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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Idosas se casam depois de 72 anos juntas nos Estados Unidos

Vivian Boyack, de 91 anos, e Alice Dubes, de 90, celebraram união em cerimônia para íntimos

Noventa anos de idade casal gay se casa em Iowa, após 72 anos juntos
Vivian Boyack e Alice 'Nonie' Dubes, 91 e 90, reuniu-se na cidade natal de Yale, Iowa, enquanto crescia.

Mais de sete décadas depois de começare seu relacionamento, Vivian Boyack e Alice "Nonie" Dubes se casaram.

Boyack, 91, e Dubes, 90, sentaram-se lado a lado durante a cerimônia, no sábado, relata o jornal Quad City Times.

"Esta é uma celebração de algo que deveria ter acontecido há muito tempo atrás", disse a Reverenda Linda Hunsaker  ao pequeno grupo de amigos próximos e familiares que compareceram.

Elas se conheceram em 1941, em sua cidade natal de Yale, Iowa. Em 1947, elas se mudaram juntas para Davenport, onde Vivian trabalhava como professora e Alice como bancária.

Dubes disse que as duas têm desfrutado de sua vida em conjunto e ao longo dos anos, eles viajaram para todos os 50 estados, todas as províncias do Canadá, e para a Inglaterra duas vezes.

"Tivemos um bom tempo", disse Dubes.

Boyack disse que teve que ter muito e de trabalhar para manter um relacionamento indo para 72 anos.

Amigo de longa data Jerry fermento, 73, disse que conheceu o casal quando ele trabalhava em seu quintal como um adolescente.

"Eu conheço essas duas mulheres em minha vida, e eu posso te dizer, eles são especiais", disse levedura.

Iowa começou a permitir o casamento gay em 2009. As duas mulheres dizem que nunca é tarde demais para um novo capítulo na vida.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Idosa guarda namorado morto por 1 ano e meio para ter companhia

Idosa guarda namorado morto por 1 ano e meio para ter companhia

Charles Zigler morreu em dezembro de 2010, mas a namorada dele deixou o corpo em uma cadeira na sala de estar

Uma idosa manteve o corpo do namorado morto em uma cadeira por um ano e meio para que ele "assistisse" TV com ela. Linda Chase, 72 anos, afirmou que manteve o cadáver de Charles Zigler limpo e vestido na casa onde eles viviam, no sul do Estado americano de Michigan. Ela conversava frequentemente com o namorado morto, especialmente enquanto assistia a corridas de automóveis.

"Não é que eu não tenha coração. Eu não queria ficar sozinha. Ele era o único homem que já foi bom para mim", disse Linda Chase. A polícia do condado de Jackson encontrou o corpo de Zigler em uma cadeira da sala de estar na semana passada.

Autoridades acreditam que o homem tenha morrido de causas naturais aos 67 anos em dezembro de 2010, mas a mulher disse que foi em dezembro do ano passado. A idosa afirmou que não havia mau cheiro.

Linda Chase não foi presa, mas está sendo investigada por suspeita de fraude financeira. Ela admite que pegou cheques de benefícios do namorado após a morte dele. "Eu provavelmente vou para a prisão", disse a mulher. "Eu disse a eles a verdade. Não menti em relação a isso", afirmou.

Autoridades acreditam que a investigação levará tempo. "É um caso bizarro. Não há outro jeito de descrevê-lo", disse Mark Blumer, promotor do condado de Jackson.

O filho de Charles Zigler, Wally Zigler, 48 anos, disse que o pai trabalhava em uma loja de máquinas e recebia seguro social, cheques de pensão e benefícios de veterano militar. Ele afirmou que tentou ver o pai, mas Linda Chase não o deixou entrar na casa. "Não foi certo deixá-lo lá daquele jeito", disse Wally Zigler.

Com informações do Daily Mail.

domingo, 29 de maio de 2011

Aos 100 anos, idosa volta ao banco da escola no norte do PR

'A gente vira criança', diz, aos 100 anos, idosa que voltou à escola
Isolina Mendes Campos fez aniversário no último dia 25, com festa.
Ela frequenta aulas em uma turma de educação para adultos.

Isolina e as colegas da escola, em Londrina, no Norte do Paraná. (Foto: Gilberto Abelha/Gazeta do Povo/Futura Press)

Às 5h da manhã deste domingo (29) a mineira Isolina Mendes Campos levantou, em Londrina, no Norte do Paraná. Acorda bem cedo todos os dias, mas hoje estava rouca, resfriada. A semana passada foi agitada para ela, muitas homenagens. Não é todo dia 25 de maio que se tem uma festa de aniversário de cem anos para mais de 300 pessoas. Quando o G1 perguntou se podia entrevistá-la, respondeu: “O senhor veio na minha festa?”. Mas o assunto era outro: a volta dela para a escola.

