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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estudo associa doenças graves ao tamanho dos testículos

Homens com testículos maiores correm mais risco de desenvolver doenças do coração e hipertensão, indica estudo
Pesquisa polêmica da Universidade de Florença, na Itália, foi desenvolvida durante sete anos, com mais de 2,8 mil homens

Pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália, criaram polêmica ao relacionar o tamanho dos testículos ao risco de doenças cardíacas e hipertensão, afirmando que quanto maiores as glândulas, maior a probabilidade de desenvolver essas doenças. Além disso, estes homens também tendem a ser mais pesados e a beber mais álcool, de acordo com a pesquisa — que não especificou o que seriam, exatamente, testículos grandes.

"Embora o tamanho dos testículos estejam associados à saúde reprodutiva, nossos resultados indicam que este parâmetro pode ser usado para sinalizar riscos cardiovasculares", disse a líder do estudo, Giulia Rasterelli, ao jornal “The Telegraph”.

Os pesquisadores estudaram 2.809 homens que procuraram clínicas de distúrbios sexuais, gravaram o tamanho de seus testículos e testaram o nível de seus hormônios durante sete anos. Durante este período, os pesquisadores perceberam que homens com testículos maiores tinham risco maior de desenvolver doenças cardíacas e tinham níveis mais altos de hormônio luteinizante, regulador de progesterona e que afeta o tamanho dos testículos. Este hormônio pode ser a causa dos danos à saúde.

Como a pesquisa foi feita em homens com disfunções sexuais, os pesquisadores concordam que as conclusões podem não servir para todos os homens.

Fonte: gazetaonline

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tamanho do pênis: aumentar é possível, mas também muito perigoso





Embora prometa texturas exóticas, o procedimento resulta num pênis de consistência gelatinosa



 Reprodução


O procedimento tanto pode ter resultados satisfatórios como causar as seguintes complicações: infecções, nódulos, perda de sensibilidade e atrofia do pênis. Se a substância for injetada dentro do corpo cavernoso, pode causar gangrena e necrose na região.

Pergunte a qualquer homem se está satisfeito com o próprio pênis. A chance de que ele diga não é de 90%, segundo médicos acostumados a ouvir lamentações. Além de alongar, a maioria gostaria de modificar a espessura de seupênis. Quando isso era apenas uma fantasia, não havia problema. Ocorre que, recentemente, os homens passaram de fato a engrossar o pênis – com resultados frequentemente desastrosos, que vêm sendo percebidos nos consultórios médicos. O cirurgião vascular Carlos Araújo, de São Paulo, diz que tem atendido em média cinco pacientes por mês com problemas decorrentes desse procedimento. “Eles chegam com inflamações e deformações. O pênis fica igual a um saco de batatas”, diz o médico.

O profissional liberal paulistano que prefere ser identificado como Sérgio, de 35 anos, é uma das vítimas dessa situação. Infeliz com a grossura de seu pênis, ele descobriu na internet, no ano passado, um médico que prometia aumentá-la. Pagou R$ 3.500 por uma aplicação de PMMA (polimetilmetacrilato, líquido usado em preenchimentos estéticos). Logo começou a sentir dores, ardência e dificuldade nas relações sexuais. Foi diagnosticado com uma séria inflamação, que pode acabar em cirurgia. “Eu me arrependo muito. Estou com problemas psicológicos e conjugais”, afirma.

Do ponto de vista legal, esse tipo de procedimento não é irregular. O PMMA foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária como material para aumentar a espessura de pênis e de lábios vaginais. Apesar disso, a comunidade médica não recomenda essa utilização. “O PMMA é mais indicado em cirurgias reparadoras, normalmente no rosto. Para engrossar opênis está fora de questão”, diz o cirurgião José Tariki, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O Conselho Federal de Medicina concorda. “A técnica não é proibida, mas não aconselhamos. Carece de comprovação científica”, diz Antônio Gonçalves Pinheiro, da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica. O aumento da espessura tampouco é recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). “É uma técnica experimental. Já vi muitos pênis deformados”, diz Eduardo Bertero, chefe do Departamento de Andrologia da SBU. Ele tem atendido, em média, três pacientes por mês com problemas decorrentes do “preenchimento”.

