Namorados são acusados de atacar como 'vampiros' na Nova Zelândia
O casal de namorados James Phillip Brooks, de 22 anos, e Xenia Gregoriana Borichevsky, de 19, está sendo acusado por um crime aterrorizante: ao melhor estilo vampiro, eles morderam e beberam o sangue de uma vítima em Wellington (Nova Zelândia). Acabaram presos. Um terceiro "nosferatu", James Eric Orr, de 19, está sendo procurado - dia e noite.
O trio vampiresco pode ser condenado a até 14 anos de prisão cada um.
Apesar de exames comprovarem que a vítima teve seu sangue bebido, James e Xenia negam ser os responsáveis pelo "consumo sanguíneo", ocorrido à noite em um local de pouca iluminação.
"Por acaso eu tenho cara de vampiro? Eu sou apenas diferente", questionou James, de acordo com o jornal "Dominion Post".
James admitiu, entretanto, ter mordido a vítima. O jovem alegou que, após a saída de uma festa, o sujeito estava perturbando a namorada, que teria sido a primeira a cravar os dentes no corpo alheio. O amigo do casal James Eric foi solidário e também partiu para o ataque, de acordo com detalhes da investigação. A vítima ficou inconsciente.
Como o casal foi solto após pagar fiança, recomenda-se que, por precaução, os moradores de Wellington cuidem bem do pescoço.
O Globo
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terça-feira, 24 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Canibalismo: Neozelandês come o próprio dedo após cozinhá-lo com verduras
Um neozelandês que sofria de depressão amputou o próprio dedo, o cozinhou com verduras e depois o comeu no jantar, informou neste sábado a imprensa local, que cita um estudo psiquiátrico.
O caso do homem de 28 anos, cujas ações não foram impulsionadas pelo consumo de drogas nem de álcool, é um dos oito sobre canibalismo de partes do próprio corpo que foram estudados pelos especialistas, indica o relatório realizado pelo psiquiatra Erik Monasterio e pelo psicólogo Craig Prince.
Segundo o relatório, publicado pela revista especializada "Australasian Psychiatry" e divulgado pelo diário "New Herald", o caso aconteceu em 2008, quando o homem atravessava uma depressão com tendência suicida e insônia sem ajuda médica, passando quatro dias com obsessão por cortar seus dedos.
A depressão deste homem, aponta o estudo, foi potencializada depois de ter sido assaltado na rua por dois criminosos, o que deu origem a fantasias "não só de matá-los, mas também de comê-los".
"Com a intenção de buscar alívio desses pensamentos, atou um cadarço em torno de seu dedo mínimo para que servisse como um torniquete e o cortou com uma serra", detalha o artigo.
"Então, ele o cozinhou em uma frigideira com algumas verduras e comeu sua própria carne", acrescentam os dois autores, que trabalham no Hospital Hillmorton, na cidade de Christchurch.
O artigo explica que o homem encontrou satisfação imediata na mutilação e pensou em fazer o mesmo com outros dois dedos, mas no dia seguinte a sensação de prazer passou e ele decidiu ir a um hospital para procurar ajuda.
Folha.com
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| imagem ilustrativa |
Segundo o relatório, publicado pela revista especializada "Australasian Psychiatry" e divulgado pelo diário "New Herald", o caso aconteceu em 2008, quando o homem atravessava uma depressão com tendência suicida e insônia sem ajuda médica, passando quatro dias com obsessão por cortar seus dedos.
A depressão deste homem, aponta o estudo, foi potencializada depois de ter sido assaltado na rua por dois criminosos, o que deu origem a fantasias "não só de matá-los, mas também de comê-los".
"Com a intenção de buscar alívio desses pensamentos, atou um cadarço em torno de seu dedo mínimo para que servisse como um torniquete e o cortou com uma serra", detalha o artigo.
"Então, ele o cozinhou em uma frigideira com algumas verduras e comeu sua própria carne", acrescentam os dois autores, que trabalham no Hospital Hillmorton, na cidade de Christchurch.
O artigo explica que o homem encontrou satisfação imediata na mutilação e pensou em fazer o mesmo com outros dois dedos, mas no dia seguinte a sensação de prazer passou e ele decidiu ir a um hospital para procurar ajuda.
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