Um sonho sobre o encontro com aliens pode indicar que você está descobrindo algo novo sobre si mesmo
Se você sonhar que é um alien ou extraterrestre, significa que existe um aspecto de sua personalidade que ninguém descobriu ainda. Talvez Você não se conhece a se mesmo, pelo que lhe poderá surpreender suas próprias qualidades e capacidades.
Este sonho demonstra que é uma pessoa com muita imaginação e criatividade que pretende encontrar soluções inovadoras a todo tipo de problema. Se sonha que está rodeado de extraterrestres pode ser que na vida real encontra dificuldades em adaptar a um novo meio, um novo trabalho ou amigos novos. Se em seu sonho lhe capturam uns extraterrestres e não lhe assusta, quer dizer que tenta evadir da realidade, tentando encontrar soluções irreais a problemas reais.
É uma pessoa sensível, cheio de sonhos e desejos, mas a vida não sempre se lhe pôs fácil. Por outra parte, se no sonho os extraterrestres lhe capturam e se sente medo e ameaçado, quer dizer que lhe dá muito medo perder o círculo íntimo familiar - isto é, sua família, seus amigos e seu lar.
Ver alienígenas em seu sonho significa que você está tendo dificuldades para se adaptar e ajustar a seu novo ambiente. Você está se sentindo “alienado” e desconectado. Você também pode estar tendo dificuldades com como lidar ou enfrentar uma determinada situação ou pessoa. Em um nível psicológico, ver os “aliens” representa um encontro com um aspecto desconhecido ou negligenciado do seu próprio eu.
Um macaco careca e de olhos esbugalhados levou pânico ao vilarejo de Gezhai (China). Muitos moradores identificaram o animal como uma espécie alienígena. O alerta foi dado pela dona de casa Mao Xiping, que encontrou a criatura roubando pepinos no apartamento dela.
Mao conseguiu aprisionar o macaco em um cesto e ligou para a polícia, dizendo ter capturado um bicho com "cara de ET" e que os vizinhos concordavam. Ela solicitou que os policiais prendessem o invasor, noticiou o "Sun".
O "ET" era, na verdade, um macaco tarsius desnutrido. Ele agora está sendo alimentado com pepinos e pêssegos.
Daqui a três dias, segundo um vídeo intitulado "ET Bilu Está de Volta", que circula na internet, o mundo será brindado com novidades "sobre a origem do homem na Terra, sobre a presença de Cristo e também sobre Deus, o arquiteto do Universo".
A revelação será feita por Bilu, o "ET brasileiro", um suposto alienígena de 4.011 anos (nasceu em 10 de novembro de 2000 A.C.).
Natural da constelação de Pégasus, o extraterreste fixou morada em Corguinho, município a 98 km de Campo Grande (MS), onde costuma aparecer para os sócios do Projeto Portal, grupo que estuda aparições alienígenas.
Seu principal interlocutor é o autointitulado paranormal Urandir Fernandes de Oliveira, 48, dono da fazenda que sedia o projeto.
Nos últimos anos, Oliveira tem usado parte do terreno para erguer uma vila com 70 casas "projetadas" por ETs.
Nascido no interior de São Paulo, em uma família de 12 irmãos, ele diz conversar com Bilu desde os 13 anos, idade em que teria descoberto seus poderes mediúnicos.
Manteve o amigo em sigilo até 2009, quando Bilu se apresentou aos frequentadores do Projeto Portal.
Naquele ano, parte da fazenda fora desapopriada, por decreto presidencial, para ser vertida em área quilombola (leia texto ao lado).
ASCENSÃO METEÓRICA
Para um alienígena, nem o céu é o limite: o público do projeto ainda era pouco.
Em 2010, Bilu decidiu difundir sua mensagem em larga escala. "Ele me disse: 'É hora de irmos à mídia'", lembra Oliveira.
Não tardou para que a fazenda fosse visitada pelo programa "Conexão Repórter", do SBT, apresentado por Roberto Cabrini.
A ascensão foi meteórica. Bilu apareceria no "CQC", da Band, e no "Domingo Espetacular", da Record.
