das conexões eletrônicas. São fatores bastante diferentes daqueles que tradicionalmente orientavam a percepção e o julgamento.
Neymar é novíssima geração, por idade e atitude. Mas já se move na geografia do imaginário, na condição de grande estrela do futebol, esse misto de esporte e jogo cênico coletivo que tenta compensar a falta de mitos organizadores num país que vem destruindo o velho mito do paraíso terrestre e, apesar da expansão econômica, permanecendo em sua posição de um dos cinco mais desiguais do mundo. O futebol também permanece como uma espécie de mediação entre o sonho e a realidade nacional.
Não é mais, porém, a mesma mediação do passado. O futebol de agora tem mais antenas globais do que raízes nacionais. A sociedade tecnomercadológica traz consigo uma compulsão para o entretenimento que vai muito além do ludismo recreativo, na direção dos altos interesses corporativos em nível transnacional. Basta considerar a Copa do Mundo futebolística, organizada pela FIFA, que globalizou o esporte ao mesmo tempo em que pressionou os governos nacionais a dilapidarem recursos na construção de novos estádios para jogos e a financiarem hotéis luxuosos destinados a minorias privilegiadas.
Já se sabe que, sob o marketing da renovação de cidades e de bons resultados econômicos, esses eventos esportivos globais constituem na prática um prodigioso desperdício de recursos públicos e um foco de ruínas urbanas que são, no limite, a condição final dos complexos arquitetônicos de caríssima manutenção, tornados inúteis após a festa. Japão, Coréia do Sul, Portugal, Grécia e África do Sul que o digam.
Modelo poderoso
Neymar é estrela no interior dessa realidade plenamente capitalista do jogo, Entre ele e, digamos, Pelé, medeia a diferença do modo de construção das mitologias populares. Pelé era também um garoto quando despontou, mas a nação pôde assistir – e coletivamente identificar-se – à saga de sua ascensão ao pódio dos grandes atletas do gramado. Neymar já desponta rico e entronizado por mídia e corporações, o que não implica demérito nenhum para a sua magistral atuação em campo. A diferença é que Pelé é símbolo princepsde uma época em que se falava do jogador porque ele era bom, enquanto hoje, não raro, o jogador é bom porque a mídia fala dele.
Neymar é de fato bom – geométrico e preciso em seus passes. Mas ao já nascer (publicamente) atravessado pelos fluxos do espetáculo e do negócio futebolístico, ele se configura como uma semiose (quer dizer, como um processo de significação) narrada por essa “boca do mercado” que é a mídia. Ser “narrado” não significa adequar-se a um gênero literário qualquer (novela, conto, reportagem etc.) nem ser objeto de uma representação, e sim enquadrar-se na narratividade como um nível de organização sintático-semântica de qualquer texto, onde ocorrem processos ou transformações, modificações de atores, nexos entre ações e paixões.
A foto de Neymar pode ser lida pelo viés de uma narratividade que espelha um aspecto da modificação não apenas do estatuto profissional do jogador de futebol (ao mesmo tempo jogador e modelo publicitário) quanto da imagem pública do atleta, agora superfície semiótica porosa diante das flutuações identitárias, das crises de adolescência tardia, do consumo metrossexual etc.
Noutros tempos, aquele punho quebrado no quadril seria publicamente conotado como pouco viril, “mão de rã”, como se dizia no Nordeste. Agora não tem qualquer importância. É o fim da lógica disjuntiva das classificações sociais: Neymar não é isso ou aquilo, mas ora isso, ora aquilo. Talvez não sirva como mito, mas é modelo forte para moda e comportamento juvenis – um bom negócio midiático, portanto.
A propósito, o flagrante do fotógrafo Michel Filho foi tão preciso quanto um passe de Neymar.
Por Muniz Sodré para o Observatório da Imprensa
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Neymar em nova fase: futuro pai, sucessor de Ronaldo e sem ser cai-cai
Atacante fala sobre o nome que gostaria de dar para o filho, a mudança de vida com a condição de ídolo e até a ideia de usar o cabelo cascão de 2002
O menino mais famoso do Brasil voltou a ser o entrevistado de Patrícia Poeta no 'Fantástico', da TV Globo. Agora, em fase diferente. Aos 19 anos, ele chega como futuro papai de um menino que nasce em setembro e carrega nos ombros o peso de ser o substituto de Ronaldo no quesito idolatria pela Seleção Brasileira. O camisa 11 do Santos não descarta, inclusive, voltar a usar o corte cascão que ficou famoso com o Fenômeno na Copa do Mundo de 2002. Confira a entrevista descontraída do atacante, que fala ainda sobre assédio dos fãs e jura que não é cai-cai.
Você vai ser pai. Qual foi sua primeira reação ao receber a notícia?
Neymar: Eu fiquei assustado. A gente pensa que não vai acontecer com a gente, pelo descuido que houve. A notícia foi um choque para a família inteira, mas agora é só felicidade. Agora é cuidar, dar amor e dar carinho. E ensinar a jogar bola.
Sabe se vai ser menino ou menina?
Sim, é menino. Vou ensinar a jogar futebol.
Sim, é menino. Vou ensinar a jogar futebol.
Já escolheu o nome?
Eu queria colocar Mateus, porque meu nome era para ser Mateus. Mas vou conversar com a mãe para ver se ela gosta do nome e depois decidimos.
