Mostrando postagens com marcador polícia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador polícia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de março de 2013

Tubarões ajudam polícia a capturar suspeito de esfaquear casal!

Tubarões ajudam polícia a capturar suspeito de esfaquear casal!


Um impasse de quatro horas entre a polícia de Palm Beach, na Flórida, EUA, e um suspeito de esfaquear um casal terminou com um “empurrãozinho” de tubarões, na última segunda-feira, dia 25. Paul Charles, acusado de ferir sua ex-namorada e o novo amante, chegou à beira do mar, colocou a lâmina sobre o próprio peito e ameaçava se matar, segundo relato de transeuntes.

Depois de duas horas acuado pela presença da polícia, que tentava dissuadir o potencial suicida, Charles resolveu entrar no mar, e por lá ficou durante mais duas horas, com a água na altura da cintura. Atraídos pela persistente presença do suspeito, que ficava parado no lugar, tubarões começaram a se aglomerar nas proximidades.

O risco de um ataque aparentemente convenceu Charles a se entregar e encarar as consequências. Segundo o Huffington Post, o suspeito apresentava sinais de hipotermia quando foi capturado pela polícia. As duas vítimas do esfaqueamento foram levadas a um hospital local, e não há informações sobre seus estados.


sábado, 30 de junho de 2012

Abalado, Mução volta a trabalhar na segunda-feira


Mesmo Mesmo abalado, humorista Mução volta a trabalhar na segunda-feira 


O humorista e radialista Rodrigo Vieira Emereciano, 35 anos, o Mução, volta ao trabalho normalmente a partir da próxima segunda-feira (2) e gravará uma mensagem aos ouvintes do seu programa de humor, que é veiculado em várias emissoras do Brasil, sobre o episódio em que foi preso sob suspeita de envolvimento com troca de material de pornografia infantil na internet.

A informação foi divulgada pelo advogado Waldir Xavier durante uma entrevista coletiva em Recife na tarde deste sábado (30). O advogado Bruno Coelho e o empresário João Marcelo Pires também participaram da coletiva. Eles ratificaram a inocência do humorista, que não participou da entrevista sob o argumento de querer "preservar seu personagem radiofônico".

Mução foi solto da sede da Polícia Federal em Recife na noite de sexta-feira (29) após o irmão Bruno Vieira ter confessado em depoimento que usou a senha e o email do humorista para acessar os sites de pornografia infantil.

Segundo o “Diário de Pernambuco”, uma mensagem na qual Mução agradece aos fãs pelo apoio e repudia qualquer tipo de conduta voltada “à inaceitável prática de pornografia e pedofilia" foi distribuída na coletiva.

Xavier disse que o radialista está muito abalado e ficou emocionado ao saber da suposta participação do irmão no caso. "Rodrigo não teve nenhuma participação nisso. Esse grave equívoco foi superado. Tudo já veio à tona e foi esclarecido", afirmou o advogado.

Ao site NE 10, Xavier disse ainda que não há impedimento para Mução voltar à Fortaleza, onde foi preso na última quinta-feira (28): "Para qualquer diligência e esclarecimento, Rodrigo está à disposição da justiça pernambucana, que foi brilhante na revogação da prisão temporária ontem. Desde o início, ele estava tranquilo porque sabia que não tinha ligação com isso. A soltura consolidou a justiça para quem não tinha nenhuma culpa e teve seu direito de vir cerceado”.

O delegado regional de Combate ao Crime Organizado, Nilson Antunes, explicou que o irmão de Mução, que é engenheiro da computação, não foi detido porque se apresentou espontaneamente e não houve flagrante. Ele pode pegar de quatro a dez anos de reclusão.

"Ele já foi interrogado em Fortaleza e, de início, está suficiente. Novas perícias estão sendo feitas e estamos aguardando esse material para decidirmos o que será feito”, relatou a delegada Kilma Caminha, da Polícia Federal.

Troca de arquivos na web
Denominada de DirtyNet (Rede Suja), a operação da PF que resultou na prisão de Mução teve apoio do Ministério Público Federal e da Interpol e prendeu outros 31 suspeitos em nove Estados brasileiros.

