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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Câncer: Brilho em olho leva a diagnóstico. Amiga alerta mãe de sinal visto em foto

Brilho diferente em olho leva a diagnóstico de câncer em bebê
Amiga alertou mãe de sinal visto em foto de criança, que está fazendo tratamento contra tumor no olho.


Montagem mostra como fotos podem revelar se a
criança é portadora de retinoblastoma. (Foto: BBC)




Ativistas querem que pais sejam alertados sobre uma forma rara de câncer que pode ser detectada através de sinais no olho da criança.

O retinoblastoma, um tumor maligno da retina que afeta crianças com menos cinco anos de idade, pode levar à remoção do olho se houver demora no tratamento.

Detectar a presença do tumor o mais rápido possível pode acabar sendo decisivo - o que pode ser feito com ajuda de uma mera fotografia.

O sinal mais claro do retinoblastoma é um tipo de brilho branco na pupila do olho, causado pelo reflexo da luz do tumor na parte posterior do olho do bebê. Ele pode ser detectado em fotos do rosto da criança, especialmente quando a cor branca de um olho contrasta com a cor do outro olho.

Ali Fryer, mãe do pequeno Darcey, deve à observação de uma amiga o diagnóstico de sua filha de seis meses, que se deu em fevereiro.

"Uma ex-aluna de piano minha viu um pequeno brilho no olho direito de Darcey (em uma foto) e sugeriu que eu a levasse ao médico. Eu a levei na manhã seguinte e nosso médico nos conduziu diretamente para a emergência. Naquela tarde mesmo (o diagnóstico) foi confirmado", conta a mãe.

Ali nunca havia ouvido falar dessa condição. Ela e seu marido não tinham ideia do futuro que seria reservado à sua filha. Foi uma época confusa e penosa. "Se o tumor tivesse sido um pouco maior, o olho dela teria de ser removido. No momento há um chance de que em seis meses a quimioterapia possa salvar seu olho", conta a mãe.

Darcey foi submetida a quimioterapia e a exames regulares sob anestesia, para avaliar o seu progresso.

A criança conta com uma chance de 50% de manter o seu olho direito. Há o perigo de que o tumor se propague para o olho esquerdo - mas é raro que isso aconteça. No momento, a quimioterapia vem reduzindo o retinoblastoma e Darcey está lidando bem com os efeitos colaterais.

A mãe conta que foram prescritos remédios que visam amenizar os efeitos colaterais do tratamento, como uma solução de lactose para combater a constipação, e "um creme maravilhoso para prevenir o ressecamento da pele e a perda de cabelo". "Bem, ela só tem alguns fios, de qualquer maneira", afirma Ali.

A família vem recebendo a visita de enfermeiras duas vezes por semana. Elas monitoram a quimioterapia e realizam testes sanguíneos.

Na Grã-Bretanha, a retinoblastoma afeta um em cada 20 mil bebês por ano e representa 3% dos tipos de câncer no país.

A boa notícia é que 98% das crianças submetidas a tratamento sobrevivem. Mas cerca de 80% das crianças afetadas acabam tendo o olho removido porque a maior parte dos casos não é diagnosticada cedo o suficiente.

Diagnóstico de Darcey foi feito após uma ex-aluna
da mãe alertá-la sobre o brilho no olho. (Foto: BBC)

Prevenção

Ashwin Reddy, cirurgião ocular infantil e perito em retinoblastoma do Royal London Hospital diz que o tumor é capaz de matar.

"Detectar o reflexo branco ou brilho branco no olho pode fazer uma diferença vital porque, assim, o tumor não vai estar tão evoluído e nós não seremos obrigados a remover o olho", afirma.

A quimioterapia é o tratamento padrão para o retinoblastoma, mas também podem ser usados terapia a laser e radioterapia.

Um tipo relativamente novo de quimioterapia no qual medicamentos são submetidos diretamente ao olho por meio de uma artéria na perna evita as tradicionais complicações decorrentes da quimioterapia tradicional, que é aplicada através de uma linha intravenosa central.

Mas ainda não há garantias de que novos tratamentos sejam bem-sucedidos. Crianças que acabam tendo de ter seu olho removido podem tê-lo substituído por um olho artificial aplicado seis semanas após a operação.

Ali Fryer adverte para a a necessidade de detectar os sinais da retinoblastoma ainda no estágio inicial.

"Se você constatar algo incomum no olho de seu bebê ou de sua criança, por favor leve-a ao médico. Pode muito bem não ser nada e você poderá permanecer tranquilo. Ou pode ser algo que exige tratamento. E se for retinoblastoma, você poderá salvar os olhos de sua criança, se não a própria vida dela."

Da BBC

Adoçante artificial causa câncer?