Foi neste último que, escondido atrás de um arbusto, transmitiu sua primeira mensagem à humanidade: "Busquem conhecimento".
Recentemente, sua identidade foi debatida no "Superpop", da RedeTV! ("Bilu tem mãe?", inquiriu Luciana Gimenez), e num documentário em inglês, "The Test of the Shell" (o teste da concha).
O documentário foi dirigido por Fernando Motolese, 28, que já criara o vídeo "Save Galvao Birds Campaign" (campanha pela preservação dos pássaros galvão), piada com o locutor Galvão Bueno que teve 1,5 milhão de acessos no YouTube.
Motolese, que tem uma produtora, passou 20 dias no Projeto Portal. Convencido da existência do forasteiro planetário, gastou R$ 4.000 no vídeo, narrado pelo americano Robert Clotworthly --voz do documentário "Ancient Aliens" (antigos alienígenas), do History Channel.
Ele diz que a história de Bilu é "desorganizada demais para ser uma farsa". Vinicius K-pax, responsável pela pesquisa do filme, endossa: "Dizem que o Bilu tem a voz muito fina para ser um ET. Mas qual é a voz certa?".
Desde que foi postado, o vídeo teve 50 mil acessos. Motolese considera vendê-lo a emissoras de TV.
NOME DO GATO
Pedro Dreher, assessor do Projeto Portal de 1999 a 2004, diz que, "se um ET viesse à Terra, o Urandir seria dos menos indicados a intermediar esse contato". E explica: "Todo semestre ele inventava uma coisa grandiosa, como o Ashtar Sheran, comandante supremo dos ETs".
Ademar José Gevaerd, editor da "UFO", revista sobre alienígenas com 23 anos de história, diz que Bilu é "a maior vergonha que aconteceu na ufologia brasileira".
Gevaerd morou em Campo Grande entre 1982 e 2008, onde conheceu Oliveira. Ele diz que "Bilu" era o nome de um gato seu, já morto.
"Eu dizia pro Urandir que os truques dele eram tão ruins que nem meu gato Bilu acreditaria. Ele fez isso para me provocar. ET tem que ter nome de ET, não de bicho."
Oliveira, que já ganhou um processo por danos morais contra o Grupo Editorial Paracientífico, responsável pela "UFO", diz que "Gevaerd nem gostava de gato".
Alheio à polêmica, Bilu continua fazendo suas aparições midiáticas. Ganhou um site (www.biluoetbrasileiro.com.br) e um tabloide virtual ("Jornal do Bilu"), em que opina sobre teletransporte, terremotos e comida orgânica (antenado, o ET condena veementemente a ingestão de refrigerantes).
Recentemente, alfinetou o seriado "Falling Skies", do TNT, que retrata uma invasão alienígena. "Bilu não gosta de nova série sobre ETs na televisão", dizia o texto.
Procurada pela reportagem, a assessoria do canal disse que a série não tem "relação com a verdade". "O canal respeita a opinião dos seus espectadores e não tem o que relatar sobre o tema."
Suposto alienígena teria sido filmado na Rússia, diz site belga Imagens foram feitas em Irkutsk, na Rússia. Alguns chegaram a afirmar que se trata de alienígena.
Um vídeo que mostra uma criatura estranha filmada em Irkutsk, na Rússia, tem intrigado os moradores. Alguns chegaram a afirmar que se trata de um suposto alienígena (assista ao vídeo), mas outros acreditam ser, na verdade, os restos de um animal morto, segundo reportagem do site de notícias belga "Vandaag".
Criatura teria sido filmada em Irkutsk, na Rússia. (Foto: Reprodução)
As suspeitas de que poderia ser um alienígena são reforçadas por um óvni, que teria sido visto na região em fevereiro de 2011 (veja ao vídeo).
Óvni teria sido visto na região da Sibéria em fevereiro. (Foto: Reprodução)
SÃO PAULO (Reuters) - Depois de bruxos, mutantes, vampiros e lobisomens, um novo herói adolescente chegou para conquistar o coração de jovens da mesma idade, mas sem pelos no corpo e caninos desenvolvidos. Protagonista de "Eu Sou o Número 4", ele responde pelo nome de John Smith, um alienígena boa pinta.