Bertero diz que a maioria dos homens que procuram o procedimento são jovens com pênis normais. A média do brasileiro, ereto, é de 12 a 14 centímetros de comprimento e de 6 a 8 centímetros de perímetro. Depois do preenchimento, afirma, o pênis pode ficar disforme, com consistência meio gelatinosa e “absurdamente pesado”.Por que os homens embarcam nessa? “O pênis é um instrumento de poder. Os que têm tamanho acima da média divulgam, e os que têm tamanhos normais se acham anormais”, diz o urologista Celso Marzano. Com o PMMA, os homens costumam ganhar entre 5 e 8 centímetros no perímetro do pênis. “É um absurdo. Há pacientes que nem conseguem mais penetrar a própria mulher”, afirma Carlos Araújo.

Apesar dos argumentos em contrário, há vários médicos que praticam o engrossamento de pênis – embora não gostem de falar sobre isso. Dos quatro procurados, apenas o cirurgião Bayard Fischer Santos, de Porto Alegre, concordou em dar entrevista. Ele é o personagem central de um site na internet com o nome de Vítimas do Dr. Bayard e Outros Operadores de Pênis. “Isso tudo é balela. A técnica é das mais seguras que existem. Já fiz em mais de 5 mil pacientes desde 1988”, afirma. Os homens que chegam ao consultório dele querem aumentar, em média, de 4 a 5 centímetros o perímetro do pênis. Bayard Santos diz que “pênis com menos de 13 centímetros de perímetro não preenche direito a vagina”. Mas, mesmo nos homens que atingem essa medida, ele faz o procedimento se o paciente desejar. “Se chegar a 14 ou 14,5 centímetros de perímetro, melhora a qualidade do ato”, ele afirma. Diz também que geralmente a mulher se posiciona contra, mas depois pede para o homem colocar mais. Sobre a quantidade de material injetada, ela é experimental. “Injeto o necessário para chegar à medida que a pessoa quer”, afirma. Bayard diz que cada 10 mililitros aumentam de 0,6 a 0,8 centímetro o perímetro. Então, conforme o que o paciente pede, ele vai injetando de 10 em 10 mililitros. Geralmente são duas aplicações. Bayard diz usar mais de uma substância, com diferentes resultados. “O PMMA é para os que querem nódulos no pênis, para um sexo diferenciado”, diz ele. Nos Estados Unidos, a técnica é condenada pela Associação Americana de Urologia como “insegura e ineficaz”. O neurourologista israelense Yoram Vardi, que fez duas revisões da literatura médica sobre engrossamento de pênis, chegou à mesma conclusão: “Não há nenhuma indicação para esse tipo de procedimento na literatura médica”.



Indiferente à polêmica, o representante comercial paulistano Alexandre, de 32 anos, está satisfeito com as duas aplicações que fez em 2008 e que lhe custaram R$ 7 mil. “Eu faria tudo de novo”, diz ele. Alexandre procurou o médico porque achava que havia “algo de errado” com seu pênis. Bayard Santos o examinou, disse que suas medidas eram normais, mas que poderiam melhorar. Alexandre topou, fez o preenchimento e diz estar feliz. “É uma roleta-russa”, afirma o cirurgião Carlos Araújo. Vale a pena desafiar a sorte e pôr em risco uma das partes mais sensíveis da anatomia masculina? Isso depende de cada um. Mas a psicoterapeuta Fernanda Robert desaconselha. Ela diz que aumentar ou engrossar o pênis não muda o comportamento sexual dos homens: “Se a pessoa está infeliz com sua sexualidade, isso não vai mudar”.