As prisões foram realizadas no Rio Grande do Sul (5), Paraná (3), São Paulo (9), Rio de Janeiro (5), Espírito Santo (1), Ceará (1), Minas Gerais (5), Bahia (1) e Maranhão (2).

A operação DirtyNet foi desencadeada com o objetivo de desarticular a quadrilha. A PF estava monitorando redes privadas de compartilhamento de arquivos na internet há seis meses e detectou trocas de material de cunho sexual envolvendo crianças e adolescentes.

Integrantes de um mesmo grupo e valendo-se da suposta condição de anonimato na rede, os suspeitos trocavam arquivos contendo cenas degradantes de adolescentes, crianças e até bebês em contexto de abuso sexual.

Além da troca de arquivos foram identificados ainda relatos de outros crimes praticados pelos envolvidos contra crianças, inclusive com menção a estupro cometido contra os próprios filhos, sequestros, assassinatos e atos de canibalismo.

O humorista e radialista Rodrigo Vieira Emereciano, 35 anos, o Mução, volta ao trabalho normalmente a partir da próxima segunda-feira (2) e gravará uma mensagem aos ouvintes do seu programa de humor, que é veiculado em várias emissoras do Brasil, sobre o episódio em que foi preso sob suspeita de envolvimento com troca de material de pornografia infantil na internet.

A informação foi divulgada pelo advogado Waldir Xavier durante uma entrevista coletiva em Recife na tarde deste sábado (30). O advogado Bruno Coelho e o empresário João Marcelo Pires também participaram da coletiva. Eles ratificaram a inocência do humorista, que não participou da entrevista sob o argumento de querer "preservar seu personagem radiofônico".

Mução foi solto da sede da Polícia Federal em Recife na noite de sexta-feira (29) após o irmão Bruno Vieira ter confessado em depoimento que usou a senha e o email do humorista para acessar os sites de pornografia infantil.

Segundo o “Diário de Pernambuco”, uma mensagem na qual Mução agradece aos fãs pelo apoio e repudia qualquer tipo de conduta voltada “à inaceitável prática de pornografia e pedofilia" foi distribuída na coletiva.

Xavier disse que o radialista está muito abalado e ficou emocionado ao saber da suposta participação do irmão no caso. "Rodrigo não teve nenhuma participação nisso. Esse grave equívoco foi superado. Tudo já veio à tona e foi esclarecido", afirmou o advogado.

Ao site NE 10, Xavier disse ainda que não há impedimento para Mução voltar à Fortaleza, onde foi preso na última quinta-feira (28): "Para qualquer diligência e esclarecimento, Rodrigo está à disposição da justiça pernambucana, que foi brilhante na revogação da prisão temporária ontem. Desde o início, ele estava tranquilo porque sabia que não tinha ligação com isso. A soltura consolidou a justiça para quem não tinha nenhuma culpa e teve seu direito de vir cerceado”.

O delegado regional de Combate ao Crime Organizado, Nilson Antunes, explicou que o irmão de Mução, que é engenheiro da computação, não foi detido porque se apresentou espontaneamente e não houve flagrante. Ele pode pegar de quatro a dez anos de reclusão.

"Ele já foi interrogado em Fortaleza e, de início, está suficiente. Novas perícias estão sendo feitas e estamos aguardando esse material para decidirmos o que será feito”, relatou a delegada Kilma Caminha, da Polícia Federal.


Troca de arquivos na web
Denominada de DirtyNet (Rede Suja), a operação da PF que resultou na prisão de Mução teve apoio do Ministério Público Federal e da Interpol e prendeu outros 31 suspeitos em nove Estados brasileiros.

As prisões foram realizadas no Rio Grande do Sul (5), Paraná (3), São Paulo (9), Rio de Janeiro (5), Espírito Santo (1), Ceará (1), Minas Gerais (5), Bahia (1) e Maranhão (2).

A operação DirtyNet foi desencadeada com o objetivo de desarticular a quadrilha. A PF estava monitorando redes privadas de compartilhamento de arquivos na internet há seis meses e detectou trocas de material de cunho sexual envolvendo crianças e adolescentes.

Integrantes de um mesmo grupo e valendo-se da suposta condição de anonimato na rede, os suspeitos trocavam arquivos contendo cenas degradantes de adolescentes, crianças e até bebês em contexto de abuso sexual.