Ratos submetidos a doses elevadas do adoçante ciclamato apresentaram alta incidência de leucemia. Os especialistas, porém, dizem que, para produzir o mesmo efeito em seres humanos, o ciclamato teria de ser consumido em doses diárias descomunais por décadas a fio. Como toda substância química, os adoçantes devem ser ingeridos com cuidado. Alguns apresentam sódio em sua composição, o que pode aumentar a retenção de líquidos e os níveis da pressão arterial. Por isso, pacientes hipertensos devem preferir adoçantes sem a substância. Alguns adoçantes, como o aspartame e o sorbitol, não são totalmente isentos de calorias. A frutose e o sorbitol podem alterar a glicemia e, por isso, não são recomendáveis para os diabéticos. Como não há estudos que comprovem a segurança do uso de adoçantes e produtos dietéticos por mulheres grávidas, os especialistas recomendam que seu consumo seja moderado durante a gestação. (1)

Perguntas sobre os adoçantes artificiais e câncer surgiram quando os primeiros estudos mostraram que o ciclamato em combinação com a sacarina causavam câncer de bexiga em animais de laboratório. No entanto, os resultados dos estudos de carcinogenicidade posteriores (estudos que analisam se uma substância pode causar câncer) dos adoçantes não forneceram provas irrefutáveis de uma associação com o câncer em seres humanos. Da mesma forma, estudos de outros edulcorantes aprovados pela FDA não demonstraram clara evidência de uma associação com o câncer em seres humanos.

O que os estudos mostraram sobre uma possível associação entre específico adoçantes artificiais e câncer?
Sacarina

Estudos em ratos de laboratório durante a década de 1970 associaram sacarina com o desenvolvimento de câncer de bexiga. Por esta razão, o Congresso Americano determinou que novos estudos fossem realizados na sacarina e exigiu que todos os alimentos que contivessem sacarina ostentassem a etiqueta com o seguinte: "O uso deste produto pode ser perigoso para sua saúde. Este produto contém sacarina, que causam câncer em animais de laboratório. "

Estudos posteriores em ratos mostraram um aumento da incidência de câncer de bexiga em altas doses de sacarina, especialmente em ratos machos. No entanto, estudos mecanísticos (estudos que examinam como a substância funciona no organismo) mostraram que estes resultados se aplicam apenas aos ratos. A epidemiologia humana (estudos de padrões, causas e controle de doenças em grupos de pessoas) não mostraram nenhuma evidência consistente de que a sacarina está associado com a incidência de câncer de bexiga.

Tumores de bexiga observados em ratos são devido a um mecanismo não relevante para seres humanos e porque não haver provas claras de que a sacarina cause câncer em humanos, a sacarina foi excluídos em 2000, nos EUA do Relatório Nacional do Programa de Toxicologia de agentes cancerígenos, onde havia sido listado desde 1981 como uma substância razoavelmente prevista carcinogênica para um ser humano (substância conhecida por causar câncer). (2)

Fontes:
1 - Veja
2 - cancer.gov/cancertopics/factsheet/Risk/artificial-sweeteners

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Encontrada substância no feijão-de-corda capaz de tratar câncer de mama

Feijão-de-corda pode ser 'arma' contra câncer de mama, mostra pesquisa
Substância da planta mata célula cancerígena sem afetar sadias.
Cientistas da UnB descrevem descoberta em publicação internacional.

Cientistas da Universidade de Brasília (UnB) encontraram uma substância no feijão-de-corda capaz de tratar o câncer de mama. A descoberta pode ser o ponto inicial para um medicamento que reduza os efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia.
Plantação na Estação Biológica da Universidade de Brasília (Foto: Divulgação)

Segundo o estudo, molécula encontrada no grão – chamada BTCI – mata as células cancerígenas sem afetar as sadias. “Ela causa a fragmentação do material genético e altera outras organelas citoplasmáticas das células do câncer”, disse a pesquisadora Sônia Freitas, uma das responsáveis pela descoberta.

Instituto do Câncer de SP apresenta ultrassom capaz de destruir tumores
A pesquisa durou quatro anos e foi divulgada na revista "Cancer Letter", publicação internacional sobre descobertas relacionadas à doença. O método utilizado foi o da observação in vitro, em que linhagens de células cancerígenas foram expostas à BTCI.

Os testes em humanos e o desenvolvimento do novo tratamento devem acontecer nos próximos anos. “Provavelmente será um tratamento via oral ou endovenoso, já que a substância é consumida naturalmente pela população”, disse a pesquisadora.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, por ano, a doença afeta 49 em cada 100 mil pessoas no Brasil. A região Centro-Oeste é a terceira com maior número de casos, em que a proporção é de 38 mil para cada 100 mil.


Do G1 DF

segunda-feira, 25 de abril de 2011

10 Coisas Que Vale a Pena Saber Sobre Câncer - Fatos e Estatísticas 2011

O câncer é hoje a principal causa mundial de morte, a cada ano milhões de pessoas morrem de câncer. Em 2004, estatísticas mostraram 7,4 milhões de mortes a nível mundial, em 2007 foi de 7,9 milhões e em 2010 foi o primeiro lugar nas causas de morte com mais de 8 milhões de mortes em todo mundo. 13,5% de todas as causas de mortes a nível mundial. O câncer é a doença na qual grupos de células começam um crescimento descontrolado e formam um tumor. Esta doença pode ser suspeitada por vários sintomas. Fumar e beber álcool em excesso são uma das principais causas de câncer no mundo. O câncer de mama é a forma mais comum. E existem mais de 100 tipos de câncer.
  • ·        Câncer é a principal causa de mortes no mundo, com mais de 8 milhões de mortes de 13,5% de todas as causas de mortes a nível mundial 

  • ·        Existem mais de 100 tipos de câncer com o câncer de mama mais comum em mulheres 

·        Nos homens, o maior número de mortes é causado por esses cinco tipos de câncer: pulmão, estômago, fígado, colo-retal e de esôfago.