“Quando a gente nasce, a idade começa a contar para frente. Mas tem uma hora que começa a contar para trás e a gente vira criança de novo”. Fala da recente volta para a escola. Há cerca de dois meses Isolina frequenta aulas noturnas de uma turma de educação para adultos. Os colegas têm mais de 45 anos.
Ela diz que fez muito amigos e colegas e que, quando falta, eles mandam chamar. Sobre a professora, diz “gosto demais. No dia da festa ela apareceu. Estava tão alegre que só vendo”.

Se o assunto é o gosto tem pelas matérias, “não conheço letra nenhuma, não conheço nada”. E termina: “O senhor não repare eu não poder conversar direito, por causa da voz rouca”.

Família
Isolina mora com o filho e a nora em uma casa do Conjunto Mariano. Tem costume de limpeza e, sem suportar louça na pia, ainda é pega fazendo tarefas domésticas. "Se deixar, ela lava roupa", entrega a família.
Três vezes por semana ela se arruma para ir à igreja.


Vinícius Sgarbe
Do G1 PR

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Igreja Universal terá de indenizar idosa por agressão em templo

A Igreja Universal do Reino de Deus de Rio das Ostras (RJ) terá que indenizar a aposentada Edilma Alexandre de Oliveira em R$ 51 mil por agressão.

Em agosto de 2004, Edilma, na época com 71 anos, levou um chute de um auxiliar de pastor dentro do templo e foi lançada a uma distância de três metros. Ela sofreu fratura na perna com lesões irreversíveis.

A idosa passou por duas cirurgias para colocação de parafusos de platina. Ela ficou impossibilitada de fazer seus serviços domésticos e os doces que vendia para ajudar no sustento.

O advogado de Edilma, Francisco Afonso da Silva Carvalho. disse à Folha que sua cliente está muito adoentada e que provavelmente não voltará a andar.

"Ela foi convidada por uma amiga para participar de um culto. No dia tinha a chamada sessão do descarrego. Ao seu lado sentou um homem que, ao receber algum tipo de espírito, acabou atingindo sua perna. Até hoje a dona Edilma anda com cadeira de rodas", explicou Carvalho.

O advogado afirma que, na época, a igreja chegou a ajudar no tratamento de Edilma, mas quando viu que o estado de saúde da idosa piorou, a atenção foi suspensa.

A igreja recorreu, mas a 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio negou provimento ao recurso e manteve a sentença.

Em sua defesa, a igreja reconheceu que o evento aconteceu em suas dependências, "lugar que se destina a práticas espirituais que deixam, muitas vezes, os fieis fora de si e, portanto, com possíveis comportamentos de violência, movidos pela delirante força para neutralizar atuações pretensamente demoníacas".

A Folha procurou a assessoria da Universal, mas não obteve resposta.

Fonte: Folha

quarta-feira, 18 de maio de 2011

114 anos. ''Guinness' proclama brasileira como a mais velha do mundo

Guinness elege mineira de 114 anos como a pessoa mais velha do mundo
Maria Gomes Valentim é moradora da cidade de Carangola.
Livro dos recordes confirmou data de nascimento: 9 de julho de 1896.


Uma moradora de Minas Gerais foi reconhecida pelo Guinness, o livro dos recordes, como a pessoa viva mais velha do mundo. Maria Gomes Valentim, de 114 anos, é moradora da cidade de Carangola e tem 48 dias de vida a mais que a antiga detentora do recorde, a norte-americana Besse Cooper.

A equipe do Guinness confirmou a data de nascimento de Maria: 9 de julho de 1896. Com isso, Besse Cooper, que ainda está viva, passa a ser a pessoa mais velha na América da Norte.

A mineira morou durante toda a vida na mesma cidade. Maria Valentim se locomove atualmente em uma cadeira de rodas e recebe o equivalente a um salário mínimo para sobreviver (R$ 545,00). A mineira também depende o sistema público para tratamentos, já que a família não consegue pagar seguro de saúde privado.

Ela se casou com João em 1913, mas seu marido morreu em 1946. Teve apenas um filho, quatro netos, sete bisnetos e cinco trinetos. Conhecida como Vó Quita, a mineira parece ter herdado a longevidade do seu próprio pai, que também viveu muito: 100 anos.


Maria Gomes Valentim, de 114 anos, em foto de 11 de março. (Foto: Guinness World Records / AP Photo)

Outros casos
As histórias de outras duas brasileiras, uma no Rio de Janeiro, e outra na Bahia, foram contadas pelo G1 como possíveis casos de pessoas mais idosas no mundo.