Além da troca de arquivos foram identificados ainda relatos de outros crimes praticados pelos envolvidos contra crianças, inclusive com menção a estupro cometido contra os próprios filhos, sequestros, assassinatos e atos de canibalismo.

CORREIO

domingo, 27 de maio de 2012

Polícia Federal investiga 'sumiço' na Casa da Moeda

PF investiga desaparecimento de R$ 5 mil da Casa da Moeda
Sumiço aconteceu em janeiro de 2011, mas só agora polícia entrou no caso.
Comissão interna que apurou sumiço sugeriu arquivamento de investigação.

A Casa da Moeda, considerada um dos lugares mais seguros do país, teve seu rigoroso sistema burlado, conforme mostrou reportagem do Fantástico. Um total de R$ 5 mil, em 100 notas de R$ 50, desapareceu do local, em 14 de janeiro de 2011, sem que até agora ninguém saiba onde foi parar o dinheiro.

O desaparecimento foi investigado por uma comissão interna da Casa da Moeda e ficou guardado em segredo por mais de um ano pela presidência da instituição. Sem descobrir onde foi parar o dinheiro sumido e sem ter certeza do que aconteceu no dia do desaparecimento, a comissão acabou sugerindo, em dezembro, o arquivamento do caso.

"A exteriorização do episódio", diz o relatório final, "ecoa de forma negativa junto à sociedade, arranhando com certeza a imagem de empresa segura". Só agora, oito meses depois de a investigação ter terminado, a presidência da Casa da Moeda decidiu comunicar o caso à Polícia Federal.

O delegado que vai investigar o caso diz que a Casa da Moeda errou ao não informar o caso à Polícia Federal imediatamente.

“Eu considero um equívoco. Tomou conhecimento do fato, comunica à Polícia Federal para instaurar o procedimento criminal, inquérito policial”, diz o delegado Victor Hugo Poubel.

A Polícia Federal, agora, vai investigar se ocorreram outros desvios.

O superintendente da Diretoria de Administracao e Financas da Casa da Moeda, Álvaro de Oliveira Soares, que já ocupava o cargo quando as notas sumiram, acredita que a quantidade de cédulas desaparecidas foi pequena. E que o processo é seguro.

“O controle existe. Tanto que nós estamos falando de 100 cédulas em 4 bilhões, que é o programa anual desse ano. Se você tem um controle que detecta o desaparecimento de 100 cédulas num volume desses significa que você tem um controle e que esse controle é efetivo”, acredita Álvaro de Oliveira Soares.

Mas Soares diz que não é aceitável que se perca nem uma cédula sequer. “Não é aceitável perder nenhuma, mas acontece, e se acontece tem que ser apurado”, afirma Álvaro, sem saber dizer onde estão as notas.

O delegado Victor Poubel explicou que houve crime. “Fica solidamente provado que realmente houve a subtração e a prática do crime. Essa é a prova que a Polícia Federal precisa”, afirmou. “Alguém subtraiu.

Dinheiro não tem asa”, acrescentou.

O Banco Central, responsável por botar o dinheiro em circulação, informou que essas notas são válidas. Quem tem uma dessas cédulas não cometeu crime e ainda pode ajudar nas investigações.

As notas de R$ 50 desaparecidas estão entre os números de série  BA 27.787.201 e BA 27.787.300.

Confira a numeração das cédulas que sumiram no site do Fantástico.

Descoberta por acaso
A Casa da Moeda fica no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde nascem os bilhões de reais que circulam todos os dias no país. Ninguém entra no local sem passar por um rigoroso sistema de revista.

O Fantástico teve acesso exclusivo aos documentos da comissão interna que investigou o desaparecimento das notas.

O sumiço do dinheiro foi descoberto por acaso. No dia 15 de janeiro de 2011, a funcionária responsável pelo controle de qualidade de impressão percebeu que, em uma folha, havia um pequeno defeito. Um gerente decidiu, então, verificar se outros lotes impressos no mesmo dia estavam com o mesmo problema.
Ele entrou no local que deveria ser o mais seguro do prédio: o cofre onde fica o dinheiro pronto para ser enviado ao Banco Central. Ao verificar os lotes, que são numerados e lacrados com plástico, encontrou um dos pacotes abertos. Ao conferir o conteúdo, o gerente percebeu que, em vez das mil notas que deveriam estar ali, havia somente 900. Ou seja: 100 cédulas de R$ 50 tinham desaparecido.