·        Em mulheres os cinco tipos de câncer que mais matam são: mama, pulmão, estômago, colo-rectal e cervical.

·        Diz-se que em 2030 a morte com o câncer seria quase 12 milhões em todo o mundo, que é grande motivo para se preocupar.

·        Segundo a OMS, 30 por cento dos cânceres podem ser prevenidos pela não utilização do tabaco, a alimentação saudável e com exercício físico

·        Quase 33% dos cânceres podem ser curados se forem detectados em estágios iniciais

·        HPV e HBV (vírus da hepatite) é uma das doenças que causam câncer

·        70 por cento das mortes por câncer são causadas nos países subdesenvolvidos de baixa renda

·        Menos consumo de tabaco diminui em quase 15% das mortes causadas por câncer anualmente


  • O envelhecimento traz mudanças nas células que aumentam a sua suscetibilidade à transformação maligna. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica em parte o porquê de o câncer ser mais freqüente nesses indivíduos.


Leia mais aqui: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=322


Fonte: tiptopten

terça-feira, 19 de abril de 2011

ESTADOS UNIDOS. 'Supercola' salva mulher com tumor raro

'Supercola' salva norte-americana com raro tumor no coração
Cardiologista Christopher Cave usou substância para brecar o câncer.
Segundo o médico, Jamie Alliss foi a 1ª pessoa a ser salva da doença.



Supercola é vista em preto, após ser injetada com
catéter no coração de Jamie Alliss. (Foto: Worldwide
Features / Barcroft Media / Getty Images)
Uma enfermeira norte-americana foi a primeira paciente a receber uma supercola médica para deter o avanço de um câncer no coração, localizado no ventrículo esquerdo.
A substância foi injetada dentro do tumor - que tinha o tamanho de uma bola de golfe - para conter o crescimento e salvar a vida de Jamie Arliss - mãe de uma garota de 15 anos chamada Leighton e casada com Scott.
A técnica foi uma ideia do cardiologista Christopher Cove, que resolveu apostar na medida quando a moradora da cidade de Wayne County já havia sido avisada sobre as chances remotas de sobrevivência. O diagnóstico de câncer foi revelado em março de 2009.
O médico optou pela supercola após ter estudado o uso da substância para reparar vasos sanguíneos no cérebro. Antes da intervenção de Cove, outras equipes médicas já haviam tentado remover o tumor. Para colocar a supercola dentro do corpo de Jamie, Christopher usou um catéter.
Segundo o médico, não havia tempo hábil para um transplante de coração e não existem registros de pessoas que tenham sobrevivido ao tipo de câncer que afetou o organismo de Jamie.

A enfermeira Jamie Alliss (à direita), com a filha Leighton e o marido Scott. A família mora na cidade de Wayne County, nos Estados Unidos. (Foto: Worldwide Features / Barcroft Media / Getty Images)


Do G1, em São Paulo*
* Com informações da agência Barcroft Media e do jornal Daily Mail






terça-feira, 22 de março de 2011

Britânicos diagnosticados com câncer após receber rins de paciente doente

Robert Law está fazendo quimioterapia e cogita ir à Justiça
Dois britânicos contraíram um tipo raro de câncer depois de passarem por transplantes de rins recebidos de um mesmo doador.

Robert Law, 59 anos, e Gillian Smart, 47, receberam os órgãos no Hospital Real de Liverpool em 26 de novembro do ano passado. A doadora, uma mulher de 56 anos, havia supostamente morrido de hemorragia cerebral.

No entanto, uma autópsia realizada depois que os transplantes foram feitos revelou que a doadora sofria de linfoma intravascular de células B, um tipo raro e bastante agressivo de câncer.

Law e Smart já foram diagnosticados com a doença e estão passando por quimioterapia. Uma investigação sobre o caso está sendo realizada pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) e pela fundação que administra o Hospital Real de Liverpool.

Ambos os pacientes querem saber por que a doença não foi descoberta antes dos transplantes, e cogitam ir à Justiça. Tanto Law quanto Smart tinham a opção de receber rins de seus irmãos, mas foram convencidos a aceitar os órgãos da doadora com câncer.

"Sendo um paciente renal, você aceita a morte muito rapidamente. Você vê muita morte quando faz hemodiálise", disse Smart à BBC. "Eu não esperava ter de aceitar uma morte causada por câncer. Este é um câncer bastante sério e difícil de combater".

"Eu achei que deveria ir até o fim disto em nome de qualquer pessoa na mesma posição, porque existem 10 mil pessoas por ano (no Reino Unido) que esperam por transplantes", disse Law à BBC.

"Eu acho que elas devem saber que quaisquer órgãos que elas recebam são adequados e que elas não vão ser infectadas por câncer ou qualquer outra doença", afirmou o paciente.

Desconhecimento

"Quando os rins foram transplantados, a equipe cirúrgica não tinha ideia de que o doador poderia ter câncer", afirmou o diretor médico do Hospital Real de Liverpool, Peter Williams.

"Este é um momento muito difícil e angustiante para Rob e Gillian, e nós continuamos a oferecer total apoio, cuidado e tratamento a eles", disse.

O diretor do setor de Sangue e Transplantes do NHS, James Neuberger, afirma que a transferência de males para receptores de órgãos é muito rara, e que a probabilidade de isto ocorrer é maior quando os doadores são mais velhos.