O Guinness ainda recebe milhares de reivindicações de outras pessoas ao posto de pessoa mais longeva, mas 99% dos pedidos são rechaçados pela ausência de documentos para prova.

Segundo Craig Glenday, editor-chefe da publicação, o caso de Maria é impressionante, pois trata-se de uma pessoa nascida durante "o reinado da Rainha Vitória e antes da criação da companhia Ford". O Brasil nunca havia obtido sucesso nos pedidos de avaliação anteriores, destacou Glenday.

Do G1, com informações da Associated Press

quarta-feira, 23 de março de 2011

Idosa de 92 anos atira contra casa de vizinho porque ele não quis beijá-la

Caso ocorreu no estado da Flórida. Helen Staudinger foi presa após disparar quatro tiros contra o vizinho; rejeição teria sido motivo


A polícia do Estado da Flórida prendeu nesta quarta-feira Helen Staudinger, de 92 anos, por ter atirado contra um vizinho que rejeitou um pedido de beijo da mulher.

De acordo com os policiais, Staudinger teria ido a casa do vizinho Dwight Bettner, de 53 anos, e ficou furiosa após ter seu pedido de beijo negado, disparando quatro tiros contra a casa de Bettner usando uma pistola semiautomática.

Os tiros deixaram uma janela quebrada, mas ninguém ficou ferido.

Bettner relatou ter problemas constantes com a vizinha, que estava cada vez mais apaixonada por ele e já tinha ameaçado atirar quando ficou sabendo que ele tinha namorada.

A mulher está agora na prisão do condado de Marion, onde deve aguardar julgamento.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Idosa dada como morta 'ressuscita' no caixão em Ipatinga

Uma idosa de 88 anos dada como morta pelo Hospital Municipal de Ipatinga, no Vale do Rio Doce (MG), quase foi enterrada viva. Maria das Dores da Conceição chegou a ser levada para a funerária e colocada no caixão, quando se mexeu, segundo a família. Ontem, Maria das Dores estava internada e recebeu cuidados na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do mesmo hospital. Por meio de nota oficial, a Prefeitura de Ipatinga diz que solicitou à Polícia Civil a apuração do caso e que a direção do hospital está à disposição da família para os esclarecimentos necessários.


A neta Noeme Silva Amâncio, de 31 anos, disse que o óbito foi constatado pelos médicos nessa quarta-feira (22) e comunicado aos familiares. A assessoria de comunicação Social da Prefeitura de Ipatinga, que também responde pela Secretaria Municipal de Saúde, não soube informar a causa atestada como motivo da morte e disse que o documento ficou com a família. O atestado teria se perdido depois de entregue à funerária, segundo a neta. “Um funcionário da funerária disse que entregou o papel para a assistente social do hospital”, disse Noeme.

Na funerária, ao ser percebido que a senhora apresentava sinais vitais, ela foi levada de volta ao hospital. Noeme conta que foi uma das primeiras a chegar para acompanhar a avó, que voltaria a ser internada. “Ela estava de lado, dentro do caixão no carro da funerária, na porta do pronto- socorro do hospital. Ela estava respirando e mexendo mais do que antes”, disse. A neta informou que a avô está sendo bem atendida nesta quinta-feira (23).

Segundo a família, a idosa, que sofre de Mal de Alzheimer, ainda está no Centro de Tratamento Intensivo, para onde foi levada depois do incidente. Uma das filhas de Maria da Conceição, Maria Regina, que mora em Belo Horizonte, chegou a viajar para a cidade para o enterro da mãe. ''Viemos para o enterro, mas Graças a Deus ela não tinha morrido'', afirmou.

Por meio de nota oficial, a Prefeitura de Ipatinga diz que solicitou à Polícia Civil a apuração do caso e que a direção do hospital está à disposição da família para os esclarecimentos necessários.

A nota diz que a idosa deu entrada no Hospital Municipal de Ipatinga na manhã de terça-feira (21). A paciente apresentava histórico médico de hipertensão arterial, doença vascular periférica obstrutiva e demência de Alzheimeir, além de ser acamada. Noeme confirmou que a avó é acamada e tem a doença degenerativa e que foi levada ao hospital pela primeira vez porque gemia e se queixava de muita dor.

Ainda segundo a assessoria da prefeitura, na tarde desta quarta-feira (22), a paciente não apresentou sinais vitais e recebeu o atestado de óbito às 16h50. Depois de passar pela funerária, ela foi levada novamente ao hospital, por volta de 20h30, onde recebeu de imediato atendimento médico, de acordo com a prefeitura.

De acordo com a assessoria da Polícia Civil, o caso já está sendo investigado.
* colaborou Keila Mendes, da Inter TV dos Vales