Quando as imagens do circuito interno de segurança foram revisadas, veio a descoberta de uma falha grave: a câmera número 3, que mostra o setor de embalagem de notas já prontas, não cobria toda a área. Ou seja: havia um ponto cego, um lugar onde alguém poderia estar sem ser detectado pelas câmeras.
Segundo a comissão de investigação da Casa da Moeda, foi exatamente o que fez um dos operadores de máquinas.

Luz vermelha na linha de produção

O operador trabalhava em uma máquina seladora, que lacra o lote de dinheiro com uma embalagem plástica. Às 14h45 do dia 14 de janeiro de 2011, uma luz vermelha se acendeu na linha de produção, indicando algum problema de qualidade.

Nesse momento, o funcionário pegou o lote de dinheiro, ainda sem estar lacrado, e saiu do alcance da câmera, voltando em seguida. Enquanto isso, outro lote foi reposto na esteira por uma funcionária. Um procedimento normal, para dar continuidade à produção.

O operador, então, aparece fazendo a conferência das notas que retirou. Ele devolve o lote para a máquina de embalagem, que lacra as cédulas.

Em seguida, uma outra funcionária, responsável por encaixar proteções de papelão nos pacotes de dinheiro, percebe algo estranho no lote manuseado pelo operador.
Ainda segundo o relatório da comissão de investigação, o operador se aproxima da funcionária e diz algo. A mulher, então, libera o dinheiro para o cofre.

No dia seguinte, quando o sumiço já tinha sido descoberto, os funcionários pararam a produção e fizeram um pente-fino para tentar achar o dinheiro. Máquinas de impressão foram desmontadas.
Segundo a direção da Casa da Moeda, o lote de onde sumiram as cédulas só foi manuseado pelo operador da máquina seladora.

Ele disse à comissão que "não tem ideia do que possa ter acontecido".

Já a funcionária contou que "não se lembra do teor da conversa que teve com o operador" e que pode ter sido algo sobre algum problema no empacotamento das notas.

As ações do gerente também chamaram a atenção da comissão, porque, ao abrir o lote onde faltavam as notas, ele destruiu o lacre que tinha o nome de quem fechou pela última vez o pacote de dinheiro.

Na época em que o dinheiro sumiu, a instituição estava modernizando as linhas de produção.

Segundo o texto do relatório, os funcionários não davam conta do trabalho e, por isso, havia até cédulas inacabadas, impressas pela metade, se acumulando no meio da gráfica. Várias eram guardadas até em sacos de lixo.

O presidente da Casa da Moeda na época era Luiz Felipe Denucci. O afastamento dele da instituição nada tem a ver com o sumiço das notas. Denucci foi exonerado do cargo, em janeiro, depois de denúncias de que teria recebido propina de fornecedores da Casa da Moeda através de empresas no exterior.

Depois que máquinas lacram o dinheiro produzido, a Casa da Moeda envia os lotes de cédulas para o Banco Central. De lá, o dinheiro é distribuído para os bancos comerciais. Como o Banco Central não conta novamente os pacotes recebidos, a falta de pequenas quantias só seria percebida nas agências do varejo bancário.

Do G1 RJ, com informações do Fantástico

terça-feira, 24 de abril de 2012

Polícia da Bahia encontra carro dos cinco jovens desaparecidos dentro do Rio Mucuri

Polícia da Bahia encontra carro com as mesmas características do usado pelos jovens desaparecidos
A polícia militar da Bahia informou, na noite desta terça-feira, que o carro dos cinco jovens que estavam desaparecidos desde sexta-feira foi encontrado dentro do Rio Mucuri. A placa do carro que estava no rio é a mesma do veículo Fiat Punto que estava desaparecido, de acordo com o tenente. O local fica a dois quilômetros da divisa dos Estados do Espírito Santo e da Bahia.

Segundo a polícia, um corpo foi localizado ao lado de fora do veículo.

Ao todo, 60 homens trabalham no local e tentam remover o carro.