Neuberger admitiu que a escala deste problema no sistema de saúde britânico ainda é desconhecida, mas completou: "Transplantes não são livres de risco. Estes órgãos são de segunda mão".

BBC Brasil

sábado, 26 de fevereiro de 2011

'Smartphone' ajuda na detectar câncer rapidamente

WASHINGTON - Médicos do Hospital Geral de Massachusetts, equipados com um telefone celular, uma agulha fina e um pequeno aparelho de ressonância magnética molecular, conseguiram detectar de uma maneira simples e efetiva tumores cancerígenos.

Segundo um artigo publicado nesta quarta-feira, 23, pela revista Science Translational Medicine, o inovador sistema utilizado pelos médicos conseguiu acertar o diagnóstico de câncer em 96% dos pacientes, um número mais alto que o da biópsia tradicional.

"O sistema evita que os pacientes se submetam a procedimentos dolorosos e, potencialmente, perigosos", disse Cesar M. Castro, da Escola de Medicina de Harvard, em Boston, um dos membros da equipe que desenvolveu o procedimento.

O método padrão para o diagnóstico de câncer é a coleta de uma porção do tecido de tumor, que é submetido a uma imuno-histoquímica, como é denominado o teste no qual é utilizado um anticorpo específico que "marca" a existência de células cancerígenas.

Para obter as amostras de tecidos são necessárias biópsias e, às vezes, intervenções cirúrgicas, e os resultados podem demorar três ou mais dias.

A análise molecular rápida desenvolvida em Massachusetts também exige a coleta de uma amostra celular, mas é extraída com uma agulha mais fina (0,7 milímetros de diâmetro) que a de uma biópsia tradicional (1,4 milímetros de diâmetro).

Além disso, não existe tempo de espera, o que "reduz a ansiedade do paciente devido à obtenção rápida de um resultado, habitualmente em menos de uma hora", explicou Castro.

A equipe utiliza um smartphone comum e um aparelho cilíndrico de ressonância magnética nuclear, que mede cinco centímetros de diâmetro.

Os pesquisadores testaram o método em 50 pacientes que apresentavam tumores intra-abdominais suspeitos, indicados para uma biópsia comum.

Os mesmos pacientes também tiraram amostras utilizando as agulhas que são habitualmente usadas nas biópsias, que foram enviadas para o procedimento convencional de diagnóstico. Em lugar das amostras de tecidos que o procedimento convencional requer, este sistema pode funcionar com um pequeno número de células retiradas com a agulha mais fina.

O pequeno aparato de ressonância magnética nuclear emprega nanopartículas magnéticas como sensores que medem os compostos químicos nas células e o aparelho está conectado a um telefone de modo que os médicos possam medir e ler os dados junto à cama do paciente.

Após escanear os tecidos dos pacientes para detectar a expressão de nove proteínas importantes, os médicos identificaram corretamente 44 pacientes que tinham tumores cancerígenos, e cada um dos diagnósticos foi confirmado pela biópsia convencional.

A taxa de identificação de tumores cancerígenos com esta técnica é superada em 84% pela imuno-histoquímica. "Estes marcadores de proteínas podem indicar a probabilidade de um câncer crescer e se propagar para outros tecidos do corpo", explicou Castro.

ESTADAO

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Com câncer, jovem planeja próprio funeral

Adolescente planeja o próprio funeral após câncer raro
Donna Shaw, de 17 anos, já escolheu músicas e até as cores das flores para a cerimônia.


Cirurgia retirou 80% do tumor do braço esquerdo de
Donna Shaw, de 17 anos (Foto: PA / via BBC
Uma adolescente britânica está planejando seu próprio funeral e o que ela quer fazer nos últimos meses de vida, após descobrir que não há mais tratamento para seu câncer nos ossos. Donna Shaw, de 17 anos, foi diagnosticada em fevereiro de 2010 com Sarcoma de Ewing, uma forma rara de tumor ósseo maligno que atinge principalmente crianças e adolescentes.

Após passar por uma cirurgia que retirou 80% do tumor principal em seu braço esquerdo, ela fez um tratamento de quimioterapia, mas em janeiro deste ano recebeu a notícia de que os remédios não estavam funcionando e que o câncer havia se espalhado.

A mãe de Donna, Nikki Parker, de 45 anos, disse que a filha é uma "inspiração" para todos a seu redor e já escolheu cada detalhe do funeral. "Ela escolheu tudo: as músicas, ela tem um vídeo dela que ela quer que seja exibido no funeral e as cores das flores."

"Na verdade, isso facilitou as coisas. Eu sei que parece bobagem, mas o fato de que ela está sendo tão forte ajuda", disse Donna, que pediu demissão de seu trabalho em um restaurante para cuidar da filha. "Esses são os últimos desejos de uma menina de 17 anos e isso é o que vai acontecer quando chegar a hora."

Música e skate

A mãe de Donna, Nikki Parker, diz que escolha da
filha ameniza o sofrimento. (Foto: PA / via BBC)
A mãe da adolescente disse que quando recebeu a notícia de que o tratamento não estava funcionando, Donna "chorou, xingou e gritou e depois aceitou". A família não sabe quanto tempo de vida a jovem tem, mas ela planeja ver um show do grupo Westlife em março e dos skatistas Torvill e Dean em abril, se estiver bem o suficiente.

