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domingo, 12 de janeiro de 2014

O poder de legumes e frutas para prevenir doenças

Previna-se de doenças com legumes e frutas


Doenças como câncer, diabetes, hipertensão e colesterol alto podem ser controladas e, até mesmo, evitadas, desde que a pessoa siga uma alimentação balanceada, rica em alimentos benéficos ao corpo. Para isso, as frutas e verduras são verdadeiras aliadas no combate a determinados males e garantem a você uma vida longa e saudável.

Uma alimentação saudável inclui comer pelo menos cinco porções e, idealmente 7-9 porções, de uma variedade de frutas e legumes todos os dias. Frutas e legumes incluem frescos, congelados, enlatados, ou variedades secas e suco de frutas. Em média, as pessoas que comem muitas frutas e legumes tendem a ser mais saudáveis ​​e vivem mais tempo.

Quais são os benefícios para a saúde, se eu comer bastante frutas e legumes?
Você tem uma chance menor de desenvolver doenças cardiovasculares, devido ao "endurecimento das artérias" (ateroma). Por exemplo, doenças do coração, doença vascular periférica, ou um acidente vascular cerebral.
Você tem uma chance menor de desenvolver alguns tipos de câncer como do intestino e câncer de pulmão.
Você tem menor chance de desenvolver obesidade e diabetes tipo 2.

Frutas e legumes também:
Contêm grande quantidade de fibras, que ajuda a manter seu intestino saudável. Problemas como a prisão de ventre e doença diverticular são menos propensos a desenvolver.
Contém a abundância de vitaminas e minerais, que são necessários para mantê-lo saudável.
São naturalmente pobres em gordura.
São pobres em calorias. Então, eles são ideais para manter seu peso sob controle.


O poder de cada alimento

Alho
Possui alto poder antioxidante. Trabalha no combate de doenças crônicas, responsáveis pelo envelhecimento precoce. Excelente para o funcionamento do coração. Os médicos recomendam um dente de alho por dia

Castanha-do-pará, nozes, macadâmia e amêndoas
Também agem como antioxidantes, eliminando os radicais livres. Previnem o câncer. Além disso, por ser uma fonte de magnésio, agem como vasodilatadores, auxiliando no controle da pressão arterial. A orientação dos nutricionistas é uma castanha, ou duas nozes, ou cinco amêndoas por dia. Não exagere.

Berinjela, repolho roxo, cebola e uva
São antioxidantes e ajudam no combater ao câncer. Atuam como antidepressivo, analgésico, reduzem o colesterol, estimulam o sistema imunológico. Reduzem o colesterol. Especialistas pedem que pacientes comam 50 gramas diariamente

Melancia, morango, manga, maçã e goiaba
Previnem doenças do coração, atuam como antibiótico natural, são anti-inflamatórios, fortalecem as artérias e veias, são diuréticos, anestésicos e expectorantes. Ótimo aliado no tratamento contra o câncer de próstata

Laranja, limão, abacaxi, acerola e abóbora
Alimentos ricos em vitamina C. Atuam na defesa imunológica. Em períodos de chuva e de mudança de clima, ajudam a acabar com o resfriado

Rúcula, brócolis, alface e almeirão
São ricos em antioxidantes, vitamina B, cálcio, ferro, zinco, ácido fólico e potássio. Recomendados para pacientes anêmicos.

Grão de Bico e feijão
Controlam a pressão alta. A dica é comer de 30 a 40 gramas diariamente, cerca de 3 a 4 colheres de sopa

Soja
Mulheres devem investir neste alimento. Ela ajuda a controlar o calor e a instabilidade hormonal, sintomas típicos da menopausa. Por ser uma fonte de magnésio, age como vasodilatador, auxiliando no controle da pressão arterial. A recomendação é comer desde jovem o grão

Aveia, linhaça e farinha de maracujá
Ajudam a controlar a diabete. São ricas em fibras, vitaminas e minerais. A aveia prolonga a sensação de saciedade, auxiliando no processo de emagrecimento e no controle da glicose

Azeite
Diminui a incidência de doenças cardíacas e câncer. Ajuda a aumentar a produção do bom colesterol. Reduz a pressão arterial. Use-o com moderação, pois possui alto valor calórico

Iogurte
Ajuda a tratar e a evitar infecções gastrointestinais, renais e cardíacas. Diminui o colesterol. Auxilia na recuperação da diarreia. Estimula a imunidade.

Tomate
Tem forte função antioxidante contra radicais livres. Aumenta a imunidade celular e inibe a formação de tumores. Age contra doenças das artérias

sábado, 4 de setembro de 2010

O papel da mídia na prevenção das drogas

"Na sociedade contemporânea, a mídia constitui um dos fatores fundamentais na
formação do que é comumente conhecido como opinião pública.
(...) quando se aplica a um assunto que apresenta uma fraca tradição de pesquisa no Brasil, como é o
caso da questão das drogas, (...) os conteúdos das reportagens da mídia têm a permissão de
reinar sozinhos (...) o que é visto, lido e ouvido, através da mídia, no que se refere às drogas, tende a
se tornar a única medida padrão de verdade para a grande maioria da população brasileira."

