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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Top 20 empresas com os funcionários mais felizes e bem pagos


As 20 empresas com os funcionários mais felizes e bem pagos

Confira quanto ganham e o nível de satisfação de funcionários que trabalham em 20 grandes companhias dos Estados Unidos, segundo levantamento feito pelo Business Insider


Felicidade e dinheiro no fim do mês
São Paulo - Salário alto e felicidade no emprego caminham juntos nas 20 empresas que você confere a seguir. O ranking publicado pelo Business Insider, com informações do PayScale, avaliou salários e o nível de felicidade dos funcionários das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, segundo a revista Fortune.

O nível de felicidade foi medido a partir de questionários respondidos pelos funcionários e levou em conta itens como satisfação, flexibilidade da jornada, significado da atividade na visão do profissional, entre outros. Dentro do resultado final do ranking, o peso do salário é de 43% enquanto o nível de felicidade responde por 57%.

1. Celgene Corporation
Setor: biotecnologia

Sede nos Estados Unidos: Summit, New Jersey
Número de funcionários: 4.500
Salário médio anual após 5 anos: 118.000 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 91%
Taxa de flexibilidade da jornada: 91%

2. Google
Setor: internet
Sede nos Estados Unidos: Mountain View, Califórnia
Número de funcionários: mais de 30 mil
Salário médio anual após 5 anos: 119 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 81%
Taxa de flexibilidade da jornada: 81%

3. Huntsman Corporation
Setor: químico
Sede nos Estados Unidos: Salt Lake City, Utah
Número de funcionários: 12 mil
Salário médio anual após 5 anos: 95.600 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 75%
Taxa de flexibilidade da jornada:94%

4. Qualcomm, Inc.
Setor: telecomunicações
Sede nos Estados Unidos: San Diego, Califórnia
Número de funcionários: 20 mil
Salário médio anual após 5 anos: 106 mil dólares
Taxa de satisfação:81%
Taxa de flexibilidade da jornada: 92%

5. Biogen Idec, Inc
Setor: biotecnologia
Sede nos Estados Unidos: Weston, Massachusetts
Número de funcionários: 4.850
Salário médio anual após 5 anos: 97.800 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 83%
Taxa de flexibilidade da jornada:89%

6. MasterCard Worldwide
Setor: serviços financeiros
Sede nos Estados Unidos: Purchase, New York
Número de funcionários: 6.700
Salário médio anual após 5 anos: 103 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 81%
Taxa de flexibilidade da jornada:85%

7. Chevron
Setor: petróleo e gás
Sede nos Estados Unidos: San Ramon, Califórnia
Número de funcionários:62 mil
Salário médio anual após 5 anos: 102 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 81%
Taxa de flexibilidade da jornada:80%

8. Yahoo!
Setor: internet
Sede nos Estados Unidos: Sunnyvale, Califórnia
Número de funcionários: 14,1 mil
Salário médio anual após 5 anos: 120 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 81%
Taxa de flexibilidade da jornada:88%

9. E.I. DuPont De Nemours & Co.
Setor: químico
Sede nos Estados Unidos: Wilmington, Delaware
Número de funcionários: 70 mil
Salário médio anual após 5 anos: 80.700 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 84%
Taxa de flexibilidade da jornada:84%

10. Williams Companies, Inc.
Setor: petróleo e gás
Sede nos Estados Unidos:Tulsa, Oklahoma
Número de funcionários: 3.193
Salário médio anual após 5 anos:79 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 80%
Taxa de flexibilidade da jornada:79%

11. Pfizer
Setor: farmacêutico
Sede nos Estados Unidos: New York, NY
Número de funcionários: 103.700
Salário médio anual após 5 anos: 93.200 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 73%
Taxa de flexibilidade da jornada:84%%

12. ITT Exelis
Setor: defesa/segurança nacional
Sede nos Estados Unidos: Tysons Corner, Virginia
Número de funcionários: 20 mil
Salário médio anual após 5 anos: 102 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 79%
Taxa de flexibilidade da jornada:84%

13. Abbott Laboratories
Setor: farmacêutico
Sede: North Chicago, Ilinois
Número de funcionários: 91 mil
Salário médio anual após 5 anos: 88 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 77%
Taxa de flexibilidade da jornada:83%

14. Microsoft
Setor: computação
Sede: Redmond, Washington
Número de funcionários: 94 mil
Salário médio anual após 5 anos: 111 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 69%
Taxa de flexibilidade de jornada: 92%

15. Amgen Corporation
Setor: biofarmacêutico
Sede: Thousand Oaks, Calif
Número de funcionários:17.800
Salário médio anual após 5 anos: 98.500 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 75%
Taxa de flexibilidade da jornada: 78%

16. Boeing
Setor: aviação
Sede: Chicago, Ilinois
Número de funcionários: 171.700
Salário médio anual após 5 anos: 85.900 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 76%
Taxa de flexibilidade da jornada: 80%

17. 3M Company
Setor: tecnologia/ inovação
Sede: Two Harbors, Minnesota
Número de funcionários: 84.198
Salário médio anual após 5 anos: 82.400 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 77%
Taxa de flexibilidade da jornada: 79%

18. Johnson & Johnson
Setor: Farmacêutico
Sede: New Brunswick, New Jersey
Número de funcionários: 117.900
Salário médio annual após 5 anos: 92 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 72%
Taxa de flexibilidade da jornada: 83%