Segundo Donna, planejar o funeral lhe dá forças, mas ainda assim quando vai dormir, ela fica assustada. "Não tenho medo de morrer. Tenho medo de deixar minha família", diz ela. "É duro não saber quando (vou morrer) mas eu sou uma lutadora. Tenho uma sobrinha que vai nascer em abril, então ainda vou estar por aqui até lá."

G1

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cão consegue farejar câncer de cólon

Pesquisadores japoneses conseguiram treinar um labrador de 8 anos para diagnosticar o câncer de cólon a partir do hálito ou das fezes do paciente. Segundo eles, a taxa de acerto do cão é de, no mínimo, 95%. A pesquisa foi publicada na revista especializada 'Gut', nesta segunda-feira. Segundo os japoneses, o faro apurado dos cão conseguiu detectar compostos químicos presentes apenas em quem está com câncer.

Para treinar Marine, o labrador, os pesquisadores da Universidade de Kyushu fizeram o cachorro farejar o hálito de um paciente com a doença. Depois, colocaram Marine para farejar seu hálito e o de mais quatro participantes saudáveis. Toda vez que Marine acertava quem era o paciente com câncer, ganhava uma bolinha de tênis.

No estudo, o cachorro foi apresentado a amostras do hálito de 36 participantes. Ele conseguiu identificar corretamente 91% dos doentes, e ignorou 99% dos participantes saudáveis. O mesmo teste foi feito com as fezes dos participantes. Neste caso, a taxa de acerto de Marine foi ainda mais alta. Em 97% dos casos, o cão acertou quem estava doente.


Globo.com

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Câncer de mama e consequentes casos de óbitos tem aumentado a cada ano.

Câncer de mama ainda não tem a atenção que merece, apontam ONGs

câncer de mama é uma das principais causas de morte em mulheres no ocidente. Estatísticas exibem o aumento de sua incidência nos países desenvolvidos quanto e nos naqueles em desenvolvimento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre as décadas de 1960 e 1970 contatou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de ocorrência.
No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres



Neste ano, estima-se que 49.240 brasileiras descubram que têm câncer de mama. Dessas, calcula-se que 37 mil vão conseguir se tratar – às vezes às custas de quimioterapia e até extração da mama – e que 12 mil não resistirão à doença.

O número de casos, estimados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), vem crescendo, pois a doença está ligada a fatores de risco que têm aumentado, como o estilo de vida sedentário e o uso de píluas anticoncepcionais. Já a maior parte das mortes e do sofrimento das mulheres poderia diminuir se a doença fosse detectada com mais eficiência e tratada rapidamente, apontam organizações ligadas ao setor.
De acordo com o Inca, em alguns países desenvolvidos, como os EUA, Canadá e Noruega, há crescimento da incidência do câncer de mama, mas redução da mortalidade. No Brasil, o maior número de casos é seguido de mais falecimentos. O número de mortes saltou de 5.760 em 1990 para 11.860 em 2008, aumentando ano a ano.

NÚMEROS DO CÂNCER DE MAMA
É o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo.
Estima-se que 49.240 novos casos apareçam no Brasil em 2010.
Segundo a ACS, os casos no Brasil devem aumentar de 75% a 100% em 2020 em relação a 2002.
Hoje, a incidência da enfermidade é de 49 casos a cada 100 mil mulheres.
Em 2008, 11.860 mulheres morreram da doença.
A mamografia deve ser feita a cada dois anos em mulheres que têm entre 50 a 69 anos, e o exame clínico anual deve ser feito por mulheres com idade entre 40 e 49 anos.
Fonte: Inca e ACS




  • Aspas
    É um problema de saúde básica, que não deveria ser tratado em hospitais complexos. A enfermeira do posto de saúde já tem que indicar o exame de mamografia"
Para a médica Maira Caleffi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio a Saúde da Mama (Femama), a taxa de mortalidade cairá quando as mulheres se dispuserem a fazer exames periódicos de mamografia e a rede de pública de saúde estiver preparada para fazer o teste em todas as mulheres que procurarem.

“Esse é um problema de saúde básica, que não deveria ser tratado em hospitais complexos. A enfermeira do posto de saúde já tem que indicar o exame de mamografia”, recomenda a médica. Ela aproveitou esta quinta-feira (4), véspera do Dia Nacional da Mamografia, para alertar contra a doença em entrevista coletiva concedida em São Paulo (SP).

Segundo Maira, outro fator que aumenta a mortalidade é a demora no atendimento. Ela explica que o tempo ideal do ciclo de tratamento – desde o exame que descobre o câncer, a biópsia até a cirurgia ou quimioterapia – deveria ser de quatro a seis semanas. Na prática, contudo, as mulheres enfrentam filas de espera nos hospitais enquanto o câncer se desenvolve, e o tratamento pode durar meses.

US$ 300 mil
A boa notícia para as mulheres é que a rede de apoio a elas está se fortalecendo. A Femama, criada em 2006, já reúne 42 instituições, que atuam em 18 estados brasileiros. Em 2010, as ONGs querem aproveitar o período eleitoral para convencer candidatos a incluírem em seus planos de governo uma atenção especial à prevenção e controle do câncer de mama.