Ele é enviado à Terra para fugir da perseguição de aliens malvados, que mataram todos os habitantes de seu planeta e agora procuram por aqui os últimos nove sobreviventes.
A história do menino despachado de um planeta prestes a explodir lembra a de Kal-El, sobrevivente de Krypton, que, ao chegar à Terra, desenvolve poderes excepcionais e se transforma no Super-Homem.
Em "Eu Sou o Número 4", baseado no best-seller homônimo de James Frey e Jobie Hughes (que assinam com o pseudônimo de Pittacus Lore), o diretor D. J. Caruso tira proveito de uma curiosa história de ficção científica e um elenco jovem e bonito. Ou seja, todos os ingredientes para cair no gosto do público, principalmente o feminino.
Com produção de Steven Spielberg, o filme tem todo o potencial de liderar a bilheteria brasileira, repetindo o sucesso norte-americano e com cheiro de uma nova franquia.
John (Alex Pettyfer) acabou de se mudar para a pequena cidade de Paradise, no Ohio, na companha de Henri (Timothy Olyphant), que se faz passar por seu pai, mas, na verdade, é seu tutor. Ambos são oriundos do planeta Lorien, destruído por alienígenas inimigos, de Mogador. A mudança foi repentina porque outro jovem de Lorien foi morto pelos mogadorianos, logo no início do filme.
Três fugitivos de Lorien já foram mortos e John é o quarto da lista. Mais cinco jovens correm perigo, mas eles não se conhecem. Como John, também estão escondidos em algum lugar do planeta.
Henri quer que John não chame a atenção, mas é difícil convencer o adolescente a não se misturar com jovens da mesma idade, ou até mesmo se apaixonar por uma colega da escola, Sarah (Dianna Agron), ou se meter em confusão com estudantes encrenqueiros.
À medida que os inimigos se aproximam, John descobre que possui poderes especiais que, segundo Henri, irão se aperfeiçoar e o ajudarão a se defender. Suas mãos emanam uma luz azulada e ele é capaz de dar saltos e se deslocar em alta velocidade. Esses poderes lhe serão úteis para escapar dos aliens maus.
Para quem gostou da série vampiresca "Crepúsculo", as aventuras de John Smith serão mais uma opção de diversão descompromissada. Na era dos efeitos especiais, bons roteiros são peças de museu.
(Por Luiz Vita, do Cineweb)
Jovem extraterrestre foge de raça inimiga em filme da Disney para adolescentes
"Eu Sou o Número Quatro'', que entra amanhã em cartaz, lembra em vários pontos a série "Crepúsculo'', que virou um fenômeno entre jovens nos últimos anos. Além de os protagonistas serem jovens atraentes, da mesma faixa etária do público-alvo do filme, há alguns elementos fantásticos, uma grande quantidade de cenas de ação e um enredo que envolve romances que, às vezes, enfrentam barreiras por conta dos dons especiais dos personagens e das missões que eles precisam cumprir.
John Smith, vivido por Alex Pettyfer, é um alienígena do planeta Lorien. Junto com outros oito jovens, ele foi enviado à Terra para escapar dos mogadorians, uma raça de extraterrestres que destruiu Lorien. Cada um desses jovens possui um guardião. O de Lorien é Henri (Timothy Olyphant).
Os mogadorians descobrem que os nove jovens estão na Terra e começam a tentar aniquilá-los um a um. Mas há uma sequência determinada a ser cumprida. Depois de assassinarem os três primeiros da lista, eles vão atrás do quarto, que é John Smith.
Para fugir dos mogadorians sem deixar pistas, Henri e John usam identidades falsas e mudam de cidade com frequência. Apesar da necessidade de se esconder, John gostaria de levar uma vida mais comum. Esse desejo começa a trazer problemas para o rapaz quando ele se muda com seu guardião para a cidade de Paradise, no Estado americano de Ohio. Lá, John se apaixona pela fotógrafa amadora Sarah -vivida por Dianna Agron, a Quinn de "Glee''- e faz amizade com o nerd Sam (Callan McAuliffe).