Eu queria colocar Mateus, porque meu nome era para ser Mateus. Mas vou conversar com a mãe para ver se ela gosta do nome e depois decidimos.
Percebemos que você tem tentado proteger de todas as formas a identidade da mãe. Vou fazer apenas uma pergunta: que tipo de relação você pretende ter com ela?
De dois amigos. De muita intimidade. Porque tem que ter. Querendo ou não, é o nosso filho. Mas eu tenho uma amizade muito grande com ela, nos falamos todo dia, conversa, pergunto o que ela está precisando, faço visitas.
De dois amigos. De muita intimidade. Porque tem que ter. Querendo ou não, é o nosso filho. Mas eu tenho uma amizade muito grande com ela, nos falamos todo dia, conversa, pergunto o que ela está precisando, faço visitas.
Quantos anos ela tem?
Ela tem 17. Vai fazer 18 agora.
Ela tem 17. Vai fazer 18 agora.
Vamos falar de futebol? Prepare-se que eu vou entrar de sola. O Neymar é cai-cai?
O Neymar não é cai-cai. Eu tento me manter em pé o máximo possível. Caio por causa da força. Em geral, os zagueiros são bem mais fortes que os atacantes. No meu caso, acho que qualquer zagueiro é mais forte do que eu.
O Neymar não é cai-cai. Eu tento me manter em pé o máximo possível. Caio por causa da força. Em geral, os zagueiros são bem mais fortes que os atacantes. No meu caso, acho que qualquer zagueiro é mais forte do que eu.
Assumir o lugar do Ronaldo não é mole. Ele é um craque, um gênio, um ídolo para todo mundo"
Neymar
Hoje não há dúvida que você é o sucessor do Ronaldo na condição de grande ídolo do futebol brasileiro. Isso está claro na sua cabeça?
Não está claro, não. (risos). Estou processando ainda. Assumir o lugar do Ronaldo não é mole. O Ronaldo é um craque, um gênio, um ídolo para todo mundo.
Não está claro, não. (risos). Estou processando ainda. Assumir o lugar do Ronaldo não é mole. O Ronaldo é um craque, um gênio, um ídolo para todo mundo.
A idolatria isola a pessoa da rotina, do dia a dia. De vez em quando você sente falta? De sair ou fazer coisas que garotos da sua idade fazem normalmente?
Sentir falta, acho que... Mas é o preço que pago por estar dando essa felicidade para todo mundo, jogando futebol, fazendo o que eu amo. Ir a um shopping não tem como em uma sexta-feira, às 20h. Entrar eu vou entrar, sair vai ser meio difícil. (risos) Mas tem horas que eu arrisco, eu gosto de tumulto. Eu fui criado na favela, eu era da rua, ficava brincando, jogando bola com meus amigos. Eu gosto desse contato com o pessoal.
Sentir falta, acho que... Mas é o preço que pago por estar dando essa felicidade para todo mundo, jogando futebol, fazendo o que eu amo. Ir a um shopping não tem como em uma sexta-feira, às 20h. Entrar eu vou entrar, sair vai ser meio difícil. (risos) Mas tem horas que eu arrisco, eu gosto de tumulto. Eu fui criado na favela, eu era da rua, ficava brincando, jogando bola com meus amigos. Eu gosto desse contato com o pessoal.
Quando as pessoas veem você nas ruas, o pouco que isso acontece, qual é a reação delas?
Depende. Se for uma menina desse tamanho (grande), me abraça. Se for um desse aqui (pequeno), já chora.
Depende. Se for uma menina desse tamanho (grande), me abraça. Se for um desse aqui (pequeno), já chora.
O que você sente quando vê uma criança chorando por você?
Eu comecei a me acostumar agora, antes eu pensava: caramba, a menininha está chorando perto de mim, o que eu fiz para ela? (risos)
Eu comecei a me acostumar agora, antes eu pensava: caramba, a menininha está chorando perto de mim, o que eu fiz para ela? (risos)
Vamos fazer uma brincadeira com o seu estilo moicano e sugerir outro corte caso você queria ousar um pouquinho mais. Com o Fenômeno se aposentando, o que você acha do corte cascão?
Eu já usei quando tinha dez, 11 anos. Quem sabe não faço uma homenagem para ele de novo, né?
G1
Eu já usei quando tinha dez, 11 anos. Quem sabe não faço uma homenagem para ele de novo, né?
G1
sábado, 28 de maio de 2011
Neymar se dá bem e ganha beijo de cheerleaders
Neymar ganha beijinho de 'team leaders' em campanha de revista adolescente
Jogador vai estrelar campanha dos 'Colírios da Capricho'
Em um comercial da revista adolescente "Capricho", Neymar posou cercado por duas líderes de torcida que o paparicam com beijinhos.
O jogador do Santos será o astro de uma campanha para selecionar o novo "colírio" da revista.
Tá com moral: Neymar é paparicado por duas team leaders
Jogador vai estrelar campanha dos 'Colírios da Capricho'
Em um comercial da revista adolescente "Capricho", Neymar posou cercado por duas líderes de torcida que o paparicam com beijinhos.
O jogador do Santos será o astro de uma campanha para selecionar o novo "colírio" da revista.
Tá com moral: Neymar é paparicado por duas team leaders
EGO
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