Uma boa ajuda também está vindo de fora. Nesta semana, durante um fórum que discutiu o problema em São Paulo, a organização norte-americana American Cancer Society (ACS) anunciou a doação de US$ 350 mil (cerca de R$ 645 mil) para fortalecer as ONGs brasileiras.

“Esse não é um problema só de hoje, é um problema do futuro”, prevê a diretora da ACS para a América Latina, Alessandra Durstine. De acordo com ela, o Brasil foi escolhido para receber a ajuda porque já conta com organizações capazes de gerir os recursos doados. 
Mamografia no lugar do autoexame
De acordo com Gustavo Azenha, diretor de programas da ACS no Brasil, os tratamentos atuais permitem curar de 80% a 90% dos casos de câncer de mama, desde que o diagnóstico seja feito de forma precoce.

Para descobrir a doença, contudo, a associação não recomenda que a mulher faça apenas o autoexame, pois quando a mulher é capaz de tocar os seios e perceber o tumor ele já pode estar em estágio avançado. A melhor forma de descobrir o câncer, de acordo com a ACS e a Femama, é a mamografia, que deve ser feita pelo menos a cada dois anos em mulheres que têm entre 50 e 69 anos. [Iberê Thenório - Do G1]



Congelar óvulos e remover a mama são dilemas na conversa com médico. Doença acomete apenas 2% das mulheres antes da menopausa


foto: Arquivo Pessoal

Simone Chen, 27 anos, passou por mastectomia para retirada de tumor
Simone Shen tem 27 anos. A chance de uma mulher da idade dela ter câncer de mama é pequena. Mas a paulistana recebeu exatamente esse diagnóstico em agosto de 2010. "Os médicos detectaram dois nódulos, confirmados como câncer após a biópsia", conta Simone.

Segundo os médicos, a chance de uma pessoa desenvolver câncer de mama antes da menopausa é de apenas 2%.

Para Simone, a notícia sobre o tumor só veio porque resolveu colocar silicone nos seios. Os exames de ultrassom e a mamografia, necessários para a cirurgia, encontraram os nódulos.

Profissional da área de marketing, ela precisou parar de trabalhar para passar por 24 sessões de quimioterapia. Até agora, enfrentou 11 delas. "Os remédios me deixam cansada, triste às vezes", afirma a jovem. Mesmo sob efeito das drogas anticâncer, a paciente ainda conseguiu manter parte de sua rotina, como os planos de viagem no réveillon.

Antes dos medicamentos, ela retirou as duas glândulas mamárias em cirurgia conhecida como mastectomia, mas ficou pouco tempo sem volume no peito. "Fiz reconstrução na mesma hora, já estou 'turbinada'", brinca.

Segundo o médico Alfredo Bastos, do Hospital Sírio-Libanês, a pressa tem justificativa. "A depressão na jovem pela mutilação é muito grande. Se não houver impedimento, é melhor fazer a reconstrução logo após a retirada do tumor", afirma o mastologista.

Simone diz estar bem com o resultado da cirurgia e não se arrepende de ter optado pela mastectomia. "Para mim, é melhor ter saúde que amamentar", afirma.

Caso britânico
Casos como o de Simone são raros. Mais incomum ainda é o da britânica Aleisha Hunter, que foi noticiado no início do mês, diagnosticada com a doença aos dois anos de idade.

Entre os médicos brasileiros, a história gera desconfiança. "É possível que tenha sido um câncer 'na mama' e não 'de mama'. Seria o caso, por exemplo, de sarcomas ou tumores de pele, que podem aparecer até com um mês de vida", afirma Bastos.

Para Maria do Socorro Maciel, do hospital A.C. Camargo, Aleisha é muito jovem para ter adquirido a doença. "O caso mais jovem que já testemunhei era de uma moça de 17 anos, mas ela já havia menstruado, possuía mamas formadas", diz a médica.

"As estruturas da mama como os ductos, os lóbulos, ainda não estão formados com essa idade, sem falar na ausência de hormônios femininos como estrógeno e progesterona," explica a médica.

A estranheza da especialista encontra respaldo nos dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para pacientes entre 15 a 24 anos, o número de casos para cada 1 milhão de mulheres, não ultrapassa 2.
Maternidade
Antes de tratar o câncer de mama, há consenso entre médicos sobre as informações que o paciente precisa saber para enfrentar a doença. Antes mesmo da questão estética, a paciente precisa ser informada sobre a possível perda de fertilidade ao iniciar um tratamento com quimioterápicos.

"O médico deve colocar o assunto maternidade em pauta", defende Bastos. "O profissional precisa ser verdadeiro, se você mente, pode perder a confiança da paciente."

"Fiz congelamento de óvulos, ingeri hormônios durante duas semanas, com injeções diárias. Foram 17 ao todo", conta Simone. "Eu decidi pela mastectomia junto com meus médicos e minha família. Queria me livrar do problema radicalmente."

Adriana Amatto, de 31 anos, não teve esse tempo. A notícia do tumor maligno veio logo após a gestação.

"No oitavo mês da gravidez, senti uma parte endurecida na mama direita", conta a nova mãe, que trabalha como fonoaudióloga.

O diagnóstico foi difícil. "Quando eu fui ao hospital pela primeira vez por causa das dores, ainda grávida, me disseram que era uma ilha de gordura", lembra Adriana. "Quando minha filha tinha dois meses, fui fazer um exame para saber mais e acabei descobrindo um carcinoma in situ. A minha desconfiança me fez descobrir o problema."