Equipes de buscas da Polícia Militar de Teixeira de Freitas encontraram, na noite desta terça-feira (24), o carro que levava o grupo de universitários desaparecidos desde a semana passada. De acordo com informações do capitão Anilton Almeida do 13º Batalhão de Teixeira de Freitas, o carro de modelo Punto, placa  OBC – 9685, foi encontrado submerso no Rio Mucuri.

De acordo com o capitão Almeida, um corpo foi encontrado ao lado de fora do veículo. A polícia informa ainda que ao todo 60 homens trabalham no local.

Na manhã desta terça-feira (24), a Secretaria de Estado de Segurança Pública chegou a informar que um carro com cinco corpos havia sido encontrado na localidade de Juerana, próximo a Posto da Mata, em Nova Viçosa. Mas o superintendente de Polícia do Interior Danilo Bahiense sobrevoou o local e não confirmou o fato.

Bahiense afirma que o que motivou as buscas foi “um boato”. “Recebemos a informação e fomos ao local para checar. Sobrevoamos a região de helicóptero e o coronel também nos auxiliou, de carro, mas foi boato. Não encontramos nada”, disse.

Desaparecimento
Os cinco jovens que seguiam do Norte do Espírito Santo para Prado, na Bahia, na última sexta-feira (20), desapareceram antes de chegar ao destino, segundo familiares. Os universitários de São Mateus e Colatina saíram do Espírito Santo às 19h e foram vistos pela última vez em um posto de combustíveis em Pedro Canário.

Segundo a mãe de Rosaflor, Márcia Pereira de Oiliveira, todos os pais dos cinco jovens estão reunidos na delegacia da Polícia Civil, em São Mateus.
G1


terça-feira, 3 de abril de 2012

Policial espanhol chefia batida em restaurante, e não reconhece os craques do Real Madrid — nem Cristiano Ronaldo

O policial espanhol chefia uma batida num restaurante, e não reconhece os craques do Real Madrid — nem Cristiano Ronaldo
Pepe, Cristiano Ronaldo e Marcelo: com Coentrão, que não está na foto, alvo de um policial atrás de mafiosos em Madri (Foto: Correio do Povo)

O policial de Madri que comandou uma “batida” num celebrado restaurante da capital, dias atrás, deveria ser demitido por ignorância.

O policial, que chefiava outros quatro, atendeu a uma queixa anônima sobre uma suposta reunião de mafiosos num reservado do restaurante e quis entrar.


O dono argumentou que não era nada disso, que ali estavam quatro jogadores e ídolos do time do Real Madrid — Pepe, Cristiano Ronaldo, Marcelo e Coentrão – boa parte do que a imprensa espanhola chama, inadequadamente, de “clã português”, e que inclui, além de Marcelo, também Kaká. Eram convidados de Pepe, brasileiro naturalizado português, para comemorar seu aniversário.

Os craques ficaram boquiabertos quando, diante da argumentação do proprietário, o policial, em plena capital da Espanha, na cidade-sede do time de futebol que tem milhões de torcedores no país e no exterior, e que não sai das telas de TV mundo afora, respondeu:

– Não sei quem são esses sujeitos.

Até que os colegas o chamaram à parte e disseram que, sim, eram os jogadores em questão.

Turrão, o homem da lei não se deu por achado: deu uma olhada geral no reservado, com se estivesse inspecionando o local, até que, solenemente, bateu em retirada com seus comandados.

Veja


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Polícia russa confunde corrida com parada gay

 As autoridades russas não aprovam marchas de orgulho gay


A polícia russa deteve ontem várias pessoas que participavam de um evento esportivo ao confundi-lo com uma parada de orgulho gay, de acordo com a agência local de notícias Interfax.  Depois de receber uma denúncia telefônica, três furgões da polícia  se dirigiram aos arredores da agência de correios da cidade de Sovestka.  As autoridades russas, que até 1993 consideravam a homossexualidade uma doença mental e a puniam com pena de prisão, não aprovam marchas de orgulho gay.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Polícia teme 'barril de pólvora' em caso de fracasso corintiano

 A polícia de São Paulo trata o clássico entre Corinthians e Palmeiras, no domingo, como o de maior risco desta temporada.

A partida, que decidirá o título do Brasileiro, terá o Pacaembu lotado --os 36 mil ingressos para corintianos já se esgotaram há dias. Os palmeirenses terão 1.800 entradas.