AO POVO DA TERRA:
Há mistérios na história humana para os quais não há explicação aparente. Há saltos inexplicáveis no desenvolvimento da tecnologia humana. Ninguém pode explicar coisas como a cidade perdida de Atlântida, o monstro do Lago Ness, o Triângulo das Bermudas, e, claro, os círculos nas plantações e os OVNIs. A explicação para isto, e muitos outros mistérios da Terra, é que os extraterrestres têm visitado seu planeta, e influenciando eventos, durante o tempo que o planeta tenha existido.
Sou Lore Pittacus. Eu sou do Planet Lorien, 300.000 mil milhas de distância. Eu sou um dos dez idosos que viveram em nosso planeta. Eu tenho 10 mil anos de idade. Todos em Lorien são superdotado. Somos incrivelmente fortes, incrivelmente rápida, e nós nascemos com poderes chamados de legados. Apesar das nossas competências, as pessoas idosas, responsáveis pela defesa do nosso planeta, fracassou.
Lorien foi destruída. Nossa população inteira foi morta, com exceção de nove filhos e dos seus nove guardiões. O Nine fugiu para a terra, onde esperávamos que eles seriam capazes de esconder e crescer, para desenvolver os seus legados e um dia vingar a perda de Lorien. Infelizmente, a mesma raça que destruiu Lorien seguiam para a Terra. Eles foram caçar as crianças e mataram três deles. Os seis que ainda estão vivos começaram a lutar. Nossa guerra chegou a seu planeta, e ele quer ser ganho ou perdido aqui.
Eu estou contando a história de Lorien, os nove, ea guerra na mão, assim você não permitem a mesma coisa que aconteceu para nós acontecer com você. Estou tentando encontrar o Nine e uni-los. Eles podem estar passando por você agora, ou sentado perto de você, ou te observando enquanto você lê este. Eles podem estar em sua cidade, sua cidade. Se eles estão fazendo o que eles deveriam estar fazendo, eles estão vivendo anonimamente, treinamento e esperando o dia em que eles vão encontrar um ao outro, e eu, e faremos nossa última juntos.
O pesquisador Richard Hoover, coordenador de um grupo de astrobiologia da Nasa, anunciou ter encontrado fósseis de vida extraterrestre em fragmentos de meteoritos. A descoberta está relatada em um artigo publicado no periódico Journal of Cosmology, com acesso online livre. Segundo a revista, foram convidados 100 especialistas e 5.000 cientistas para revisar o artigo "por causa da natureza controversa da descoberta".
Candidato a alienígena: a imagem mostra o filamento encontrado por Richard Hoover dentro do meteorito. Segundo a análise feita em um microscópio eletrônico, presença de compostos orgânicos podem indicar que se trata de uma bactéria fossilizada (Journal of cosmology)
O anúncio cria expectativa na comunidade científica porque Hoover é um bem reputado cientista da Nasa e trabalha há muitos anos analisando material contido em meteoritos. Ele estudou fragmentos de vários tipos de meteoritos condritos carbonáceos, que podem conter níveis importantes de água e material orgânico. Nos fragmentos ele alega ter encontrado formas com aspecto de bactéria, que acredita terem se originado fora da Terra e não após a queda do meteorito no planeta.
Prima do E.T: a bactéria Titanospirillum
velox,que pode viver em ambientes hostis à vida
O principal argumento de Hoover é que os filamentos fossilizados possuem os mesmos compostos orgânicos, como carbono e enxofre, localizados nas mesmas posições de uma bactéria gigante terrestre, a Titanospirillum velox. Trata-se de uma bactéria extremófila, ou seja, que vive em ambientes bastante hostis à vida. Boa parte da pesquisa da Nasa sobre astrobiologia se baseia no estudo das formas de vida extremófilas, as principais candidatas a serem encontradas em outros planetas.
"Estas bactérias fossilizadas não são contaminantes terrestres (bactérias terrestres que possam ter contaminado o meteorito). São restos fossilizados de organismos vivos que existiram em corpos celestes similares aos deste meteoro, como cometas e luas", afirmou Hoover.