Para tratar o tumor, Adriana precisou extrair o leite dos seios e passar por mastectomia. Durante a cirurgia, ela teve mais uma surpresa. "Após dez horas na mesa de operação, o que era um caso in situ virou um carcinoma invasivo de 1,4 cm, já que descobriram 16 linfonodos [órgãos que formam o sistema de defesa do corpo] comprometidos, de 33 retirados", explica a fonoaudióloga. O termo em latim é normalmente usado para se referir a tumores que não se espalham pelo corpo, gerando metástase.

Com as sessões de quimioterapia, 15 no total, realizadas de maio até outubro, e outras 25 radioterapias, finalizadas em dezembro, Adriana vai, aos poucos, podendo cuidar da filha recém-nascida. "Não podia pegar meu bebê no colo, mas tentei dar o máximo de carinho e fazer ela não esquecer meu cheiro," conta.
foto: Arquivo Pessoal

Simone passa, atualmente, pela 11ª sessão de quimioterapia
Sem alarde
Segundo Silvio Bromberg, médico do Albert Einstein, que cuidou do caso de Adriana, as estatísticas internas do hospital não mostram aumento específico nos casos entre mulheres jovens e, portanto, não existe motivo para alarde às mulheres que ainda não atingiram a menopausa.

"Na minha própria clínica, de 2009 até agora, eu tenho tratado gente mais jovem, mas isso não quer dizer que a incidência esteja aumentando para essa faixa", explica o médico.

Mas há um alerta para o estilo de vida das mulheres submetidas ao mercado de trabalho. "Hoje as mulheres engravidam mais tardiamente, menstruam mais tarde, tomam hormônio, comem mal, sofrem estresse. Os estudos apontam que tudo isso pode propiciar o desenvolvimento de câncer."
Saiba quais os melhores exames para diagnosticar câncer de mama
O médico oncologista, Cristiano Drumond Magalhães, explica quem tem mais chance de desenvolver a doença e como é feita a reconstituição da mama


Evitar a gravidez tardia, a obesidade e o excesso de bebida alcoólica são algumas maneiras de prevenir o câncer de mama apontadas pelo médico oncologista, Cristiano Drumond Magalhães, que em entrevista, explica quais são os diferentes tipos de diagnóstico da doença, que tem mais chance de desenvolver e como é feita a reconstituição da mama. 
Quais são os diferentes tipos de diagnóstico?
Receber a notícia de que alguém próximo tem câncer, sem dúvida nenhuma, o impacto é muito grande. Abala a estrutura de qualquer família que não estiver preparada. Mas o diagnóstico não significa que a pessoa vai morrer. O perfil do câncer de mama é amplo e variado. Vai desde a doença inicial, que é curável com uma única cirurgia, até a doença metastática agressiva, que leva a paciente à óbito.

Qual é a importância do Outubro Rosa?


A grande questão do movimento é tentar detectar precocemente esses tumores para que possamos ter uma chance maior de tratar as pacientes.

O câncer de mama é mais comum em que idade?

A incidência é maior depois dos 50 anos. Por que está acontecendo esse câncer na idade precoce? É porque nós estamos conseguindo rastrear o câncer mais cedo e identificar melhor os grupos de risco.

Que exames as mulheres jovens podem fazer?

A glândula da mama foi feita para produzir leite. A mulher jovem tem a mama muito densa. Assim, tem pouca gordura para fazer o contraste na mamografia. Aí o exame não consegue fazer a definição detalhada da mama. Nas pacientes jovens é recomendado a mamografia e o complemento com o ultrassom. Nas pacientes muito jovens, a mamografia, às vezes, não resolve.

Quem está no grupo de risco da doença?


As mulheres de risco habitual devem fazer, a partir dos 40 anos, exame clínico da mama feito pelo médico. Não é o autoexame. Dos 50 aos 69 anos, ela tem a recomendação do Inca de fazer uma mamografia de rastreamento a cada dois anos. Já as mulheres de risco elevado, que têm parentes de primeiro grau com câncer de mama e de ovário - existe uma co-relação do câncer de ovário com o câncer de mama-, história de câncer de mama masculino na família e lesões na mama consideradas pré-malignas, devem realizar o exame clínico da mama a partir dos 35 anos e mamografia anualmente com essa idade.

Quem tem o risco elevado, como deve se prevenir?

Coloca-se dentro do modelo de Gail alguns critérios. Esse modelo vai dar a probabilidade que essa paciente tem de vir a ter o câncer de mama ou não. Por exemplo, uma mulher quem tem o risco elevado, tenho medidas que posso adotar para prevenir que ela venha desenvolver o câncer de mama, como retirar a glândula da mama, e fazer a reconstituição com silicone, tiro o que pode vir a desenvolver o câncer. A outra conduta é a quimioprevenção. Utiliza-se de um medicamento que vai prevenir, reduzir o risco de desenvolver o câncer de mama. Daí a necessidade da divulgação e dos dados sobre a doença.

Quais são os fatores de risco?

Os fatores de risco são obesidade, bebida alcoólica, utilização da reposição hormonal - procurar evitar a reposição na pós-menopausa, mas algumas mulheres precisam fazer para melhorar a qualidade de vida-, fazer exercício, amamentar, e também é  fator protetor ter filho de forma precoce, não estou falando para ter filho com 15 anos.