Wanezza Soares - 13.nov.11/Folhapress
Torcedores do Corinthians no Pacaembu durante o jogo contra o Atlético-PR

"Este é o jogo de maior perigo no ano e o que nos demanda a maior atenção", afirmou o coronel Walmir Martini, comandante do 23º Batalhão, responsável pela segurança na área externa do estádio.

"Nossa preocupação é o Palmeiras evitar o título do Corinthians. Teremos um barril de pólvora ali."

O Corinthians precisa apenas de um empate para ficar com a taça. Uma derrota pode significar o vice-campeonato, se o Vasco vencer o Flamengo.

Para evitar problemas, devem ser escalados entre 200 e 300 soldados para o confronto, o triplo do efetivo normal para clássicos, segundo o comandante.

O plano de segurança deve ser divulgado hoje. "Ainda estamos discutindo sobre o assunto", afirmou Martini, que disse que a polícia já monitora sites de relacionamento para rastrear brigas marcadas através da internet.


Dentro do estádio, a preocupação é a mesma, o que fará aumentar o número de militares. "Penso em 250 policiais, cem a mais do que em um clássico normal", declarou o coronel Carlos Savioli, do 2º Batalhão de Choque da PM.

Ele admite, porém, que o temor maior é por ocorrências fora do Pacaembu.

"Os reflexos da partida são sentidos na área externa. Lá dentro, as torcidas estão contidas."

Folha

sábado, 6 de agosto de 2011

Polícia alemã flagra esqueleto ‘dirigindo’ carro

Era uma noite tranquila na pequena cidade Platting, na Alemanha. Mas a calmaria acabou quando dois policiais, que estavam patrulhando as ruas de carro, avistaram pelo espelho retroivisor um carro sendo dirigido por um esqueleto. Em pânico, os policiais reduziram a velocidade e mandaram o carro fantasma encostar. Foi aí que veio a revelação.
Esqueleto flagrado na 'direção' tinha até um chapeuzinho bem maroto Foto: Reprodução

O carro, na verdade, estava sendo dirigido pelo inglês Martin Willians, um jovem de 23 anos. E o carro, assim como o dono, também era inglês. Ou seja: a direção é do lado direito, ao contrário do resto do mundo. O que os policiais avistaram na verdade era um esqueleto de plástico no banco do carona.

Mas o que um esqueleto fazia no banco do carona? “Eu o comprei num supermercado e coloquei ele no banco do carona porque achei que se colocasse na mala poderia quebrar”, disse Martin.

O porta-voz da polícia achou graça da história. “Não podemos acusá-lo de nada. Não é contra as leis dar carona para um esqueleto”.

Passado o susto, a paz voltou a reinar nas tranquilas ruas de Platting.

Flávio Almeida - Expresso

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bêbado na contramão bate em viatura da PM

Motorista bêbado dirige na contramão e bate em viatura da Rotam
Para completar a polícia encontrou dentro do Fusca branco, placas MRP 7635, uma garrafa de cachaça, da marca "Vergonha"

foto: Nestor Müller
Edilson e a garrafa de Vergonha

Bêbado, sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), dirigindo na contramão e autor de um acidente de trânsito na noite deste domingo (31). Para piorar, o estoquista Edilson de Vasconcellos, 47 anos, bateu em uma viatura de policiais militares da Rotam, em Bela Aurora, Cariacica.

Apesar do cenário, ninguém ficou ferido. Para completar a polícia encontrou dentro do Fusca branco, placas MRP 7635, uma garrafa de cachaça, da marca "Vergonha".

O acidente ocorreu na Rua Dom Pedro I, por volta das 19 horas. O acusado disse que ia para o bairro Vila Isabel e que nem se deu conta da trapalhada. "Rapaz, acho que me confundi", respondeu ao repórter.

Edilson foi autuado em flagrante, pelo delegado de plantão Mário Brocco Filho, no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Cariacica por dirigir embriagado. O teste de alcoolemia constatou 1.08mg/L. Uma fiança de R$ 545,00 que não foi paga.


Fonte: A GAZETA

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Viatura da PM é apedrejada após palestra de delegado

Viatura da PM é apedrejada após palestra de delegado
Durante a confusão em escola, um adolescente e um homem foram detidos

Um carro da Polícia Militar foi apedrejado nesta quarta-feira (25) em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte, após um jovem e um homem serem detidos.

A Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais informou nesta quinta-feira (26) que vai investigar as causas do tumulto que aconteceu, depois da palestra de um delegado na Escola Estadual Deputado Renato Azeredo.

Segundo a Polícia Militar, o delegado discursava sobre os riscos do uso de drogas, quando foi interrompido e desrespeitado por um aluno. Mesmo com a paralisação, ele continuou com a palestra e, ao sair da escola, foi parado e hostilizado por um grupo de adolescente. Um deles foi apreendido.

Após a detenção do jovem, o irmão dele foi tirar satisfação e um policial o identificou como sendo foragido da Justiça. O homem acabou sendo preso. Esse teria sido o estopim para que a confusão começasse. Indignados, os moradores começaram a apedrejar as viaturas da PM que estavam no local.

Nesta quinta-feira, a Corregedoria da Polícia Civil divulgou uma nota afirmando que vai investigar o caso e apurar porque os jovens foram detidos e o que levou o delegado a tomar a decisão. Familiares estão revoltados e acusaram o policial de abuso de autoridade.

R7

domingo, 26 de dezembro de 2010

Problemas com álcool e drogas levam índios a criarem polícia própria

As aldeias Tikuna ficam a mais de mil quilômetros de Manaus, às margens do Rio Solimões. Nos últimos anos, foram 85 casos de suicídios só em uma das aldeias.
Envolvidos com álcool e drogas, índios criam milícias nas tribos. Caciques dizem que precisam ter armas de fogo para serem respeitados. Tradição de castigos físicos é muito forte.


Alcoolismo, drogas, magia negra, estupros e suicídios cada vez mais fazem parte da rotina de comunidades indígenas localizadas em uma região isolada do país, nas fronteiras com o Peru e a Colômbia. Na terra dos tikunas, no extremo oeste da Amazônia, não há controle na venda de álcool e drogas.

Por isso, os índios da região formaram sua própria polícia, uma espécie de milícia paramilitar. A fronteira entre Tabatinga, no Brasil, e Letícia, na Colômbia, é rota do tráfico de drogas e de armas. O Rio Solimões é a principal estrada da região. As aldeias Tikuna ficam justamente neste entorno e são mais de 20 vilas.
Os tikunas formam a mais numerosa nação indígena do Brasil. A proximidade com os brancos tem feito os índios adotarem práticas perigosas, como o alcoolismo. O índios alegam que a bebida vêm das cidades e são vendidas nas tribos. Pela lei, é proibido vender qualquer tipo de bebida alcoólica em região indígena.


Muitos jovens e até crianças com idades entre 10, 11 e 12 anos de idade já estão envolvidos com álcool. É possível ver jovens bebendo na porta de casa, sem o menor controle dos pais. Embriagados, muitos perdem o equilíbrio e chegam a cair no igarapé.

Lei dos caciques
Em cada comunidade há um contingente que pode variar de 100 a 300 milicianos. Todos os índios têm treinamento militar e todas as tropas têm seu delegado e os instrutores. Um deles serviu ao Exército em Tabatinga como soldado. Na aldeia, ele atua como comandante. “Aqui é meus ‘polícia’. Eles me indicaram para o cargo”, diz.

O tempo que passou no Exército, onde atuava com armas, trouxe a experiência para treinar. “Sim, senhor. Com isso hoje existe a polícia indígena. (...) Sim. Aqui eu não. Porque proíbe. Aqui só cassetete para defender nosso povo”, afirma o índio.

Na polícia indígena, prevalece a lei dos caciques. “É que nas comunidades acontecem muitas coisas. É como criminalidade, estupro, invasão da terra, invasão da caça de mata ou dos lagos. Quando a gente denuncia para a Polícia Federal, eles só fazem escrever. Eles não vêm, não tomam a providência. É por causa disso que a polícia indígena foi criada”, afirma o cacique ticuna, Odácio Sosana Bastos.

“Antes de a gente começar o nosso trabalho, havia muitas drogas: cocaína, brilho, heroína, pasta. Tudo entrando pela fronteira. Mas quando a gente começou o trabalho, nós reduzimos em 85% o problema que tinha na comunidade”, garante o cacique.