19. Booz, Allen and Hamilton
Setor: consultoria
Sede nos Estados Unidos: Tysons Corner, Virginia
Número de funcionários: 26 mil
Salário médio anual após 5 anos: 93.100 dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 72%
Taxa de flexibilidade da jornada: 83%

20. Dow Chemical Company
Setor: químico
Sede nos Estados Unidos: Midland, Michigan
Número de funcionários: 50 mil
Salário médio anual após 5 anos: 90 mil dólares
Taxa de satisfação dos funcionários: 78%
Taxa de flexibilidade da jornada: 85%

Fonte: exame.abril.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

Empresas hoje querem muitos "índios" para poucos "caciques"

Certamente você já ouviu a expressão "muito cacique para pouco índio", que quer dizer que numa determinada empresa há chefes demais e funcionários de menos. Esse modelo de organização empresarial está passando por profundas transformações. De acordo com especialistas, a tendência é que as corporações sejam mais enxutas, com muito mais "índios", pois eles passaram a ocupar cargos mais estratégicos.

A chamada administração descentralizada, que é conhecida como gestão horizontal, elimina cargos de comando e reorganiza os funcionários em equipes autogeridas, responsáveis por suas ações e seus orçamentos. Com isso, os funcionários podem ganhar mais, salários próximos aos dos chefes, mas terão muito mais tarefas.

A ideia é diminuir gastos com pessoal e ganhar tempo nas ações. No entanto, é preciso ter metas bem definidas para o negócio não sair dos trilhos.

Na UVV, por exemplo, o crescimento acelerado da instituição fez com que o modelo de gestão fosse alterado. A diretora da faculdade, Adriana Dantas da Silva Siviero, explica que desta forma a diretoria passou a ter acesso mais facilitado aos professores.

"O resultado da desburocratização é repassado para o público, pois há rapidez na tomada de decisões. No entanto, é importante manter a diretriz e estabelecer regras que são espalhadas pelo campus", avaliou.

A psicólogoa da Psicoespaço, Riviane Damásio, ressalta que esse novo modelo de gestão demonstra a atualização das empresas. "As grandes e médias empresas perceberam essa tendência e querem mais líderes e não chefes. Hoje, todos dentro da corporação precisam ter comprometimento e competência", explicou.

Ela explica ainda que o líder deve estar junto com a equipe, que deve saber desenvolver a proatividade e buscar resultados.

"A mudança do chefe também é alterada. Todos tem que fazer acontecer. O perfil exigido passou a ser o mesmo para todos os colaboradores, independentemente da função que ocupa", ressaltou.




Funcionário pode crescer sem virar chefe
O diretor de operações da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, afirmou que nos últimos anos as estruturas mais horizontais representaram acúmulo de função por conta da diminuição do número de colaboradores. Com isso, os funcionários que ficavam trabalhavam por dois e também os chefes. "Para mudar isso e aumentar a produtividade, as empresas criaram mais  posições intermediárias", disse. Nesse sentido, o plano de carreira ganha a função de promover o funcionário, mas sem que, para isso, ele vire chefe.  Para resolver problema de tempo, as firmas passaram a adotar outros modelos de gestão. "As companhias buscam cada vez mais desenvolver líderes mais eficazes que sejam capazes de motivar e reter talentos. O que está havendo, na verdade, é uma retomada suave da antiga estrutura", avaliou.

Faculdade deu autonomia para os professores
A UVV cresceu muito em um curto espaço de tempo. Por conta disso, houve a necessidade de mudar a organização da instituição. "Em 1999, começamos a fazer esta alteração. Cada coordenador passou a ver o curso como empresa. Não foi difícil esta decisão, uma vez que foram estabelecidas metas que facilitaram a gestão, além de haver um enxugamento  do quadro", explicou a diretora da instituição, Adriana Dantas da Silva Siviero. Segundo ela, com a administração descentralizada, a diretoria da faculdade pode ter acesso mais facilitado aos professores e eles também à administração. "Quando diminui a burocracia, a diretoria tem contato com todos os funcionários, independente da função. Isso não significa que os colaboradores vão fazer o que querem. Eles têm metas", explicou.

O papel do líder
Análise
Martha Zouain Psicóloga e diretora da Psico Store

A busca por um desempenho cada vez melhor, com prazos cada vez menores, vem exigindo que as empresas reflitam sobre seus modelos de gestão. Mais do que nunca está claro que para ter alta performance é necessário que as pessoas dêem o melhor de si. A maior constatação dentro desta concepção vem do fato de que a hierarquia presente nas organizações pode facilitar ou dificultar os resultados. A importância da liderança nunca foi questionada, mas, sim o modelo que a liderança exerce. Jamais questionaremos a importância do "cacique", mas, precisamos, enquanto líderes, entender o quão importante é o "índio". A partir daí, dada a grande complexidade e dimensão que um processo de mudança costuma ter, o mais importante é concentrar-se no foco, nos resultados, nas soluções, e atuar de maneira integrada com todos os membros que compõem a organização.

Pesquisa - Funcionários valorizam treinamento
O treinamento é a ação mais valorizada pelos funcionários em uma organização, segundo revela pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA). De acordo com o levantamento, a prática, juntamente com a assistência médica e a ginástica laboral, está entre as iniciativas promovidas pelas empresas que mais impactam positivamente na qualidade de vida no trabalho.




A GAZETA - Diná Sanchotene