Tem algum alimento que ajuda ou atrapalha quem tem câncer?

Não. Recomendo uma alimentação saudável de forma geral.

O autoexame é recomendado?

Ele tem o papel de deixar a paciente alerta para as mudanças do seu organismo. Mas ele não serve para substituir o exame do médico e muito menos a mamografia. Ele não deve ser estimulado como método de diagnóstico do câncer de mama.

Reconstrução da mama

É um direito reconhecido por lei da mulher. A reconstituição esbarra em alguns critérios. Pode ser feita de forma imediata, ou seja, opera, tira e reconstrói no mesmo momento. Pode ser feita de forma tardia, um tempo depois do tratamento. O que basicamente dita se será feita no momento ou após é a necessidade de se complementar o tratamento com a radioterapia. Na paciente que vai fazer a radioterapia após a cirurgia, a reconstituição é feita depois.

Como é feita a reconstrução?

Ela pode ser feita com reconstrução de músculo da própria mulher ou pode ser feita através de prótese de silicone. Hoje a maioria é feita com prótese de silicone.



LAILA MAGESK 


http://www.inca.gov.br

domingo, 30 de janeiro de 2011

A terapia hormonal aumenta risco de câncer de mama

Um novo estudo mostrou que o início da terapia hormonal em torno da época da menopausa está associada a um maior risco de câncer de mama comparado a partida depois de um longo hiato.

A terapia hormonal aumenta risco de câncer de mama
Mulheres que começaram a terapia hormonal cinco anos ou mais após a menopausa tinham pouco ou nenhum risco aumentado, independentemente do tipo de terapia hormonal utilizado, quanto tempo elas usaram, e se eles estavam com sobrepeso ou obesidade .

Para investigar esta questão, Valerie Beral, FRS, da Universidade de Oxford, e colegas, usaram dados do Million Women Study (MWS) no Reino Unido. Os pesquisadores estimaram os riscos relativos ajustados de câncer de mama em terapia de hormônio de usuários e usuários passado em comparação com os não-usuários de 1,13 milhões de mulheres no estudo. Eles também compararam as mulheres em diferentes tipos de terapia hormonal.

Eles descobriram que mulheres que começam a terapia hormonal no momento da menopausa têm maior risco de câncer de mama do que aqueles que começam mais tarde. Eles escrevem: "A nova descoberta deste estudo, que tem sido pouco estudada anteriormente, é que o intervalo entre a menopausa e inicio da terapia hormonal tem um efeito substancial no risco de câncer de mama".

O estudo foi publicado no O Jornal do Instituto Nacional de Câncer .

Fonte: The Times of India

domingo, 23 de janeiro de 2011

Oito sintomas mais comuns do câncer

Pesquisadores na Grã-Bretanha identificaram os oito sintomas mais comuns em pessoas que são diagnosticadas com câncer.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Keele (Reino Unido) lançou mais oito certos sintomas que são freqüentemente associados à presença de câncer: sangue na urina, também conhecido como "hematúria, anemia, sangramento retal, tosse com sangue, nódulos mamários, dificuldade para engolir, hemorragias pós-menopausa e exame de próstata irregular den. e nódulo na próstata.

Segundo os cientistas, pessoas com estes sintomas têm probabilidade maior do que uma em 20 de ter algum tipo de câncer. Quanto mais cedo os pacientes identificarem a doença, maiores são as chances de um tratamento bem-sucedido.

Os cientistas analisaram os resultados de outras 25 pesquisas.

De todos os sintomas, apenas dois deles são considerados mais graves entre pessoas com menos de 55 anos: nódulos nos seios e próstata. Os demais são particularmente mais perigosos em pessoas com mais de 55 anos.

A entidade Cancer Research UK, de pesquisa sobre a doença, disse que quaisquer mudanças no corpo devem levar as pessoas a procurarem os médicos.

"Os sintomas identificados neste estudo já são sinais importantes de câncer, mas há mais de 200 tipos de câncer, com muitos sintomas diferentes", disse um porta-voz da entidade.

"Então se houver uma mudança no corpo, é importante checar isso. Quando o câncer é diagnosticado cedo, o tratamento tem maiores chances de sucesso."

Ainda assim, especialistas da Universidade de Keele não querem alarmar e salientaram que "embora a presença de qualquer um desses sintomas possa representar uma probabilidade relativamente baixa que antecedem o câncer, deve-se procurar rapidamente o médico por qualquer desses motivo, isso pode facilitar o enfrentamento da doença a tempo. "

De todas as formas, e como disse Amanda Howe, secretária honorária da Royal College of General Practitioners britânico "é útil saber esses sintomas e colocam uma" bandeira vermelha "para médicos e pacientes, o que é aconselhável conversar com os médicos antes, quando detectada qualquer um destes sintomas preocupantes. "

Diante dos resultados deste estudo, os membros do Instituto Câncer Research UK disseram que estes sintomas não estão sob quaisquer circunstâncias, os únicos sinais que alertam para a possibilidade da presença de câncer. "Os sintomas descritos pelo estudo são importantes, mas existem mais de 200 diferentes tipos de câncer que causam muitos sintomas diferentes", disse ele.



Fontes: BBC Brasil e Maxizip.com