(Beatriz Carlini-Cotrim; José Carlos F. Galduróz; Ana R. Noto, Ilana Pinsky -
"A mídia na fabricação do pânico: um estudo no Brasil")


Como a mídia influencia o consumo de drogas?
Na sociedade contemporânea a mídia constitui um dos fatores fundamentais na formação do que se denomina opinião pública. Atualmente, a maior fonte de informação das pessoas são os meios de comunicação e a maioria delas acredita no que vê, lê ou ouve na televisão, nas revistas e nos jornais.

Os principais meios de comunicação nos dão a impressão de que, em relação ao uso de drogas, vive-se uma epidemia sem controle, caracterizada principalmente pelo consumo de crack, cocaína e maconha. Ao assumir esse tom pessimista e alarmista a respeito das drogas ilícitas, os meios de comunicação muitas vezes deixam de informar que os maiores problemas com drogas em nosso país, ainda são decorrentes do consumo de álcool e tabaco (drogas lícitas). Esta postura alarmista pode gerar uma sensação de descontrole e desespero por parte dos adultos, levando-os a um controle desmedido da vida dos jovens em detrimento de ações muito mais efetivas, como a aproximação e o diálogo. Outra conseqüência desse tipo de abordagem em relação às drogas é que se pode promover uma maior atração pelo consumo de substâncias. Ao explorar em demasia os efeitos das drogas, a mídia pode estar despertando no jovem curiosidade em torno dos efeitos provocados por elas, especialmente entre aqueles que, ao tomar contato com as notícias, julgam que "todo mundo está usando" e que, portanto, "para ser aceito" também deve usar alguma droga. No que concerne a publicidade das drogas lícitas (bebida e medicamento) a situação é ainda mais preocupante, pois a influência da mídia pode favorecer comportamentos de risco não apenas dos jovens, mas de adultos e até de crianças. Recentemente as propagandas de cigarro foram proibidas enquanto que as de álcool, apesar de uma restrição quanto ao horário de veiculação da propaganda, continuam influenciando maciçamente os jovens. A publicidade desses produtos associa beber com diversão, charme, alegria, aventura, sucesso profissional e aceitação social. As tímidas referências aos efeitos negativos do consumo dessas substâncias acabam por perder-se no conjunto da peça publicitária, não constituindo uma verdadeira informação, nem possibilitando uma reflexão a respeito dos supostos efeitos positivos, que são tão alardeados.

É por este motivo que até mesmo pessoas esclarecidas deixam-se influenciar pelo que é divulgado. O público visado nas propagandas de medicamentos geralmente são as famílias. Nestas a mensagem também é perigosa: o uso de medicamento, sem prescrição médica, põe fim ao mal estar e os problemas que a família enfrenta. Ao tomar um remédio ela supostamente se torna uma família feliz. Potencialmente a mídia poderia associar-se a campanhas de esclarecimento sobre os riscos do consumo de álcool e de cigarro mas isto, muitas vezes, entra em conflito com seus interesses econômicos. As campanhas sobre comportamentos saudáveis, com informações necessárias, verdadeiras e bem formuladas são oferecidas, habitualmente, pelas ONGs (organizações não-governamentais) e pelo próprio governo que infelizmente, muitas vezes, não possuem recursos para pagar o alto custo de veicular e disponibilizar mensagens pelos meios de comunicação de massa. Cabe ao governo também, estabelecer regras que limitem o conteúdo e a veiculação das propagandas de drogas lícitas.
Fonte: Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein



A Saúde e a Mídia: como elas se relacionam
As chamadas mídia de massa são caracterizadas pelo uso de mecanismos eletrônicos (mídia) para levar uma mensagem a muitos receptores (massa), mas muitas pessoas são indiferentes a essas fontes de mensagens. Para a eficiência do envio de uma mensagem o mais importante é o receptor.

As divergências podem ocorrer também na comunicação cara-a-cara, por exemplo, entre o médico e o paciente. A forma de mídia (de informação ou entretenimento) gera interpretações diferentes.

O estudo de comportamentos sociais a partir da observação permitiu criar dois modelos: um para o comportamento da mídia e outro para a vida real. Esse modelo foi chamado de constelação de influências e faz as interligações entre as partes envolvidas e os ruídos de comunicação que podem ocorrer nesse
caminho.

Dentro dos meios de comunicação, na atualidade, aquele que exerce a maior influência no receptor é a televisão, pois esta presente na maioria dos lares e, quase sempre, tem uma linguagem muito simples. O sucesso de uma campanha depende largamente do amplo contexto cultural que se tem sobre o assunto”.

Pode-se dizer que a comunicação não ocorre sozinha, ou seja, é necessária a interação entre as diversas partes e isso produz os mais diversos comportamentos. Portanto, para o sucesso de uma campanha é importante a harmonia perfeita entre as partes, pois só assim o objetivo de comunicação será atingido.
Outro ponto importante é a imagem que cada meio de comunicação tem perante o receptor: a televisão é vista como uma mídia de entretenimento e os jornais e documentários são vistos como uma mídia informativa.
As instituições também sofrem a influência dos profissionais de saúde que acabam por direcionar o caminho que elas tomarão.

A vida real tornar-se referência para os meios de comunicação: como o efeito das drogas sendo retratados em uma novela. (encipecom.metodista.br)