Nos últimos anos, foram 85 casos de suicídio só em uma aldeia dos tikunas. “Quando consomem, eles chegam em casa com a cabeça já com álcool. O pai conversa com o filho e aconselha. Depois o filho fica revoltado. Aí o filho pega uma corda dessas e consegue se enforcar por causa do alcoolismo”, conta João Inácio Irineu Vitorino, ‘delegado’ da polícia indígena.

O antropólogo João Pacheco de Oliveira, do Museu Nacional no Rio de Janeiro, estudou o comportamento dos tikunas.“De certo modo apareceram grupos paramilitares em várias outras cidades ticunas e começaram a atuar de um modo talvez um pouco radical em relação às iniciativas da comunidade”, diz o antropólogo.

Operação Pantera
A cadeia da polícia indígena, com um metro e meio de altura, fica na comunidade de Belém dos Solimões. Na porta, algumas tábuas estão quebradas, porque os presos chutaram a parte interna.

“Quando está muito alterado, nós amarramos e jogamos aqui dentro. No outro dia, a gente tira o preso, leva para ali, chama o cacique ou chama o pastor. Fazemos uma reunião, um julgamento. Pergunta se a pessoa vai fazer de novo ou não. Aí a pessoa vai dizer que não vai fazer mais. Mas muitos repetem, muitos não cumprem”, conta “Faz mais ou menos uns três meses que não prendo ninguém, é que mandaram parar. O Ministério Público mandou parar, porque teve uma revolta com o pessoal aqui quando nós começamos a trabalhar para acabar com esse negócio da bebida.”

Mas os caciques insistem que a polícia indígena precisa ter armas de fogo para ser respeitada. “O Ministério Público diz que nós, como índio, não precisamos usar a arma. Por quê? Nosso povo é igual ao povo civilizado. Tem revólver, tem pistola, tem machado, e ataca com essas armas em cima de nós. E nós só com cassetete?”, questiona Sosana Bastos.

Ministério Público
A procuradora da República Gisele Dias Bleggi lembra que a legislação não permite o uso de arma de fogo. "O que eles alegam para instituir a polícia indígena é a questão que eles acham que o Estado está sendo muito omisso, o Estado não está dando a proteção que tem que dar para poder garantir a segurança dos membros das próprias comunidades. Arma de fogo, não, arma deles pode. Arma de fogo é proibido, a legislação não permite", diz.

Ela também fala a respeito a aplicação do que chama de "penas cruéis". "Os abusos que violem os direitos humanos, por exemplo, a aplicação de penas cruéis, de tortura e de morte - isso o Ministério Público não pode permitir. A Constituição não permite. O Ministério Público não pode virar as costas, mas o Ministério Público não pode apoiar que os indígenas formem uma organização militarizada”, diz a procuradora Gisele.
A tradição de castigos físicos é muito forte. “Isso aqui é para aqueles que estão muito alterados. Usam a palmatória como castigo e para que a pessoa se acalme”, diz Santo Mestâncio Alexandre, cacique da comunidade indígena Umariaçu 2.

Os índios querem receber do Estado por este serviço de policiamento. “Queremos que o governo federal nos reconheça com salário e queremos que o Congresso nacional reconheça com leis nossa segurança”, diz.

Polícia Militar
O delegado da Polícia Federal Gustavo Henrique Pivoto João diz que não se pode reconhecer este tipo de formação policial. “A Polícia Federal tem como um grupo verdadeiramente de milícia, com raízes até paramilitar. Caso isso venha evoluir para uma situação que eles tenham, por exemplo, armamento, a polícia não concorda. A Polícia Federal não apoia. A Polícia Federal reprime qualquer ação que vá de encontro ao estado democrático de direito, contra os direitos humanos”, afirma.

Para cuidar da área, a polícia conta com três delegados e 34 agentes.
Por meio de nota, a Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão responsável pela política nacional em relação aos índios, diz que a criação da "polícia indígena" é ilegal. Quando verifica a ocorrência de crimes, a Funai aciona as forças policiais.

“Há o temor de que esses índios acabem vindo a ser cooptados pelo tráfico de drogas, pelas organizações paramilitares de traficantes”, alerta o delegado da Polícia Federal, Pivoto João.


Do G1, com informações do Fantástico