Fonte: Revista Época, 03/04/2009

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Gigante. Elisany Silva, Garota paraense de 14 anos mede 2,06 m

Garota de Bragança que mede 2,06 Mts e quer ser modelo, Elisany Silva pode sofrer de uma doença que traz uma média de crescimento muito acima do normal e se não for trata a tempo pede trazer consequências graves.



Com 2,06 metros de altura, uma adolescente paraense de 14 anos sonha em ser modelo. A estreia está prevista para setembro, em um desfile de noivas em Belém.

A altura incomum, no entanto, tem imposto algumas restrições para a jovem Elisany Silva, que sofre com frequentes dores musculares e de cabeça e precisa se abaixar toda vez que entra em casa.

"Acho que minha altura, meu corpo que é muito magro... Todas as pessoas que me veem, falam que eu poderia ser jogadora de basquete ou modelo, só que eu preferi ser modelo", disse a jovem à Reuters TV.


A mãe, Ana Maria Cruz, no entanto, está mais preocupada com a saúde da menina do que com seu sucesso como modelo. Os médicos suspeitam que Elisany tenha um tumor na glândula hipófise, e ela precisa ser submetida a um exame caro que ainda não pôde fazer.

Há poucos meses, ela era conhecida apenas na sua cidade, ao norte de Belém, mas acabou ficando famosa graças a um vídeo publicado no Youtube.

Sites de moda na Internet escreveram sobre a jovem e arriscam que pode se tornar famosa nas passarelas internacionais.

Isso a tem ajudado a aceitar a altura. "Agora, eu gosto de ser uma garota alta. Chama a atenção das pessoas. Todas as pessoas me olham, tiram fotos, filmam...", disse.

(Reportagem da Reuters TV)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Afinal, tamanho é documento?

Quanto maior o pênis melhor?
Os homens sempre conviveram com esse pesadelo.
A questão do tamanho do pênis vem de longa data para afligir a cabeça (sem trocadilhos infames) dos homens. Em um completo mar de conceitos obsoletos, preconceitos, machismo e desinformação, muitos homens não têm orientação suficiente quanto a este tema.
Algo que precisa ser desmistificado é o aspecto do pênis quando flácido. Se compararmos dois pênis flácidos, o menor deles, quando ereto, pode ficar maior que o outro, pois alguns pênis crescem mais que os outros ao ficarem eretos. O tamanho do pênis flácido não tem relação com o tamanho em ereção. Portanto um belo conceito para se levar daqui : “Pau mole só serve pra fazer xixi”.

Passando então à questão do tamanho durante a transa. Um pênis médio em ereção mede entre 12,5 cm a 17,5 cm. Não há definição universalmente aceita para um pênis anormal, mas para fins práticos, considera-se um pênis flácido de até 4 cm, e em ereção até 7,5cm, como pequenos. Vejamos o quadro abaixo :


A interpretação dos dados deve ser feita da forma inversa. Se uma pessoa tem o pênis medindo 16,5 cm, então terá o membro maior que 90% da população brasileira, e menor que 10%. Se medir 13,5 cm, seu pênis será maior que 25% da população brasileira, e menor que 75%.

Mais importante que o tamanho peniano, é a sua funcionalidade. É fato sabido que um membro avantajado tem maiores chances de sofrer disfunção erétil no futuro, devido à maior necessidade de sangue para manutenção da ereção, e o risco de precisar de tratamento é bem mais alto.

Outro dado interessante está na anatomia sexual da mulher. A vagina tem profundidade variável de 9 a 12 cm. A maioria das terminações nervosas relacionadas ao prazer sexual situam-se justamente na entrada. A espessura do pênis, por dedução, torna-se mais importante. Além disso, o contato do pênis com o colo do útero causa desconforto na mulher, e muitas elas se inibem ao constatar um membro hiper-avantajado no parceiro. Mesmo estando a vagina capacitada para aumentar seu tamanho interno, devido a sua elasticidade ampliada quando a mulher está excitada.

Deixando as bobangens de lado lembre-se sempre: 
a habilidade do homem em estimular a parceira é muito mais importante do que a dimensão do pênis.

via www.pailegal.net