Confirmação - Estudos afirmando que os meteoritos podem conter micróbios extraterrestres não são novos e já despertaram grandes debates sobre como poderia existir vida no espaço e como e onde a vida poderia ter se originado no universo. Vários outros meteoritos encontrados pela Nasa continham traços do que poderia ser vida extraterrestre, mas nunca houve confirmação. Em dezembro do ano passado, a Nasa anunciou a descoberta de uma bactéria terrestre que se comporta como extraterrestre.
Los Angeles é a última grande cidade de pé após uma invasão extraterrestre que deixa o planeta em ruínas, segundo o roteiro do filme apocalíptico "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", mas os produtores da obra que chega na sexta-feira (11) aos cinemas americanos alegam que a nova ficção científica de Hollywood é baseada em uma história real.
A guerra entre marines do Exército dos Estados Unidos contra alienígenas que atacam o planeta Terra com o objetivo de destruição pode ter registrado o primeiro episódio, ainda inexplicável, há 69 anos nos céus do sul da Califórnia, segundo um painel de especialistas em OVNIs convocado pelo estúdio Sony --distribuidor do filme-- para comentar o filme.
"Pode de alguma maneira ser uma realidade, não na forma de guerra, mas... por que não? De uma aproximação de OVNIs da Terra", afirmou à AFP Robert Salas, militar da reserva do Departamento de Defesa, que revelou um incidente com um objeto voador não-identificado em Montana (noroeste dos Estados Unidos), em 1967.
O filme é protagonizada por Aaron Eckhart, Michelle Rodriguez (da série "Lost"), Ramon Rodriguez, Bridget Moynahan, Ne-Yo e Michael Peña. O foco é uma invasão de alienígenas na costa de Santa Mônica, ao oeste de Los Angeles.
Com 116 minutos de ação no mais puro estilo de Hollywood, o filme tem todos os elementos de um longa de guerra contra extraterrestres: incessantes explosões, cenas de pânico coletivo na praia e pelas ruas da cidade, estradas atacadas por seres desconhecidos e soldados heroicos.
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Cena do filme "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", cujos produtores dizem ser inspirado em fatos reais
Mas a maior curiosidade fica por conta da frase "inspirado em fatos reais", que abre o filme do sul-africano Jonathan Liebesman.
No dia 25 de fevereiro de 1942, um grupo de civis observou objetos não identificados sobrevoando os céus do sul da Califórnia.
O fato aconteceu poucos meses depois do ataque japonês à base de Pearl Harbor e provocou uma resposta dos militares americanos, o que criou a lenda.
"As pessoas que estavam na rua naquela noite juram que não era um avião nem um balão, afirmaram que era um OVNI. Flutuava, deslizava. E até hoje, ninguém pode explicar o que era aquela nave. Por que nossos mísseis antiaéreos não conseguiram atingi-la? É um mistério que nunca foi solucionado", afirmou o renomado especialista americano em OVNIs William Birnes.
"A história oficial afirma que foi um balão, mas oficiais da defesa antiaérea receberam a informação de que um objeto voador não identificado", acrescentou Birnes em uma conferência realizada justamente em um hotel de Santa Mônica.
O painel de especialistas em OVNIs também contou com as participações do coronel Charles Halt e de Mark Easter, diretor de relações públicas da Mutual UFO Network, uma organização que compila os depoimentos de pessoas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados em todo o mundo.
Salas, que enfatizou que "não se deve subestimar o poder de desenvolvimento de outras civilizações", apresentou vários documentos do governo americano que demonstram que o tema foi analisado e reconhecido nos círculos militares e entre as autoridades do país.
Todos contaram como foram incompreendidos, e até objeto de piadas, quando revelaram suas experiências a colegas do Exército.
"Fico espantado como eventos da vida real terminam pegando nos filmes", disse o produtor do filme, Ori Marmur, que tem orçamento estimado de 100 milhões de dólares.
"Para o filme, decidimos considerar que todas as visões anteriores de OVNIs, como esta [de 1942], foram missões de exploração, preparando a iminente invasão de forças desconhecidas", explicou o produtor.